Filme: Me And Earl And The Dying Girl

Em 05.11.2015   Arquivado em Na tela

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OK, não era a minha intenção trazer outra resenha de filme aqui tão cedo, mas acontece que eu apenas acabei de assistir essa coisa e precisei compartilhar com o mundo, no caso, vocês.

Me And Earl And The Dying Girl (em português: Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer) já estava na minha listinha de filmes para assistir, preciso confessar. Eu nem sabia direito do que se tratava, mas o nome e a capa já haviam me chamado a atenção enquanto fazia uma pesquisa para fazer aquela sessão cinema antes de dormir. Aí me dei ao luxo de fazer um “Lazy Morning” e ficar na cama a manhã todinha. E não deu em outra: decidi assistir esse filme.

Pra quem não sabe (eu também não sabia, então, né…), o roteiro é baseado no livro de mesmo nome, do autor Jesse Andrews, e fiquei chateadíssima quando descobri isso, porque todo mundo sabe que eu odeio ver filmes antes de ler os livros, mas anyway, já que estamos aqui, falaremos do FILME, exclusivamente. Ok? Ok.

Enfim, o filme conta a história de Greg Gaines, um adolescente despretensioso e com um grande talento para cinema que tem como único objetivo passar desapercebido pelo Ensino Médio ao lado de seu amigo de infância, Earl – com quem ele já gravara 43 filmes secretamente.

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Nada poderia ser tão normal… Só que as coisas mudam quando a mãe de Greg o obriga a fazer amizade com Rachel, uma colega de escola diagnosticada com leucemia.

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Contra a vontade, Greg tenta se aproximar de Rachel. E depois de muita insistência, consegue atingir seu objetivo. E aí o que era obrigação virou diversão, pois uma verdadeira amizade acaba nascendo e os dois se tornam inseparáveis. Greg está sempre visitando-a – já que Rachel começa a fazer o tratamento e não pode mais ir à escola. Ele e Earl até passam a deixar a garota assistir aos terríveis filmes que eles produzem. Animar Rachel se torna a única e principal ocupação de Greg.

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O filme me encantou MUITO, porque assim como o personagem principal, começa despretensioso. Parece que não há muito o que esperar da história, mas a maneira como ela é desenvolvida é o que prende o telespectador. Pelo menos foi assim que eu me rendi!

A história é narrada por Greg desde o início, e desde que ele é um aspirante a cineasta, o filme acaba tendo uma pegada cinematográfica, dividida em partes que o personagem considera marcantes e importantes o suficiente para serem pontuadas, bem como os comentários. E ao contrário do que pode se pensar, apesar de ser um drama, as piadas estão super bem encaixadas e nada forçadas.

Vocês devem estar lendo e pensando: tá bom, é só mais um filme com uma garota com câncer. É só mais um romance que acaba mal. Só que não é. É muito mais que isso, gente e eu não estou de brincagem.

A sinceridade que pontua a amizade de Greg e Rachel é muito fofa e mais do que essencial para prender a atenção. Começa tão boba e se torna tão profunda que não há como você não ficar desejando ter uma amizade daquelas para si.

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Você vê a doença se desenvolvendo? Vê. Você vê a amizade deles crescendo? Vê muito. E a melhor parte é que a doença, que parecia ser a coisa mais importante da história, acaba sendo esquecida. Não é como se aquilo fosse o ponto crucial. E não é porque o filme para de falar sobre isso, é porque você simplesmente não consegue fazer daquilo a coisa mais importante diante de todo o resto!

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Quem curte A Culpa É Das Estrelas vai COM CERTEZA achar referências, mas não se engane! Os personagens são beeeem distintos. Greg nunca teve pretensão nenhuma de ser amigo de Rachel, nunca teve nenhum sentimento de pena ou altruísmo, mesmo depois de ela ter adoecido. As coisas foram forçadas e acabaram acontecendo. Ponto.

Adorei a personagem da Rachel e como ela se torna bem mais essencial ao final do filme. Ela é a chave, e não é porque tem leucemia. Aliás, sei que já falei isso ali em cima, falei agora e falarei de novo… Mas é porque achei incrível. O filme (e provavelmente o livro) interpreta e mostra a história de adolescentes e como eles são muito mais do que vemos. Mostra a história da Rachel e quem ela é, e não quem ela se tornou, ou seja, “a pobre garota com câncer”.

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Aliás, cada personagem é super bem desenvolvido, desde o professor de história tatuado e cheio de frases de emoção até Earl, que por favor, não pode ser esquecido. É super caricaturado e fala palavrões o tempo todo.

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E o final… Bom. Me surpreendeu, e com certeza vai surpreender quem quer que o assista. A proposta continua lá e não te decepciona. Você fica, ao mesmo tempo à espera do clichê, e ao mesmo tempo não. E na verdade, no final você se depara com a compreensão e o autoconhecimento, que no fundo todos procuramos de alguma forma. Aí você decide se a história realmente te ensinou algo. Ou não.

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Ai, vocês… Assistam! <3

Filme: The First Time

Em 30.09.2015   Arquivado em Na tela

THE FIRST TIME

Nats tarda mas não falha! Entre os tantos filmes que assisti no último mês, The First Time foi o primeiro que eu quis realmente resenhar para vocês. E tem alguns poucos (mas bons) motivos para isso.

1. Tem Dylan O’Brien. Como vocês bem sabem, eu tenho uma big crush on him. (Esse post deixa isso bem claro).

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2. Adoro romance adolescente, ainda mais quando se trata desses novos filmes que vêm sendo lançados. Eles sempre trazem um “Q” diferente de interpretação.

Dados os motivos, vamos ao que interessa!

Pra início de conversa, gostei da maneira diferente como o filme começa. Dave Hodgman (Dylan O’Brien) e Aubrey Miller (Britt Robertson) se conhecem inusitadamente em um beco, na frente de um portão onde está rolando a maior party house, mas nenhum dos dois estava muito interessada nela.

Enquanto Aubrey estava inconformada por ter aceitado ir até a festa com as amigas, Dave estava nervoso, prestes a se declarar para quem ele acredita ser grande amor da sua vida e melhor amiga Jane (Victoria Justice).

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Os dois começam uma conversa engraçada sobre a situação e confidenciam várias coisas da vida pessoal. A partir daí você já se encanta com os dois e vê a maior química mesmo eles não parecendo ser o provável e típico casal para shippar. Só pela conversa profunda e cheia de questionamentos que eles têm você percebe que não é apenas mais um filme clichê.

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Aubrey é uma garota praticamente à moda antiga, que gosta de ouvir discos de vinil e sonha em trabalhar com arte, mais precisamente com colagens. Ela não é nem um pouco fã de romantismo e namora um cara mais velho, Ronny (James Frecheville), que apesar de gato, não fala nada com nada, não a compreende e parece um cara completamente alheio a tudo.

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Já Dave é um cara bem tranquilo que já está no último ano da escola, está prestes a cursar a Columbia College, em NYC, e pretende trabalhar lecionando para depois se especializar em psicologia. Está sempre com seus dois melhores amigos, que sempre o aconselham Simon Daldry (Craig Roberts) e Big Corporation (LaMarcus Tinker). Aliás, todas as cenas em que os três estão juntos são HILÁRIAS.

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Eis que nessa sexta-feira maluca as vidas deles se entrelaçam, Dave vai parar na casa de Aubrey, e fica encantado ao conhecer o mundo da garota. Os dois continuam a confidenciar momentos e acabam dormindo juntinhos. ~suspira~

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A partir daí os dois começam a questionar os sentimentos que achavam que tinham antes de se conhecer: Aubrey pelo namorado Ronny, e Dave pela amiga Jane. É bem engraçado ver como cada um lida com a situação.

Depois de relutar, Aubrey decide dar uma chance ao sentimento que parece estar crescendo dentro dela em relação a Dave e os dois engatam em um relacionamento totalmente novo e sem pretensões, mas bem rápido.

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O que mais me encantou é como Dave se rende tão rapidamente aos sentimentos e vive intensamente o momento sem se importar se vai parecer um “maricas”. E Aubrey é totalmente o oposto, aquela garota que não acredita no amor à primeira vista e que apesar de ser virgem, trata o sexo como algo prático e biológico. Mas é claro que tudo isso é só na teoria.

Na prática, não demora muito para que eles comecem com o “grande talvez” da primeira vez. As coisas esquentam sempre que estão perto um do outro e parece que não tem como evitar o inevitável. As situações são constrangedoras e ao mesmo tempo fofas.

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Não é novidade eu gostar de algo no qual o Dylan está envolvido, então acho que sou um pouco suspeita quando falo, mas acho que ele é um dos mais novos atores que realmente passam emoção quando estão atuando, sabe? O olhar dele prende toda a minha atenção, além de me fazer suspirar a cada cinco minutos.

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A Britt foi uma surpresa pra mim. Pra ser sincera, nunca havia assistido nenhum filme em que ela estivesse atuando, e realmente gostei do que vi. Os dois têm uma sincronia bem legal, e isso é inegável.

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E é claro que a trilha sonora colabora MUITO com as cenas, gente. Não sei o que anda acontecendo com esses novos filmes que estão arrebentando na escolha das músicas. De novo, eu sou bem suspeita porque sou mega fã de indie misturado com pop/rock. Tô viajando lindamente no som do filme enquanto escrevo essa resenha e estou completamente apaixonada.

Esse você ficou a fim de ouvir, eu divido esse tesouro! Basta clicar aqui para continuar com a leitura embalada nessa música boa.

Gostei muito do desfecho final do filme. Acho que é algo mais próximo do real, não fica romantizando tanto o que é a primeira vez e finalmente faz o que muito filme deixa de fazer para ter um final lindo e épico. A história mostra que nem tudo é perfeito, mas isso não significa que seja o fim do mundo. Temos que estar preparados pra qualquer tipo de acontecimento e sermos maduros o suficiente para saber lidar com isso.

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O filme com certeza me surpreendeu, mas de uma maneira única e positiva. Isso tudo sem me fazer chorar mas me fazer suspirar feito uma bobona. Sou do tipo que se apega muito aos detalhes e olhares. Muito mais do que a frases de efeito. Então esse filme foi feito sob medida pra mim!

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AH, pesquisando para escrever essa resenha descobri uma coisa bem fofica, gente. Não sei se estou atrasada com relação a isso, e se estiver, pouco me importa. Sabem porque o Dylan e a Britt tem essa química maravilhosa, sabem? Porque esses dois estão juntos na vida real! ~se derrete toda~

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Então assim… ASSISTAM. Assistam e não vão se arrepender, pinky promise. Não sei como esse filme não é conhecido e fico ligeiramente frustrada por isso, porque é algo tão bom quanto “Begin Again” ou “What If”. Adorei passar o tempo com esse filme e já estou com saudades dos personagens. Se vou assistir de novo? VOU!

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Enquanto isso, dá uma checadinha no trailer pra você ver o que está perdendo! <3

TAG: Os melhores personagens #4

Em 28.08.2015   Arquivado em Na tela

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Quem ainda está perdendo tempo e não assistiu a série Faking It, não vai reconhecê-lo de prontidão, mas se ele está nessa TAG é porque realmente merece! Apresento-lhes hoje o melhor amigo gay que eu já sonhei em ter a minha vida toda e finalmente descubro que ele existe em uma série: Shane Harvey!

Shane nada mais representa do que o lado gay da força na série! Mesmo tendo aquele estilo caricato que sempre acabamos encontrando em filmes/séries/novelas, Harvey é um personagem que sabemos ser extremamente necessário para o andamento da trama. Para quem não acompanha, ele é o melhor amigo do maior pegador hetero da escola, Liam Booker. O humor ácido e o companheirismo são as marcas registradas dele!

Ao longo da história, vemos Shane se afeiçoar também a Amy, uma das nossas protagonistas. Aliás, ele, na verdade, é o culpado por toda a trama se desenrolar. A confusão dá início ao namoro fake de Amy e Karma. TODA confusão que rola na série tem o dedinho do Shane, e não há uma cena que ele esteja presente e você não se acabe de rir, juro!

E ah, sabe aquela coisa de “gay quando gosta é o melhor amigo, mas quando odeia é o pior inimigo?”, bom… Shane se enquadra totalmente nesse perfil! Ele é um pouco manipulador, e de uma maneira sutil e cômica, sempre usa seu jeitinho para conseguir o que quer. Até faz favores a sua maior inimiga em troca do que quer! Puro jogo de interesses!

Mas não se engane! Ele também é o personagem mais confiante, aquele que dá conselhos a tudo e todos e está sempre de bom humor! Aquela pessoa que faz você se sentir bem mesmo sem querer? Esse é o maravilhoso Shane. Daria uma mão tudo para ter um melhor amigo desse! E você também!

Quer apostar?

 

1. As caras e bocas dele dizem tudo sem ele precisar dizer NADA

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2. Shane é o melhor quando se trata de analogias e comparações

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3. Provocar azinimiga está no sangue dele

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4. É dono dos melhores termos

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5. É cômico até em meio a uma discussão séria

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6. Causa na parada e depois se enrola todo

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7. Gosta de um baphão

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8. Faz os melhores comentários para sair de cena com estilo

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9. Tenta negar, mas tem um bom coração até com quem não merece

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10. Mas sempre será o seu ombro amigo

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We <3 Shane!

 

E agora? Gosta do Shane? E agora, e agora? Quer me falar de um personagem também? Manda bala!

Resenha: Eu, Christiane F., 13 anos, Drogada, Prostituída…

Em 17.08.2015   Arquivado em Livros

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Como boa jornalista que sou, tenho que fazer jus à profissão e lhes trazer algumas obras literárias verídicas escritas por jornalistas, né gente?

E eu não poderia fazer isso sem começar com Eu, Christiane F., 13 anos, Drogada, Prostituída…, a obra com o teor mais pesado que já li. Porém, acho que ninguém deve temer esse livro, pois ele é reflexo de uma história real que acontece todos os dias pelas ruas do mundo todo.

O livro traz depoimentos factuais de Christiane F. recolhidos pelos jornalistas Kai Hermann e Horst Rieck durante o tribunal da infância e da juventude. Os dois jornalistas que escreviam para a revista alemã Stern ficaram chocados com o depoimento da garota sobre a realidade dos jovens de Berlim viciados em drogas, que dedicaram dois meses de entrevistas que resultaram no livro.

Os infortúnios de Christiane começam quando ela passa a ter contato com maconha e outros entorpecentes no grupo de jovens ao qual frequentava, aos 11 anos. Depois ficou fascinada pela discoteca mais badalada da Europa, a Sound, ao qual passou a ir sempre. Lá ela descobriu a heroína. Inicialmente ela se recusa a experimentar, mas uma vez que ela se arrisca… Não tem mais volta. Se torna mais uma viciada em Berlim que, para sustentar o vício, passa a se prostituir.

A obra mostra a linha tênue que existe entre uma criança e as desgraças do mundo. Por meio de depoimentos de Christiane, e até mesmo de depoimentos da mãe dela, você acompanha a trajetória de uma pré-adolescente que se muda do interior para a famosa cidade de Berlim junto com sua família, que começa a se desestruturar deste momento em diante. Você acompanha os dramas dela a fundo, começa a torcer para ela de uma forma que nem mesmo você acredita, porque infelizmente é uma história real, e não há nada que possa mudá-la.

Você conhece amigos de Christiane que viveram, morreram desapareceram e nunca mais se ouviu falar… Acompanha um show do David Bowe… Acompanha as tentativas e fracassos da garota para se curar em reabilitações… Enfim. É um retrato real e fiel. Uma história triste com uma boa lição.

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Acho que esse livro ainda deveria ser material solicitado nas escolas, pois é a melhor maneira de aproximar as pessoas da verdadeira realidade que cerca o mundo das drogas e entendê-las do pior jeito possível: com uma história real.
Ah, a edição que eu li é da foto ali de cima, como vocês bem podem ver. Eu indico que vocês tentem consegui-la, pois esta edição traz fotos da Christiane na época em que ela vivencia tudo aquilo, e eu achei bem legal, uma coisa melhor documentada.
E pra quem não sabe, a Christiane F. continua vivinha da silva (não sei como, mas está) e escreveu uma autobiografia dela sobre o “depois” desse primeiro livro. E eu realmente mal posso esperar para lê-lo e contar para vocês!

Créditos foto: http://anacaroamaral.com.br/?s=christiane+f

Créditos foto: http://anacaroamaral.com.br/?s=christiane+f

E pra quem ficou interessado nessa história super bem contada, e como eu, sempre fica pesquisando tudo o que puder sobre o assunto, livro, personagens… Tem um filme de 1981 baseado na obra dos jornalistas alemães! E sim, é um filme alemão! Eu gostei bastante e super indico!

Adorei a maneira como a Christiane e os seus amigos são retratados. Parece que a história ganha mais cor quando você finalmente pode conhecer, através do filme, os lugares citados pela biografada.

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Dá uma conferida no trailer, benhê! É um filme antiguinho, mas vale MUITO a pena.

Bom, é isso, babies! Depois que fizerem a lição de casa, venham me contar! <3

PDF – Eu, Christiane F., 13 Anos, Dro – Kai Hermann

Sampa Tour: Museu Catavento

Em 01.08.2015   Arquivado em Por aí

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Primeiro de tudo, MIL DESCULPAS, pessoas da minha vida! Tinha prometido esse post há trezentos anos, mas por motivos de: (1) também sou filha de Deus; (2) tenho probleminhas pra resolver e (3) não conseguir fazer o post. Porém, estou buscando redenção e o perdão de vocês trazendo tudindin agora! <3

Bom, como explicado no primeiro post, inaugurei uma nova série de posts chamada Sampa Tour, onde vou postar dicas de rolês legais pra quem mora em São Paulo ou vier para cá a passeio. E essas dicas serão de acordo com os rolês que eu mesma estou realizando, parte de um projeto pessoal meu.

No mesmo dia em que fui ao Edifício Martinelli, aproveitei o caminho e fui parar no Museu Catavento.

O Catavento é um museu totalmente interativo dedicado aos conhecimentos científicos que funciona desde 2009. O espaço em que é abrigado é o antigo Palácio das Indústrias, que foi construído em 1911 e inaugurado apenas em 1924. Em 1992, passou a ser a sede da Prefeitura de São Paulo.

O museu é dividido em 4 espaços: universo, vida, engenho e sociedade. Cada instalação tem várias atividades que ensinam de maneira criativa, desde teorias físicas e químicas até os biomas, o universo, e todo o funcionamento do corpo humano, além da vida marinha e tudo mais o que vier nas suas cabecinhas.

Na área do universo, vocês poderão saber sobre a vida das estrelas, além poder conhecer as mais famosas, observar galáxias, constelações… Ou até mesmo tocar em um meteorito de verdade que deixa a sua mão com cheiro de metal!

Depois, no espaço da vida, vocês vão saber tudo sobre a biodiversidade do planeta, bem como uma mega aula sobre relevos e plantações, só que de uma forma mais divertida: uma maquete gigante que exemplifica cada coisinha! AH, também não podemos esquecer a passagem dos dinossauros no planeta e a evolução humana. Hora de aprender todas as funções do corpo humano AQUI. *-*

Em engenho, vocês finalmente se sentirão num laboratório, onde poderão testar cada coisa daquelas aulas de física que vocês nunca entendiam. Quem dera eu tivesse tido a oportunidade de ter vindo na época da escola. Muita coisa teria me ajudado de uma forma mais interessante! Acredita que você consegue levantar 100 kg adicionando uma ferramenta boba junto com uma corda? Pois é! Já se imaginou dentro de uma bolha de sabão? Eu estive em uma! E sobre um choque em corrente com mais algumas pessoinhas? Passei por essa experiência também!

E finalmente, na área da sociedade, dá pra conhecer um pouquinho das maravilhas da Terra, um pouquinho de história do Brasil com uma escalada interativa e um laboratório de química e física!

Ufa, acabou! Mentira, agora é hora das fotchenhas!

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PS.1: Sabe aquele pontinho marcado? É o nossa sistema no meio dessa nossa pequena galáxia que fica nesse universão!

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PS.2: Eu e o bf dentro das bolhas de sabão! *-*

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PS.3: Qualidade ruinzinha, mas queria mostrar a escalada histórica 🙁

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PS.4: Eu tava louca pra ir nesse Borboletário, mas ele ainda não inaugurou. Cry!

Pois então, esse foi meu segundo passeio baratchenho que SUPER indico. Sério, pessoas. R$ 6,00 a inteira e R$ 3,00 a meia. Dá pra vir e se divertir demais. É ou não é?

 

Quem ficou interessado, dá uma acessadinha básica no site do museu pra se informar melhor!

Achei esse vídeo no próprio portal deles e achei bem legal pra dar uma palhinha do local! A gravação não é da melhor qualidade, mas acho que dá pra ter uma ideia do que esse lugar fantástico!

E AÍÍ, o que acharam? Gentem, ainda tô me acostumando a tirar foto de tudo, então esqueci de tirar MUITA foto, porque esqueço que não é só um passeio, e sim um registro! E prometo que com o passar do tempo, as fotos terão qualidade e enquadramento melhor, tá? A tia Nats tá enferrujada com essas coisas.

 

Aguardem o próximo episódio do Sampa Tour! <3

Filme: Cidades de Papel

Em 13.07.2015   Arquivado em Na tela

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EU SEI, demorei, mas o post chegou lindamente! Assim que o filme Cidades de Papel lançou nos cinemas, corri o mais rápido que pude para assistir. A minha ansiedade era realmente grande porque o livro é um dos meus favoritos na VIDA. Não é à toa que até já o resenhei aqui no blog.

Galera que não assistiu ainda, NÃO SE PREOCUPE, não haverá spoilers.

Pra quem não conhece a história, aqui vai a sinopsezinha!

Quentin Jacobsen (Nat Wolff), mais conhecido apenas como Q, é um garoto comum que acredita que todo mundo tem o seu próprio milagre na vida, e o dele foi ser vizinho e colega de escola de Margo Roth Spiegelman (Cara Delevingne).

Quando crianças, Q e Margo era bem próximos e estavam sempre juntos, brincando e andando de bicicleta pelo bairro, mas depois de uma tarde em que os dois, aos 10 anos de idade, encontram o corpo de um homem morto, tudo muda. Eles acabam se afastando e vivendo seus próprios mundos, mas Q continuou a amá-la secretamente durante seis anos.

Q está no último ano do ensino médio e faltam apenas duas semanas para o fim de toda aquela etapa de sua vida. Não poderia estar mais feliz, tudo estava correndo como deveria correr. Sim, ESTAVA. Até a noite em que Margo aparece na janela convocando-o para se juntar a ela em um plano de vingança contra seus amigos e namorado. Sim, ele vai. E não se arrepende.

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Se diverte e conhece Margo além da beleza exorbitante que ela emana e se vê ainda mais apaixonado por ela. Se diverte e se sente mais vivo ao lado da garota, que o instiga e o desafia, fazendo-o conhecer seus próprios limites. Se sente… Único.

Nada poderia ser mais incrível, e Q mal podia esperar pelo dia seguinte na escola. Estava louco para saber como seria a relação deles depois de uma noite maluca como aquela. Só que esse encontro nunca acontece, porque Margo acaba sumindo misteriosamente.

Inconformado, Q e seus amigos começam a procurar pelas pistas que Margo sempre deixa para as pessoas quando some, e a coisa os leva para um mar de mistérios sem fim que só assistindo pra saber.

Bom, tenho que dizer que o filme foi mais fiel ao livro do que eu esperava. Foram uma ou duas cenas que eu realmente senti falta, mas mais por ser fã do livro do que por necessidade da cena em si. A história foi super bem amarradinha, e não ficou nenhuma coisa sem entendimento.

A coisa que mais me cativou foi a química entre Q (Nat Wolff), Ben (Austin Abrams) e Radar (Justice Smith). É aquela coisa que me conquistou logo de cara, sabe? Eles conseguiram mesmo transmitir aquela cumplicidade entre adolescentes. Impossível não se identificar com aquela zoeira sem limites, e ao mesmo tempo, aquela amizade pra qualquer hora. Me arrancaram loucas risadas. Quase enfartei com os três cantando a música-tema de Pokémon!

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Outra coisa que me surpreendeu bastante foi a atuação da Cara Delevingne como Margo Roth Spiegelman. Por mais que eu já gostasse bastante dela, não esperava muito, sabe? Era aquela dúvida de “será que ela só está no filme porque está em evidência na mídia?”. Mas ela realmente mandou bem e soube dar vida à misteriosa e divertida Margo. Sem exagerar e sem faltar. A Margo é aquilo mesmo e pronto, perfeito. As cenas entre Nat e Cara me arrepiavam, me deixavam curiosa. Os olhares, os gestos… Não existiriam atores melhores.

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Isso tudo sem falar da trilha sonora MA-RA-VI-LHO-SA. Tudo se encaixava no lugar certo e dava aquele ar de filme dos anos 90 sem ser dos anos 90. Já pesquisei a trilha todinha pra colocar no meu iPod, porque sim. A que eu mais gostei foi a música em que toca no momento em que Q e Margo estão dentro do carro e ela coloca a cabeça pra fora. Fiquei realmente extasiada.

Pra quem ficou com a curiosidade em saber qual é:

Lost It To Trying (Paper Towns Mix) – Son Lux

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A verdade é que eu saí da sala de cinema querendo dizer “missão cumprida” pro elenco, produção e toda a equipe que fez parte desse filme, juro. As mínimas mudanças não alteraram em nada com relação a trama e a lição final. Continuei com o mesmo frio na barriga e a reflexão que se apossou do meu cérebro no momento em fechei o livro há um ano atrás. E acho que se isso tudo saiu tão fiel a obra literária, foi graças ao próprio John Green, que participou das gravações do começo ao fim. Ter o autor ali do ladinho deve ter colaborado muito para que a fidelidade e a essência não fossem perdidos.

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O filme só me fez ter mais certeza do gênio que o John Green é. Já disse uma vez e repito: Green não é só mais um autor que escreve pra arrancar lágrimas de adolescentes. Ele escreve com propósito, com alma, com bagagens culturais inimagináveis… E com lições a se passar. Me fez pensar de novo e de novo sobre toda a minha vida. Me fez pensar no seguinte:

Qual é o meu milagre?

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Eu já quero o DVD! T-T

Quem aí já assistiu Cidades de Papel? O que achou? Compartilha aí! <3

Resenha: Se Eu Ficar

Em 26.06.2015   Arquivado em Livros

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Sim, Nats lê livros da modinha, e daí? Se reclamar, leio “50 Tons de Cinza” e escrevo a resenha! Só que não.

Enfim, ouvindo das pessoas que o livro era maravilindo, que eu ia adorar e coisa e tal… E depois vendo o trailer que me deixou de olhinhos lacrimejando no cinema com a música “Say Something”, eu resolvi me entregar aos encantos de “Se Eu Ficar”.

Para quem ainda não leu ou assistiu, a trama conta a história de Mia Hall, uma garota bem diferente das garotas de sua idade e até mesmo de sua família. Para começar, ela é filha de pais punks. Todo mundo adoraria ter pais assim, liberais, divertidos e que nos incentivassem a ir em festas para voltar só no outro dia. Todo mundo, menos a Mia. E para completar a coisa, ela seguiu um gosto completamente diferente da família, do pai que tinha uma banda de punk rock. Mia se apaixonou pelo violoncelo e se tornou uma incrível musicista clássica.

Tem como ser um patinho feio mais feio que esse? Tem! Mia acaba se apaixonando pelo rockeiro popular da escola, Adam, o garoto dos sonhos de qualquer adolescente. O fato dele se interessar por Mia é algo que a intriga desde o começo, pois ambos são completamente diferentes. Mas né… Os opostos se atraem.

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E a história que parece linda, perfeita e cheia de coisas fofinhas acaba se definhando quando um acidente de carro horrível acaba matando os pais e o irmãozinho de Mia. A garota se vê no meio dos destroços do carro enquanto paramédicos e ambulâncias chegam para socorrê-los. Assiste à tudo: seu corpo sendo levado, os médicos tentando reanimá-la… Se vê na sala de cirurgia, na UTI… Então percebe que está fora do seu próprio corpo, e ninguém é capaz de vê-la. Percebe que a Mia deitada na maca está em coma.

Seu mundo vira de cabeça para baixo e ela se vê em uma encruzilhada, pois não consegue imaginar um mundo em que sua família já não esteja mais ao seu lado. Mas por outro lado, sofre ao ver Adam, seus avós e sua melhor amiga Kim implorando e até mesmo rezando pela sua melhora.

Então ela percebe que tudo está em suas mãos. A decisão de morrer ou viver é dela e somente dela. Ao longo desse tempo, Mia começa a pesar as coisas, a reviver momentos e a refletir se vale a pena ficar ou não.

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“Então do que você não gostou, afinal?” . Pois bem, a ideia da história em si é linda e diferente de tudo o que eu já li. O ponto de vista de uma garota em coma e que decide pela própria vida! Sim, é tudo bonitinho, mas a narrativa não me agradou muito, achei a história pouco aprofundada e faltando detalhes, sabe? Os personagens são muito bons, especialmente os pais de Mia, pelos quais eu me apaixonei desde o primeiro momento.

O problema não é a história em si, e sim COMO as coisas acabam se desenrolando. Depois de ler o livro, acabei assistindo o filme… E foi uma situação bem estranha, porque eu nunca tinha achado um filme melhor do que o próprio livro, e isso me frustrou.

E pra terminar de piorar, um dos motivos pelos quais eu havia comprado “Se Eu Ficar”, é porque eu queria ler um livro que não fosse uma saga, pois estava muito nessa. Então, ao terminar, descubro nas últimas páginas que haverá uma continuação. Fuén! E que não vai ter continuação do filme! Fuén duplo!

Tirando esses conflitos internos meus e da vida, é uma boa história. Apenas não entrou na minha lista de favoritos. PORÉM, Nats é brasileira e não desiste. Por isso, vou ler a continuação e dizer o que achei, belê? Belê!

E quem leu, o que achou do livro? Coloque tudo na caixinha!

Se não leu, NÃO SEJA POR ISSO! Abaixo, o pdf do livro. Lição de casa, ma cheries!

PDF – Se Eu Ficar – Gayle Forman

TAG: Você precisa ouvir! #3

Em 15.06.2015   Arquivado em Música

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Faz tempo que não indico um som legal pra vocês, né, minhas gentes? Mas vou ser sincera: TÁ DIFÍCIL. Tenho um gostinho meio deprê (como vocês já puderam perceber), e achar algo de qualidade nessa categoria anda meio difícil.

E quando você está no limbo musical, é pra isso que existem os amigos! A fofica da Allie, do blog Lovecats me indicou um pessoa maravilhosa.

Alguém aí já ouviu falar da Nina Nesbitt? Eu já tinha ouvido falar dessa coisinha estilosa, mas confesso que fui uma menina má e não me interessei. AÍ, eu me redimi, porque depois de conhecer, simplesmente me APAIXONEI!

Sabe essa música linda do Ed Sheeran, chamada “Nina”? 10 pontos pra Grifinória quem disse que ela é a musa inspiradora! Sabe aquela outra música, “Photograph”? Mais 10 pontos se você disse que era ela também!

GRYFFINDOOOOR

Sabe aquela menina que aparecia no clipe “Drunk”? 50 PONTOS SE TU RECONHECEU ELA!

Agora, parando de falar do Ed, e voltando a quem realmente interessa nesse post…

Nina Nesbitt é uma cantora e compositora escocesa-sueca de apenas 20 aninhos. Pra gente aqui no Brasil não chega muita informação, mas lá nas Europa ela tá muito bem! O single de Nina, “Stay Out” já esteve nas paradas britânicas!

Como muitos artistas da atualidade, ela surgiu no Youtube, gravando suas composições e mostrando pro mundo. Essa coisinha toca violão, piano e flauta! <3

Foi descoberta por Ed em 2012 e foi convidada por ele para apoiá-lo em sua turnê pela Europa. Linda história de amor, né? Pena que acabou :’(

Nessa pequena-longa jornada, a baixinha já lançou 5 EP’s e 1 álbum, intitulado “Peroxide”. Vamo conhecer um pouquinho desse som incrível?

Hold You

Essa foi a primeira música que a Allie me mostrou e eu quase morri do coração. É apaixonante e cheia de tristeza (sou emo, e daí?). Será que ela escreveu pro Ed? PAREI ;x

 

Statues

Não sei o que é mais fofinho: o clipe, a harmonia, a letra… É aquela música que você tem que ficar no escuro, deitada sob a janela, sendo iluminada apenas pela luz da lua e só viajar… Eu fiz isso e realmente viajei.

 

Don’t Stop

Nina não é só deprê como a Nats aqui, ok? Prova disso é essa música super amor! Além do ritmo ser mais alegrinho, a letra é daquelas que é super inspiradora, com o intuito de não deixar nos abatermos. LINDICA <3

 

Stay Out

Essa já é uma mais dançante ainda! Quer se sentir um pouquinho na Europa? Senta aqui comigo!

 

The Apple Tree

Apaixonante é a palavra. Não sei se esse é o primeiro clipe dela. Tem um estilo mais caseiro, e faz parte de um dos EP’s dela. Só que achei incrível, porque você meio que pode se sentir dentro do dia dela. Ed aparece no clipe rapidinho, just saying.

 

Spiders

Fiquei chateada que não tem nenhum vídeo bonitinho feito pela própria Nina, mas essa é a minha segunda música favorita da vida, e eu queria que vocês escutassem. T-T O jeito que ela canta é tão doído que eu sofro junto, gente!

 

O que acharam dessa little angel? Cuidado! Risco de se apaixonar à primeira vista! <3

Quem tiver uma dica bem legal, é só falar com a tia Nats, e a gente compartilha o que precisa ser compartilhado com o mundo, flw? FLW!

TAG: Você precisa ouvir! #2

Em 13.05.2015   Arquivado em Música

 

Keywest

Para dar continuidade a essa belíssima tag, hoje eu decidi compartilhar uma banda maravilinda que eu tive a honra de conhecer nas ruas de Dublin, lááá na Irlanda. Pra quem não sabe, lá também é muito comum encontrar artistas de rua. Não foi muito difícil gostar de Keywest. Até comprei os CDs deles pra ajudar a banda porque tenho certeza que uma hora vão estourar. Lembrem-se de minhas palavras!

caradelevigne

A banda é formada por cinco caras: Andrew (vocal), James (vocal e guitarra), Glover (vocal e guitarra), Sam (baixo) e Harry (bateria). Apenas dois dos integrantes são irlandeses: Andrew e Glover. Os demais são britânicos!

Esse grupo de gatchenhos são responsáveis por multidões que param a Grafton Street (uma das ruas mais movimentadas de Dublin). Estão sempre nas paradas das rádios irlandesas e estão até participando de comerciais! Então acreditem: vale a pena ouvir!

“I hope you remember that boy on the street staying in the rain hoping you notice me” *—-*

 

Algo mais animado?

Na rua? (PS: Eu estava nesse dia *—–*)

 

Uptown Funk com Iron Man? Também tem!

 

Gostaram, gostaram? *-*

Comente e sugira!

 

Sláinte!*

 

*(Brinde em gaélico irlandês. Significa “Saúde!”)

TAG: Você precisa ouvir! #1

Em 10.04.2015   Arquivado em Música

 

tagvcprecisaouvir1

Como todo mundo na face da terra, sou movida por música. Tenho músicas pra tudo: correr, passear, viajar, cozinhar, escrever, dormir, tomar banho… Tudo MESMO. Sou daquelas que gostaria que cada momento do DIA tivesse uma trilha sonora, como em filmes e séries.

E se tem uma sensação tão boa quanto o cheiro de um livro novo (não me julgue!), é quando você descobre um artista novo!

 

simon

 

PEEEENSANDO NISSO, resolvi criar essa tag, onde vou trazer dicas de artistas que eu descobri pelas internet e que estão escondidos em algum lugar do mundo por algum motivo injusto dos céus e que ainda não estão no seu iPod. Ou pode ser que eles sempre estiveram aí e vocês nunca ligaram pra eles, coitados. E como papel de pessoa legal, euzinha vou tirá-los do limbo que vocês os colocaram e mostrar que eles merecem sua atenção!

E como eu não sou a única aqui que vai trabalhar, chega a melhor parte! Vocês podem me sugerir novos artistas também, assim todo mundo sai ganhando! Hein, hein?

Então bate aqui!

 

bighero

Chega de papo! Vamos ao que interessa. O primeiro artista que vim apresentar e dividir com vocês é o Casey Abrams, de Idyllwild, Califórnia. Esse ruivo musicista fofenho de 23 anos participou da 10ª edição do American Idol e ficou em 6º lugar. Não ganhou o programa mas ganhou meu respeito.

Ele toca violão, baixo, piano, violoncelo, ukulele… O cara é BÃO, tá me entendendo? E cada música dele é uma surpresa, nada de mesmice, não mesmo. Um artista completamente original e versátil.

Por enquanto esses dois são os únicos (e incríveis) clipes dele, mas mas mas… Não tem como não se apaixonar!

 

 

E só pra garantir que ele manja dos paranauê, tem música acústica também! E da boa!

 

 

E aí? O que acharam do nosso ruivo ripongo? Conte-me tudo e não me esconda nada! Aproveita e sugere um artista novo! <3

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