Livros que quero ler

Em 10.10.2015   Arquivado em Livros

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Sabe aquela lista de livros enorme que você lê um, risca da lista e acrescenta mais três? É a minha lista.

Eu deveria ser como toda garota normal que não pode entrar em uma loja de sapatos. Mas não, eu não posso entrar em uma livraria sem sair com pelo menos um outro título anotado para ler depois.

Vocês devem, inclusive, estar sentindo falta das resenhas que costumo fazer, e bom… A verdade é que não tenho tido tempo de terminar UM LIVRO. Comecei QUATRO e desde que cheguei aqui em New York não tenho conseguido continuar nenhum deles.

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E o motivo de “desinspiração” eu já descobri: preguiça de ter que ler um livro todinho em inglês. Parece bobeira, mas não é. Tem hora que o cérebro simplesmente cansa.

E claro, ainda assim a minha lista de livros continua a crescer. Por isso resolvi escrever sobre ALGUNS dos livros que estou lendo ou lerei em breve para me dar um empurrãozinho.

 

Naomi & Ely e A Lista do Não-Beijo

Naomi&Elly

Sinopse: Naomi e Ely são amigos inseparáveis desde pequenos. Naomi ama Ely e está apaixonada por ele. Já o garoto, ama a amiga, mas prefere estar apaixonado, bem, por garotos. Para preservar a amizade, criam a lista do não beijo — a relação de caras que nenhum dos dois pode beijar em hipótese alguma. A lista do não beijo protege a amizade e assegura que nada vá abalar as estruturas da fundação Naomi & Ely. Até que… Ely beija o namorado de Naomi. E quando há amor, amizade e traição envolvidos, a reconciliação pode ser dolorosa e, claro, muito dramática.

 

Eu comecei a ler esse livro no Brasil, o trouxe comigo, mas na bagunça da minha vida parei de ler e quero recomeçá-lo pra fazer a coisa direito. E não é que o livro seja ruim. Muito pelo contrário. Achei a história simplesmente incrível porque é bem diferente de tudo. Super engraçada e despretensiosa. Eu nem sabia da existência desse livro, mas foi aquele caso de amor à primeira vista com a capa. Porque é azul (minha cor favorita), porque o copinho de café é em relevo e me faz pensar em New York. E aí me encantei ainda mais quando comecei a ler e vi que a história se passa, de fato em New York. Minha vontade é ir em todos os lugares que se tornaram cenários. E sim, eu vou tentar fazê-lo. Se tudo der certo postarei não só a resenha como também esse passeio.

 

The List

TheList

Sinopse: A mais bonita. A mais feia. Isso acontece todo ano antes do baile – uma lista é divulgada por toda a escola. Ninguém sabe quem a escreve, mas ninguém realmente se importa.

Duas garotas de cada série são escolhidas. Uma é nomeada a mais bonita, a outra a mais feia. As garotas não escolhidas são rapidamente esquecidas, mas as escolhidas se transformam no centro das atenções e reagem de diferentes maneiras.

A alegria de Abby por ter sido nomeada a mais bonita é obscurecida pelo ressentimento da irmã; Danielle se preocupa com a reação do namorado diante da novidade; Lauren, a garota educada em casa, fica cega com a rápida popularidade; Candance não é feia nem de perto, deve ter havido algum engano; Bridget sabe que a transformação do verão não foi algo a ser celebrado; Sarah sempre se rebelou contra a ideia de beleza tradicional, e ela decide levar a comunidade a outro nível; E Margo e Jennifer, ex-melhores amigas que pararam de se falar há anos são forçadas a se confrontar para entender o porquê do fim da amizade.

O estrago é feito e o preço é alto.

 

Esse é o livro que estou lendo atualmente e que PROMETO não soltá-lo como fiz com os outros três que estou ~lendo~. Comprei essa semana com o intuito de me inspirar novamente. A sinopse (“traduzida” por mim já que não achei nada em português sobre o livro) me chamou a atenção e a leitura parece ser fácil para eu começar. Esse assunto me interessa muito, porque de certa forma, ao se pensar em rótulos de “mais bonita e mais feia”, automaticamente pode-se pensar sobre o bullying, que como todo mundo sabe, é assunto que muito me interessa.

 

Unspoken

Unspoken

Sinopse: Kami Glass está apaixonada por alguém que nunca chegou a conhecer – Um garoto com o qual ela conversa desde o seu nascimento. Isso a faz uma pessoa diferente em sua pacata cidade inglesa Sorry-in-the-Vale, mas ela aprendeu a utlizar isso a seu favor. Sua vida parece estar em ordem, até que eventos perturbadores começam a ocorrer. Houveram gritos na floresta e pela primeira vez em 10 anos a mansão com vista para a cidade se iluminou… A família Lynburn, que governou a cidade há uma geração e que todos abandonaram sem aviso, agora retornou. Agora Kami pode ver que a cidade que ela conheceu e amou a vida toda está escondendo um punhado de segredos – e um assassinato. A chave para tudo isso só pode estar no garoto em sua cabeça. O garoto que ela pensava ser apenas fruto de sua imaginação é real, e difinitivamente algo deliciosamente perigoso.

 

Na minha caçada por livros na rede social de Bookaholics, Skoob.com.br, acabei descobrindo essa obra literária que muito me interessou. As críticas que li também fazem uma boa referência e tô louca pra ler!

 

Fangirl

Fangirl

Sinopse: Cath é fã da série de livros Simon Snow. Ok. Todo mundo é fã de Simon Snow, mas para Cath, ser fã é sua vida – e ela é realmente boa nisso. Vive lendo e relendo a série; está sempre antenada aos fóruns; escreve uma fanfic de sucesso; e até se veste igual aos personagens na estreia de cada filme.

Diferente de sua irmã gêmea, Wren, que ao crescer deixou o fandom de lado, Cath simplesmente não consegue se desapegar. Ela não quer isso. Em sua fanfiction, um verdadeiro refúgio, Cath sempre sabe exatamente o que dizer, e pode escrever um romance muito mais intenso do que qualquer coisa que já experimentou

na vida real.

Mas agora que as duas estão indo para a faculdade, e Wren diz que não a quer como companheira de quarto, Cath se vê sozinha e completamente fora de sua zona de conforto.

Uma nova realidade pode parecer assustadora para uma garota demasiadamente tímida. Mas ela terá de decidir se finalmente está preparada para abrir seu coração para novas pessoas e novas experiências.

Será que Cath está pronta para começar a viver sua própria vida? Escrever suas próprias histórias?

 

Esse livro está na minha lista há SÉCULOS e eu ainda não o li por motivos de: acho ele muito caro no Brasil. Porém, no entanto, todavia, agora que estou aqui a coisa mudou de figura e eu estarei apta a comprá-lo. Nem preciso falar porque quero muito ler esse livro, né? Precisa? Tá bom. Uma palavra: fanfictions.

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Essa é a minha lista do momento, embora eu tenha cerca de 120 na lista real… Mas esse assunto a gente deixa pra outro dia!

E aí? Alguém também se interessa em ler um desses livros ou já leu algum e quer dar opinião? MANDA A VER. Só não dê spoiler, pelo amor de Jeová.

spoilers

Au Pair: entrevistas com famílias

Em 02.09.2015   Arquivado em Por aí

GENTE, desculpa o sumiço, mas eu não consegui postar tudo antes do meu embarque, como eu queria! E aí, já sabem… Tô na maior correria, fazendo um curso especial que a agência dá e tudo mais!

Sim! Já estou falando da terra do Tio Sam! Logo logo eu postarei sobre tudo! ~Além de fotinhos, claro~.

Mas vamos ao que interessa!

Enquanto tem aquela história toda de ficar online e melhorar o application… Muitas outras coisas podem acontecer ~ou nada~. E é por isso que temos que estar preparados para qualquer situação, certo, soldado?

Pois bem… Um dos momentos mais horripilantes ~e ao mesmo tempo esperados~ é o momento em que uma família finalmente entra em contato para uma entrevista. Afinal de contas, é a possibilidade de uma concretização.

No meu caso, essa “possibilidade de concretização” demorou MUITO. Três meses, pra não ser tão exata. E como isso me revoltava só Deus sabe. Eu estava tão ansiosa por esse momento, que já tinha a lista de perguntas prontas desde o início do PROCESSO, quando comecei a conhecer meninas no grupo de o Facebook e fui pedindo dicas logo de cara. E tava TUDO PRONTO, menos uma p#@$% de uma família.

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Quando a primeira (e única COF COF) família entrou em contato… Vocês não têm NOÇÃO! Eu estava no escritório do freela que eu estava fazendo, e lá os e-mails pessoais são bloqueados nos computadores por motivo de sigilo de informações que podem vazar. Então eu só conseguia acessar o meu e-mail pelo celular.

É claro que TODOS OS DIAS, e inclusive nesse bendito dia, eu acessava o meu perfil da AuPairCare, e todos os dias eu encarava dois frustrantes números “0” em “Past Interviews” e “Current Interviews”.

Então quando vi um e-mail com o título “Au Pair Interview”… Adivinha quem surtei?

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Queria pular e não podia. Queria gritar e não podia. Queria chorar e não podia. Eu, que sou expressiva e escandalosa, tive que me conter na minha bolhinha de felicidade e abrir o e-mail tranquilamente pelo celular.

Sim, eles se interessaram por mim, e sim, queriam marcar uma entrevista para o dia seguinte no Skype. E até hoje eu agradeço todos os dias pelo fato de as tecnologias não serem capaz de mostrar o nosso estado ao escrever alguma resposta, porque eu tava feito uma babaca consciente respondendo toda feliz, quase morrendo do coração.

Assim que cheguei em casa, já fui caçar a minha lista de perguntas que uma amiguinha do coração havia compartilhado comigo. Além delas, criei mais algumas baseadas no perfil da família que logo ficou disponível pra mim. Tive que cortar uma tonelada, porque pelo número de perguntas que eu tinha, parecia que só eu ia fazer as perguntas. Aí lembrei que eu também ia ser entrevistada.

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Sabe o que é essa sensação quando se é uma jornalista e geralmente está no papel de entrevistadora? É aterrorizante, porque eu sei exatamente o tipo de pergunta que pode vir a ser feita a mim, embora não saiba o conteúdo, exatamente. E aquilo me deixou apavorada. Eu queria assistir meu vídeo do application trezentas vezes, decorar as coisas pra que não parecesse que eu tinha mentido em alguma coisa, ou me estudar pra não falar besteira… ALGUÉM JÁ SE ESTUDOU NA VIDA? Pois é, não existe isso.

Sei que tive que me preparar fisicamente e psicologicamente, me maquiei toda pra parecer que não estava maquiada e ficar “fofamente” apresentável, rezei o terço ~isso é sério. Aliás, tudo isso é sério.~, me deu siricutico, borboletas no estômago…

Sabe aquela sensação de entrevista para o primeiro emprego? Sabe aquela sensação de primeiro encontro com o boy magia que você está a fim? Mistura as duas sensações! ERA EXATAMENTE ISSO QUE EU TAVA SENTINDO.

Já havia ouvido das minhas amigas que americanos costumam ser SUPER pontuais, mas não achei que era tão literalmente falando assim. Eles marcaram 21h30 e 21h30 lá estavam eles me ligando no Skype.

Respirei fundo e:

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Gente… Eu tava tão nervosa que meu inglês ficou HORROROSO! Parecia que eu nem sabia falar inglês, não conseguia falar uma frase sem gaguejar. Pensei “PQP, vão pensar que sou um fiasco!”. Mas o casal logo de cara percebeu que era o nervosismo tomando conta de mim, e fizeram de tudo pra me deixar à vontade, e isso logo me encantou.

Logo fui me sentindo à vontade, e eles me deram espaço pra perguntar também, e achei isso bem legal. Mas eles fizeram uma pegadinha comigo, que GENTE, ainda bem que contornei e me saí bem.

Foi o seguinte:

Casal: Vamos supor que você leve nossos dois filhos ao parque. Todos estão felizes brincando animadamente. De repente o mais velho começa a gritar que quer ir embora porque quer ir embora. O que você faz?

Eu: Peço pra ele se acalmar (se ele estiver gritando), e pergunto o que está acontecendo pra ele querer ir embora de repente, já que ele estava contente até então.

Casal: Certo… Mas e se ele dissesse “Não quero falar, não quero falar! Eu quero ir embora!”?

Eu: Bom, aí eu diria que tudo bem, mas quando chegássemos em casa gostaria de conversar e entender o que aconteceu, pois quero que eles confiem em mim e se sintam à vontade pra conversar o que quer que seja comigo.

Casal: Legal! Mas e se na hora de ir embora, o mais novo começasse a pedir para ficar…

Eu: Bom… Falaria para o mais velho que não era justo, pois o irmão mais novo também estava lá e tínhamos que entrar em um acordo. Ficaríamos mais uns cinco minutinhos e iríamos embora.

Casal: Muito bom! Não há, na verdade, respostas certas. Mas perguntamos isso porque essa situação realmente aconteceu, e uns dias antes disso acontecer, descobrimos que o nosso menino mais velho tinha alergia a nozes, e ele ficou muito assustado com isso. Então, no dia do parque ele viu um homem vendendo nozes e ficou com medo de algo acontecer.

Eu: (fiz aquela cara de “me ferrei”, respirei fundo). Ah, mas eu acho que tudo é uma questão de observar as crianças e conhece-las, pois eu garanto que era só olhar no rostinho dele para perceber que aquilo não se tratava de manha, e que com certeza ele estaria super assustado, então acho que eu perceberia!

Casal: Nossa, é um bom ponto a ser avaliado, muito bem observado!

Eu por dentro:

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Depois de bastante conversar eles pediram para que marcássemos mais um Skype para o dia seguinte, o que significava um bom sinal, se não eles nem perderiam mais tempo para conversar comigo, né?

Enfim… Focando mais nas perguntas, que é o maior interesse de vocês (eu imagino), eu acabei que não fiz nem METADE das perguntas que eu havia formulado. Uma porque eu não quis parecer inconveniente com tantas perguntas. Outra porque o perfil deles estava muito bem explicadinho, e as perguntas que eu tinha podiam ser feitas depois, CASO eu fosse escolhida, pois eram bem específicas já. Por isso, vou deixar disponível um arquivo com as perguntas, mas acho legal que além delas, vocês formulem outras a partir do perfil das famílias. Isso mostra que vocês foram atentos ao que eles escreveram e tudo mais.

Se tiver algum errinho de gramática em inglês, vocês IGNOREM, ok? Ok!

PDF – QUESTIONS

Alguma duvidazinha? Hein, hein?

AH, o próximo post será sobre o quê, o quê, o quê? O esperado MATCH, sim senhores e senhoras! 🙂

Au Pair: melhorando o application

Em 28.08.2015   Arquivado em Por aí

AuPair

Como o combinado do último post sobre o assunto, hoje vim falar um pouquinho sobre as horas de experiência com kids que devem ser preenchidas, pois sei que isso pode ser um problema para as pessoas que querem participar e esbarram nesse obstáculo por terem pouca experiência (ou nenhuma).

Eu também nunca fui uma babá que recebia por esses serviços, por isso não se preocupem. Isso não é de fato, um problema. Toda experiência “duradoura” com crianças é válida. Se você cuidou dos seus irmãos mais novos, dos primos, dos sobrinhos, já é uma experiência. Eu tive uma experiência mínima com meus vizinhos.

E aumentei isso um pouquinho ao longo do processo com outras kids. Mesmo que você já tenha essas 200 horas, mais experiência nunca é demais, sabe. Até mesmo pra você se conhecer e saber se você realmente combina com esse programa. Sei que já disse isso, mas não custa repetir! Isso aqui não é um intercâmbio comum onde você só estuda e curte a vida. Você estará indo ESPECIALMENTE para trabalhar, e precisa ter afinidade com os seus deveres, gostar de crianças e tudo mais.

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“Ah, então quer dizer que você é praticamente a Super Nanny, Natália?”. Não, nem de longe, meu amô. Apesar das poucas experiências que tive, depois é que percebi que eu me dava bem com crianças, sabe? Nunca vi isso como uma qualidade ou um dom especial. E foi realmente bom descobrir isso em mim.

“Tá, tá… Você tá falando que dá pra melhorar o application. Como?”. Simples, caros Watsons. Já ouviram falar em trabalho voluntário?

Sim, é a saída pra tudo, ACREDITEM. Existem muitas creches e escolinhas que aceitam esse tipo de trabalho! Basta você entrar em contato com as que existem nas redondezas de onde você mora e explicar o que você pretende e tudo mais. E LEMBREM-SE de depois solicitar que eles assinem aquele documento do qual eu falei por cima nesse post aqui, porque ele será a prova de que você realmente fez o trabalho voluntário.

Não só você pode buscar escolinhas como já existem ONGs com projetos voltados a atividades com crianças nos quais vocês podem se inscrever! Eu mesma participei da Semana Mundial do Brincar, que aconteceu no Parque Ibirapuera e foi MA-RA-VI-LHO-SO, uma experiência mais do que única!

Aquilo não significou só aumentar horas e fazer bonito pras host families se interessarem por mim, foi um aprendizado interior.

Além desse projeto, existem outros vários como o Massacuca, que entrou em contato comigo recentemente, e é um projeto INCRÍVEL. Inclusive, eles têm conhecimento que muitas meninas precisam desse tipo de ajuda com horas para o processo de au pair, e estão à procura! Por isso, basta entrar em contato, viu?

Sei que muitos esperavam uma receita mágica pra melhorar o application, mas a verdade é que não existe. Essa parada de trabalho voluntário é, como eu disse, a melhor saída. É uma coisa que faz um bem danado não só para o seu application, mas pra você mesma e para as pessoas a quem você se dedica nesse período, então não ignorem essa dica!

Outra coisa que é muito importante é estar aberto(a) a opiniões externas. Pergunte à sua agente sobre seu vídeo e a sua carta, se está realmente bom, se ela sugere alguma alteração e seja RECEPTIVA. Não encare a sugestão como uma crítica destrutiva. Lembrem-se que é trabalho delas orientar e dizer o que é bom e o que não é… Afinal de contas elas entendem do ramo, né não?

Aguentem firme que ainda falarei sobre entrevistas e match!

É nóis! Flw vlw! <3

Au pair: Sobre ficar online e estar no limbo

Em 26.08.2015   Arquivado em Por aí

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Gente, sei que ando sumida, mas estou correndo com as malas! Tá OSSO, porque só tem o essencial e não fechaaa, ACREDITEM.

E sim, mais um post sobre Au Pair, porque embarco essa semana e quero terminar todas as dicas antes disso!

Paciência. Sim, ela é a palavra de ordem de quem anseia por ficar online e estar no limbo até uma host family se interessar.

Eu sou uma pessoa que quer tudo pra ontem, então vocês bem devem imaginar o meu sofrimento em todo esse processo, né? Se não imaginam, não tem problema, porque eu posso contar e dar umas dicas pra TENTAREM não ficar assim. ~perceba que eu disse tentarem, porque é OSSO~.

Verificando meus e-mails, lembro que minha saga para ficar online foi “pequena”, mas não foi. Lembro de ter entregue os documentos em uma semana, como comentei no post sobre a papelada. Não lembro exatamente a data, mas sei que tentei abstrair e não pensar no assunto porque senão surtava. Naquele meio tempo, consegui um freela maluco que preenchia todo o meu tempo, então não conseguia pensar em application, blog ou qualquer outra coisa. Até que um dia eu acabei lembrando e liguei para saber como estava o andamento das coisas, pois já havia se passado uma semana e ninguém da agência tinha me contatado para falar à respeito. Liguei e adivinha? Nada.

E eu sou uma pessoa que é uma ótima cliente, mas se não tenho o que eu quero, infernizo. Infernizo MESMO.

Por isso, comecei o processo de “infernização” dia 17 de abril, fiquei ligando e mandando trezentos e-mails, e só fui ficar online dia 22 de abril, quase mais uma semana depois. Parece pouco, mas as agentes sempre dizem que essa parte do processo é rápida, então isso realmente me incomodou.

AÍ, depois de muito encher os pacová da agência, eu fiquei online…!

Expectativa

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Realidade:

HUMM

EXATO! Nada aconteceu, minha gente. Tenho que confessar que a situação me frustrou MUITO, porque eu esperei que ao menos UMA família fosse entrar em contato logo, sabe? Não imaginei que eu fosse ter um match de primeira, mas toda garota aspirante a au pair quer ver as coisas acontecendo, famílias entrando em contato… Até mesmo pra se preparar, treinar, aprender com os erros. Só que nada disso acontecia.

Aí vocês vão me dizer: “Nats, você é muito impaciente!”. Eu sou, não vou mentir. Mas a coisa toda é o seguinte. Desde que eu fechei com esse programa, entrei em um grupo enorme de au pairs no Facebook. É um espaço maravilhoso, em que meninas e meninos au pairs, ou que estão tentando ser au pairs ou que já foram au pairs dividem muitas experiências, dicas, informações e se ajudam bastante.

Todo dia vinha alguém postando “I HAVE A MATCH”, e todos não veem a hora de chegar o seu dia de falar, claro. E sem brincadeira, eu vi muitas meninas dizendo que ficaram online uma, duas semanas NO MÁXIMO, e tiveram não só umas 5 ou 6 famílias interessadas, como tiveram o match assim, num estalar de dedos.

Então quando duas semanas se passam você começa a se preocupar, é inevitável. E eu, que como bem já informei vocês que sou a louca do Brás, ficava mais preocupada ainda. Sei que é clichê falar, mas além de MUITO ansiosa, sou muito exigente comigo mesma, então eu ficava frustrada tentando entender o que eu tinha de errado pra nenhuma família me querer. E acredite: não é legal.

Todo mundo com família e eu não. Aí tive que lembrar daquela famosa frase da nossa mommy, sabe? “Você não é todo mundo, Natália.” Sim, é bem por aí que a banda toca. É nesse momento que você tem que tentar se desligar um pouco e parar de se comparar, porque cada menina é uma menina e cada processo é um processo. Sei que IT SUCKS pensar dessa maneira, e eu confesso que era MUITO difícil pensar assim.

Fiquei chateada por longas semanas tentando entender o que diabos estava errado, se eu não prestava nem pra cuidar de crianças… Revia minha carta, meu vídeo, pedia opinião das pessoas… E eu não sabia se estavam mesmo sendo sinceras ou não queriam me magoar, mas sempre diziam que estava tudo ÓTIMO, inclusive a minha própria agente. Então imaginem só, eu tava querendo comer o cérebro de todo mundo e me matar. E acreditem, vocês também vão querer. Por isso:

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Se você estuda, se dedique aos estudos. Se você trabalha, se dedique ao trabalho. Se você não estuda nem trabalha, abstraia. Leia livros, assista séries, filmes, faça atividades físicas…! Só não fique com essa história na cabeça porque não vai dar certo. Se você faz parte de algum grupo de au pairs no Facebook, tente não acessá-lo tanto. Não é por inveja, mas sim porque ficar ligada nesse assunto o tempo todo e não ver as coisas acontecerem pra gente machuca. Você fica SIM, se comparando, fica SIM revoltada, e não faz bem, sabe?

Então a diquinha de hoje é: TOMA MARACUJINA, ACALMA A PEPECA E MELHORE SEU APPLICATION!

Pera: melhorar o application? Como? Essa história eu conto no próximo post! <3

Au Pair: papelada

Em 21.08.2015   Arquivado em Por aí

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Sei que estou postando mais sobre au pair do que qualquer outra coisa, mas não me odeiem! Eu quero explicar tudindin do processo antes do meu embarque, por isso pareço a louca do Brás. Mas podem ver que outros conteúdos estão sendo postados normalmente, até porque hoje, FINALMENTE, o freela acabooou! YAY

Bom, continuando o papinho legal sobre au pair que muita gente acabou se interessando e me pedindo, hoje vim falar sobre a parte, que na minha opinião, é a mais chata: a papelada. Sim, acho que vocês vão concordar comigo que a documentação é sempre a parte mais irritante de qualquer processo que seja!

Tive muuuuitas dúvidas, então acho que esse post vai poder esclarecer muita coisa que talvez esteja no processo.

 

1. Escolhendo a agência

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Não existe bem um passo pra isso, né. Eu joguei no pai de todos, o querido Google, palavras chaves para encontrar agências que trabalhassem com o programa de au pair. Como eu sou muito ansiosa, queria logo agências localizadas na minha cidade e que eu pudesse infernizar todo mundo na hora que eu quisesse ~aquelas~. Mentira. As duas agências que tinham por aqui e me interessaram foram a CI e STB. E confesso que fiquei bem na dúvida, porque a CI tinha programa de au pair com destino à Holanda ou aos Estados Unidos.

E por mais que meu sonho e objetivo iniciais fosse a Europa, eu acabei optando pela América pelo motivo de: paga bem, que mal tem.

“Af, sério?”. Sério. Sei que quando se pensa em intercâmbio, não se deve pensar só em grana, mas infelizmente eu não vivo em um castelo e eu tenho continhas para pagar quando eu voltar. Além disso, o programa para USA tem as passagens inclusas, o que significa que você não precisa comprá-las, pois a host family é quem arca com esse gasto. Já na Holanda, você é quem paga (ou você pode ser cara de pau e entrar em um consenso com a host Family para que o valor seja dividido).

AH, é mesmo. Depois que decidi isso, faltou decidir a agência. Depois de pesquisar na Internet e ouvir depoimentos de pessoas sobre ambas as agências, acabei escolhendo a STB. Até mesmo pelo atendimento, sabe? Isso conta muito pra mim.

Paguei U$ 500 no programa, o que na época equivalia a R$ 1.130,00. Velhos e bons tempos de dólar…

 

2. Documentos

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Antes de preencher um application enorme no site (que eu vou explicar logo menos), existem alguns documentos que você vai precisar inicialmente. Vou colocar a listinha do que a MINHA agência solicitou:

 

★ 02 fotos 5×7 sorrindo (bizarro, eu sei);

★ 02 cópias da carteira de motorista (por isso você já deve ter tirado a sua, senão nada feito);

★ 01 original + 01 cópia de um formulário médico (não é qualquer atestado, é um disponibilizado pela agência, e que deverá ser preenchido em inglês);

★ 02 originais + 01 cópia de recomendações de sua experiência com criança (também disponibilizado pela agência);

★ 01 original + 01 cópia de recomendação pessoal (um amigo seu pode preencher);

★ 01 original + 01 cópia de certidão de antecedentes criminais;

★ 01 original + 01 cópia do contrato assinado;

 

Se você for ansioso(a) como a minha pessoa, entregará essa documentação em uma semana. Para a minha sorte, um mês antes eu tinha feito exames de rotina e eles ainda eram válidos (sangue, urina e blablabla). Isso facilitou muito, pois eu só tive de ir até um médico para que ele preenchesse o documento de acordo com meus exames e carteira de vacinação. AH, eu fui espertinha, porque não é todo médico que fala inglês, né? E o documento estava em inglês. Então o que eu fiz? Fiz uma cópia em português para que a minha médica lesse, preenchesse e depois assinasse apenas a versão inglês. ~sou muito smart~

Sobre as recomendações de experiência, CUIDADO. Não encha de mentiras, porque depois vai sobrar. Mas é o seguinte, você precisa ter AO MENOS duas experiências cuidado de crianças e que some PELO MENOS 200 horas. Pode ser por você ter cuidado do seu irmão mais novo, do seu priminho, do vizinho, WHATEVER. Nesse documento você também vai ter que colocar qual era a sua responsabilidade com a criança e tudo mais. E claro, tem que ter a assinatura do responsável.

Caso você não tenha NENHUMA experiência com crianças, não entre em pânico! Pretendo fazer um post exclusivamente sobre esse assunto em breve. Mas é importante ressaltar que sem essas duas experiências mínimas, você não consegue dar procedimento ao seu application, e você terá que completar essas missões pra prosseguir.

 

3. Preenchendo o application

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Provavelmente a sua agência vai disponibilizar um documento que sirva de guia para o preenchimento, então DON’T WORRY, essa é a parte MAIS TRANQUILA!

Mas é bom que saibam inglês bonitinho, porque vocês terão que responder perguntinhas sobre vocês mesmos e dizer por que você querem ser au pair… Aquelas coisas que parecem de entrevista de emprego, sabe?

 

4. Carta e vídeo

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HUMPF, essa parte…! A carta foi tranquila, tenho que admitir, porque amo escrever, então consegui me livrar dela muito rapidamente. Falei sobre mim, minha formação, com quem eu moro, meus hobbies, o que eu gosto e o que eu não gosto. É CLARO que escrevendo com aquela emoção pra cativar quem quer que estivesse lendo. Seja sincero(a) não invente nada que não será capaz de provar depois. Além do mais, lembre-se que a apresentação é sobre você mesmo(a), as hosts families querem se identificar com você, então falando a verdade é um bom começo para que no futuro isso não atrapalhe.

Agora o vídeo… Odeio me filmar, odeio aparecer em filmagens. SIM, sou jornalista, mas isso não significa que quero apresentar o Jornal Nacional ao lado do William Bonner, ok? Ok. O problema é que essa bagaça é obrigatória.

A minha sorte é que tenho um amigo que manja de gravação e se dispôs a me ajudar! Usei a parte favorita do meu quarto como cenário, preparei um roteirinho e fui gravando em partes, inserindo fotinhos e tudo mais. Também coloquei uma musiquinha pra não ficar aquela coisa monótona. Acho que o que ajudou foi que eu gravei um momento meu com uma criança próxima a mim, a gente no parque. Apesar de eu ter pego um dia pra gravar aquelas cenas em específico, NADA foi combinado ou ensaiado, eu e a kid nos damos muito bem, e tenho que admitir, ficou LINDO.

Pediram pra eu disponibilizar o meu vídeo, mas eu tenho uma vergonha danada, então decidi apenas printar algumas cenas pra terem uma ideia.

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Dica? Vocês vão me bater… Mas again, sejam vocês mesmos. Apesar de vocês também estarem passando por uma seleção pra trabalharem, lembrem-se que vocês também vão conviver com essa host family. Eu fui o mais autêntica possível e tentei mostrar o meu melhor. Sei que parece conselho clichê, mas acho que aqui não tem por que mentir.

Ah, além disso também tem um espacinho pra colocar fotos. Coloque fotos com a sua família, das coisas que você curte fazer, e principalmente com crianças.

Enfim, acho que já escrevi muito, chega!

No próximo post sobre o assunto, vou falar sobre ficar online, o que fazer quando se está no limbo à espera de um match e o como melhorar alguma coisa no seu application.

 

Quem tiver dúvida sobre alguma coisa, manda ver, agora é a hora!

Além do Meu Mundo na terra do Obama!

Em 14.08.2015   Arquivado em Por aí

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Tenho explicações a dar! Sei que tenho faltado muito com meus leitores amadinhos, sabem que odeio ficar sem posar, mas agora eu finalmente posso contar pra vocês o motivo desse sumiço repentino.

Pra quem acompanha o blog já sabe que o motivo inicial foi um freela que eu peguei (e no qual eu ainda estou trabalhando). Esse trabalho temporário toma muuuuito do meu tempo, e tem sido super difícil conciliar tudo, então sim, peço desculpas mais uma vez, porque talvez isso se estenda até a próxima semana, depois tudo volta ao normal e vocês vão ter que voltar a me engoliiiiir!

Agora voltando ao segundo motivo! Assim que consegui o freela, dois dias depois tudo virou de cabeça pra baixo e eu finalmente tive a confirmação de que vou poder fazer meu intercâmbio, gentxeeee! Vocês conseguem imaginar o quanto estou feliz? Esse é um sonho que eu tenho deeeesde pequenininha, se estendeu à minha pré-adolescência e adolescência e perdura até hoje, mas eu nunca havia tido a oportunidade de realizá-lo porque essa parada custa MUITO dinheiro, né.

“E o que aconteceu, Nats? Agora você ganha dinheiro com o blog e está muitíssimo ryca? Tá esfregando na cara do proletariado?”. Nem é, mané.

O que acontece é que há três meses estava em um processo para tentar ser au pair na terra do Sr. Obama. “Au o quê?!”

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Calma, calma, não priemos cânico! A expressão au pair, vem do francês significa “ao par” ou “igual” e tem sua origem na ideia intercâmbio econômico entre serviços trocados. Isso significa que eu irei morar na casa de uma família americana, tornando-me parte dela, e participarei de todas as rotinas e atividades da casa enquanto cuido das crianças.

“AHHH, você vai ser babysitter!”. Não, não serei babysitter!

O serviço de au pair é um programa econômico de intercâmbio cultural que dura em média de um a dois anos, voltado em geral para jovens mulheres entre 18 e 30 anos. (Mas há vagas para homens também). Babysitter é realmente uma funcionária doméstica contratada num regime de horas, como no Brasil. Além disso, ela não tem vínculos empregatícios com a família, recebendo assim o pagamento pelas horas trabalhadas.

Enfim! Fiquei três meses online à procura de uma família, e finalmente, no finalzinho de julho, eu encontrei! *-*
Porém, no entanto, todavia, a família quer que eu chegue nos US no começo de setembro. Isso significa que eu estou fuckin freakin out, correndo contra o tempo, organizando as coisas, matando saudade, correndo com papeladas… Imagina tudo isso mais o tal freela que eu falei que me consome muito? POIS É!

ahhhhhh

Ah! Agora vem a parte maneira, galere. Sabem onde eu vou morar? Uma dica:

giphy

SIM, NEW YORK CITYYYYYYYYYYY! Parece um sonho, sério, tô acreditando ainda não! E depois de escrever essa bíblia, finalmente vou poder contar a novidade que eu tanto fiz mistério! Vai ter diário de bordo sobre o intercâmbio, SIIIIM! Tudo na categoria “Por Aí”! E se reclamar vai ter fotos também! (mentira, nem precisa reclamar, porque já ia ter fotos, mesmo…).

E aí, gostaram? Eu gostei, e gostei muito! O Além do Meu Mundo vai virar além do meu mundo MESMO! Vão me acompanhar nessa aventura? Sigam me os bons, pois eu vou contar cada capítulo dessa minha história que vai me render muitas novidades, além de assuntos e crônicas!

AHHH, alguém aí ficou interessado em saber mais sobre esse negócio de au pair? Se sim, manda sinal de fumaça, e eu farei posts especiais falando TUDO sobre processo, application, espera, entrevistas, papeladas, preparativos…!

Blogs que eu leio #2

Em 16.07.2015   Arquivado em Inspiração

blogsqueeuleio

Quero dizer em poucas palavras para ninguém me odiar, porque eu juro que NÃO ESQUECI esse projetinho pessoal que criei de mostrar sobre o que gosto de ler pelas internets da vida.

Se você é novo(a) por aqui e tá sem entender do que eu tô falando, dá uma olhadinha nesse post! Aproveita e não deixe de conhecer os primeiros blogs que já indiquei por aqui! <3

Bom, a má notícia é que enrolei, a boa notícia é que nesse meio tempo conheci muitos outros blogs maravilhosos que virei leitora e já amo de paixão. E como adoro compartilhar o que é bão, vamos ao que mais interessa! *-*

 

Twee

Twee

Na verdade, esse é um dos primeiros blogs que conheci quando entrei na blogosfera. E assim que meus olhinhos se depararam com esse layout delicado e encantador, não teve jeito! Fui arrematada, cara. Tenho que ser sincera. Dentre tantos blogs que conheci ao longo dessa minha pequena jornada, nenhum faz eu me sentir do jeito que o blog Twee da fofa Mel faz. Os posts dela trazem uma simplicidade e uma delicadeza diferente pra esse mundo caótico, falando de coisas simples como a natureza e os detalhes fofos da vida que nunca damos atenção. Sempre que leio as palavras dessa fadinha, sinto uma paz danada no meu coração! Além disso, as fotos dela são as mais inspiradoras POSSÍVEIS!

 

Leite com Biscoitos

LeiteComBiscoitos

Conheci o Leite com Biscoitos tem pouquinho tempo, e como sempre, foi SUPER por acaso. O layout logo me chamou a atenção! Fala se não é uma fofura? Outra coisa que com certeza me fez parar para ler foi o nome, adoro essas coisas que remetem a algo do nosso dia a dia, além do quê, tem uma ótima sonoridade, é fácil de lembrar!

Se você quer um blog com bastante diversidade, esse é o lugar! A Monique fala de tudo o que você imaginar. Tira fotos MUITO criativas ~e muito bem tiradas, devo ressaltar <3~. Também fala de animes! Quem é fã vai adorar as dicas que ela dá, sério! E ah, uma coisa que gostei bastante foram os gamezinhos que ela sugere! Outro dia entrei no blog dela só pra isso, juro! hahahaha

 

Penúltimo Andar

PenúltimoAndar

Se tem um blog que adoro pra conhecer coisas novas e opiniões diferentes, é o Penúltimo Andar, da Raffa. Conheci esse espaço perfeito logo no começo também, e sempre que entro ele me surpreende cada vez mais! A Raffa tá sempre inovando no layout do blog! Sempre acho que tô entrando no endereço errado, até, porque sempre está mudando ~ficando cada vez mais lindo~. Adoro as dicas de livros e músicas que ela dá, acho que ela tem um gostinho bem parecido com o meu!

Isso sem contar os textos que nos fazem pensar e refletir, sejam fofinhos ou mais sérios.

 

1/4 de Café

1QuartodeCafé

Bom, acredito que muita gente deve conhecer esse blog, porque ele é sinceramente muito bem conhecido. Acho que é um dos blogs mais antigos que eu acompanho, muito antes de eu SONHAR em criar o Além do Meu Mundo. Aliás, quem gosta daqui deve agradecer a existência do blog 1/4 de Café, porque foi graças a ele que eu pude ver que existe espaço para textos e crônicas um blog. Eu tinha medo de postar minhas crônica e as pessoas ignorarem. Depois que vi que existem pessoas que gostam tanto quanto eu nesse blog, decidi que quando criasse o meu próprio, o que mais teria nele seriam crônicas! <3

A Mari escreve coisas realmente maravilhosas e de parar o coração, gente! Se atrevam a entrar no blog dela, juro que não é mentira! Mas não deixem minhas crônicas de lado, tá? 🙁 hahahaha Ela é tão boa que acaba de lançar seu primeiro livrooo *-* Tô louca pra comprar!

 

Marilices

Marilices

Esse é um blog que não conheço há muito tempo, mas achei ele tão original que logo ganhou espacinho no meu blogroll. Primeiro porque o nome Marilices já me encantou. Adoro ideias que brincam com o nome do criador, deixa aquilo ainda mais especial e único! No caso, o nome da blogueira é Marília, ririri. O que eu mais gosto do blog dela são os vídeos de culinária, que são super fofinhos e bem editados! Ah, também adoro as dicas de lugares pra comer, que ela chama de “Marilices Experimenta”!

 

Esses são os blogs amor que indico, minhas gentes! Não deixem de conhecer esses universos maravilhosos, garanto que não vão se arrepender!

 

E é claro, me contem o que acharam, se já conheciam e tudo mais! <3

Minhas séries favoritas

Em 27.06.2015   Arquivado em Na tela

series

Hoje em dia não gostar de séries é viver em outro universo, vamos combinar, né? Até porque não tem como. Você acaba assistindo um episódio sem querer e pronto, está amaldiçoado a continuar a assistir porque você quer saber o que vai acontecer de qualquer jeito!

E como eu ando cada vez mais viciada nesses pedaços do céu, resolvi compartilhar as séries que eu mais gosto! Além disso, são ótimas dicas para o fim de semana! Bora ver?

 

Pretty Little Liars

PLL_season_4

Pra quem ainda não conhece, Pretty Little Liars conta a história de quatro amigas: Aria, Hanna, Spencer e Emily. A amizade delas acaba logo após o sumiço misterioso de Alison, a Queen Bee da parada.

O corpo de Alison é encontrado um ano após o seu desaparecimento e desencadeia vários acontecimentos que culminam na reaproximação das garotas. Elas começam a receber mensagens anônimas e ameaçadoras assinadas por “A”.

A série já está na sua 6ª temporada e me matando do coração, gente! 🙁 Who’s the fucking –A?

 

The Vampire Diaries

TVD

Confesso que tinha uma grande aversão a essa coisa de vampiros e coisa e tal porque não sou muito fã de Crepúsculo (NÃO ME MATEM). Mas depois que assisti o primeiro episódio de TVD… DEU RUIM! Não consegui, gente, é bão demais!

A série conta a história de Elena Gilbert, uma garota que aos 17 anos perdeu os pais em um acidente de carro. Após quatro meses, ela e seu irmão Jeremy ainda estão sofrendo com o luto.

Elena, que sempre foi a garota mais popular e conhecida da escola, agora se sente deslocada. Porém, a coisa muda quando ela conhece o charmoso e misterioso Stefan Salvatore, seu novo colega de sala. Os dois acabam se apaixonando, e Elena nem sonha que seu novo namorado é um vampiro com mais de cem anos de idade! E a tensão aumenta ainda mais quando o irmão mais velho de Stefan aparece na cidade, o sedutor Damon Salvatore. Diferente de Stefan, Damon é a maldade em pessoa. Até conhecer… Elena! Nem preciso contar mais nada, né? *-*

 

Finding Carter

FindingCarter

Descobri essa série faz pouquíssimo tempo e já viciei TOTAL!

Já imaginou descobrir que você na verdade não é você? Pois é! A vida de Carter vira de cabeça pra baixo quando ela descobre que seu nome verdadeiro é Linden e a sua mãe simplesmente não é sua mãe, mas sim sua sequestradora que a roubou de sua família quando ela era apenas um bebê. Carter retorna à sua verdadeira família e tenta redescobrir a vida enquanto sua sequestradora é caçada pela polícia.

Embora pareça uma história que não tem pra onde ir, você acaba se surpreendendo, porque apesar  da Carter viver em uma mentira, ela tinha uma vida completamente normal, cheia de amigos, festas e uma mãe incrível. Agora ela precisa aprender a lidar e amar a sua nova família!

A segunda temporada já começou e eu estou freakin’ out com cada episódio que sai!

 

American Horror Story – Murder House

AHS

Pra quem acha que AHS é mais um clichê de terror está MUITÍSSIMO enganado! Aposto que é diferente de tudo que já viu!

Após uma relação extraconjugal, o terapeuta Bem Harmon decide se mudar de Boston com sua mulher Vivien e a filha Violet para salvar seu casamento. A família Harmon se muda para uma velha mansão de Los Angeles.

Logo que chegam, percebem que não é só a aparência do novo lar que é peculiar, mas todos que a frequentam também. Entre os personagens, há Moira, a empregada que prestou serviços a quase todos os ex-moradores da mansão; Constance, uma vizinha intrometida; e Larry, um homem que possui 50% de seu corpo queimado. E para desespero de Ben, a filha Violet se envolve com Tate, um de seus pacientes, que ele acredita ter tendências homicidas. Paralelamente, a família vai percebendo que a casa é um ambiente sobrenatural e cheio de mistérios. Arrepiei!

 

Hellcats

hellcats

Inicialmente, o que me chamou a atenção nessa série foi Cheerleading, líderes de torcida e tudo mais. Adoro esse tipo de coisa! E confesso que quando comecei a assistir, imaginei que seria algo bem clichê a la High School Musical (nada contra). BUT, what a surprise!

Hellcats conta a história de Marti, uma pré-estudante de direito da Lancer University que acaba perdendo a sua bolsa de estudos e precisa garantir sua vaga na faculdade. Ela descobre que as líderes de torcida da universidade ganham bolsa de estudos, então ingressa na equipe. A loira acaba conhecendo um novo mundo que julgava fútil e acaba se apaixonando pela coisa!

Além disso, a série também trata da política e da corrupção ao redor do time de futebol americano da universidade. Vale super a pena!

 

The Originals

The Originals

Pra quem acompanha The Vampire Diaries, conhece família maravilhosa, apaixonante e estripadora. The Originals é um spin-off* de TVD. A família Mikaelson ganhou tanto espaço, que precisaram de uma série própria. Achei a ideia super legal, pois é a oportunidade perfeita para conhecer a fundo a história da família que originou os primeiros vampiros da história (da série, ok?).

Os Mikaelson são formados por Klaus, Elijah, Rebekah, Kol e Finn (os últimos dois são falecidos). Eles saíram de The Vampire Diaries depois que o híbrido Klaus engravidou a loba Hayley, e cria-se uma esperança de que uma criança seria capaz de mudá-lo, já que ele é um monstro sem limites ou escrúpulos.

Todo mundo acaba migrando para New Orleans, que na série, é a cidade que Klaus criou há não sei quantos séculos atrás. Porém, ao chegarem lá, descobrem que a cidade foi tomada por um de seus “filhos transformados”, Marcel. Aí a coisa fica feia, porque Marcel botou a banca e transformou a cidade num verdadeiro antro para os vampiros. Lá, os seres da noite mandam e desmandam. Sentiram o drama?

 

Faking It

FakingIt

Me julguem, assisto mesmo, e daí?

Comecei a assistir Faking It por acaso na MTV, e a história meio que me interessou, por mais bizarra que fosse. Procurei os episódios para assistir e simplesmente não larguei mais.

Karma e Amy são melhores amigas desde sempre, mas nunca foram populares na escola. Embora isso nunca tivesse importado para Amy, Karma sentia necessidade de que algo mudasse naquele ano. Ambas foram convidadas para a festa de Shane, uma das pessoas mais populares do colégio e super defensor dos direitos dos homossexuais, já que ele mesmo é um.

Na festa, Shane acaba entendendo tudo errado e acaba espalhando para toda a escola que Amy e Karma namoram. SIM, isso mesmo!

As duas ficam passadas com a história, mas ao perceber que aquilo fez com que as duas se destacassem entre o pessoal, Karma decide pedir para a amiga que continuem com a farsa. IMAGINEM A CONFUSÃO QUE ESSA BAGAÇA NÃO DÁ! Gente, só risadas com essa série.

 

Bom, essas são as séries que estou acompanhando no momento. O que acharam?

AH, ainda tenho uma lista para começar a assistir. Alguma sugestão? Fala aê!

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