Livros que quero ler

Em 10.10.2015   Arquivado em Livros

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Sabe aquela lista de livros enorme que você lê um, risca da lista e acrescenta mais três? É a minha lista.

Eu deveria ser como toda garota normal que não pode entrar em uma loja de sapatos. Mas não, eu não posso entrar em uma livraria sem sair com pelo menos um outro título anotado para ler depois.

Vocês devem, inclusive, estar sentindo falta das resenhas que costumo fazer, e bom… A verdade é que não tenho tido tempo de terminar UM LIVRO. Comecei QUATRO e desde que cheguei aqui em New York não tenho conseguido continuar nenhum deles.

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E o motivo de “desinspiração” eu já descobri: preguiça de ter que ler um livro todinho em inglês. Parece bobeira, mas não é. Tem hora que o cérebro simplesmente cansa.

E claro, ainda assim a minha lista de livros continua a crescer. Por isso resolvi escrever sobre ALGUNS dos livros que estou lendo ou lerei em breve para me dar um empurrãozinho.

 

Naomi & Ely e A Lista do Não-Beijo

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Sinopse: Naomi e Ely são amigos inseparáveis desde pequenos. Naomi ama Ely e está apaixonada por ele. Já o garoto, ama a amiga, mas prefere estar apaixonado, bem, por garotos. Para preservar a amizade, criam a lista do não beijo — a relação de caras que nenhum dos dois pode beijar em hipótese alguma. A lista do não beijo protege a amizade e assegura que nada vá abalar as estruturas da fundação Naomi & Ely. Até que… Ely beija o namorado de Naomi. E quando há amor, amizade e traição envolvidos, a reconciliação pode ser dolorosa e, claro, muito dramática.

 

Eu comecei a ler esse livro no Brasil, o trouxe comigo, mas na bagunça da minha vida parei de ler e quero recomeçá-lo pra fazer a coisa direito. E não é que o livro seja ruim. Muito pelo contrário. Achei a história simplesmente incrível porque é bem diferente de tudo. Super engraçada e despretensiosa. Eu nem sabia da existência desse livro, mas foi aquele caso de amor à primeira vista com a capa. Porque é azul (minha cor favorita), porque o copinho de café é em relevo e me faz pensar em New York. E aí me encantei ainda mais quando comecei a ler e vi que a história se passa, de fato em New York. Minha vontade é ir em todos os lugares que se tornaram cenários. E sim, eu vou tentar fazê-lo. Se tudo der certo postarei não só a resenha como também esse passeio.

 

The List

TheList

Sinopse: A mais bonita. A mais feia. Isso acontece todo ano antes do baile – uma lista é divulgada por toda a escola. Ninguém sabe quem a escreve, mas ninguém realmente se importa.

Duas garotas de cada série são escolhidas. Uma é nomeada a mais bonita, a outra a mais feia. As garotas não escolhidas são rapidamente esquecidas, mas as escolhidas se transformam no centro das atenções e reagem de diferentes maneiras.

A alegria de Abby por ter sido nomeada a mais bonita é obscurecida pelo ressentimento da irmã; Danielle se preocupa com a reação do namorado diante da novidade; Lauren, a garota educada em casa, fica cega com a rápida popularidade; Candance não é feia nem de perto, deve ter havido algum engano; Bridget sabe que a transformação do verão não foi algo a ser celebrado; Sarah sempre se rebelou contra a ideia de beleza tradicional, e ela decide levar a comunidade a outro nível; E Margo e Jennifer, ex-melhores amigas que pararam de se falar há anos são forçadas a se confrontar para entender o porquê do fim da amizade.

O estrago é feito e o preço é alto.

 

Esse é o livro que estou lendo atualmente e que PROMETO não soltá-lo como fiz com os outros três que estou ~lendo~. Comprei essa semana com o intuito de me inspirar novamente. A sinopse (“traduzida” por mim já que não achei nada em português sobre o livro) me chamou a atenção e a leitura parece ser fácil para eu começar. Esse assunto me interessa muito, porque de certa forma, ao se pensar em rótulos de “mais bonita e mais feia”, automaticamente pode-se pensar sobre o bullying, que como todo mundo sabe, é assunto que muito me interessa.

 

Unspoken

Unspoken

Sinopse: Kami Glass está apaixonada por alguém que nunca chegou a conhecer – Um garoto com o qual ela conversa desde o seu nascimento. Isso a faz uma pessoa diferente em sua pacata cidade inglesa Sorry-in-the-Vale, mas ela aprendeu a utlizar isso a seu favor. Sua vida parece estar em ordem, até que eventos perturbadores começam a ocorrer. Houveram gritos na floresta e pela primeira vez em 10 anos a mansão com vista para a cidade se iluminou… A família Lynburn, que governou a cidade há uma geração e que todos abandonaram sem aviso, agora retornou. Agora Kami pode ver que a cidade que ela conheceu e amou a vida toda está escondendo um punhado de segredos – e um assassinato. A chave para tudo isso só pode estar no garoto em sua cabeça. O garoto que ela pensava ser apenas fruto de sua imaginação é real, e difinitivamente algo deliciosamente perigoso.

 

Na minha caçada por livros na rede social de Bookaholics, Skoob.com.br, acabei descobrindo essa obra literária que muito me interessou. As críticas que li também fazem uma boa referência e tô louca pra ler!

 

Fangirl

Fangirl

Sinopse: Cath é fã da série de livros Simon Snow. Ok. Todo mundo é fã de Simon Snow, mas para Cath, ser fã é sua vida – e ela é realmente boa nisso. Vive lendo e relendo a série; está sempre antenada aos fóruns; escreve uma fanfic de sucesso; e até se veste igual aos personagens na estreia de cada filme.

Diferente de sua irmã gêmea, Wren, que ao crescer deixou o fandom de lado, Cath simplesmente não consegue se desapegar. Ela não quer isso. Em sua fanfiction, um verdadeiro refúgio, Cath sempre sabe exatamente o que dizer, e pode escrever um romance muito mais intenso do que qualquer coisa que já experimentou

na vida real.

Mas agora que as duas estão indo para a faculdade, e Wren diz que não a quer como companheira de quarto, Cath se vê sozinha e completamente fora de sua zona de conforto.

Uma nova realidade pode parecer assustadora para uma garota demasiadamente tímida. Mas ela terá de decidir se finalmente está preparada para abrir seu coração para novas pessoas e novas experiências.

Será que Cath está pronta para começar a viver sua própria vida? Escrever suas próprias histórias?

 

Esse livro está na minha lista há SÉCULOS e eu ainda não o li por motivos de: acho ele muito caro no Brasil. Porém, no entanto, todavia, agora que estou aqui a coisa mudou de figura e eu estarei apta a comprá-lo. Nem preciso falar porque quero muito ler esse livro, né? Precisa? Tá bom. Uma palavra: fanfictions.

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Essa é a minha lista do momento, embora eu tenha cerca de 120 na lista real… Mas esse assunto a gente deixa pra outro dia!

E aí? Alguém também se interessa em ler um desses livros ou já leu algum e quer dar opinião? MANDA A VER. Só não dê spoiler, pelo amor de Jeová.

spoilers

10 coisas que aprendi com relacionamentos

Em 22.06.2015   Arquivado em Inspiração

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Ah, o amor…

Os solteiros que me perdoem! Vi muitos posts nas redes sociais criticando o dia/mês dos namorados e fiquei meio sem entender. Qualé, galera! Vocês têm 11 meses/335 dias que são só de vocês! Compromissados também são felizes, por favor, obrigada, de nada.

Fiquei meio em dúvida se faria esse meme do Rotaroots* porque acho que aprendi TANTA COISA e venho aprendendo tantas outras, que não sabia nem o que colocar nessa joça. Mas aí achei legal compartilhar um pouquinho do que é essa coisa maluca que uns acreditam que não existe, e outros ignoram a existência até que um dia finalmente aconteça com eles: amar! [/Natsgay]

Eu já tive uns peguetes no passado [num passado meio distante, na verdade], mas pra quem não sabe, eu namoro, e não é há pouco tempo, não. São seis anos e sete meses (e por acaso, meu namorado é colaborador no blog, sim senhô! <3). Caiam pra trás, morram do coração, julguem, chorem. E pasmem, um dia ainda é mais incrível que o outro e é mais único que tudo! <3

Então acho que aprendi BASTANTE coisa e posso passar um pouquinho de tudo o que eu sei, né? Ready? Go!

 

1. Aprendi a gostar de mim

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Vocês não leram errado. Uma coisa que é MUITO importante antes de iniciarmos qualquer relacionamento… Ou até mesmo, ASSIM que iniciamos um relacionamento… É aprender a se gostar primeiro. Não adianta querer demonstrar carinho por alguém se você não tem carinho por si próprio(a). Se eu não gosto de mim, quem vai gostar? Temos que estarmos felizes com nós mesmos, gostarmos de quem somos, sem medo!

 

2. Aprendi que certas atitudes valem mais do que palavras

Delena

Pois é. Como sou fã de palavras, sempre fui muito de acreditar mais nelas do que na atitude de alguém. Quando comecei a namorar, percebi que embora algumas coisas não tivessem sido ditas, não significava que não existiam ou não tinham valor. Um gesto realmente vale mais que mil palavras e provocam 300.000 outros sentimentos impossíveis de serem descritos.

 

3. Aprendi que é muito mais gostoso conquistar algo quando você tem com quem compartilhá-lo

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Conquistar coisas e realizar sonhos é sempre incrível. Não estou dizendo que não tem graça se você estiver sozinho. NÃO É ISSO. Mas se você tem uma pessoa que te ama e torce por você, não há nada mais maravilhoso no mundo. É comemoração em dobro, são sorrisos em dobro.

 

4. Aprendi a compartilhar gostos diferentes

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É o seguinte. Não é porque você está com alguém que terão gostos parecidos em TUDO, e isso é completamente NORMAL, ok? Afinal, as pessoas são diferentes. Se você quer alguém com gostos iguaizinhos aos seus, é melhor namorar com o espelho ~badumtss~. O legal de estar com alguém é ter a chance de abrir a mente e ampliar os horizontes, conhecer coisas novas. E como meu namorado é músico, fico feliz em dizer que ampliei bastante o meu gosto musical! <3

 

5. Aprendi que o amor é maior do que a distância

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Muitas pessoas passaram ou passarão pela experiência da distância. Não vou dizer que adorei e recomendo. Além de n fatores que não citarei aqui, existe a principal delas: a saudade que machuca. Pensei que fosse morrer… Mas não morri.

Às vezes o relacionamento passa por provações. Acho que a minha foi essa. É normal perseguirmos sonhos diferentes, e em algum momento isso acaba acontecendo, mas isso não significa que é o fim do mundo. Mesmo nos momentos mais difíceis. E se tem uma coisa maior e melhor do que a distância… É quando você cruza o mundo e reencontra quem você ama. Eu o fiz. <3

 

6. Aprendi que algumas experiências loucas são incríveis a dois

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É meio que aquela história sobre realizar sonhos e ter alguém para compartilhar, sabe? Por mais que tenha coisas que você gostaria de fazer sozinho(a), às vezes a experiência pode ser melhor do que você poderia esperar quando compartilhado com quem ama. Aliás, acredito muito em destino. Talvez, se você não estivesse com aquela pessoa, nada daquilo teria acontecido, já pensou nisso? Foi assim quando viajei pra Dublin. <3

 

7. Aprendi a não levar as coisas tão a sério

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Acho que depois de “te amo” e “tô com fome”, essa foi a frase que mais ouvi no meu relacionamento! Sempre levei tudo muito a sério, até as brincadeiras. Sabe aquela coisa de “toda brincadeira tem um fundo de verdade”? Levo a ferro e fogo!

Mas estar com alguém brincalhão, que vê graça nas coisas e gosta de me fazer rir fez essa coisa se amenizar em mim. Fez a minha vida ganhar um pouco mais de diversão!

 

8. Aprendi a perdoar e a ser perdoada

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Acho que mais difícil do que perdoar é ser perdoada, porque não sei vocês, mas pra mim não basta apenas ser perdoada pelo alguém. Sofro muito para perdoar a mim mesma quando erro. Acho que essa é uma das coisas que aprendi e venho aprendendo todos os dias. Precisamos dar uma segunda chance a nós mesmos antes de querer que alguém nos dê essa segunda chance.

 

9. Aprendi a ter mais paciência

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Confesso que se meu namorado ler esse item, vai dar umas boas gargalhadas, porque eu ainda sou uma pessoa MUITO nervosa e sem paciência, mas se querem saber, eu acho que melhorei bastante com relação a esse ponto. Eu nasci brava, cresci brava, vou envelhecer brava e vou morrer brava. Talvez a minha causa de morte seja a braveza! Mas uma coisa é certa: eu aprendi a entender que tudo tem a sua hora e tenho consciência de que preciso ser uma pessoa mais calma. O primeiro passo é a aceitação, né, gente?

 

10. Aprendi (e aprendo) que amar é mais do que estar em um relacionamento

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No fim, não se trata apenas de ter um namorado. E sim de ter um melhor amigo, aquele pra todas as horas, de manhã, de tarde, de noite, de madrugada. Alguém com quem você sabe que pode contar, e que aliás, pra quem você pode contar tudo! Seus medos, receios, sentimentos, ideias, frustrações. Ele até vai rir das suas piadas sem graça. Vai tirar com a sua cara, vai te apoiar e puxar sua orelha.

Você aprende que é mais compreensível do que achou que era, que é mais forte do que jamais imaginou. Que é capaz de ajudar e fazer coisas inimagináveis por alguém. Porque você vai saber que vale a pena. <3

 

*O Rotaroots é um grupo que preza pela volta dos tempos de ouro dos blogs! Caso tenha gostado, peça solicitação no grupo do Facebook para participar de discussões e ver os temas do mês! <3

10 objetos mágicos que eu queria

Em 22.06.2015   Arquivado em Off topic

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Um absurdo. Um absurdo eu falar que sou fã maluca do Harry Potter e ainda não ter feito UM POST no blog sobre meu querido. Então, pronto. Assunto resolvido!

Sabe aquele momento em que você está assistindo um filme/série ou lendo um livro e se depara com um objeto que você daria um de seus rins para tê-lo, mesmo que este objeto sequer exista? Pois bem! Depois de assistir Harry Potter pela trilionésima vez, pensei em fazer um post falando sobre os objetos mágicos do universo de J.K. Rowling que eu mais gostaria de ter no mundo todo!

Sigam-me os bons!

 

Bolsa Extensiva

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Resolvi começar com o objeto que eu aposto a minha fortuna que é o sonho de todas as garotas do universo. Quer dizer… Quem não sonha com uma bolsa minúscula, estilosa, que caiba tudo e ainda por cima não pese?

Para quem não lembra, Hermione lançou um feitiço indetectável de extensão na sua bolsinha para poder levar livros, poções, barracas de acampamento e tudo o que desse na telha para a caça aos Horcruxes com Harry e Ron.

 

Vira-Tempo

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Ah, não posso fazer nada se a Hermione tem os melhores acessórios, gente (mentiraaaaa), mas a J.K. Rowling se encarregou de deixar a nossa Sabe-Tudo super bem equipada. Além do mais, acho que a Hermione seria a única com ótimo discernimento para usar um objeto capaz de fazê-la voltar no tempo e mudar algum acontecimento. Qualquer detalhe malfeito poderia causar um estrago daqueles no presente.

 

Carro Voador

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Em uma época caótica como a em que vivemos, ter um carro voador seria TOP DA BALADA pra fugir do trânsito, gente, fala séééério! Imagina que demais! Seria de uma classe sem tamanho. Toda vez que estou presa no trânsito, me imagino apertando um botão que fizesse meu carro sair voando, juro! Ainda espero por uma invenção dessas!

 

Desiluminador

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O Dumbledore foi muito manjão ao ter criado um gadget desse! E o Ron foi sortudo de tê-lo herdado do falecido diretor. Já pensou ter um Desiluminador para quando aquela preguicinha de ir até o interruptor para apagar ou acender a luz do quarto bater? Super fechativo, gente.

 

Espelho de Dois Sentidos

Espelho

Vocês podem até dizer: “Pra que diabos vou querer um espelho para me comunicar se já tenho Skype?”. Garanto que esse gadget não tem delay ou má conexão, ok? Humpf. O Espelho de Dois Sentidos só aparece em A Ordem da Fênix. James Potter e Sirius Black possuíam um par desses! Para que você consiga contatar o outro espelho, basta dizer o nome do dono. Legal, né?

 

Pena de Repetição Rápida

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Embora a dona da pena seja uma bitch a Rita Skeeter, não podemos negar que é um acessório incrível. Eu não sei vocês, mas a minha vida teria sido muito melhor na faculdade se eu tivesse uma pena dessas, que escreve sozinha tudo o que é dito no ambiente!

 

Penseira

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Pra quem é nostálgico como eu, iria pirar em ter uma Penseira. Imagina relembrar os momentos mais perfeitos da sua vida? Tudo o que precisa fazer é guardar a sua memória de alguma forma para depois despejá-la dentro da bacia. Pode ser até mesmo uma lágrima (pudemos ver isso com o Snape, snif snif), e mergulhar o rosto dentro do objeto. Voi là! Ah, ela também seria ótima para aqueles momentos em que você está numa discussão de “Eu disse”/“Não disse”. Basta dizer “Vamos ver na Penseira, então.” Hahahaha.

 

Berrador

Berrador

“RRRRONALD WEASLEY! COMO. SE ATREVEU. A ROUBAR. AQUELE CARRO!” Um dos melhores momentos de A Câmara Secreta, sem sombras de dúvida. Aliás, para quê fazer homenagens de telemensagens quando você pode ter um Berrador? Brincadeira… Acho que esse é aquele tipo de gadget que funciona mais para as mães que querem nos expor ao ridículo, sabe? Pensando bem, que bom que ele não existe! Medinho.

 

Orelhas Extensíveis

OrelhasExtensíveis

Não poderia fazer esse post sem nenhum gadget da loja mais incrível do universo, Geminialidades Weasley, certo?

Fred e George Weasley foram mesmo os reis dos acessórios mais legais e úteis da VIDA. Acho que a melhor invenção deles – depois do Kit Mata-Aula – foram as Orelhas Extensíveis. Ótimas para quem está cansado de ser expulso da sala quando os mais velhos querem ter “conversas de adultos”. Basta colocar um dos pares na própria orelha e a outra por debaixo da porta!

 

Capa da Invisibilidade

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Entregue a Harry como um objeto “de pai para filho”, a Capa da Invisibilidade faz parte, na verdade, do Conto dos Três Irmãos e pertenceu ao Ignoto Peverell. Na história, a Morte concede um pedido a cada um dos irmãos, e o terceiro pede por um objeto que pudesse lhe esconder para sempre de todo o mal. A Morte, de muita má vontade, corta um pedaço de seu próprio manto e cria a Capa da Invisibilidade. Então o manto foi passado de geração em geração até chegar ao pai do Harry.

Um acessório perfeito para saber o que azinimiga falam de você, não?

 

E aí, gente? Qual o gadget gostariam de ter? Se esqueci algum item maneiro que vocês curtem, não deixem de comentar!

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