Dica de filme: Unbroken

Em 25.05.2015   Arquivado em Na tela

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Pessoas do meu Brasél, eu cheguei, e cheguei com uma dica pra lá de sensacional! Assisti Unbroken no final de semana, e simplesmente não pude parar de pensar em resenhá-lo para o blog. O filme mexeu comigo de uma forma inexplicável, tanto no sentido psicológico, quanto no sentido emocional.

Confesso que eu não esperava menos desse longa. Assim que soube da produção, já estava morrendo. Não vou dizer que era pela trama em si, porque eu realmente não conhecia a história, então vou dizer que foi por quem estava por trás de tudo isso. Angelina Jolie foi, nada mais nada menos, do que a diretora de Unbroken, galere. E pra quem pensou “Vish”, pensou errado. Porque essa mulher botou pra quebrar, sem brincadeira.

Outra pessoa que eu estava morrendo para ver era Jack O’Connell. Virei fã do Jack desde o primeiro momento em que botei os olhos nele. Isso aconteceu quando ele estava na pele do eterno e amado Cook, de Skins. Achei que eu seria meio suspeita e não saberia falar sobre a desenvoltura dele nesse filme, mas na verdade ele me surpreendeu muito além das expectativas, o que é muito bom.

Ok, ok. Chega de blábláblá, Nats.

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O filme conta a história real do atleta olímpico Louis Zamperini, que foi convocado para servir o exército americano em plena Segunda Guerra Mundial.

Conhecemos um pouco sobre a sua origem familiar e a sua infância de uma maneira simples. Rapidamente vemos o rapaz rebelde ascender a vencedor olímpico na Alemanha de Hitler. Isso tudo é mostrado paralelamente a rotina de Louis como bombardeador na guerra.

Então, em uma missão de resgate de um grupo que havia dado como desaparecido, o avião de Louis e seus colegas sofre uma queda e cai no meio do oceano. E é aí que o bicho pega. Nosso protagonista, junto de dois amigos, acaba à deriva durante 47 dias. 47 fucking days perdido no mar.

Nosso psicológico começa a ser testado a partir desse momento do filme, em que acompanhamos Louis e seus amigos lutando bravamente contra condições adversas de tempo e necessidades fisiológicas.

Aqui você também vê o nível do elenco escolhido. No primeiro momento, não é possível dar valor a isso, porque os nomes não são lá tão conhecidos. Porém, no entanto, todavia, o show começa e você simplesmente prende a respiração ao notar a mudança física que O’Connell, Domhnall Gleeson e Finn Wittrock sofrem em pouquíssimo tempo para dar vida a Louis, Phil e Mac.

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Você fica na sofrência, imaginando que nada mais pode piorar. Só que pode. A boa notícia é que eles são resgatados. A má notícia é que quem os resgata são apenas os inimigos: os japoneses.

Aí a coisa degringola de vez. Louis passa de náufrago a prisioneiro de guerra junto de outros milhares de soldados americanos em território japonês. O cara come o pão que o diabo amassou e sentou em cima quando ganha a atenção do sargento Mutsuhiro Watanabe (Miyavi), também conhecido como “Bird”.

A partir daqui você também precisa começar a ter sangue frio pra aguentar as cenas de agressão que Louis e outros personagens sofrem na mão do sargento Watanabe, porque as cenas são realmente fortes e agoniantes.

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Você não consegue desgrudar os olhos da tela e tudo o que consegue pensar é: “Meu Deus, isso realmente aconteceu.” É uma mistura de angústia com admiração, porque Louis se mostra um ser realmente transcendente em todos os aspectos: humano, espiritual e intelectual. Ele é aquele cara que não se deixa vencer, não se deixa abater por nenhuma situação. São cenas que realmente arrepiam.

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Unbroken é um filme baseado na obra real escrita por Laura Hillenbrand que PRECISA ser assistido.

Li algumas resenhas antes de escrever a minha própria, e uma delas falava que Jolie não alcançou a profundidade na hora de explorar as questões políticas e psicológicas do personagem. Eu discordo completamente. Há desespero. Há humanidade. Há drama.

Também li em uma outra resenha que não houve explicação para a invencibilidade do protagonista diante de situações tão extremas. Também discordo. Apesar de não ser algo que se bate na tecla muitas vezes, entende-se muito bem a inspiração de Louis no irmão mais velho.

Unbroken não é só sobre bom ritmo, belas imagens, boas fotografias e boa atuação. É sobre tudo isso e mais um pouco. É sobre uma história de sobrevivência, é sobre ascendência, é sobre fé.

Fecho a resenha com a frase que o Pete, o irmão de Louis, lhe disse uma vez:

If you can take it, you can make it.

(Se pode suportar, pode vencer).

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Assista ao trailer

Sobre a melhor série do mundo: SKINS

Em 06.05.2015   Arquivado em Na tela

 

Skins

Vocês devem estar pensando que eu sou a louca do Brás por estar escrevendo sobre uma série que já acabou faz dois anos. Eu sou mesmo. Me tornei completamente louca e viciada em Skins e vocês sabem, adoro compartilhar os meus vícios.

A verdade é que eu tenho um bom argumento para escrever sobre séries que já estão fora do ar. Eu ODEIO acompanhar séries que ainda estão sendo gravadas (apesar de estar acompanhando três :x), porque eu fico feito uma retardada contando os dias para a nova temporada ser lançada, e o hiatos costuma fazer com que eu esqueça toda a trama, onde parou, e os detalhes todos se perdem. This really pisses me off.

Então aproveitei esse amor grande que tenho tido pelo Netflix, comecei a explorar cada cantinho dele e minha mãe mandou eu escolher este daqui: Skins.

Confesso que um dos motivos pra eu ter demorando tanto para assistir Skins é o mesmo motivo que uso para o resto da lista de séries que quero assistir: preguiça. Sim, vocês não leram errado. Eu tenho um sério problema para começar a assistir por pura preguiça de ter que me apegar a um novo seriado com uma nova trama e novos personagens, e sou meio “monogâmica”, gosto de venerar uma série por vez, se possível.

Bom, vamos ao que realmente importa, galere!

Pra quem nunca assistiu por falta de interesse ou preguiça, vou explicar um pouquinho do que se trata a bagaça.

Skins tem como foco contar histórias de adolescentes malucos e drogados de Bristol (Sudoeste da Inglaterra) e trata de assuntos que rodeiam todos nós: dramas familiares, transtornos mentais, sexualidade… Mas tudo isso com uma pitada a mais de sexo, drogas e rock ‘n roll. Apesar de serem assuntos tão clichês para se trazer em uma série adolescente, eu adorei o jeito como tudo é retratado, mesmo que em alguns momentos as situações se tornassem exageradas demais. Acho que o exagero e o escárnio acabaram trazendo mais leveza pra história.

A verdade é que tudo nessa série acabou me cativando. Os personagens, as histórias, a fotografia da ambientação, a trilha sonora… Tudo combina! E o que mais me surpreendeu foi a qualidade do trabalho e da atuação dos atores, porque eu nunca havia assistido uma série britânica. Agora estou até caçando mais produtos ingleses, porque me apaixonei MUITO, lad.

Outra coisa que gostei é a atemporalidade da série. A cada duas temporadas, muda a geração de “skinners”. Confesso que inicialmente isso me preocupou, porque como eu disse, sou daquelas que se apaixona eternamente pelos personagens. Mas acabou que eu nem senti tanto isso. Os novos personagens eram sempre tão intrigantes quanto os da antiga geração. Acho que isso fez com o que a série não ficasse naquela “mesmice” que muitas vezes acaba estragando a trama como um todo. E diferente de muita coisa que eu já assisti, os finais nem sempre são felizes. Os finais acabam sendo… Como têm que ser, assim como a vida (Nats sensível mode on ~snif snif~).

Já deu pra perceber que eu SUPER HIPER recomendo Skins, né, gentem? *-*

ohyeah

Quem mais já assistiu e compartilha da mesma opinião que eu? E quem não assistiu… Que tal dar uma bizoiada e me contar o que achou? Conte-me tudo e não esconda nada!

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