Um conto sem fadas

Em 16.09.2015   Arquivado em Crônicas

Lost It To Tyring – Son Lux

Talvez tenha sido o jeito com que você andou até mim no meio daquela festa à fantasia. Não diria que foi como aquelas cenas de filme, em que o garoto passa pela pista de maneira única, chamando a atenção de todos. Na verdade, foi uma entrada como outra qualquer. Um cara vestido de pirata com uma espada presa ao cinto e uma caneca de cerveja levantada no alto enquanto gargalhava. Romântico, não?

E eu ali, com a fantasia tão ou mais clichê quanto a sua: anjinho. E não sei por que raios acabei chamando a sua atenção. Quando dei por mim, já estava dançando com você em meio àquela multidão de personagens bêbados e histéricos.

Pulávamos e dançávamos como se houvesse apenas nós dois dentro daquele salão. O seu rosto estava mal iluminado devido ao jogo de luzes que ficava piscando frequentemente, mas ainda assim dava para ver o quão era lindo.

Não vou dizer que você me ganhou na conversa, porque na altura do campeonato, nós nem conseguíamos ouvir o que o outro falava com aquele som alto que enchia o ambiente. Era inútil tentar se comunicar, então logo começávamos a rir, um da cara do outro. Também não havia muita coisa para ser dita naquele momento. Nossos olhares eram capazes de se entender muito bem, obrigada. Estava claro. Eu queria você, e você me queria.

Nossos olhares haviam se conectado desde o momento em que eu o vi com a cerveja que você quase derrubou porque alguém havia lhe esbarrado. E naquele momento eu soube.

Nunca fui uma princesa, então nunca imaginei que fosse encontrar um príncipe encantado. Sempre gostei de algo mais aventureiro e avassalador. No fundo, sempre tive uma inclinação para piratas, sabe?

Mas quer saber qual é a vantagem de eu não viver num conto de fadas? Deu meia-noite e eu não precisei sair correndo para voltar para casa na minha abóbora gigante, nem perder meu sapatinho de cristal na corrida que não aconteceu. Deu meia-noite, e lá estávamos, eu e você.

E melhor do que nesses contos, nossa história não acabou com um beijo e um “feliz para sempre.” Terminou de uma maneira muito melhor. De uma maneira que eu sabia: haveria continuação.

– Posso te levar pra casa?

Projeto 6 on 6: Dia a Dia

Em 06.07.2015   Arquivado em Inspiração

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Dia seis é dia deeeee… Projeto 6 on 6! *-*

Pra quem não sabe, estou participando deste projetinho com mais outros cinco blogueiros mara! Explico melhor no primeiro post, dá uma olhadinha aqui.

O segundo tema foi sugerido pela fofíssima Thaís Malta, do blog Cor de Cereja. Dessa vez a brincadeira tem o nome “Dia a Dia”. A ideia era documentar o mês com fotinhos de coisas que fazem parte da nossa rotina e que vemos todos os dias, como objetos, lugares, comidas, pessoas, ações. Se eu gostei? POUCO, né? Adoro detalhes. É o que mais encanta meus olhinhos.

Preparados pra ver um pouquinho do meu dia a dia em fotos? <3

escrever

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Acho que a coisa que o que eu mais faço depois de respirar, é escrever. Faço freela pra revista, colaboro com um portal de músicas, escrevo crônicas, escrevo posts, escrevo fanfiction…! E sabe do que mais? Não me canso nunca. Espero que eu ainda possa realmente viver de escrever.

 

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Sou a rainha dos transportes públicos. Trem, metrô, ônibus, trólebus… Fazem muita parte da minha rotina. E apesar das desvantagens, há uma vantagem que eu conto como o melhor que tudo: A oportunidade de observar pessoas, as manias, os olhares… Imaginar uma vida pra elas, me inspirar pra escrever crônicas! Pode ser bobeira, mas se você não tem contato com outros ares, isso acaba te “desinspirando”. Acho que esse é o maior motivo de eu ter tanta inspiração! Gostei do olhar lúdico desse menininho, e não pude deixar de fotografá-lo! <3

 

chocolate chocolate2

Tomar leite com chocolate pela manhã é como um ritual. Faço isso TODOS os dias desde que me entendo por gente. Antes era com achocolatado, mas como recentemente mudei minha alimentação, utilizo cacau em pó. E não importa a estação! Se está no verão, tomo com leite geladinho. Se está no inverno, tomo com leite quentinho. <3

 

leitura livross

Ler é o maior passatempo da minha VIDA. Só no ano passado inteiro eu li 31 livros *-* foi o meu maior record! Eu queria quebrar o meu próprio record esse ano, mas acho que não vou conseguir, chateadíssima! Leio all the time, sério, mas tenho dividido meu tempo com séries, filmes, blog, fanfics, freelas… Aí fica difícil!

Esse livro da fotinho é meu novo queridinho, e eu ainda nem terminei de lê-lo. AGUARDEM, pois uma resenha virá!

 

tapioca tapiocaa

Sempre fui fã de tapioca. Neta de baianos, com licença! Mas de uns tempos pra cá, essa comidinha veio a calhar MUITO na minha vida. Desde dezembro, entrei numa dietinha para perder peso e mantê-lo. Sim, consegui perder os quilinhos, e continuo a manter o peso lindamente! E pra quem não sabe, a tapioca é ume excelente alimento pra quem está em uma dieta, pois o organismo o absorve muito rapidamente, e ao mesmo tempo, seu corpo fica satisfeito! Como tapioca com queijo branco todo dia, muito amô! É tipo a hora mais feliz do meu diiiiia.

 

música musiquenha

Por último, mas não menos importante, a minha querida, amada e linda atividade: ouvir música. Já disse uma, duas, três ou até mais vezes aqui no blog que eu ouço música o tempo todo, e penso muito que a minha vida deveria ter uma trilha sonora para cada momento. Até me imagino como uma protagonista de série. Não riam. NÃO RIAM, tô vendo vocês rirem, pó parar com a zueira.

 

E aí, pessoinhas, gostaram do que rola no meu dia a dia? Acho melhor gostarem, senão soco todo mundo e ninguém mais brinca com a minha bola. Aquelas. Tentei fazer uma coisa bem detalhista e cheia de fofurinha. Leiam bem: tentei. É a vida. Ririri

 

BOM, pra quem tá gostando do projeto e quiser acompanhar o resto do grupinho que está publicando lindamente comigo, seguem os endereços:

 

Universo Múltiplo

Cor de Cereja

Daianne Possoly

Diário Colorido

Padrão It

 

That’s all, folks!

Playlist: Para aquecer o coração no friozinho

Em 24.06.2015   Arquivado em Inspiração, Música

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Se tem uma coisa que eu amo nesse mundo, é o frio! Além de achar que as pessoas investem mais nos looks e ficam divinamente maravilhosas, acho que o aspecto “cinza” que o frio provoca nos cenários me inspira mais ainda a escrever!

Mas sei também que o frio não é lá a coisa mais amada por todos. Dá aquela preguiciiiiiiinha que faz a gente não querer sair da cama e ficar quentinho vendo filmes enrolado na coberta, né?

Então fiz uma playlist bem fofinha pra vocês se sentirem melhor! Aliás, já pensou em ouvir essa playlist enquanto lê crônicas fofenhas? É bem bão, just saying!

Mais amor ao frio, por favor! Brrrr <3

TAG: Você precisa ouvir! #3

Em 15.06.2015   Arquivado em Música

DivNina

Faz tempo que não indico um som legal pra vocês, né, minhas gentes? Mas vou ser sincera: TÁ DIFÍCIL. Tenho um gostinho meio deprê (como vocês já puderam perceber), e achar algo de qualidade nessa categoria anda meio difícil.

E quando você está no limbo musical, é pra isso que existem os amigos! A fofica da Allie, do blog Lovecats me indicou um pessoa maravilhosa.

Alguém aí já ouviu falar da Nina Nesbitt? Eu já tinha ouvido falar dessa coisinha estilosa, mas confesso que fui uma menina má e não me interessei. AÍ, eu me redimi, porque depois de conhecer, simplesmente me APAIXONEI!

Sabe essa música linda do Ed Sheeran, chamada “Nina”? 10 pontos pra Grifinória quem disse que ela é a musa inspiradora! Sabe aquela outra música, “Photograph”? Mais 10 pontos se você disse que era ela também!

GRYFFINDOOOOR

Sabe aquela menina que aparecia no clipe “Drunk”? 50 PONTOS SE TU RECONHECEU ELA!

Agora, parando de falar do Ed, e voltando a quem realmente interessa nesse post…

Nina Nesbitt é uma cantora e compositora escocesa-sueca de apenas 20 aninhos. Pra gente aqui no Brasil não chega muita informação, mas lá nas Europa ela tá muito bem! O single de Nina, “Stay Out” já esteve nas paradas britânicas!

Como muitos artistas da atualidade, ela surgiu no Youtube, gravando suas composições e mostrando pro mundo. Essa coisinha toca violão, piano e flauta! <3

Foi descoberta por Ed em 2012 e foi convidada por ele para apoiá-lo em sua turnê pela Europa. Linda história de amor, né? Pena que acabou :’(

Nessa pequena-longa jornada, a baixinha já lançou 5 EP’s e 1 álbum, intitulado “Peroxide”. Vamo conhecer um pouquinho desse som incrível?

Hold You

Essa foi a primeira música que a Allie me mostrou e eu quase morri do coração. É apaixonante e cheia de tristeza (sou emo, e daí?). Será que ela escreveu pro Ed? PAREI ;x

 

Statues

Não sei o que é mais fofinho: o clipe, a harmonia, a letra… É aquela música que você tem que ficar no escuro, deitada sob a janela, sendo iluminada apenas pela luz da lua e só viajar… Eu fiz isso e realmente viajei.

 

Don’t Stop

Nina não é só deprê como a Nats aqui, ok? Prova disso é essa música super amor! Além do ritmo ser mais alegrinho, a letra é daquelas que é super inspiradora, com o intuito de não deixar nos abatermos. LINDICA <3

 

Stay Out

Essa já é uma mais dançante ainda! Quer se sentir um pouquinho na Europa? Senta aqui comigo!

 

The Apple Tree

Apaixonante é a palavra. Não sei se esse é o primeiro clipe dela. Tem um estilo mais caseiro, e faz parte de um dos EP’s dela. Só que achei incrível, porque você meio que pode se sentir dentro do dia dela. Ed aparece no clipe rapidinho, just saying.

 

Spiders

Fiquei chateada que não tem nenhum vídeo bonitinho feito pela própria Nina, mas essa é a minha segunda música favorita da vida, e eu queria que vocês escutassem. T-T O jeito que ela canta é tão doído que eu sofro junto, gente!

 

O que acharam dessa little angel? Cuidado! Risco de se apaixonar à primeira vista! <3

Quem tiver uma dica bem legal, é só falar com a tia Nats, e a gente compartilha o que precisa ser compartilhado com o mundo, flw? FLW!

TAG: Você precisa ouvir! #2

Em 13.05.2015   Arquivado em Música

 

Keywest

Para dar continuidade a essa belíssima tag, hoje eu decidi compartilhar uma banda maravilinda que eu tive a honra de conhecer nas ruas de Dublin, lááá na Irlanda. Pra quem não sabe, lá também é muito comum encontrar artistas de rua. Não foi muito difícil gostar de Keywest. Até comprei os CDs deles pra ajudar a banda porque tenho certeza que uma hora vão estourar. Lembrem-se de minhas palavras!

caradelevigne

A banda é formada por cinco caras: Andrew (vocal), James (vocal e guitarra), Glover (vocal e guitarra), Sam (baixo) e Harry (bateria). Apenas dois dos integrantes são irlandeses: Andrew e Glover. Os demais são britânicos!

Esse grupo de gatchenhos são responsáveis por multidões que param a Grafton Street (uma das ruas mais movimentadas de Dublin). Estão sempre nas paradas das rádios irlandesas e estão até participando de comerciais! Então acreditem: vale a pena ouvir!

“I hope you remember that boy on the street staying in the rain hoping you notice me” *—-*

 

Algo mais animado?

Na rua? (PS: Eu estava nesse dia *—–*)

 

Uptown Funk com Iron Man? Também tem!

 

Gostaram, gostaram? *-*

Comente e sugira!

 

Sláinte!*

 

*(Brinde em gaélico irlandês. Significa “Saúde!”)

Sobre felicidade – Show do Ed Sheeran

Em 29.04.2015   Arquivado em Música

 

Stephan Solon - Move Concerts9

Já que falei tanto esperando por esse show, não só nas minhas redes sociais, mas também no Além do Meu Mundo, achei justo escrever um texto sobre o que foi estar no mesmo ambiente e poder escutar de perto aquele que embala meus ouvidos e me emociona com suas letras que me fazem questionar como alguém consegue escrever de uma maneira tão única: Ed Sheeran.

Não é nenhum post de fã maluca que acha que tem que saber a hora que o ídolo nasceu ou com quantas mulheres ele já namorou, mas daquela fã que realmente admira o trabalho de um cara que lutou para merecer o lugar que ocupa hoje.

 

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Primeiro teve aquele dia maluco de comprar os ingressos, que aconteceu SEIS MESES ANTES. A tensão para o site abrir logo e você poder fazer a sua compra. Aí o susto, porque abriram as vendas meia hora antes e a mensagem “esgotado” estampando na sua cara. O desespero de ficar com o amigo até 4 horas da manhã para finalmente conseguir comprar a Pista Premium que custa o olho da cara e o rim esquerdo, mas a sensação de “Fiz o certo.” E fiz mesmo. Sou daquelas que se não faz, se arrepende feio.

Aí o dia finalmente chega derrubando forninhos e faz você ficar 12 HORAS NA FILA. É, pode julgar mesmo. Mas sabe o que é? Nunca tinha ido num show grande, um show de uma banda ou de um cantor que me fizesse comprar o ingresso e querer estar lá. Então quis realmente fazer tudo o que uma fã faz (em devidas proporções, claro). E ao contrário do que pensei que seria, fiz amizades, ri e me diverti.

Então chega a hora de entrar. Portões abertos, pulseira premium, desespero e correria. Nunca vi uma manada de elefantes, mas posso jurar que vi uma cena bem parecida. Aí você acha que achou o lugar perfeito, mas sempre tem aquelas fãs malucas. Aquelas que estão lá a todo custo? Pois é. Empurravam, apertavam, machucavam. Com as mãos, com os cotovelos, com os pés. Além disso, quando fui tentar tirar foto, percebi que a lente do meu celular havia embaçado POR DENTRO, e o desespero dele ter estragado tomou conta de mim. Juntou tudo isso, e como não sou uma pessoa que tem saúde mental para esse tipo de situação, acabei saindo aquele “apertamento” no fim da performance de Antonio Lulic, o show de abertura. Aliás, o cara é legal. Nunca tinha nem ouvido falar dele, mas ele conseguiu animar a galera, e isso me agradou.

Saí brava e fui para um lugar onde eu conseguisse ao menos ver o palco. As luzes começaram a piscar em tons azuis e roxos. Aí o motivo pelo qual eu estava passando todo aquele perrengue subiu no palco: Ed Sheeran, com a camiseta do Brasil. Número 10 estampado nas costas com o nominho dele atrás. <3

Não sei nem descrever o que eu senti direito, porque foi uma onda de emoções enquanto ele começava a cantar uma das minhas músicas favoritas, I’m a Mess. Só ele, o violão e o seu querido loop pedal.

Não sabia se estava chorando porque estava irritada com as fãs que me fizeram sair de onde eu estava antes, se porque estava emocionada ou porque era uma babaca, mesmo.

Comecei a cantar no mesmo momento. Esqueci a raiva, o celular embaçado, meu cabelo suado e nojento. TUDO. E fiquei olhando pro palco, pro telão. E percebi como eu queria estar ali mesmo.

Aí o Ed resolve querer matar todo mundo do coração e canta uma das antigas, Lego House. Que que foi aquilo, cara! Eu pirei. A multidão pirou. Aquela sensação de ser amigo do ruivo há bastante tempo e finalmente ter parado pra ouvir aquela música com ele ali pertinho.

Depois Don’t com No Diggity e Nina. A galera não se aguentava, e acho que até mesmo o Ed não estava se aguentando. Não sei como foram os outros shows dele aqui na América do Sul, mas nunca vi esse ruivo sorrir tanto! Fora os agradecimentos. “Nunca imaginei que vocês fossem conhecer minhas músicas, sou de tão longe! Aí chego aqui e vejo que vocês sabem todas as letras perfeitamente. Vocês amam música, vocês são incríveis! Eu amo o Brasil.” Imagina se o público não gritou com essa declaração?

Ed foi ovacionado várias vezes ao som de “WE LOVE YOU, WE LOVE YOU” e “ED, EU TE AMOOO!”. E como tímido que é, sorria e ficava vermelho.

 

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Veio Drunk, veio aquela junção de Take it Back/Superstition/Ain’t No Sunshine. Acho que nesse ponto eu já estava tendo mini ataques cardíacos. Mas foi quando Photograph começou a rolar que eu quase morri mesmo. Mal me recupero e ele vem com outra que eu amo, Bloodstream. O que é aquela música ao vivo, gente? Ela por si já vale o show todinho, com as peripécias de acordes, batuques e momentos freestyles de Ed.

Aí ele faz aquele momento fofo e traz Tenerife Sea, Kiss Me, Thinking Out Loud e I See Fire, nessa ordem mesmo. Aiai, muita emoção! Em All of The Stars, uma brincadeira com a letra que matou as fãs: “Can you see the stars from Amsterdam… Or São Paulo!”

The A Team (com um mar de celulares acesos para acompanhar) e Give Me Love vêm juntas pra fazer as fãs se derreterem com músicas antiguinhas. Aí vem aquele momento foda com You Need Me, I Don’t Need You. Tão envolvente quanto Bloodstream, onde ele estende a música pra uns 10 minutos, juro!

Um mar de celulares invadiu o #LiveMusicRocks de ontem. Hoje tem mais #EdSheeranBR! Vocês já se recuperaram pro round 2?

Um vídeo publicado por Move Concerts (@moveconcertsbrasil) em

 

Então ele simplesmente sai do palco e você sabe que o show está no fim, porque ele sempre faz isso antes de cantar a última música. Bate aquela tristeziiiiinha, mas ela logo vai embora porque ele volta pra cantar o hit do CD Multiply: Sing.

O cenário e os filtros só deram aquela emoção maior ainda, fazendo a gente se derreter com trechos de clipes e imagens desfocadas do próprio ruivo.

UFA! Escrevi uma bíblia que nem sei se vão ler, mas eu precisava deixar esse dia registrado em algum lugar pra eu me lembrar sempre que o dia 28 de abril de 2015 foi o dia em que eu vi meu ídolo de perto e me diverti com ele, mesmo de longinho. Tive que registrar o único e melhor show da minha vida. O show do Ed Sheeran.

 

** Crédito das fotos: Foto de destaque – Stephan Solon – Move Concerts
Demais fotos – Marcelo Brammer / AgNews

 

TAG: Você precisa ouvir! #1

Em 10.04.2015   Arquivado em Música

 

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Como todo mundo na face da terra, sou movida por música. Tenho músicas pra tudo: correr, passear, viajar, cozinhar, escrever, dormir, tomar banho… Tudo MESMO. Sou daquelas que gostaria que cada momento do DIA tivesse uma trilha sonora, como em filmes e séries.

E se tem uma sensação tão boa quanto o cheiro de um livro novo (não me julgue!), é quando você descobre um artista novo!

 

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PEEEENSANDO NISSO, resolvi criar essa tag, onde vou trazer dicas de artistas que eu descobri pelas internet e que estão escondidos em algum lugar do mundo por algum motivo injusto dos céus e que ainda não estão no seu iPod. Ou pode ser que eles sempre estiveram aí e vocês nunca ligaram pra eles, coitados. E como papel de pessoa legal, euzinha vou tirá-los do limbo que vocês os colocaram e mostrar que eles merecem sua atenção!

E como eu não sou a única aqui que vai trabalhar, chega a melhor parte! Vocês podem me sugerir novos artistas também, assim todo mundo sai ganhando! Hein, hein?

Então bate aqui!

 

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Chega de papo! Vamos ao que interessa. O primeiro artista que vim apresentar e dividir com vocês é o Casey Abrams, de Idyllwild, Califórnia. Esse ruivo musicista fofenho de 23 anos participou da 10ª edição do American Idol e ficou em 6º lugar. Não ganhou o programa mas ganhou meu respeito.

Ele toca violão, baixo, piano, violoncelo, ukulele… O cara é BÃO, tá me entendendo? E cada música dele é uma surpresa, nada de mesmice, não mesmo. Um artista completamente original e versátil.

Por enquanto esses dois são os únicos (e incríveis) clipes dele, mas mas mas… Não tem como não se apaixonar!

 

 

E só pra garantir que ele manja dos paranauê, tem música acústica também! E da boa!

 

 

E aí? O que acharam do nosso ruivo ripongo? Conte-me tudo e não me esconda nada! Aproveita e sugere um artista novo! <3

Músicas para escrever

Em 01.04.2015   Arquivado em Inspiração, Música

 

músicasparaescrever

Ai, gente… Eu não sei vocês, mas música pra mim é TUDO. É o que me move, me traz sentimentos, me faz refletir, me faz imaginar, sonhar, voar alto!

As palavras e as músicas andam de mãozinhas dadas comigo sempre que coloco o meu cérebro e o meu coração pra funcionar e passar tudo para o papel. Eu, particularmente, não tenho um estilo favorito. Sou a eclética master e ouço tudo o que vocês puderem (ou não) imaginar.

Quer conhecer um pouquinho do que me inspira?

 

You’re Beautiful – James Blunt

Há quem odeie essa música que tocou 4891587 vezes, mas eu sou o tipo de pessoa que adora coisas repetidas! E “You’re Beautiful” ainda continua sendo uma das minhas favoritas, porque o Mr. Blunt me faz imaginar tudo o que ele descreve. Essa música já me inspirou para escrever uma crônica, inclusive! (O metrô e as suas pecualiaridades).

 

Autumn Leaves – Ed Sheeran

Sheeran is my king, definitely! E essa ainda é a música que se tornou um hino pra mim. Que me move, que me faz suspirar o tempo todo. Não é novidade que a voz dele me traz aquela paz no coração, mas “Autumn Leaves” em especial me inspira, me fascina, me aquece. Não é complicado. <3

 

Cartwheels – The Reindeer Section

Essa música tem uma letra muito triste, mas o ritmo dela me incendeia de uma forma que eu nem sei! Adoro ouví-la enquanto ando pela rua num dia cinza. Pra quem gosta de The O.C., essa música fazia parte da trilha sonora da série! Super recomendo!

 

Falling Slowly – Glen Hansard & Marketa Irglova

Ai, gente, essa música é muito *——-*. Faz parte do filme irlandês “Once”. Saudade saudade! Só o trailer do filme me faz voltar pra Dublin e dá um apertãozinho no coração! Ela é CHEIA de emoção e me mata muito!

 

Hey There Delilah – Plain White T’s

Back to 00’s! Não importa quanto tempo passe, essa ainda é muito minha música (My Precious!). Volto aos meus 15 anos facilmente e sou capaz de sentir tudo o que eu sentia naquela época, juro! E isso me ajuda muito no momento de escrever. Me faz ser nostálgica. <3

 

XO – John Mayer

A diva Beyoncé que me perdoe, mas essa música com o John é muito amor. A letra se encaixou perfeitamente na voz dele, gente, não dá! Quantos textos eu já não escrevi ouvindo esse Ser cantando ESSA música? Socorro.

 

Somewhere Only We Know – Keane

Derrubando todos os forninhos com essa música, né. Ela é uma declaração explícita de alguém que está repensando a vida, e acho que todos nós passamos por isso em algum momento da nossa vida. Apenas. Será que não inspira, será?

 

Que música te inspira? Comenta aí, meu bem!

Resenha: “X” – Ed Sheeran

Em 25.03.2015   Arquivado em Música

 

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Olá pessoal, meu nome é Lucas, sou colaborador do blog e farei resenhas de álbuns e (muito raramente) shows para vocês. Espero que curtam.

Meu post de estreia em Além do Meu Mundo, apesar de não ser uma novidade, é um presente à digníssima Natália Petrosky, autora do blog e fã incondicional de Ed Sheeran.

Além disso, é importante lembrar que em Abril teremos uma série de shows dele no Brasil. Ou seja, aproveitei a ocasião e matei dois coelhos numa cajadada só.

Então aperta o play e vem comigo!

Ed Sheran – “X” (2014)

“X” (2014) é o segundo álbum de estúdio da carreira de Ed Sheeran (às fãs mais exaltadas, digo que sei que ele gravou uma porção de EP’s anteriormente). Apesar de se manter fiel às suas origens e ainda beber na fonte de Damien Rice, Sheeran aposta em uma mistura entre a sua já conhecida melancolia acústica e a sonoridade mais pop que o mainstream não pede – exige.

A faixa “One” abre o disco sem muitas surpresas. Pessoalmente acredito que uma música mais pulsante seria mais adequada, mas tudo bem – essa passa. Em seguida temos a excelente “I’m a Mess”. Orgânica, pulsante e moderna, é música pra apagar a luz e curtir numa boa.

Em seguida temos aquela música que pode ser considerada o seu divisor de águas. Feita em parceria com o cantor/produtor/rei dos ‘featurings’ Pharrel Willians, “Sing” é uma canção extremamente pop, marcante e fácil de assimilar. Com ares de hino de futebol gaélico, merecia ter sido escolhida como faixa de abertura do disco (sim, eu falo ‘disco’, sou velho e até que convivo numa boa com tudo isso J)

Já entrando no miolo do álbum temos “Don’t” e “Nina”, ambas com forte influência de Hip Hop anos 90 e Rn’B moderno. Entretanto, vale salientar que Ed Sheeran soube fugir da cafonice dos sintetizadores e efeitos na voz que marcaram esses dois estilos. Manter a pegada acústica em boa parte do tempo é o que faz esse álbum soar tão bem. Ponto pra ele.

“Photograph” provavelmente deve ser a faixa preferida das fãs de Ed Sheeran. Nesta faixa, as cordas abafadas do violão dão vazão à melodia marcante que credencia Sheeran como um grande hitmaker. Menção honrosa ao simples, mas belíssimo arranjo de fundo.

Eis que chega a minha faixa favorita. “Bloodstream”, entre palhetadas e sussurros, relata as alucinações de Sheeran sob o efeito de ecstasy. É a faixa mais extasiante do álbum – não poderia ser diferente, né?

“Tenerife Sea” é magnífica. Tem corpo, alma e um coro apaixonante. Sério, essa faixa me surpreendeu. Mais à frente temos “Runaway”, onde podemos novamente notar o toque de Black Music dado por Pharrel Willians. Detalhe: é uma das poucas faixas em que se pode ouvir uma banda completa (baixo, bateria, guitarra e teclados).

Em “The Man” Ed Sheeran extravasa todas as suas aflições e literalmente expõe suas cicatrizes, fazendo dos fãs seus confidentes. O dub de fundo dá o ritmo de sua história e conversa perfeitamente com os outros instrumentos. Haja fôlego e coragem.

“Thinking Out Loud” soa como uma verdadeira homenagem a Marvin Gaye (não vou dizer que é plágio, pois seria uma heresia. Mas a base é bem parecida com “Let’s Get It On”). É aquela música pra dançar coladinho com a pessoa amada (ou quem sabe fazer uma serenata, hein?).

“Afire Love” fecha o álbum como um ponto de interrogação. A canção soa um pouco deslocada do álbum e poderia ter sido evitada, mas também não chega a comprometer.

Obs: Preferi não incluir as faixas da versão Deluxe na resenha (ninguém merece um textão desses)

 

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Nota: 8,0

Álbum para ouvir: Sozinho no último volume

Pontos altos: “I’m a Mess”, “Bloodstream” e “Tenerife Sea”

Pontos baixos: “One” e “Afire Love”

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