Quartos da ficção

Em 16.11.2015   Arquivado em Inspiração, Na tela

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Se tem uma coisa que eu realmente amo e nunca dei espaço aqui no blog é decoração. Na verdade, não tem muito tempo que eu descobri essa paixão. Tudo acabou acontecendo porque eu comecei a querer dar maiores descrições para as histórias, crônicas e fanfics que escrevo. Adoro colocar imagens para ambientar melhor os meus leitores.

Paralelamente também comecei a “heartear” quartos na minha conta do WeHeartIt para me inspirar na decoração do meu quarto no Brasil. Aí já viu, né? A coisa ficou realmente séria e eu passo HORAS do meu dia fazendo isso. Acho que preciso de tratamento…

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Enfim! E como tenho uma séria paixão por filmes, séries, novelas e tudo mais que se tem direito, é ÓBVIO que eu tenho crushes por muitos quartos dos personagens da ficção, genxti. Acho que é muito porque eu realmente consigo ver muito deles refletidos na decoração e isso torna a atração mais “convincente”, entende. Espero que tenha entendido, porque não vou tentar explicar de novo não. :B

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Bom, chega de papo! Selecionei os quartos mais apaixonantes pra mostrar pra vocês! Quem sabe não é uma ajudinha para aquela inspiração que você tava precisando?

 

Anna

Quem aí não lembra desse filme sensacional com a rainha LiLo? Pra quem não lembra, ou não assistiu (duvido muito, mais VAI QUE), a Anna era uma rockeira maluquinha que adorava viver na privacidade do seu quarto.

Sempre fui fã desses quartos americanos que tem o teto mais rebaixado! É sempre uma oportunidade pra criar algo novo! A Anna, por exemplo, preencheu quase que toda a parede com fotos!

Além disso, mesmo ela tendo o estilo bem rocker, o quarto dela ainda trazia uma cor clara e um toque de feminilidade.

 

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Eu não sei vocês… Mas desde a primeira vez em que eu vi o quarto da Aria, eu simplesmente me APAIXONEI. Primeiro porque das Liars, a Aria é a com quem eu mais me identifico. Ela ama ler, escrever, fotografias… Além de ter um estilo bem eclético.

No quarto dela há livros espalhados por todo canto! A segunda coisa que mais tem são almofadas! De todos os tamanhos e cores, mas muito bem escolhidas. Acho que isso dá um mega ar de conforto. Fora as sobreposições das colchas da cama. Queria muitoooo.

 

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PAUSA DRAMÁTICA! Sei que seus olhinhos brilharam agora, porque esse é o quarto dos sonhos de toda criança nascida na década de 90, gente! Eu era viciada no desenho do Cabeça de Bigorna e no quarto mais que sensacional dele! E esse teto de vidro que tem uma escada que leva ao telhado?

O quarto sempre foi objeto de desejo da galera. Não é à toa que um designer gráfico até desenvolveu uma versão mais realística dele! Dá uma checadinha na última imagem!

 

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Lembra daquele filme maroto que eu indiquei há umas semanas atrás, The First Time? Então! A Aubrey, personagem fofica, tem um dos quartos mais apaixonantes que eu já vi! Primeiro porque é azul, e todo mundo sabe que sou maluca por essa cor, né. Fora que a personagem é uma artista! Tá vendo aquelas ondas atrás da cabeceira? Ela mesma quem fez utilizando o recurso da foto-colagem (não sei se esse é o temo. Se não for, vai ser agora). Não é divino? Outra coisa que me chamou a atenção é a iluminação do quarto, que é bem fraquinha. Gosto muito <3

 

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Sei que já havia comentado sobre o quarto dela em um outro post…Mas e daí? O que é bonito a gente repete, né? Aliás, o que é essa parede feita de lousa de giz, por favor? Se eu não tivesse alergia, com certeza teria uma dessas! ~cry~ Outra coisa que eu também adorei foi a ideia de utilizar os piscas-piscas como varal de fotos! Dois em um!

 

Dinho1

Não sei quem acompanhei Malhação e se apaixonou pelo quarto do Dinho loucamente. O tema intergaláctico + aventureiro é muito a minha cara, aquela coisa de wanderlust, sabe? Teria muito esse quarto pra mim, sem mais.

 

DrakeAndJosh

E falando em quarto de menino, acho que ninguém consegue se esquecer do quarto monumental da série Drake & Josh, né? Sempre achei ele muito fora do normal pra quarto de adolescente, mesmo sendo o sótão da casa… Mas ok, isso não muda o fato de que eu queria a camona com a escada e esse super espaço livre (que mais tarde foi ocupado pela cama do Josh).

 

Ju1

Na mesma geração do Dinho, ainda tinha a Ju, uma It-Girl super estilosa. Acho que esse é um quarto que com certeza eu teria, gente. Sempre quis colocar a minha mesa nos pés da cama, acho que fica tão fofico, dá um ar diferente pro quarto. O detalhe que eu mais gosto no quarto dela é a árvore de madeira na cabeceira da cama, acho tão único, tão original. As cores do quarto também me agradam bastante. São chamativas, mas ao mesmo tempo tudo combina.

 

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Por último (mas não menos maravilhoso) o quarto mais amado dos últimos tempos. Eu não sei dizer ao certo o que me encantou no quarto da Sam: a junção do tecido lindo com os piscas-piscas, a mesa aproveitada com cavaletes (e que está super na moda), a máquina de escrever no lugar do que seria um computador (uma vez que a história se passa nos anos 80), os espelhinhos e molduras ao lado da cama ou essa bagunça organizada sobre a escrivaninha. Acho que tudo se encaixou lindamente, o que muito me agradou, porque eu não lembro se havia uma descrição exata do quarto da Sam no livro… Mas acho que não poderiam ter produzido algo mais original.

 

UFA! Nem eu sabia que eu gostava de tantos quartos da ficção, socorro. E aí, gente, qual o preferido de vocês? Conta pa nóis!

Filme: Me And Earl And The Dying Girl

Em 05.11.2015   Arquivado em Na tela

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OK, não era a minha intenção trazer outra resenha de filme aqui tão cedo, mas acontece que eu apenas acabei de assistir essa coisa e precisei compartilhar com o mundo, no caso, vocês.

Me And Earl And The Dying Girl (em português: Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer) já estava na minha listinha de filmes para assistir, preciso confessar. Eu nem sabia direito do que se tratava, mas o nome e a capa já haviam me chamado a atenção enquanto fazia uma pesquisa para fazer aquela sessão cinema antes de dormir. Aí me dei ao luxo de fazer um “Lazy Morning” e ficar na cama a manhã todinha. E não deu em outra: decidi assistir esse filme.

Pra quem não sabe (eu também não sabia, então, né…), o roteiro é baseado no livro de mesmo nome, do autor Jesse Andrews, e fiquei chateadíssima quando descobri isso, porque todo mundo sabe que eu odeio ver filmes antes de ler os livros, mas anyway, já que estamos aqui, falaremos do FILME, exclusivamente. Ok? Ok.

Enfim, o filme conta a história de Greg Gaines, um adolescente despretensioso e com um grande talento para cinema que tem como único objetivo passar desapercebido pelo Ensino Médio ao lado de seu amigo de infância, Earl – com quem ele já gravara 43 filmes secretamente.

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Nada poderia ser tão normal… Só que as coisas mudam quando a mãe de Greg o obriga a fazer amizade com Rachel, uma colega de escola diagnosticada com leucemia.

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Contra a vontade, Greg tenta se aproximar de Rachel. E depois de muita insistência, consegue atingir seu objetivo. E aí o que era obrigação virou diversão, pois uma verdadeira amizade acaba nascendo e os dois se tornam inseparáveis. Greg está sempre visitando-a – já que Rachel começa a fazer o tratamento e não pode mais ir à escola. Ele e Earl até passam a deixar a garota assistir aos terríveis filmes que eles produzem. Animar Rachel se torna a única e principal ocupação de Greg.

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O filme me encantou MUITO, porque assim como o personagem principal, começa despretensioso. Parece que não há muito o que esperar da história, mas a maneira como ela é desenvolvida é o que prende o telespectador. Pelo menos foi assim que eu me rendi!

A história é narrada por Greg desde o início, e desde que ele é um aspirante a cineasta, o filme acaba tendo uma pegada cinematográfica, dividida em partes que o personagem considera marcantes e importantes o suficiente para serem pontuadas, bem como os comentários. E ao contrário do que pode se pensar, apesar de ser um drama, as piadas estão super bem encaixadas e nada forçadas.

Vocês devem estar lendo e pensando: tá bom, é só mais um filme com uma garota com câncer. É só mais um romance que acaba mal. Só que não é. É muito mais que isso, gente e eu não estou de brincagem.

A sinceridade que pontua a amizade de Greg e Rachel é muito fofa e mais do que essencial para prender a atenção. Começa tão boba e se torna tão profunda que não há como você não ficar desejando ter uma amizade daquelas para si.

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Você vê a doença se desenvolvendo? Vê. Você vê a amizade deles crescendo? Vê muito. E a melhor parte é que a doença, que parecia ser a coisa mais importante da história, acaba sendo esquecida. Não é como se aquilo fosse o ponto crucial. E não é porque o filme para de falar sobre isso, é porque você simplesmente não consegue fazer daquilo a coisa mais importante diante de todo o resto!

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Quem curte A Culpa É Das Estrelas vai COM CERTEZA achar referências, mas não se engane! Os personagens são beeeem distintos. Greg nunca teve pretensão nenhuma de ser amigo de Rachel, nunca teve nenhum sentimento de pena ou altruísmo, mesmo depois de ela ter adoecido. As coisas foram forçadas e acabaram acontecendo. Ponto.

Adorei a personagem da Rachel e como ela se torna bem mais essencial ao final do filme. Ela é a chave, e não é porque tem leucemia. Aliás, sei que já falei isso ali em cima, falei agora e falarei de novo… Mas é porque achei incrível. O filme (e provavelmente o livro) interpreta e mostra a história de adolescentes e como eles são muito mais do que vemos. Mostra a história da Rachel e quem ela é, e não quem ela se tornou, ou seja, “a pobre garota com câncer”.

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Aliás, cada personagem é super bem desenvolvido, desde o professor de história tatuado e cheio de frases de emoção até Earl, que por favor, não pode ser esquecido. É super caricaturado e fala palavrões o tempo todo.

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E o final… Bom. Me surpreendeu, e com certeza vai surpreender quem quer que o assista. A proposta continua lá e não te decepciona. Você fica, ao mesmo tempo à espera do clichê, e ao mesmo tempo não. E na verdade, no final você se depara com a compreensão e o autoconhecimento, que no fundo todos procuramos de alguma forma. Aí você decide se a história realmente te ensinou algo. Ou não.

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Ai, vocês… Assistam! <3

Dica de filme: Clube dos Cinco

Em 05.06.2015   Arquivado em Na tela

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Agora que me inspirei, ninguém me segura! Vai ter post de dica de filme de novo, e se reclamar vai ter mais de um por semana!

Pensei em animar vocês que não têm nada de legal para fazer nesse feriadão! O filme que trago hoje é um clássico cult dos anos 80: Clube dos Cinco (título original: The Breakfast Club).

Vocês devem estar se perguntando: “Tanto filme no mundo e você vai me resenhar um filme que tem 26 anos, Nats?”. Pois então… E se eu dissesse que essa obra continua tão recente quanto qualquer outro filme high school que vocês já assistiram?

Descobri o filme muito sem querer. Sapeando nas internet, acabei me deparando com uma foto do longa:

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Pra muitos, essa imagem não tem nada demais, eu sei. Mas vou confessar uma coisa ridícula: sou obcecada por filmes teen. De todo tipo. Não adianta, é mais forte do que eu. Quando vi a foto fiquei “Socorro, que filme é esseeee?”. O nome, é claro, estava logo abaixo: “The Breakfast Club”. Adorei o nome, achei instigante e me deixou super curiosa! Até então, não fiz nenhuma ligação com o tão conhecido nome em português.

É, pode me julgar, mesmo. Só fui descobrir esse filme agora. Mas o que importa é que eu descobri, e isso significa que eu tive salvação. Então se eu tive salvação, vocês que não assistiram também têm! Bora descobrir sobre o que é esse longa?

A trama conta a história de cinco adolescentes (Andrew, Claire, John, Brian e Allison), que até então, por motivos desconhecidos, são obrigados a passar um sábado na escola, cumprindo detenção. O “abre” do filme já nos prende, pois ele começa com a narração da carta de um dos nossos protagonistas:

 

“Sábado, 24 mar 1984. Shermer High School, Shermer, Illinois. 60062.

Caro Sr. Vernon, aceitamos o fato de que nós tivemos que sacrificar um sábado inteiro na detenção pelo que fizemos de errado … e o que fizemos foi errado, mas acho que você está louco por nos fazer escrever este texto dizendo-lhe o que pensamos de nós mesmos. Que te importa? Você nos enxerga como você deseja nos enxergar … Em termos mais simples e com definições mais convenientes. Você nos enxerga como um cérebro, um atleta, um caso perdido, uma princesa e um criminoso. Correto? Essa é a maneira que nós nos víamos, às sete horas desta manhã. Passamos por uma lavagem cerebral.

Brian Johnson”

 

Aí você fica com aquela cara de interrogação, tentando entender “whatafuck essa carta?”. Pois é, coloquei a carta pra deixar vocês curiosos também, MUAHAHAHAHA.

Então o filme realmente começa, com os cinco alunos chegando na escola. Você percebe logo de cara que eles não NADA a ver um com o outro. São completamente diferentes. Em estilo, em atitudes, em pensamentos, em ideais.

Todos os cinco são obrigados a ficar sentados na biblioteca da escola, sem falar ou se levantar de seus respectivos lugares. Oito horas e 54 minutos. Pra piorar a situação, o Sr. Vernon, o assistente do diretor encarregado de supervisionar a detenção, passou uma tarefa para eles: uma redação com mais de mil palavras. O tema? “Quem você pensa que é?”

É CLARO que nenhum deles está a fim de fazer a tal redação, muito menos respeitar as ordens lhe impostas. Durante todo o primeiro momento da detenção, o que podemos ver é a típica cena de segregação que a escola americana sempre proporciona. Aquela coisa de panelinhas e grupos diferentes que impede que eles se misturem. Cada um faz parte de uma “tribo”. A princesa (Claire), o atleta (Andrew), o criminoso (John), o cérebro (Brian) e o caso perdido (Allison).

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Não demora muito para que se confrontem e se ofendam com comentários preconceituosos e sem limites. Pra quem acha que isso é mais do mesmo que já vimos em filmes adolescentes… Lembre-se que esse filme é muito mais antigo do que esses tantos outros que vocês devem ter pensado. Isso significa que “Clube dos Cinco” é a referência para todos os filmes posteriores a ele.

Há duas coisas que tornam esse longa incrível. A primeira coisa é que ele se passa em apenas UM dia. Ele é todo em sequência, sem nenhum flashback ou qualquer outro recurso que nos norteie. É como se fosse uma história qualquer de cinco adolescentes qualquer num dia qualquer. Você não sabe o que vai acontecer depois.

Eu disse que haviam duas coisas que tornavam o filme único, lembra? A segunda coisa é o roteiro. Ele tem dinâmica, ritmo e é engraçado. Foi escrito por John Hughes em apenas dois dias. Sim, vocês não leram errado.

E pasmem, os diálogos são originais, as cenas são surpreendentes, a trilha sonora é maravilhosa, e os personagens têm uma profundidade e uma complexidade que deixam muitos filmes super bem produzidos no chinelo.

Há uma cena em especial que precisa ser citada nessa resenha por motivos de: é maravilhosa e única. Hughes, que também foi diretor do filme, mostrou o quão melhor o roteiro poderia se tornar:

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Ao longo dessas quase nove horas de detenção, os jovens começam a perceber que não são tão diferentes como pensavam ser. E o primeiro momento que eles descobrem isso é quando começam a falar de seus pais. Mais importante que isso: é o momento em que finalmente descobrimos porque cada um está cumprindo detenção. No roteiro, essa cena simplesmente não tinha diálogo algum. Hughes autorizou que os atores falassem o que quisessem, tornando a cena improvisada num momento espontâneo e cheio de emoções inesperadas. Eles estão ali, expostos de todas as maneiras possíveis, algo que qualquer adolescente odeia.

Além das confissões e da diversão, surgem mais indagações: o que será deles no dia seguinte? Voltarão às suas tribos, aos seus mundinhos? Serão amigos? Se cumprimentarão nos corredores da escola? Ou simplesmente fingirão que aquele momento entre eles nunca aconteceu?

Dá pra perceber o nível de arte que estamos conhecendo assistindo a este filme, gente? Eu espero que sim. Não há nenhum efeito especial, não há nenhuma jogada de mestre. O que te prende são os personagens profundos e a maneira como a história de cada um é contada.

“Clube dos Cinco” é eleito o number one dentre os 50 melhores filmes High School, segundo a revista Entertainment Weekly, e não é à toa.

Este filme com certeza deixou a sua marca não só na história do cinema, mas em todos que o assistiram. Por quê? Porque ele deixa uma perguntinha no ar que ficamos tentando responder.

Quem você pensa que é?

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TAG: Os melhores personagens #2

Em 20.05.2015   Arquivado em Na tela

 

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Continuando a querida tag daqueles personagens que fazem das nossas vidas mais coloridas, alegres e melhores a cada dia, dessa vez eu escolhi um que além de ser a perfeição em carne, osso e sangue… É o rei do sarcasmo e um don juan incompreendido.

Senhoras e senhores, com vocês… Damon Salvatore, de The Vampire Diaries.

Não precisa nem acompanhar a série. Com certeza você já viu esse deus grego em algum momento das suas andanças pelas internet. E se você não se apaixonou por esse pedaço de mau caminho, algo está muito errado, e eu falo sério.

O Damon é um dos personagens principais da série. É um vampiro de mais de 170 anos que retorna à cidade de Mystic Falls. Diferente de seu irmão mais novo, Stefan, Damon é um vampiro sedento por sangue humano. Usa da sua beleza e charme para atrair suas vítimas. Seu sarcasmo e seu humor negro fazem dele um personagem que traz um alívio cômico em alguns momentos da trama.

Pra quem não sabe, ele o Stefan acabam entrando num triângulo amoroso onde disputam o amor de Elena, uma garotchenha humana que fez o favor de sair da série e cagar tudo (se não sabe do que eu tô falando, clique aqui). Enquanto o Stefan é aquele príncipe vampírico que todas as menininhas sonham pra vida, o Damon vai contra tudo isso. É irreverente, maldoso, imponente e a grosso modo, sem caráter. Mas quando o assunto é a Elena e tudo o que a rodeia… Esse monstro se transforma. No final, o dia sempre é salvo graças a Damon Salvatore!

Bom… Sou meio suspeita para falar porque tenho precipícios por vilões, mas te darei uma listinha básica do “porque amar Damon”:

1. Sabe como chegar com estilo;

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2. Sabe que é gato;

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3. É dono dos melhores comentários

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4. Com ele não tem meias-palavras

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5. Tem as melhores caretas

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6. É um ótimo dançarino *¬*

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7. Atua como vela nas horas vagas

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8. Só tem olhos pra uma única pessoa no mundo (mesmo que ela não mereça);

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9. É fofo quando ninguém tá olhando;

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10. E sabe se declarar como ninguém!

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Tá bom ou quer mais?

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O que acha do Damon, hm, hm? Melhor: fala pra tia qual personagem você gostaria de ver retratado aqui, fala?

TAG: Os melhores personagens #1

Em 23.04.2015   Arquivado em Na tela

 

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Muitas vezes eles nem são os protagonistas, mas o que seria das nossas séries sem eles? Não deixam a trama no marasmo da vida e ainda nos arrancam risadas, roubam lágrimas e derrubam todos os forninhos que veem pela frente! Pode ser personagem principal, secundário, terciário, NÃO IMPORTA!

Quem nunca continuou a acompanhar uma série por causa de UM único ser? (EU EU EU).

Pensando nisso, resolvi criar uma tag com os personagens mais amores da VIDA! E sim, resolvi começar com o mais melhor e maravilhoso de todos: Stiles Stilinski, de Teen Wolf.

Pra quem não conhece a série, o Stiles é o melhor melhor melhor melhor amigo que o Scott (personagem principal) poderia ter no MUNDO. Sabe aquele cara pra todas as horas? Sim, é o Stiles. Ele acompanha o Scott em todas as roubadas, do começo ao fim e sempre tem ideias e planos mirabolantes para solucionar os problemas que vão se desenrolando ao longo da história. O personagem carrega uma grande carga emocional. É capaz de te deixar com a barriga doendo de tanto rir (mesmo quando você não deveria), ou te fazer gastar uma caixa INTEIRA de lenços, e não estou exagerando.

Na minha opinião, é o personagem mais completo que poderia existir. É claro que também devemos os créditos ao maravilhoso Dylan O’Brien. Um ator que com certeza veio pra ficar. Palmas para o Dylan! <3

E pra te deixar cheia de vontadinha, aqui vão 10 motivos básicos que vão fazer você se apaixonar pelo Stiles:

1. Ele sempre salva a pele do Scott

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2. Serve de pombo-correio quando um casal desafortunado não pode se encontrar…

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3. É desastrado

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4. Tem as melhores cenas com o Derek

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5. Entende de mulheres

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6. É engraçado até quando não deveria ser

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7. É sarcástico

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8. É o filho dos sonhos

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9. Fofo até dizer “para”

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10. Nunca deixa o Scott perder a esperança

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Convenci, né?

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Que outro personagem vocês não vivem sem? <3

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