Músicas e clipes que fizeram meu 2015

Em 23.12.2015   Arquivado em Música

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AIAI, 2015 tá acabando, gente…! Esse ano passou que eu nem vi. Já estamos na época das festividades e de encerramento de um ciclo para começar um novo cheio de promessas e projetos em nossas vidas, seja com relação ao trabalho, a escola, a projetos pessoais…!

E não esqueçamos as retrospectivas da Globo, dos melhores beijos, amassos, tretas, erros de gravação, reportagens, acontecimentos épicos e vá lá mais coisa. E pra não sair do clima, é CLARO, que o Além do Meu Mundo também vai brincar. Porque sim, porque eu quero, pronto e acabou.

EMOJI

Resolvi começar falando de uma das coisas que mais me regem na vida: música. Todo ano tenho músicas e álbuns que fazem a trilha sonora dos meus dias, que às vezes até parecem ter escrito pra mim naquele momento da minha vida, porque sou o umbiguinho do meu mundo, claro. Quero compartilhar com as pessoas tudo o que foi o meu ano resumido tanto em clipes quanto em músicas. Dá só uma checada 🙂

 

Thinking Out Loud – Ed Sheeran

Vamo começar com o clipe/a música que mais me matou. Sei que ambos foram lançados em 2014, mas ainda assim foi uma das músicas mais tocadas em 2015. “Thinking Out Loud” foi até trilha sonora do casal Mari e Benjamin na novela “I Love Paraisópolis” e enlouqueceu muitos corações apaixonados.

O que é esse Ed Sheeran dançando? É uma surpresa pra todo mundo, além de tirar o fôlego e deixar a gente querendo ser essa menina que dança com eleeee T-T

 

Bad Blood – Taylor Swift

Vamo combinar que esse foi um dos clipes mais esperados de 2015 depois que foi mencionado. A Taylor é conhecida por gostar de causar com estilo, e foi um combo de indireta pra ex-amiga Katy Perry plus uma lacração só com todas as amigas divas e sensuais, dentre elas Cara Delevigne, Ellie Goulding e Hayley Williams.

 

Shut Up And Dance – Walk To The Moon

Essa é uma das minhas músicas FA VO RI TAS. Não importa quantas vezes eu escute, eu fico doidinha imaginando a história que se passa através das estrofes. Inclusive, ela faz parte da trilha sonora da minha fic, just saying. 😡

 

Uptown Funk – Bruno Mars ft. Mark Ronson

Eu já amava essa música desde a primeira vez que eu escutei. Desde as batidas, até o clipe, o cenário, TUDO. Mas ouvir essa música em New York é simplesmente sensacional, faz tudo ganhar mais cor ainda. Aliás, eu moro Uptown, então = <3

 

Drag Me Down – One Direction

Pausa. Venho por meio desta confessar que eu nunca fui grande fã de One Direction. Claro que sempre tive minhas músicas favoritas e até conhecia um bom punhado do trabalho deles – além de sempre ter tido aquela queda básica pelo Harry Styles, porque né… Mas esse ano essa boy band me pegou de UM JEITO que não é brincadeira, galere. O CD está simplesmente sensacional e eu estou mais apaixonada pelo Harry e pelos cabelos esvoaçantes dele mais do que NUNCA. Pronto, fa-lei. They can REALLY DRAG ME DOWN com essa música explosiva e toda pá!

 

Ex’s And Oh’s – Elle King

Acabei conhecendo essa música graças à minha amiga Ana, do canal Agora Virei Gringa e eu simplesmente viciei. A voz rouca da Elle me deixa doida e a letra é super engraçada e inusitada (isso sem contar o clipe). Check it out!

 

Sorry – Justin Bieber

Muito que bem, vamos falar de algo muito sério aqui. Muita coisa me surpreendeu esse ano, tanto negativamente quanto positivamente, mas eu preciso dizer que o Justin Bieber, minha gente… Ah, esse sim me surpreendeu muito mais que positivamente. Eu nunca achei que fosse curtir tanto um som dele como eu tenho curtido agora, e não é só uma música, não! Acho que ele amadureceu MUITO como profissional e eu realmente gostei muito do que encontrei no último álbum dele.

“Sorry” é uma música que me faz viajar, refletir e curtir, tudo ao mesmo tempo. E também é a minha música com a Ana aqui em NYC, sem mais <3

PS: como eu não curto o clipe do movimento “purpose”, resolvi compartilhar esse vídeo que fez eu me apaixonar pela música. Não é o Justin cantando, mas num tereça.

 

Sticthes – Shawn Mendes

Esse ano, na verdade, foi o ano do Shawn, né gente? Eu já conhecia um pouquinho do trabalho dele, mas só agora ele representou algo (pelo menos pra mim). Ô menino fofo! Não sei o que eu mais gosto, as músicas dele ou os covers maravilhosos que ele faz. *-*

Quantas vezes eu  danço ouvindo essa música no carro… Só Deus sabe! E o clipe… Simples e pesado são as palavras.

 

Sugar – Maroon 5

Falar de 2015 e não citar Maroon 5 seria quase uma afronta, vamo combinar, né? Que os cds dele são perfeitos do começo ao fim não é nenhuma novidade… Mas é bem difícil eu ouvir um álbum sem querer pular UMA faixa. Então, parabéns, M5 <3

E claro… Eu sou suspeita porque acho os clipes deles super diferentes e inusitados, mas esse, sem SOMBRA DE DÚVIDA, ganhou meu coração. Tinha muitas outras músicas favoritas, então decidi eleger a minha favorita através do clipe.

 

Amei Te Ver – Tiago Iorc

Não estou no Brasil, mas o Brasil continua em mim. Essa música embala meus dias aqui em NYC. Muitas vistas se tornaram ainda mais lindas graças a ela. Confesso que nunca liguei muito pro som do Tiago Iorc, mas nesse ano acho que ele conquistou meu coração, não só com essa faixa, mas também com “Coisa Linda”. Ela, incçusive, estava na lista, mas acabei preferindo “Amei Te Ver” porque… QUE CLIPE DESTRUIDOR COM A BRUNA MARQUEZINE É ESSE?

 

Hello – Adele

Falando em destruição… A mulher SOME e quando reaparece, faz o que? Acaba com todo mundo com essa voz e essa música, né, CLARO. A Adele, gente, não sabe brincar. Quando lança algo é pra ficar em primeiro e cagar na cabeça de todo mundo. Lançou a música no fim do ano e levou um monte de prêmio, dá licençaaaaaa.

Também, né… Essa música fala com todos e mata cada pedacinho da alma de um jeito que só Adele consegue fazer. E o clipe vintage? Curti ainda mais porque eles não tiraram o som ambiente. Deu muito mais emoção.

 

Photograph – Ed Sheeran

Mas é ÓBVIO que o Ed ia aparecer aqui duas vezes. Quem duvidou disso? Se eu pudesse, colocaria que o álbum “X” foi a minha trilha sonora do ano. Se eu falar que cada faixa coube perfeitamente em cada momento pelo qual eu passei em 2015… Aiai.

A primeira vez que ouvi essa música eu estava no ônibus e foi ridículo. Porque eu CHOREI. Ainda bem que estava vazio e ninguém me viu.

Aí não tava bom pro menino Ed me fazer chorar no ônibus… O que ele faz? Lança esse clipe que o quê? Quase me mata. Foi muito conhecer um pouquinho da infância do meu ídolo através de arquivos pessoais. Agora PENSA em quem quase morreu ao assistir o final, em que alguém fala “You’re on the top of the mountain!” e depois aparece o Ed diante de uma multidão? Cho-rei. De. Novo.

 

Style – Taylor Swift

Vai ter Taylor de novo sim, e nem reclama porque a última faixa também é de um artista repetido. Porque eu quero. Porque eu sou maluca. Anyway.

Acompanho o trabalho dessa mulher desde a época country dela (aliás, volta tempoooo). Adoro como ela consegue toda história virar uma boa música, gente. E acho que esse clipe e essa música foram o melhor trabalho dela. Adorei as sobreposições, os detalhes, o filtro… E a música me pegou principalmente pelo jogo de palavras: “We never go out of Style”. Sabemos bem que Styles era esse, né? Não sabe? Vou responder com a música que fechou meu ano e continuará em 2016 por mais um tempão.

 

Perfect – One Diretion

FECHOU ANO. Eu nem precisava escrever nada porque essa música fala por si, né… Mas vou escrever mesmo assim porque ela se tornou a minha FAVORITA no primeiro momento em que escutei. Gostei tanto que me fez querer ouvir o álbum todinho. E adivinha? Viciei nesses meninos bem no hiatos deles (#chateada).

Pra quem não sabe – O QUE EU DUVIDO MUITO –, Harry FINALMENTE respondeu às provocações musicais de Taylor. E respondeu com Style ESTILO. Achei maravilhoso o fato de o refrão ter sido feito propositalmente no mesmo ritmo que Style. Foi a sacada da VIDA.

E não bastasse a música… Pra quem acompanha o Harry no Instagram, sabe que o querido tá numa fase P&B da vida e só posta fotos assim. Achei o clipe bem a cara dele. Adorei o que eu vi. ALIÁS, o clipe foi gravado em um hotel de NYC. Poderia me fazer amar ainda mais isso? Poderia. Porque eu tô num crush nervoso nele, então vocês me aguentem falando.

 

É isso. Ufa, 2015! Nem acabou e continua me matando do coração! Mal posso esperar pela minha trilha sonora MATADORA de 2016! E qual foi a trilha sonora de vocês? <3

Músicas que viciam

Em 27.08.2015   Arquivado em Música

Como faz tempo que não posto sobre músicas, resolvi compartilhar um pouquinho do meu sofrimento! Eu tenho um sério problema: quando eu gosto de algo, eu não gosto. Eu VICIO. Sou do tipo de pessoa que assiste mil vezes o mesmo filme e ouve uma música trilhões de vezes sem enjoar. E aí eu pensei… Por que não viciar outras pessoas também?

Trouxe aqui as 10 músicas que estou ouvindo sem parar!

 

Boom Clap – Charli XCX

A música me traz um misto de sentimentos que aiaiai! Aquela coisa meio Wanderlust, sabe? De querer estar em um outro lugar nem nunca ter estado lá. Como não tenho como viajar quando me dá na telha, acho que essa música me ajuda a viajar para o meu próprio mundinho.

All About That Bass – Meghan Trainor

Sabe aquela vontade de sair dançando e rebolando que nem uma doidinha dentro de casa enquanto faz aquela faxina? Essa música me inspira e faz eu sair daquela preguicinha rapidinho! Até meu pai curte a música, gentem! hahahaha Because I’m all about that bass!

23 – Mike Will Made-it (ft.  Miley Cyrus, Wiz Khalifa, Juicy J)

A Miley Smiley me faz ficar alucicrazy com esse som. Adoooro dançar essa música dentro do carro. Me sinto a Queen Bee do pedaço, juro.

Am I Wrong – Nico & Vinz

Esse é o tipo de single que consegue ser inteiramente brilhante. A letra, a fotografia do clipe e o ritmo dessa música são um casamento perfeito. Ela me faz querer sair dançando pela rua, sabe? A voz do Vinz me mata do coração!

Dance With Me Tonight – Olly Murs

Arraste os móveis, puxe o tapete e vamos bagunçar! Ô musiquinha boa pra uma beautiful mess. Ainda quero experimentar meus atrapalhados dotes culinários ouvindo esse som. Quero nem ver o que vai sair!

Carousel – Melanie Martinez

A Melanie simplesmente me faz viajar para outro plano com essa música. Adoro escrever ou ler livros enquanto ouço essa música. Preciso admitir que também AMO o clipe, cheio de simbolismos e coisas meio assustadoras! *-*

Thinking Out Loud – Ed Sheeran

Essa lista não estaria completa sem o meu ruivo favorito! O Ed sempre me surpreende com suas letras que fazem eu me derreter todinha, mas dessa vez ele ultrapassou todos os limites. É o primeiro clipe em que ele finalmente é um personagem, e ele se propôs a dançar. Acreditem ou não… O resultado é MARAVILHOSO. E eu simplesmente não canso de assistir e morrer de inveja da dançarina. T-T

Counting Stars – One Republic

Saudade. Essa é a palavra que se associa a essa música pra mim. Me lembra dos meus dias em Dublin! Toda vez que a escuto, me transporto pra lá! Adoro cantá-la aos quatro ventos sempre que a escuto, pois ela me preenche da cabeça aos pés.

Part Of Your World – Carly Rae Jepsen

Gente… Sou suspeita porque adoro a Carly e amo a Disney… Então acho que não haveria combinação melhor! Adorei a versão que ela fez de Part Of Your World da Pequena Sereia. Canto feito uma criança! 😡

The Best Song Ever – Alex & Sierra

Como notaram, adoro versões diferentes, e acho que Alex & Sierra são os melhores do momento com todas as versões incríveis que eles fizeram no X Factor 2013! Não foi à toa que eles venceram, né gente? Eu nunca tinha dado muito valor pra essa música do One Direction… Até ouvir esse casal perfeito que me fez prestar atenção na letra. Você finalmente consegue pensar na história que a música traz. Confia em mim! <3

Ouçam e depois comentem aqui qual delas ficou presa na sua cabeça! E não me matem por isso!

Sobre felicidade – Show do Ed Sheeran

Em 29.04.2015   Arquivado em Música

 

Stephan Solon - Move Concerts9

Já que falei tanto esperando por esse show, não só nas minhas redes sociais, mas também no Além do Meu Mundo, achei justo escrever um texto sobre o que foi estar no mesmo ambiente e poder escutar de perto aquele que embala meus ouvidos e me emociona com suas letras que me fazem questionar como alguém consegue escrever de uma maneira tão única: Ed Sheeran.

Não é nenhum post de fã maluca que acha que tem que saber a hora que o ídolo nasceu ou com quantas mulheres ele já namorou, mas daquela fã que realmente admira o trabalho de um cara que lutou para merecer o lugar que ocupa hoje.

 

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Primeiro teve aquele dia maluco de comprar os ingressos, que aconteceu SEIS MESES ANTES. A tensão para o site abrir logo e você poder fazer a sua compra. Aí o susto, porque abriram as vendas meia hora antes e a mensagem “esgotado” estampando na sua cara. O desespero de ficar com o amigo até 4 horas da manhã para finalmente conseguir comprar a Pista Premium que custa o olho da cara e o rim esquerdo, mas a sensação de “Fiz o certo.” E fiz mesmo. Sou daquelas que se não faz, se arrepende feio.

Aí o dia finalmente chega derrubando forninhos e faz você ficar 12 HORAS NA FILA. É, pode julgar mesmo. Mas sabe o que é? Nunca tinha ido num show grande, um show de uma banda ou de um cantor que me fizesse comprar o ingresso e querer estar lá. Então quis realmente fazer tudo o que uma fã faz (em devidas proporções, claro). E ao contrário do que pensei que seria, fiz amizades, ri e me diverti.

Então chega a hora de entrar. Portões abertos, pulseira premium, desespero e correria. Nunca vi uma manada de elefantes, mas posso jurar que vi uma cena bem parecida. Aí você acha que achou o lugar perfeito, mas sempre tem aquelas fãs malucas. Aquelas que estão lá a todo custo? Pois é. Empurravam, apertavam, machucavam. Com as mãos, com os cotovelos, com os pés. Além disso, quando fui tentar tirar foto, percebi que a lente do meu celular havia embaçado POR DENTRO, e o desespero dele ter estragado tomou conta de mim. Juntou tudo isso, e como não sou uma pessoa que tem saúde mental para esse tipo de situação, acabei saindo aquele “apertamento” no fim da performance de Antonio Lulic, o show de abertura. Aliás, o cara é legal. Nunca tinha nem ouvido falar dele, mas ele conseguiu animar a galera, e isso me agradou.

Saí brava e fui para um lugar onde eu conseguisse ao menos ver o palco. As luzes começaram a piscar em tons azuis e roxos. Aí o motivo pelo qual eu estava passando todo aquele perrengue subiu no palco: Ed Sheeran, com a camiseta do Brasil. Número 10 estampado nas costas com o nominho dele atrás. <3

Não sei nem descrever o que eu senti direito, porque foi uma onda de emoções enquanto ele começava a cantar uma das minhas músicas favoritas, I’m a Mess. Só ele, o violão e o seu querido loop pedal.

Não sabia se estava chorando porque estava irritada com as fãs que me fizeram sair de onde eu estava antes, se porque estava emocionada ou porque era uma babaca, mesmo.

Comecei a cantar no mesmo momento. Esqueci a raiva, o celular embaçado, meu cabelo suado e nojento. TUDO. E fiquei olhando pro palco, pro telão. E percebi como eu queria estar ali mesmo.

Aí o Ed resolve querer matar todo mundo do coração e canta uma das antigas, Lego House. Que que foi aquilo, cara! Eu pirei. A multidão pirou. Aquela sensação de ser amigo do ruivo há bastante tempo e finalmente ter parado pra ouvir aquela música com ele ali pertinho.

Depois Don’t com No Diggity e Nina. A galera não se aguentava, e acho que até mesmo o Ed não estava se aguentando. Não sei como foram os outros shows dele aqui na América do Sul, mas nunca vi esse ruivo sorrir tanto! Fora os agradecimentos. “Nunca imaginei que vocês fossem conhecer minhas músicas, sou de tão longe! Aí chego aqui e vejo que vocês sabem todas as letras perfeitamente. Vocês amam música, vocês são incríveis! Eu amo o Brasil.” Imagina se o público não gritou com essa declaração?

Ed foi ovacionado várias vezes ao som de “WE LOVE YOU, WE LOVE YOU” e “ED, EU TE AMOOO!”. E como tímido que é, sorria e ficava vermelho.

 

2

Veio Drunk, veio aquela junção de Take it Back/Superstition/Ain’t No Sunshine. Acho que nesse ponto eu já estava tendo mini ataques cardíacos. Mas foi quando Photograph começou a rolar que eu quase morri mesmo. Mal me recupero e ele vem com outra que eu amo, Bloodstream. O que é aquela música ao vivo, gente? Ela por si já vale o show todinho, com as peripécias de acordes, batuques e momentos freestyles de Ed.

Aí ele faz aquele momento fofo e traz Tenerife Sea, Kiss Me, Thinking Out Loud e I See Fire, nessa ordem mesmo. Aiai, muita emoção! Em All of The Stars, uma brincadeira com a letra que matou as fãs: “Can you see the stars from Amsterdam… Or São Paulo!”

The A Team (com um mar de celulares acesos para acompanhar) e Give Me Love vêm juntas pra fazer as fãs se derreterem com músicas antiguinhas. Aí vem aquele momento foda com You Need Me, I Don’t Need You. Tão envolvente quanto Bloodstream, onde ele estende a música pra uns 10 minutos, juro!

Um mar de celulares invadiu o #LiveMusicRocks de ontem. Hoje tem mais #EdSheeranBR! Vocês já se recuperaram pro round 2?

Um vídeo publicado por Move Concerts (@moveconcertsbrasil) em

 

Então ele simplesmente sai do palco e você sabe que o show está no fim, porque ele sempre faz isso antes de cantar a última música. Bate aquela tristeziiiiinha, mas ela logo vai embora porque ele volta pra cantar o hit do CD Multiply: Sing.

O cenário e os filtros só deram aquela emoção maior ainda, fazendo a gente se derreter com trechos de clipes e imagens desfocadas do próprio ruivo.

UFA! Escrevi uma bíblia que nem sei se vão ler, mas eu precisava deixar esse dia registrado em algum lugar pra eu me lembrar sempre que o dia 28 de abril de 2015 foi o dia em que eu vi meu ídolo de perto e me diverti com ele, mesmo de longinho. Tive que registrar o único e melhor show da minha vida. O show do Ed Sheeran.

 

** Crédito das fotos: Foto de destaque – Stephan Solon – Move Concerts
Demais fotos – Marcelo Brammer / AgNews

 

Ed Sheeran: Eu vou!

Em 21.04.2015   Arquivado em Música

 

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Depois de tanto sonhar, especular, sofrer, esperar… Eis que o show do todo lindo, ruivo, maravilhoso e amor da minha vida Ed Sheeran, está chegando!

E acho que vocês conseguem imaginar a fissura na qual eu estou para que esse dia chegue logo, não é?

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Estou praticamente pulando e rolando feito uma histérica sonhando com o momento em que os olhos do Ed vão se encontrar com os meus em meio ao show para ele se apaixonar por mim e me levar para Londres. Tá certo, me deixem sonhar um pouquinho, que é de graça. Tsc tsc.

Se vocês soubessem o sofrimento que foi para comprar esse bendito ingresso… Ficar até as 4h da manhã acordada tentando a compra quando você tem que trabalhar no dia seguinte… E depois quase ter um infarto com o preço da pista premium e mesmo assim comprar, não sabe o que é viver com emoção. Mas agora tá tudo certo, tudo feito, e não importa o que aconteça! Nem que todos os forninhos caiam, nem que os óculos das Juliana’s se percam todos, EU VOU VER O ED SHEERAN! *-*

E como eu já estou muito na vibe desde a compra do ingresso o começo do mês e estamos a aproximadamente 7 DIAS do Dia D, resolvi compartilhar um show que tenho assistido loucamente, me imaginando em meio a plateia e tudo mais. *-* Você também pode deixar o show rolando enquanto faz aquela arrumação no seu quarto!

Pra quem também vai, pode servir como um aquecimento! Pra quem não vai, fica aí um gostinho do que é esse ruivo em cima do palco!

 

Mas atenção: o vídeo é contraindicado em caso de suspeita de amor à primeira vista! <3

E aí? Quem mais vai ver o Ed Sheeran levanta a mão!

Resenha: “X” – Ed Sheeran

Em 25.03.2015   Arquivado em Música

 

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Olá pessoal, meu nome é Lucas, sou colaborador do blog e farei resenhas de álbuns e (muito raramente) shows para vocês. Espero que curtam.

Meu post de estreia em Além do Meu Mundo, apesar de não ser uma novidade, é um presente à digníssima Natália Petrosky, autora do blog e fã incondicional de Ed Sheeran.

Além disso, é importante lembrar que em Abril teremos uma série de shows dele no Brasil. Ou seja, aproveitei a ocasião e matei dois coelhos numa cajadada só.

Então aperta o play e vem comigo!

Ed Sheran – “X” (2014)

“X” (2014) é o segundo álbum de estúdio da carreira de Ed Sheeran (às fãs mais exaltadas, digo que sei que ele gravou uma porção de EP’s anteriormente). Apesar de se manter fiel às suas origens e ainda beber na fonte de Damien Rice, Sheeran aposta em uma mistura entre a sua já conhecida melancolia acústica e a sonoridade mais pop que o mainstream não pede – exige.

A faixa “One” abre o disco sem muitas surpresas. Pessoalmente acredito que uma música mais pulsante seria mais adequada, mas tudo bem – essa passa. Em seguida temos a excelente “I’m a Mess”. Orgânica, pulsante e moderna, é música pra apagar a luz e curtir numa boa.

Em seguida temos aquela música que pode ser considerada o seu divisor de águas. Feita em parceria com o cantor/produtor/rei dos ‘featurings’ Pharrel Willians, “Sing” é uma canção extremamente pop, marcante e fácil de assimilar. Com ares de hino de futebol gaélico, merecia ter sido escolhida como faixa de abertura do disco (sim, eu falo ‘disco’, sou velho e até que convivo numa boa com tudo isso J)

Já entrando no miolo do álbum temos “Don’t” e “Nina”, ambas com forte influência de Hip Hop anos 90 e Rn’B moderno. Entretanto, vale salientar que Ed Sheeran soube fugir da cafonice dos sintetizadores e efeitos na voz que marcaram esses dois estilos. Manter a pegada acústica em boa parte do tempo é o que faz esse álbum soar tão bem. Ponto pra ele.

“Photograph” provavelmente deve ser a faixa preferida das fãs de Ed Sheeran. Nesta faixa, as cordas abafadas do violão dão vazão à melodia marcante que credencia Sheeran como um grande hitmaker. Menção honrosa ao simples, mas belíssimo arranjo de fundo.

Eis que chega a minha faixa favorita. “Bloodstream”, entre palhetadas e sussurros, relata as alucinações de Sheeran sob o efeito de ecstasy. É a faixa mais extasiante do álbum – não poderia ser diferente, né?

“Tenerife Sea” é magnífica. Tem corpo, alma e um coro apaixonante. Sério, essa faixa me surpreendeu. Mais à frente temos “Runaway”, onde podemos novamente notar o toque de Black Music dado por Pharrel Willians. Detalhe: é uma das poucas faixas em que se pode ouvir uma banda completa (baixo, bateria, guitarra e teclados).

Em “The Man” Ed Sheeran extravasa todas as suas aflições e literalmente expõe suas cicatrizes, fazendo dos fãs seus confidentes. O dub de fundo dá o ritmo de sua história e conversa perfeitamente com os outros instrumentos. Haja fôlego e coragem.

“Thinking Out Loud” soa como uma verdadeira homenagem a Marvin Gaye (não vou dizer que é plágio, pois seria uma heresia. Mas a base é bem parecida com “Let’s Get It On”). É aquela música pra dançar coladinho com a pessoa amada (ou quem sabe fazer uma serenata, hein?).

“Afire Love” fecha o álbum como um ponto de interrogação. A canção soa um pouco deslocada do álbum e poderia ter sido evitada, mas também não chega a comprometer.

Obs: Preferi não incluir as faixas da versão Deluxe na resenha (ninguém merece um textão desses)

 

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Nota: 8,0

Álbum para ouvir: Sozinho no último volume

Pontos altos: “I’m a Mess”, “Bloodstream” e “Tenerife Sea”

Pontos baixos: “One” e “Afire Love”

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