Sobre 13 Reasons Why e tudo o que tá rolando

Em 11.04.2017   Arquivado em Off topic

 

[ALERTA DE TEXTÃO SEM GIFS MANEIROS E POSSIVELMENTE COM SPOILERS]

 

Imagino que se você chegou a esse post é porque já assistiu ao mais novo lançamento original da Netflix: 13 Reasons Why. Ou se não assistiu está sendo atingindo por uma enorme repercussão positiva (e negativa) nas mais diversas redes sociais com gente problematizando e trazendo mais uns motivos aí pra você assistir (ou não) à série.

E é quase por esse mesmo motivo que eu decidi escrever sobre. Quando terminei de assistir à série a ideia era trazer esse post pro Além do Meu Mundo pra ser mais apenas um da série “A Nats indica”, mas devido à chuva de posts no facebook que eu tive a oportunidade de ler, decidi falar o que penso.

Bom, pra quem não assistiu ou não sabe do que eu estou falando (WUT?), aqui vai um breve resuminho: Hannah Baker, de apenas 17 anos, acredita que não há mais nada no mundo pelo qual valha à pena viver. Então ela decide tirar a própria vida. Mas antes de cometer o ato ela resolve gravar fitas para contar as 13 razões que a fizeram acreditar que já não havia mais outra saída. E nessas fitas o espectador encontrará tudo o que a sociedade tanto se esforça para omitir: bullying, assédio, estupro, agressões, drogas, preconceito, intolerância, machismo… A lista é tão grande que sinceramente ultrapassam as 13 razões. Mas mesmo assim, são 13 episódios… E em cada um deles você descobre junto de Clay (amigo de Hannah) o que realmente a fez chegar na cruel decisão do suicídio.

Pesado, eu sei. Mas mais pesado que isso é saber que essa série, inspirada no livro de mesmo título, retrata a realidade das escolas do mundo inteiro… Não acha?

E se por um segundo achar que estou exagerando, clique em “abrir nova aba” e pesquise sobre casos de suicídio e ataques a escolas envolvendo adolescentes. E note que a grande maioria deles tem como pivô da causa o assédio moral e físico sofrido nos corredores e salas de aulas das milhares de instituições de ensino ao redor do globo, assédio mais conhecido como uma palavra que resume tudo: bullying. E enquanto muitos de vocês estão aqui rolando os olhinhos para esse tema que já se tornou sinônimo de clichê, alguém que você gosta muito pode estar sofrendo ou já sofreu e lida com as consequências disso todos os dias.

Eu, que já até escrevi um post sobre o tema aqui no passado e sempre demonstrei grande inquietação a respeito da falta de materiais que popularizassem o assunto para atingir e alertar a sociedade, vibrei com a adaptação da obra literária de Jay Asher para as telas (apenas de eu ter algumas ressalvas pessoais).

Mas é claro que nem todo mundo ficou contente assim com a maneira com que os assuntos citados lá em cima foram abordados. E tudo bem. Tudo bem, mesmo. Todo mundo tem o direito de gostar ou “desgostar” de algo. Aliás, nossa vida hoje é baseada em likes e dislikes, não é mesmo? Mas o que me incomodou foram algumas opiniões sobre a romantização da série ou o certo e errado sobre quem sofre com bullying, depressão e/ou outras doenças mentais. Eu sei que não sou especialista no assunto, mas acho que como jornalista que escreveu um livro em parceria com relatos de histórias de pessoas que sofreram e sofrem até hoje com o bullying… E como pessoa que também já sofreu depressão no passado, talvez o que eu tenha a dizer possa ser considerado.

Enfim… Não vou me ater às questões do enredo e dos personagens em si. A série não é perfeita e possui alguns buracos (na minha humilde opinião), mas esse não é o ponto de discussão que quero propor. O que vou trazer são algumas aspas que provocaram certo desconforto no meu coraçãozinho diante de algumas alegações que pra mim não possuem sentido nem força argumentativa. A minha análise será considerando a série como uma representação da vida real e baseado nos relatos de fontes que documentei ao escrever o meu livro.

 

“O ‘glamour’ do suicídio”

Fico me perguntando se essas pessoinhas que bateram na tecla da romantização realmente assistiram à série quando leio algo assim. INCLUSIVE, essas mesmas pessoinhas demonstraram muita insatisfação e se sentiram horrorizadas por uma série, até então voltada para adolescentes, representar cenas de estupro e suicídio. Não sei se faz muito sentido uma cena ser considerada pesada e romantizada simultaneamente… Mas vá lá.

Quem assistiu tem plena noção de que não, não tem NADA de beleza nas cenas. Muito pelo contrário. Eu acho que não consegui encontrar uma única pessoa a qual tenha assistido esses momentos da série e não se sentiu mal. A cena em que a Hannah Baker tira a própria vida? Não há nem palavras para descrever, sinceramente. É crua, fria, dura. Não tem nem trilha sonora. Porque no momento em que você decide tirar a sua vida… No momento em que a vida está se esvaindo de você não existe trilha nenhuma… Não é?

É claro que o bullying não causa suicídio e nem torna uma vítima automaticamente em um suicida… Mas não finjamos ignorância, por favor… Afinal de contas, o suicídio não é apenas um ato cometido pela Hannah. Se acha que é, sugiro que assista o documentário “Bullying”. Esse é só 01 exemplo documentado dentre tantas reportagens sobre barbaridades relacionadas a esse mal social.

 

“A falsa ideia de que o amor tudo cura”

Acho que muita gente tá tendo uma certa dificuldade pra interpretar algumas questões da trama. De que a série passa a impressão de que o amor de Clay teria impedido Hannah de se matar. Seriously? Não, gente. Vamos lá… Acho que para a Hannah ter chego no ponto em que chegou é porque ela já estava totalmente… Quebrada. E acho que todo mundo percebeu que a personagem tinha um quê de sensibilidade maior (assim como na vida real, que sempre tem uma pessoa A mais sensível do que uma outra pessoa B. porque cada pessoa É UMA PESSOA, right?). E ela desejava que indiretamente alguém no ciclo de pessoas com quem ela convivia mostrasse que sim, ela importava, e que sim, ainda valia à pena viver. Porque no fundo ela não queria ter de fazer o que fez! Mas as pessoas a decepcionaram, uma a uma. Umas intencionalmente, outras inocentemente. E é CLARO que elas não podem ser responsabilizadas de fato pelo ato que ela cometeu. Mas ela precisava de desculpas para fazê-lo. E tentar não fazê-lo. Resumindo: a ideia não era de que o amor de Clay poderia tê-la salvado, e sim sobre o que Hannah esperava das pessoas.

 

“Ela não demonstrou sinais em casa”

De novo… cada pessoa é uma pessoa. Tem gente que demonstra, tem gente que não. E quando se trata de agressões como as que Hannah sofreu, DIFICILMENTE um adolescente vai demonstrar. Nem todo mundo reage a assédios morais e físicos da mesma forma. Nem todo mundo sabe se defender. Ok? Nem sempre é simples assim falar o que acontece. Ok? A atitude da Hannah é repetida tristemente na vida real. Não é uma falsa ideia. É ASSIM QUE ACONTECE.

 

“Todo mundo tem problemas. Nem tudo precisa ser um drama”

Concordo. Em partes. Mas quem concorda que ninguém tem o direito de julgar a dor do outro? Só quem sofre sabe como doi… Acho que nem preciso escrever muito sobre isso, né? Então por favor… Just don’t.

 

“É muito fácil arranjar 13 desculpas em vez de agir e mudar”

Tá… Então bullying é uma desculpa? Estupro é uma desculpa? Agressão moral diária é uma desculpa? Uau. Inversão de valores detected.

VEJA BEM: não estou afirmando a ideia de que todas as 13 razões ou culpados listados por Hannah é válida. Ninguém é culpado e/ou merece sofrer chantagem emocional para assumir qualquer parcela de culpa em um suicídio. Isso, por exemplo, é algo com o qual eu não concordo quando se trata do enredo de 13 Reasons Why. A Hannah foi a única responsável pela decisão de tirar a própria vida. Mas eu ousaria dizer que a sociedade como um todo falha quando esse tipo de fatalidade acontece. Porque somos falíveis, somos imperfeitos, e muitas vezes incompreendidos.

Sabe… Acho que muita gente realmente não entendeu que a proposta da série era retratar o que acontece na vida real e provocar a sociedade e as instituições PARA UMA MUDANÇA, e não encorajar o suicídio ou as pessoas a se calarem porque “nada muda”. NÃO. É justamente o oposto. É despertar o desespero dos espectadores em ver uma porção de absurdos acontecer e os personagens fecharem os olhos para a realidade. Eu sei que muitas vezes isso pode acabar atingindo justamente as pessoas que precisam de ajuda. Muita gente tem falado que a série poderia ser mais um “gatilho” para encorajar o suicídio. Será? Será que essa mesma série também não poderia estar salvando vidas? (PS edit: essa matéria foi publicada hoje: Busca por centro de prevenção ao suicídio cresce 445% após série)

A ideia é justamente abrir espaço para uma discussão sobre o tema. Assim como o livro da “Christiane F., 13 Anos, Drogada, Prostituída…” foi leitura obrigatória em muitas escolas nos anos 70. Não havia um final feliz, mas abriu um buraco na sociedade para algo que era um problema e era real. Sei que 13 Reasons Why não é verídico como o livro da Christiane. Mas pode ter certeza que já existiram e existem muitas Hannah’s por aí.

Como eu disse antes, não sou uma educadora ou uma especialista. Eu sei que é necessário pensar no que é difundido e termos cuidado com o que difundimos, mas eu ainda acho que prefiro a difusão do que a omissão.

 

“Acho que esse é o ponto de tudo. Ninguém sabe ao certo o tamanho do impacto que tem na vida de outras pessoas.”

TAG: Os melhores personagens #4

Em 28.08.2015   Arquivado em Na tela

Shane

Quem ainda está perdendo tempo e não assistiu a série Faking It, não vai reconhecê-lo de prontidão, mas se ele está nessa TAG é porque realmente merece! Apresento-lhes hoje o melhor amigo gay que eu já sonhei em ter a minha vida toda e finalmente descubro que ele existe em uma série: Shane Harvey!

Shane nada mais representa do que o lado gay da força na série! Mesmo tendo aquele estilo caricato que sempre acabamos encontrando em filmes/séries/novelas, Harvey é um personagem que sabemos ser extremamente necessário para o andamento da trama. Para quem não acompanha, ele é o melhor amigo do maior pegador hetero da escola, Liam Booker. O humor ácido e o companheirismo são as marcas registradas dele!

Ao longo da história, vemos Shane se afeiçoar também a Amy, uma das nossas protagonistas. Aliás, ele, na verdade, é o culpado por toda a trama se desenrolar. A confusão dá início ao namoro fake de Amy e Karma. TODA confusão que rola na série tem o dedinho do Shane, e não há uma cena que ele esteja presente e você não se acabe de rir, juro!

E ah, sabe aquela coisa de “gay quando gosta é o melhor amigo, mas quando odeia é o pior inimigo?”, bom… Shane se enquadra totalmente nesse perfil! Ele é um pouco manipulador, e de uma maneira sutil e cômica, sempre usa seu jeitinho para conseguir o que quer. Até faz favores a sua maior inimiga em troca do que quer! Puro jogo de interesses!

Mas não se engane! Ele também é o personagem mais confiante, aquele que dá conselhos a tudo e todos e está sempre de bom humor! Aquela pessoa que faz você se sentir bem mesmo sem querer? Esse é o maravilhoso Shane. Daria uma mão tudo para ter um melhor amigo desse! E você também!

Quer apostar?

 

1. As caras e bocas dele dizem tudo sem ele precisar dizer NADA

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2. Shane é o melhor quando se trata de analogias e comparações

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3. Provocar azinimiga está no sangue dele

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4. É dono dos melhores termos

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5. É cômico até em meio a uma discussão séria

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6. Causa na parada e depois se enrola todo

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7. Gosta de um baphão

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8. Faz os melhores comentários para sair de cena com estilo

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9. Tenta negar, mas tem um bom coração até com quem não merece

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10. Mas sempre será o seu ombro amigo

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We <3 Shane!

 

E agora? Gosta do Shane? E agora, e agora? Quer me falar de um personagem também? Manda bala!

TAG: Os melhores personagens #3

Em 12.08.2015   Arquivado em Na tela

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Enquanto não posso contar a novidade que tá pra chegar no blog ~bitch feelings~, resolvi reviver a tag Os melhores personagens e falar de uma das minhas personagens favoritas! Ela divide o protagonismo com mais três atrizes, e isso é um desafio e tanto, mas ela acaba tirando de letra, além de trazer ritmo e leveza pra trama que conta com muitos momentos de tensão e mistério. E ela faz tudo sem sair do salto alto! Estou falando da nossa diva Hanna Marin, de Pretty Little Liars! <3

Hanna é a típica patricinha do ensino médio, mas diferente daquelas que estamos acostumadas a ver nos filmes, ela tem um coração giganteeeesco e cheio de amor pra dar. A cabecinha dela é tão ocupada com compras que ela é um pouquinho desprovida de cultura útil e ela acaba fazendo uns comentários desnecessários que nos arrancam altas gargalhadas, mas não desaponta a gente na hora de desvendar as pistas.

Além disso, não podemos ignorar como ela e o Caleb são PERFEITOS, juntos, né? Apesar de eu ser mais #Ezria, não posso ser hipócrita. O querido esteve ao lado da Hanna desde o comecinho e ajuda as meninas com os seus conhecimentos de hacker. Quase morri do coração quando ele “saiu” da série por causa do spin off de Pretty Little Liars, Ravenswood. Aí a série foi um fiasco e ele acabou voltando e tudo ganhou cor de novo <3

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Agora, quer ver por que ela merece sua atenção de agora em diante? 🙂

1. Ela sabe como definir o caráter de uma pessoa

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2. É dramática no “ponto”

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3. É super transparente

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4. Suas conclusões são sempre as melhores

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5. E os comentários são sempre tão inocentes que nem dá pra ficar brava com ela

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6. Ela acredita que todos merecem uma segunda chance

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7. Não gosta de julgamentos

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8. Tem os melhores porres

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9. Sabe enfrentar azinimiga

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10. E se torna uma pessoa extremamente corajosa quando está brava ou precisa defender quem ama

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Uma fofa, né gentxe? *-* Que cês acham?

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TAG: Os melhores personagens #2

Em 20.05.2015   Arquivado em Na tela

 

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Continuando a querida tag daqueles personagens que fazem das nossas vidas mais coloridas, alegres e melhores a cada dia, dessa vez eu escolhi um que além de ser a perfeição em carne, osso e sangue… É o rei do sarcasmo e um don juan incompreendido.

Senhoras e senhores, com vocês… Damon Salvatore, de The Vampire Diaries.

Não precisa nem acompanhar a série. Com certeza você já viu esse deus grego em algum momento das suas andanças pelas internet. E se você não se apaixonou por esse pedaço de mau caminho, algo está muito errado, e eu falo sério.

O Damon é um dos personagens principais da série. É um vampiro de mais de 170 anos que retorna à cidade de Mystic Falls. Diferente de seu irmão mais novo, Stefan, Damon é um vampiro sedento por sangue humano. Usa da sua beleza e charme para atrair suas vítimas. Seu sarcasmo e seu humor negro fazem dele um personagem que traz um alívio cômico em alguns momentos da trama.

Pra quem não sabe, ele o Stefan acabam entrando num triângulo amoroso onde disputam o amor de Elena, uma garotchenha humana que fez o favor de sair da série e cagar tudo (se não sabe do que eu tô falando, clique aqui). Enquanto o Stefan é aquele príncipe vampírico que todas as menininhas sonham pra vida, o Damon vai contra tudo isso. É irreverente, maldoso, imponente e a grosso modo, sem caráter. Mas quando o assunto é a Elena e tudo o que a rodeia… Esse monstro se transforma. No final, o dia sempre é salvo graças a Damon Salvatore!

Bom… Sou meio suspeita para falar porque tenho precipícios por vilões, mas te darei uma listinha básica do “porque amar Damon”:

1. Sabe como chegar com estilo;

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2. Sabe que é gato;

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3. É dono dos melhores comentários

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4. Com ele não tem meias-palavras

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5. Tem as melhores caretas

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6. É um ótimo dançarino *¬*

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7. Atua como vela nas horas vagas

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8. Só tem olhos pra uma única pessoa no mundo (mesmo que ela não mereça);

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9. É fofo quando ninguém tá olhando;

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10. E sabe se declarar como ninguém!

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Tá bom ou quer mais?

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O que acha do Damon, hm, hm? Melhor: fala pra tia qual personagem você gostaria de ver retratado aqui, fala?

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