Um rolê por New York #3

Em 29.10.2015   Arquivado em Por aí

NYC

Quem é vivo sempre aparece, né? Eu sei! Tem MUITA gente querendo me matar, várias pessoinhas fofas vieram falar comigo que eu não ando postando… E todo post que eu faço eu dou a mesma desculpa do “tempo”. Mas na verdade agora a desculpa é outra! Achei que eu NUNCA ia escrever isso aqui, e é bem triste começar um post falando uma coisa dessas, na verdade! Mas é que esses tempos eu estou me sentindo sem inspiração NENHUMA pra postar, gente!

CALMA, que eu não vou ser dramática e deletar tudo (para desespero dazinimiga riririri). É só uma fase minha mesmo, sei lá!

Como não estou muito no mood de posts mais elaborados, resolvi fazer um post que é super adorado pelos leitores tudo, que são fotinhos dos passeios que faço por NYC! Quem sabe não me animo? Aliás, minha parte favorita de postar fotos é fazer as legendas! ~sdds orkut~

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PS1: Só porque eu gostei da escada

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PS2: Ignora o bico de pato, faz favô.

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PS3: Foto de Tumblr, porque sim <3

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PS4: Fazendo uma das coisas que eu nunca achei que teria saco: relaxar deitada no parque. E sim, agora amo fazer isso <3

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PS5: Pena que a foto não ficou tão boa quanto a vista realmente era 🙁

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PS6: Central Park visto do Top Of The Rock <3

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PS7: Sim, é a Ana do canal Agora Virei Gringa de novo, se acostumem, porque vão enjoar da cara dela aqui <3 E essa coisica fofa do outro lado é a Nana, amiga da Ana que veio de Phoenix visitar a cidade que nunca dorme!

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PS8: Se achando a modelete

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Tá bão de foto por hoje, né? Se bem que ainda tenho umas 65326721 pra postar ainda! Me segurem! <3

Sampa Tour: Museu Catavento

Em 01.08.2015   Arquivado em Por aí

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Primeiro de tudo, MIL DESCULPAS, pessoas da minha vida! Tinha prometido esse post há trezentos anos, mas por motivos de: (1) também sou filha de Deus; (2) tenho probleminhas pra resolver e (3) não conseguir fazer o post. Porém, estou buscando redenção e o perdão de vocês trazendo tudindin agora! <3

Bom, como explicado no primeiro post, inaugurei uma nova série de posts chamada Sampa Tour, onde vou postar dicas de rolês legais pra quem mora em São Paulo ou vier para cá a passeio. E essas dicas serão de acordo com os rolês que eu mesma estou realizando, parte de um projeto pessoal meu.

No mesmo dia em que fui ao Edifício Martinelli, aproveitei o caminho e fui parar no Museu Catavento.

O Catavento é um museu totalmente interativo dedicado aos conhecimentos científicos que funciona desde 2009. O espaço em que é abrigado é o antigo Palácio das Indústrias, que foi construído em 1911 e inaugurado apenas em 1924. Em 1992, passou a ser a sede da Prefeitura de São Paulo.

O museu é dividido em 4 espaços: universo, vida, engenho e sociedade. Cada instalação tem várias atividades que ensinam de maneira criativa, desde teorias físicas e químicas até os biomas, o universo, e todo o funcionamento do corpo humano, além da vida marinha e tudo mais o que vier nas suas cabecinhas.

Na área do universo, vocês poderão saber sobre a vida das estrelas, além poder conhecer as mais famosas, observar galáxias, constelações… Ou até mesmo tocar em um meteorito de verdade que deixa a sua mão com cheiro de metal!

Depois, no espaço da vida, vocês vão saber tudo sobre a biodiversidade do planeta, bem como uma mega aula sobre relevos e plantações, só que de uma forma mais divertida: uma maquete gigante que exemplifica cada coisinha! AH, também não podemos esquecer a passagem dos dinossauros no planeta e a evolução humana. Hora de aprender todas as funções do corpo humano AQUI. *-*

Em engenho, vocês finalmente se sentirão num laboratório, onde poderão testar cada coisa daquelas aulas de física que vocês nunca entendiam. Quem dera eu tivesse tido a oportunidade de ter vindo na época da escola. Muita coisa teria me ajudado de uma forma mais interessante! Acredita que você consegue levantar 100 kg adicionando uma ferramenta boba junto com uma corda? Pois é! Já se imaginou dentro de uma bolha de sabão? Eu estive em uma! E sobre um choque em corrente com mais algumas pessoinhas? Passei por essa experiência também!

E finalmente, na área da sociedade, dá pra conhecer um pouquinho das maravilhas da Terra, um pouquinho de história do Brasil com uma escalada interativa e um laboratório de química e física!

Ufa, acabou! Mentira, agora é hora das fotchenhas!

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PS.1: Sabe aquele pontinho marcado? É o nossa sistema no meio dessa nossa pequena galáxia que fica nesse universão!

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PS.2: Eu e o bf dentro das bolhas de sabão! *-*

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PS.3: Qualidade ruinzinha, mas queria mostrar a escalada histórica 🙁

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PS.4: Eu tava louca pra ir nesse Borboletário, mas ele ainda não inaugurou. Cry!

Pois então, esse foi meu segundo passeio baratchenho que SUPER indico. Sério, pessoas. R$ 6,00 a inteira e R$ 3,00 a meia. Dá pra vir e se divertir demais. É ou não é?

 

Quem ficou interessado, dá uma acessadinha básica no site do museu pra se informar melhor!

Achei esse vídeo no próprio portal deles e achei bem legal pra dar uma palhinha do local! A gravação não é da melhor qualidade, mas acho que dá pra ter uma ideia do que esse lugar fantástico!

E AÍÍ, o que acharam? Gentem, ainda tô me acostumando a tirar foto de tudo, então esqueci de tirar MUITA foto, porque esqueço que não é só um passeio, e sim um registro! E prometo que com o passar do tempo, as fotos terão qualidade e enquadramento melhor, tá? A tia Nats tá enferrujada com essas coisas.

 

Aguardem o próximo episódio do Sampa Tour! <3

Sampa Tour: Edifício Martinelli

Em 30.06.2015   Arquivado em Por aí

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Olá, pessoar!

Hoje resolvi dividir um pouquinho dos rolês que venho fazendo. Esse ano eu e meu namorado decidimos fazer um Sampa Tour. Oi?

É. Nós moramos em São Bernardo do Campo, a 40 minutos de São Paulo, o que significa que estamos mas não estamos em São Paulo. Em 40 minutos nós também chegamos a muitos lugares em São Bernardo, pois a cidade aqui é grande. Sei que não é, mas nos sentimos parte da cidade de São Paulo porque a distância é mínima.

Enfim, a coisa é o seguinte… Assim como metade do universo, queremos conhecer vários países, rodar o mundo, aquela coisa toda. Mas nos veio a seguinte questão: Como queremos conhecer o mundo se não conhecemos nem a nossa cidade direito? Pois é! Por isso, decidimos que realizaríamos um tour de mais ou menos 30 lugares diferentes para conhecermos em São Paulo. E ADIVINHA! Vai ter tudo documentado no brógui, porque sim!

Explicada a bagaça, vou apresentar o nosso primeiro rolê do “Sampa Tour”: Edifício Martinelli.

A foto que tirei da fachada não ficou legal, então decidi usar essa pra vocês verem melhor. Créditos: José Cordeiro / SPTURIS.

A foto que tirei da fachada não ficou legal, então decidi usar essa pra vocês verem melhor. Créditos: José Cordeiro / SPTURIS.

Vou resumir um pouquinho da história do prédio porque né…

Em 1889, o italiano Giuseppe Martinelli imigrou para o Brasil, com um sonho muito comum entre todos os imigrantes que chegavam aqui: prosperar. Em pouco mais de duas décadas ele construiu um bom império.

O Comendador Martinelli simplesmente se apaixonou por São Paulo e viu na cidade um futuro, e para deixar a sua marca, decidiu erguer o Edifício Martinelli, o arranha-céu mais alto da América do Sul.

Foi uma polêmica, na época, pois São Paulo não havia nenhum prédio daquele tamanho todo. Os prédios da cidade tinham, no máximo, 5 andares. Martinelli alcançou 25 andares. Não satisfeito e incomodado com os boatos de que a construção cederia, decidiu construir sua própria mansão EM CIMA DO PRÉDIO, aumentando em mais CINCO andares. Tudo isso para provar que o prédio não iria abaixo.

O prédio já passou por altos e baixos, quase foi demolido, virou cortiço, foi cenário de crimes, prostituição e assassinatos. Depois de muita degradação, foi restaurado e aberto para visitação, além de abrigar algumas repartições públicas. Se quiser saber mais sobre a história, clique aqui. O Edifício Martinelli também possui várias lendas, entre elas a de ser mal-assombrado. Se quiser saber sobre isso, clique aqui.

Agora, chega de papo e vamos às fotos! <3

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E aí? O que acharam da história? E as fotos? Não somos fotógrafos, mas tentamos! Nesse mesmo dia fizemos um outro rolê, no Museu Catavento. Clique aqui para ver tudo o que rolou! <3

Um rolê nos anos 50

Em 20.06.2015   Arquivado em Por aí
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Foto: Amaro Fotografia

Atenção: este post NÃO é um publieditorial. É uma experiência minha que fiz questão de compartilhar com vocês!

1950. 2015. Sessenta e cinco anos dividem essas duas datas. Datas essas que diferem em vestimentas, estilos, músicas, programas, lugares. Mas nada que um bar em meio a caótica cidade de São Paulo não possa juntar esses tempos tão distintos.

Confesso que quando o convite foi feito, fiquei hesitante. Sempre gostei de bares temáticos, mas daí um bar em que as pessoas vão a caráter pra dançar rockabilly? Meu alerta “Cilada, Bino!” já ficou a postos.

De frente com a fachada não consegui fazer nenhum comentário. Eu nem diria que era um bar, a não ser pelo nome acima “The Clock Rock Bar”. Parecia que eram aquelas festas clandestinas dos anos 50, e… dã, Natália!

Foto: Amaro Fotografia

Foto: Amaro Fotografia

BAM! Todo aquele pensamento de paulista iniciante acabou no momento em que passei pela porta. A parede do balcão de entrada já jogava na sua cara todos aqueles rostos tão conhecidos. Elvis Presley, Marilyn Monroe, Beatles, Bill Haley and The Comets… Meu humor mudou NA HORA.

Mas meus olhinhos brilharam MESMO quando a segunda porta foi aberta e finalmente adentrei o local que era de fato o bar. Uma mistura doida de baile, lanchonete americana e barzinho intimista com música ao vivo tomaram conta de todos os meus sentidos.

Saias plissadas e rodadas. Cabelos moldados no spray. Suspensórios. Meus olhos estavam quase brincando fora das próprias órbitas, observando os casais vestidos a caráter como se estivessem nas pistas borbulhantes dos anos 50/60. Fiquei “Gente, para o mundo que eu quero descer!”.

Sabe aquela história de cuspir pra cima e cair na testa? Pois é. Acho que caiu direto na cabeça, porque eu estava ocupada demais assistindo àquele show incrível pra que eu olhasse pro alto e deixasse que algo caísse na minha testa.

Foto: Veja São Paulo

Foto: Veja São Paulo

De Elvis Presley a Thurston Harris. Era impossível não balançar pelo menos o pezinho ao ritmo daquelas músicas dançantes e não se sentir como se estivesse mesmo nos anos 50/60. E a invejinha de não saber dançar o estilo crescendo no peito.

E em meio a tanta gente jovem e animada, eis que me deparo com um casal que realmente estava em casa, dando o maior show de todos:

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Esses dois que eu tentei fotografar são o Danilo Martins, 75, e a esposa, Teresa Cristina, 63. Esse casal simpático de energia já estão juntos há 45 anos e sempre gostaram muito de dançar vários estilos: samba, chachacha, bolero, forró, foxtrote… Ufa! Cansei só de falar todas essas danças!

Eles frequentam o The Clock Rock Bar há 4 anos e Danilo disse que apesar de já dançarem rock desde quando eram mais jovens, precisaram tomar algumas aulas de rockabilly, porque a marcação dos passos é diferente. Acho que pelas fotinhos acima já dá pra perceber como eles chamam bastante a atenção, né? É só entrar na pista e são notados! E não é à toa que já fizeram tantas amizades! Quando perguntei sobre o que a dança representava em sua vida, Danilo só teve uma resposta: “Só alegria, faz bem para a cabeça, para as pernas e para a integração social, que é o que eu fiz com você.” Sim, eu dancei rockabilly e aprendi passos com ele! E foi incrível! Entendi que basta se deixar ser conduzida, e a mágica acontece! Até parecia que eu sabia mesmo como dançar, juro! Pena que não tenho nenhum registro do momento.

Para Danilo, mesmo sendo algo que resgata a sua juventude, o estilo de dança não é uma maneira de suprir o sentimento de nostalgia “No rockabilly somos todos iguais e todo mundo dança com todo mundo. Vamos dançar?”

O Danilo é um exemplo de que diversão não tem hora nem idade! Ir àquele lugar e conhecer aquelas me fez realmente bem! E agora que paro pra pensar, de certa forma, a frase que o Danilo me disse enquanto dançávamos faz todo o sentido. “Não podemos viver para sempre… Mas podemos dançar para sempre.” Podemos mesmo, seu Danilo. Basta dançar conforme a música!

 

Achou o The Clock Rock Bar legal? Quer saber mais? Que tal esse vídeo MARA dos professores dançando no programa Encontro com Fátima?! *-*

Ficou interessado em conhecer o lugar? O bar fica na Rua Turiassú, 806 – Perdizes, São Paulo – SP. Tá a fim de fazer umas aulinhas de rockabilly? O LUGAR TAMBÉM É LÁ. Basta entrar na fanpage e no site do bar para se informar!

Ufiii! Bom, essa foi a minha experiência nos anos 50! Qual é a sua? *-*

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