4 ON 4: Um dia na minha vida

Em 10.06.2016   Arquivado em Por aí

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Tô viiiiva, gente!

Sei que tô sempre prometendo uma volta triunfante que nunca acontece, mas todo grande gênio mundo tem bloqueio criativo em algum momento da vida.

EmmaWatsongrrrr

Por isso que foi uma surpresa e uma animação muito grande quando a minha querida Allie, do blog Lovecats, me convidou pra fazer parte de um projeto fotográfico! Quem sabe assim não me animo a fazer posts decentes para os meus leitores mais que decentes? Sim ou com certeza?

So! Dona Allie convidou mais duas blogueiras super queridas pra participar do 4 on 4: a Nathália do 48 Janeiros e a Isabelle do Pequeno Ser Pensamente. Se ficou interessado(a) em dar aquela checadinha básica, don’t worry! vou elencar todos os blogs bonitinhos ao final do post!

Muito que bem, muito que bom. Um sorteio bem elaborado (de papelzinhos via vídeo super fofo da Allie) decidiu que o primeiro tema seria “Um dia na minha vida”. Achei bem pertinente e até divertido, porque apesar de eu sempre trazer fotinhos da minha vida aqui nos USA, é sempre um compilado. E dessa vez eu vou mostrar (bem resumidamente) um pouquinho da minha rotina no dia-a-dia. Inclusive a missão “ser au pair”.

Senta que lá vem foto do dia 08 de junho, melbem!

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Acho que já deu pra notar pelas minhas fotos anteriores que AMO tirar foto de sombra, néam? Pois bem. As sombrinhas ali são, da direita pra esquerda, eu, Levi e Zev (os dois meninos dos quais eu cuido). Estávamos esperando pelo bus school!

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Aqui é a minha pessoa prontinha para ir ao parque correr! *-* desde que começou a esquentar, abandonei a academia para me exercitar ao ar livre com uma amiga!

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Eis aqui as pernas da branquela a caminho do parque. Não tem nada demais, mas gostei da composição das corer, COLICENÇA.

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Essas duas fotinhos foram tiradas seguidamente, ainda indo para o parque! Eu adoro a caminhada até lá. (Acho que deu pra perceber, né?)

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Essas três fotinhos representam o momento em que espero pelo school bus do Levi chegar. Eu caminho até o final do quarteirão da minha rua, e minha vista é essa casa que eu fico namorando todos os dias. E aí não demora muito até aquele famoso school bus amarelo que amamos no filme chegar! <3

Queria ter feito uma coisa mais bem elaboradinha, e juro que tive ideias bem foficas para tal, mas ainda deu pra perceber que a velha Nats ainda não voltou com os posts tudo, né? Porém, no entanto, todavia, eu ainda não desisti! Então não desistam de mim tomein, por favorzinho!

Mal posso esperar pelos próximos temas! E quer saber de uma coisinha? Até que me deu vontade de postar minhas 9384363283427 fotos atrasadas, hein?!

Muito bem, por hoje é isso, kids! Ah!

Seguem os blogs das outras meninas! Deliciem-se <3

Lovecats

48 Janeiros

Pequeno Ser Pensante

Um rolê por New York #5

Em 19.03.2016   Arquivado em Por aí

Eita, que eu vim tirar a teia desse blog de uma vez, minha gente! Não priemos cânico, juro que não fiz aquele post pra sumir de novo. Agora que as coisas estão voltandinho nos eixos, resolvi dar aquela avaliada nas fotos dos últimos meses que eu deveria ter postado aqui, mas NÉ?

A verdade é que eu fiz vááários passeios em parques e outros sposts super legais, mas atrasei tanto os posts que não sei se valeria à pena postar tudo. Então decidi fazer um compilado dos melhores cliques que dei por aí. É CLARO que ainda existem outras mais e vou retomar a coisa toda aos pouquinhos, pinky promise! E se caaaso vocês queiram que eu poste os passeios na íntegra, separadinhos… É só fazer aquele coment fofo ou entrar em contato comigo como muitos fizeram na minha ausência! Aliás, obrigada pelo carinho *-*

Ok, agora CHEGA de papo, vou mostrar por onde eu andei nesses dois meses. Aliás… Muitos cliques são de outubro, dos meados dos Dias das Bruxas, riri. 😡

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PS1: Aí você vai no mercado no mês de outubro e.. Opa! O_O

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PS2: AAAI, o outono! O inverno sempre foi a minha estação favorita… Mas o outono nos USA, gente… Indescritível. Como bem podem ver, o que eu mais fiz nessa estação foi ir aos parques mais lindos da vida, haha

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PS3: Uma das minhas fotos favoritas da vida. New York in blue <3

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PS4: Uma fotinho pra ilustrar o meu Natal, que aliás, foi maravilhoso! Passei na casa da minha miga mais linda, Ana, do canal Agora Virei Gringa. Saudades, guria :'(

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Overdose de fotos aleatórias, EU SEI. Mas juro juradinho que se quiserem posts foficos mostrando spots específicos, eu faço. Vocês decidem, munamures. <3

Um rolê por New York #4

Em 09.11.2015   Arquivado em Por aí

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AIAI! Depois de muitos puxões de orelhas e cobranças, trouxe mais fotinhos do que tem sido morar aqui em NYC, gente. Vou confessar que ainda tenho MUITAS fotos pra postar, mas quero falar sobre tanta coisa que acabo me desorganizando com relação a isso, mals aí :B

A verdade é que esses dias eu tenho me focado mais na minha inspiração também. Tenho me sentido fora dos eixos criativos nas últimas semanas, o que pra mim é desesperador – exceto com relação às crônicas. Graças aos céus, ideias não me faltam pra essas histórinhas <3. Sei o que vocês estão pensando… “Ela está em New York e está desinspirada?! Pode isso, produção?!”

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Poder não pode, mas não escolhemos quando esse tipo de coisa vem nos assombrar, né? Por isso estou lutando contra esse mal! E antes que venham falar qualquer coisa, entendam que não é FALTA DE IDEIAS. É falta de organização das ideias, mesmo.

Anyway! Explicado o drama da minha vida que acho que devo a vocês explicar, vamos ao que realmente importa! Vocês vão ver pouquíssima coisa do Central Park, que ainda não tive tempo pra explorar, acredita? Também vão ver a coisa mais linda que é a Brooklyn Bridge de noite. É simplesmente INCRÍVEL. Não tenho outra expressão melhor pra descrever. A palavra que gosto de usar em inglês seria breathtaking, e jájá vocês vão entender o porquê. Vem comigo <3

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PS1: Reconheceu essa pic de algum lugar? Não, não é coisa da sua cabeça! Ela ilustrou a crônica “Ponte”, que aliás tem tudo a ver com essa paisagem! Vem ler <3

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Um rolê por New York #3

Em 29.10.2015   Arquivado em Por aí

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Quem é vivo sempre aparece, né? Eu sei! Tem MUITA gente querendo me matar, várias pessoinhas fofas vieram falar comigo que eu não ando postando… E todo post que eu faço eu dou a mesma desculpa do “tempo”. Mas na verdade agora a desculpa é outra! Achei que eu NUNCA ia escrever isso aqui, e é bem triste começar um post falando uma coisa dessas, na verdade! Mas é que esses tempos eu estou me sentindo sem inspiração NENHUMA pra postar, gente!

CALMA, que eu não vou ser dramática e deletar tudo (para desespero dazinimiga riririri). É só uma fase minha mesmo, sei lá!

Como não estou muito no mood de posts mais elaborados, resolvi fazer um post que é super adorado pelos leitores tudo, que são fotinhos dos passeios que faço por NYC! Quem sabe não me animo? Aliás, minha parte favorita de postar fotos é fazer as legendas! ~sdds orkut~

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PS1: Só porque eu gostei da escada

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PS2: Ignora o bico de pato, faz favô.

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PS3: Foto de Tumblr, porque sim <3

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PS4: Fazendo uma das coisas que eu nunca achei que teria saco: relaxar deitada no parque. E sim, agora amo fazer isso <3

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PS5: Pena que a foto não ficou tão boa quanto a vista realmente era 🙁

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PS6: Central Park visto do Top Of The Rock <3

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PS7: Sim, é a Ana do canal Agora Virei Gringa de novo, se acostumem, porque vão enjoar da cara dela aqui <3 E essa coisica fofa do outro lado é a Nana, amiga da Ana que veio de Phoenix visitar a cidade que nunca dorme!

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PS8: Se achando a modelete

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Tá bão de foto por hoje, né? Se bem que ainda tenho umas 65326721 pra postar ainda! Me segurem! <3

Au Pair: Namoro a distância

Em 15.10.2015   Arquivado em Por aí

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Pois é. Depois de muitos pedidos, resolvi falar do assunto que assusta muito as futuras au pairs que deixarão o país e são comprometidas.

Aí vocês devem estar se perguntando: “Como sobreviver a isso?”/”Nosso amor vai acabar!”

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Meu primeiro conselho é:

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Calmou? Então agora vamos lá!

Ninguém aqui tá falando que vai ser uma coisa simples, porque não é. E eu acho que eu sou a melhor pessoa pra falar sobre isso por motivos de: já passei por isso antes.

Há dois anos atrás eu tive um namorado que foi fazer intercâmbio em Dublin e ficou lá 8 meses. Aí vocês devem estar pensando: “Você deve ter morrido.”

Pra ser sincera, eu achei que fosse mesmo.

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Só que não. Ao que contrário do que podem pensar, aprendi MUITA COISA com essa distância. Aprendi a me conhecer melhor, a saber meus gostos, a ficar sozinha… E descobri que ficar sozinha é totalmente diferente de ser sozinha, e que em alguns momentos isso é uma delícia!

É claro que eu não descobri isso de cara, né, gente. Tive que aprender na marra. Nós dois aprendemos com os erros e estamos tentando não cometer os mesmos erros que cometemos quando ele foi, e mesmo assim, todo dia é uma nova lição a aprender!

Então eu estou aqui para tentar acalmar o coração dessas moças todas com algumas diquinhas primordiais pra que esse relacionamento perdure.

 

Diálogo

Esse é o primeiro item porque provavelmente é a primeira coisa que acontece quando você decide que quer ser au pair. Vocês vão precisar conversar sério e honestamente para saber o que será do relacionamento de vocês a partir deste momento.

Você vai. Essa é a primeira coisa a ser dita. Vocês vão continuar o relacionamento? Ele(a) aceita continuar o namoro? Como vai funcionar? Vocês vão se ver? Ele(a) vai te visitar?

Como você pode ver, tem MUITO assunto pra ser resolvido.

Não faça novela novela mexicana antes da hora.

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Compreensão

Esse item é primordial no relacionamento, ainda mais em se tratando de intercâmbio. E isso não serve só pra quem está ficando, mas pra quem está partindo também.

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Pra quem fica

Não vou ser hipócrita, até porque já estive no lugar de quem fica. Esse é o papel mais difícil. É compreender logo de cara que o seu amor deseja realizar algo pessoal do qual você não irá necessariamente fazer parte, mas que isso não é de um todo ruim (só que você só percebe isso depois). É compreender que o egoísmo precisa ser deixado de lado. Acho que essa foi a parte mais complicada pra mim quando ele foi, e eu sinto muito por isso até hoje. Sei que era mais nova, mas acho que eu poderia tentar levar as coisas um pouco menos na emoção, só pra variar um pouquinho.

Também tem que compreender que o seu amor está indo desbravar uma outra terra e conhecerá pessoas novas, mas isso (pelo menos no nosso caso) não será uma ameaça ao seu relacionamento.

 

Pra quem vai

Apesar de você estar com a cabeça à mil, com visto, malas, família, ansiedade tudo ao mesmo tempo, terá que abrir um espaço gigante pra compreender que o seu amor que está ficando vai sofrer mais do que você nesse período, e isso é triste e inevitável. Não adiantará você dizer que tudo vai dar certo, que vocês vão passar por isso, que você continuará amando-o(a). Nada faz o sentimento de “perda” dele(a) ir embora, e você precisa entender que isso não é necessariamente sua culpa. Você vai ficar triste e vai sofrer junto, óbvio. Mas não se sinta culpada(o).

Você vai ter que compreender que “cada cabeça é uma sentença”, e que ele(a) pode reagir de diferentes maneiras. Talvez ele(a) queira participar de todo o processo, queira te ajudar com as malas, queira saber dos seus planos (como no caso do meu namorado). Mas pode ser que ele(a) não queira nem ouvir a palavra “intercâmbio” ou o nome do destino para onde você vai. Talvez ele(a) não aguente e comece a chorar só de pensar à respeito (como no meu caso. Culpada nos dois itens). E de novo, eu muito me arrependo da minha postura diante disso, pois era um momento em que meu namorado precisava de apoio e eu não o dei. Peço desculpas pra ele até hoje por isso.

 

Paciência

Como se não bastasse vocês terem que lidar com a própria situação e com a saudade de matar, ainda tem aquelas pessoas que fazem você perder a cabeça, tentando te fazer pensar besteira mesmo sem intenção. Não entendeu?

Sabe aquele primo que solta: “Nossa, mas relacionamento a distância não dá certo, cês sabem, né?” ou “Iiiiih, quem vai trair primeiro?”. Melhor: “Ahh, mas comigo não rolou não. Terminamos no primeiro mês.”

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SEMPRE vai ter uma pessoa querida assim pra te “ajudar” a passar por essa situação, então o que eu tenho pra dizer é: respira fundo e confia no seu relacionamento.

Você já conversou com o seu/sua parceiro(a) a respeito e vocês são os ÚNICOS que sabem do relacionamento de vocês. Não deixe que ninguém possa ditar o que será de vocês agora. As únicas pessoas que vão fazer isso dar certo (ou não) são vocês dois e PONTO FINAL.

 

Ciúmes

Cheguei onde todo mundo queria, né? NÉ!

É inevitável, gente, sinto dizer. Até o ser menos ciumento do universo vai virar a Namorada Sinistra nesse momento.

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A culpa é da distância, que aumenta tudo na gente: a saudade, a insegurança, o medo de perder. Mas também digo que a culpa será sua se ficar se encanando com qualquer coisa.

Não pense você, que vai ficar no Brasil, que seu boy/sua girl vai ficar entocado em casa nos finais de semana e dias off, porque eles não vão. Eles estão em um país diferente e TAMBÉM querem curtir. E não pense você, que tá viajando, que seu boy/sua girl também não vão querer sair pra se distrair, uma vez que você não está lá para fazerem isso juntos. É uma troca justa, né?

E sim, haverão amigos novos, principalmente quem estiver viajando. E isso faz parte, so sorry, mate.

É claro que é preciso estabelecer certos “limites”. E quando eu digo “limites”, não é impor nem viver em um “relacionamento abusivo”. Vamos chamar isso de bom senso, ok?

“Como assim, Nats?” Bom. Sempre que você for fazer algo e pensar se aquilo vai magoar seu/sua parceiro(a), pense “E se fosse o contrário? Eu me chatearia?”. Sim sim. Sabe aquela frase da nossa mamãe “Não faça aos outros o que você não quer que façam com você?”. Adote e siga com amor e carinho e todos ficarão felizes (e vivos).

 

Confiança

Apesar de esse item estar intrinsecamente ligado ao item acima, resolvi dar um espacinho especial para falar. Isso não é novidade e não é a primeira vez que você ouvir (ler, no caso): Confiança é a base e todo o relacionamento.

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Acredito que você conhece com quem está namorando e sabe muito bem o que esperar e o que não esperar do(a) seu/sua parceiro(a). Nesse ponto vocês já conversaram bastante e sabem o que é saudável e o que não é para o relacionamento de vocês, certo? Diz que sim, for Christ Sake.

Vocês passarão por muitas provações e muitos mal-entendidos, e aí entra aquele item do diálogo, lembra? Não interprete nada antes de conversar, não dê espaço para que sua interpretação seja a história real sem antes ouvir o outro lado.

 

Honestidade

Eu poderia ter falado isso tudo no item acima, mas também acho primordial falar sobre isso separadamente. Fale SEMPRE o que sente. Nunca deixe pra falar depois, fale quando der na telha, no momento em que estiver sentindo.

Se estiver inseguro(a) diga. Se estiver com saudade diga. Se estiver com raiva diga. Se estiver triste diga. Se estiver sofrendo diga. Se estiver feliz e quiser compartilhar uma novidade diga. Se estiver confuso diga. Não deixe nada passar.

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Se em algum momento do relacionamento um dos dois sentir que não conseguirá mais lidar com a distância por qualquer motivo… Seja por estar desgastado(a), cansado(a) ou até mesmo interessado(a) em outra pessoa, diga.

Se você não ama mais a pessoa com quem está, pelo menos respeite a história e o amor que compartilharam pelo tempo em que estiveram juntos. Seja homem/mulher e fale a verdade. Não magoe quem está à sua espera. Não magoe quem está longe, porque não é justo com ninguém.

 

Bom, acho que o post já virou uma bíblia, então eu deixarei esse assunto em aberto porque ainda falarei sobre diquinhas fofas para manter o relacionamento.

 

O que você acha de namoro a distância? Acha que conseguiria lidar? Deixe suas dúvidas, críticas, mágoas e frustrações aqui! RIRI

New York: Madame Tussauds

Em 07.10.2015   Arquivado em Por aí

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Quem quer socar a Nats porque ela não postou mais levanta a mão! \o/

A desculpa de que a “vida tá corrida” pode parecer clichê, mas o pior é que é, minha gente. Mas não vou falar algo que vocês já estão cansados de ler, vou mostrar o que de bão eu tenho feito.

Há uma semana fui no Madame Tussauds. Se não sabe o que é, não tem problema, porque a tia Nats conta tudo! É um museu com bonecos de cera com coleção de figuras de celebridades. A sede principal fica em Londres, mas também existem 13 outras filiais em New York, Washington, D.C., Las Vegas, Los Angeles -Hollywood, Berlim, Amesterdam, Hong Kong, Xangai, Blackpool, Sydney, Viena, Banguecoque, Orlando e Tóquio.

O Além do Meu Mundo deu aquela curtida básica no lugar, né. Vamos ver como foi? Se divirtam com as minhas legendas, uma beija.

Atenção, os bonecos são bem reais (pelo menos a maioria deles).

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Eu e a best da Allie, do blog Lovecats

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É nóis, Pharrel

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Tentando bancar a donzela

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A diva Ana, do vlog Agora Virei Gringa e nossa amiga alemã Diana, A.K.A. Kim Kardashian <3

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Tentando ser amiga da Angelina Jolie

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Seduzindo com o Taylor Lautner

Sem risadinha, Johnny

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Super Vampire Diaries

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Dispensa legenda HAHAHAHA

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Vai, Katniss

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Ai, Fallon. Muito gente boa

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Pra quem achou que eu estava na pior… Já tenho meu próprio programa, flw vlw

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Nats sendo idiota Nats

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Como primeiro ato sendo presidente dos Estados Unidos declaro que não precisa mais de visto, PODE VIR GALERE

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A quinta Beatle <3

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Ai, Elvis!

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Me humilhando

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<3

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PAUSA DRAMÁTICA

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Amor à primeira vista

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Tchau, gente. Casei! Tô indo pra Londres <3

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Sendo Ryca e famosa

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FECHAMOS COM CHAVE DE OURO. Cada coisa que SELENA internet, né, Ana?

Au Pair: Adaptação

Em 22.09.2015   Arquivado em Por aí

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Alguém notou que eu dei uma diminuída nos posts sobre au pair? Vocês: Siiim, Nats! Mals aê!

Então, haviam me pedido pra falar sobre o tema antes… Mas eu precisava exatamente de um tempinho para poder escrever sobre isso. Se bem que eu estou aqui apenas há quase três semanas, então não sei o quão eficaz esse post será, mas tudo bem.

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Vim falar do primeiro terror de uma Au Pair assim que ela pisa nos States: a adaptação. E sim, tem MUITA coisa relacionada a isso, por isso resolvi listar algumas coisinhas pra vocês se prepararem para se acostumar:

 

“Mi casa es su casa”

Sim. É a primeira coisa mais estranha com a qual você vai ter que se acostumar a partir do momento em que você pisa na casa da sua Host Family. OPS, a partir do momento em que você pisa na sua casa.

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A Host Family vai dizer te falar: “Quero que você se sinta à vontade. Aqui agora é a sua casa. Sei que parece meio óbvio, mas você pode abrir a geladeira e os armários sempre que sentir fome.” Também vão falar: “Tem algo que você goste de comer que você gostaria que a gente comprasse?”. Como se a gente fosse realmente dizer, né?

Pois é. É muito estranho tentar se sentir à vontade, porque é algo que você acaba tentando se forçar a fazer. Mas relaxa, isso vem com o tempo. A primeira vez em que fui abrir a geladeira perto deles eu ainda soltei um “licença”. E sinceramente, o único lugar que me sinto REALMENTE à vontade é no meu quarto e no meu banheiro. Mas sei que aos poucos isso vai mudar.

E minha host family é muito boa pra mim. Acho que isso é primordial! Eles estão sempre preocupados comigo, com o meu bem-estar, sempre me dão espaço pra falar o que eu acho e como eu me sinto.

 

Comida

Já que citei a parte da comida, aí vai! Aqui tem muita diversidade, então você não vai sentir falta de muita coisa, a não ser de coisas específicas da sua região. Mas mesmo assim, é possível encontrar tudo aqui, sem brincadeira.

Mas a parte da diversidade também pode ser um problema pra quem não quer engordar – tipo eu. Eu sinto que já engordei e estou em um drama interno comigo mesma. Já comecei a maneirar, porque senão… Xá pra lá.

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Kids

Acho que essa é a parte mais aterrorizante, porque você, mais do que nunca, vai fazer de TUDO pra que as crianças gostem de você. Vai tentar agradar, vai levar foras, vai acertar, vai errar.

O começo é sempre a pior parte, principalmente porque muitas vezes você não será a primeira au pair deles. Vai haver comparação, vai haver saudade… Então você precisa estar preparada e ser forte.

Meu primeiro afazer quando peguei no batente foi a preparação para ir para a escola pela manhã. Eu não sei o que foi que eu mais me senti: perdida ou inútil.

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Eu não sabia o que eu tinha que fazer primeiro. Café da manhã? Roupa da escola? Checar mochila? E pra piorar, em vez de eles me pedirem as coisas, pediam aos pais, que estavam correndo se preparando para irem trabalhar. Eu estava desesperada, porque eu fui contratada pra fazer isso. Se eu não estou fazendo, por que diabos me terão em casa?

E eu realmente sentia que não ia rolar, porque os meninos são super tímidos, sabe? Eu achava que eles me ODIAVAM. Mas acontece que uma hora eles VÃO precisar falar com você, então não se preocupe. O elo começa a se formar por necessidade e depois vira até afeição!

Quase morri quando o mais novinho disse que eu era a melhor au pair essa semana.

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Então desencana. Lembre-se que se pra você tudo é novo, para as crianças também é. Imagina o quão difícil é ter que se desapegar de uma au pair e ter que se acostumar com tudo de novo? Ainda mais em se tratando de crianças. Dê tempo ao tempo e não tente forçar situações.

 

Afazeres

Parece que não vai funcionar e que foi a maior furada da sua vida ter inventado ser au pair. Você não sabe lavar roupa. Você não sabe passar roupa. Você não sabe cozinhar. Você não sabe TANTAS COISAS! CALMA LÁ, SOLDADO.

É tudo como um novo emprego. Você vai errar, você vai fazer 300 perguntas repetidas, vai se frustrar, vai querer morrer. Mas não vai morrer. Porque quando você acerta UMA VEZ tudo começa a caminhar.

Primeiro que tudo depende da sua Host Family. Você vai acertar seus afazeres antes de vir, claro. Então você pode se preparar (ou não). Eu, por exemplo, sou uma LÁSTIMA na cozinha.

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Mas eu sabia que ia ter que saber cozinhar umas coisinhas e eles sabiam que eu não manjavam. A host mom se comprometeu a me ensinar algumas coisas. Além disso, internet tá aí pra isso, né, gentis? Eu estou aprendendo, já ouvi das kids “isso tá horrível!”. Mas também também ouvi “sua comida está ficando cada vez melhor.” Você tem que se prontificar a aprender e não desistir fácil.

E não se sinta diminuída por ter que fazer algum trabalho doméstico. Aliás, é o mínimo que você pode fazer. Tudo bem que você está sendo paga pra cuidar das kids. Mas não se esqueça que você não está tendo gastos com comida, água, telefone, estadia… Não custa nada lavar uma loucinha ou dar uma varridinha, né? Além do mais, pra mim está sendo sensacional ter que finalmente me virar sem ajuda da mommy all the time.

 

Independência

Essa palavra parece uma música aos nossos ouvidos, né? Mas cuidado. A palavra “responsável” vem junto dessa primeira, principalmente sendo uma au pair.

Você vai poder ir e vir sem ter que dar satisfação. Você vai poder se programar do seu jeito sem ninguém ficar cagando regras (quando o assunto dizer respeito à SUA vida, que fique bem claro). Você vai se ser dona do seu nariz, vai cuidar das suas próprias coisas. Isso inclui roupas, comida, organização do quarto.

Eu não sei vocês, mas eu SUPER adorei isso tudo.

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Me sinto muito mais adulta, muito mais tudo. Eu realmente precisava disso.

Bom, mas lembra que eu te disse que você também estará ligada a outro tipo de responsabilidade? Pois é. Na minha casa funciona da seguinte maneira: tudo o que tem a ver com a vida dos meninos me diz respeito. Roupas, alimentação, material escolar, organização do quarto…

Calma, eu não ajo como mãe. Eu cuido das roupas porque é óbvio. A alimentação e o material também. Mas muitas coisas eu apenas me CERTIFICO de que estão sendo feitas, como por exemplo a lição de casa. Ou o banho, ou a organização dos brinquedos. Os meus host parentes sabem bem que o papel de pais deles é fundamental e não me sobrecarregam de forma alguma, o que é maravilhoso. Todo o tempo que eles estão em casa eles se dedicam inteiramente aos meninos, e eu acho isso muito admirável.

Mas mesmo assim, você sentiu o drama? Você será responsável por outras vidas além da sua. Isso é, ao mesmo tempo assustador e incrível.

 

Amizades

Acho que no momento essa tem sido a pior parte pra mim e que ainda estou levando um tempo para realmente me adaptar. Por mais que eu tenha meus amigos no Brasil e que eu fale com eles praticamente TODO DIA, sinto necessidade de ter amigos próximos aqui. É claro que ainda não tive tempo de fazer amigos AMIGOS aqui, né, gente. Amizade não se constroi em um dia.

O problema é que anseio tanto pelo momento de novas amizades (e preferencialmente gringas pra poder usar o inglês), que acaba não rolando. É tipo aquela história de amor, que quanto mais você procura, menor a chance de encontrar.

Quando eu parar de me importar vai rolar.

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Inglês

E falando em inglês… Aconselho vocês virem com um inglês minimamente bom, e não é brincadeira. Eu estudei 6 anos de inglês e ainda tirei o certificado de proficiência da Universidade de Michigan. E mesmo assim eu estou apanhandinho, juro.

No primeiro dia que cheguei aqui e escutei o sotaque nova-iorquino da minha Host Family pensei. “Whatahell eu tô fazendo aqui? Gente, não sei inglês. Tchau América, tô voltando pro meu BR.” Fiquei mega assustada e pensei que não conseguiria lidar.

Felizmente meus ouvidos já estão mais acostumados, e agora eu só apanho quando são coisas muito específicas, tipo utensílios de cozinha e alimentos. Mas essa semana mesmo escutei do meu Host Dad que meu inglês tá bem melhor do que quando cheguei. Isso também tem a ver com o nervosismo. Quando estou fora de casa dou um SHOW falando em inglês, mas em casa tem aquela coisa de “aceitação” e querer falar certo, sabe? Aí já viu. Mas manda a ver e fale sem medo.

E a parte mais engraçada é quando você esquece que não está no Brasil e às vezes a tecla SAP falha, aí você começa a falar em português e ninguém entende o que tá acontecendo. Faço isso sempre, apenas.

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Bom, acho que esse assunto ainda vai ter MUUUITO pano pra manga, mas por enquanto eu já dei bastante lição de casa pra vocês hoje, né, crianças?

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Continuem acompanhando e mandando suas dúvidas, que tá ficando lindo! <3

Um rolê por New York

Em 08.09.2015   Arquivado em Por aí

DivNYC

Sei que sumi e quando postei só soube falar sobre Au Pair, Au Pair e Au Pair. Me desculpem por isso, mas como muita gente se interessou sobre o assunto e me pediu para escrever, eu o fiz. Sabe como é a democracia, né?

Enfim! Para me desculpar com a galera que queria ler sobre outras coisas, decidi juntar algumas das fotos que tirei aqui em NYC desde que cheguei! Peço desculpas, pois inicialmente não tinha pensado em postá-las aqui, então muitas delas eu tirei na vertical, então meio que ficou zuado. Mas é o que tem pra hoje, então é isso aí!

Vamos ver o que os olhinhos da Nats já viram por aqui? <3

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PS1: Para muitos essa é uma placa comum, mas para mim, no primeiro momento, foi um sobrenome chinês. Até eu parar de ler em português e entender que “Xing” é “Crossing”. Anta.

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PS2: Artistas no Subway. Todo dia!

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PS3: “Spotted: N in New York City! – I know you love me! XOXO GOSSIP GIRL”. Sim <3

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PS4: Reconheceu essa fofura de algum lugar? SIM, é a Ana, do canal Agora Virei Gringa. <3 Pra quem não sabe, vai saber agora que somos amigas de infância da época de escola.

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PS5: E estamos nós turistando na Times Square quando… Giovanna Ewbank <3

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PS6: Quem se sentiu em “Todo Mundo Odeia o Chris” levanta a mão! Brooklyn <3

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PS7: Comprei pra começar a decorar o meu quartinho *-*

UFA! Enchi todo mundo de foto, né? Estou desculpada agora?

O que acharam das pics? Digo… Dos lugares, porque sei que sou uma PÉSSIMA fotógrafa, ok? -.-

Au Pair: Match ❤

Em 02.09.2015   Arquivado em Por aí

Katy

OIIII GENTIIIEEEE. Brincadeira.

Vai ter dois posts sobre au pair em um dia só sim porque tô atrasada, e como tô atrasada e as pessoas estão querendo ME MATAR, vou logo entrar no assunto! O assunto que é o maior sonho das Au Pairs de plantão, né? É mais do que óbvio. Só quem está no processo e tem realmente vontade de estar aqui na Terra do Tio Sam sabe o que é se dedicar tanto para chegar até esse dia tão esperado.

Quando eu achava que o mundo estava contra mim, as coisas realmente viraram de cabeça para baixo e tomaram outro rumo. E eu tenho que dizer que tudo começou com um corte de cabelo, vocês acreditem ou não!

Em uma sexta-feira eu decidi que odiava o meu cabelo. Deixava ele natural, odiava… Deixava liso, odiava… Não estava me sentindo bem comigo mesma. Vocês, garotas, sabem o que eu estou dizendo, né? Então eu loucamente decidi que iria cortar o cabelo. Me inspirei na personagem da Manu Gavassi na última temporada de Malhação. Quem não sabe, tá aqui.

ENFIM. No dia em que eu estava cortando o cabelo, meu amigo me ligou me oferecendo um freela, e eu já fiquei MUITO feliz, porque estava precisando da grana. Além disso, seria uma ótima maneira de me distrair e esquecer o assunto “Au Pair” por um tempo.

Pois bem! Comecei a trabalhar logo na segunda-feira, e na QUARTA-FEIRA tive uma big surprise. Na empresa era impossível acessar o e-mail pessoal, pois eu trabalhava em uma área com informações sigilosas, então era bloqueado. Eu já tinha acessado o meu perfil no dia e já havia ficado frustrada com o famoso “0 interviews” na minha cara. Então não esperava nada mais além de trezentos e-mails de promoção da Saraiva, quando:

 

Hi Natalia,

 

We saw your profile on Au Pair Care and were hoping to interview you for a position to work in our home in New York City for the next year. Our current au pair (for the past two years) is from Brazil and we have had a wonderful experience with her.

 

Are you free tomorrow evening to Skype?

 

Thanks,

 

Meu coração apenas. Parou.

uuuuu

Enfim! Como contei no último post sobre o assunto de entrevistas, conversei com eles no dia seguinte (quinta-feira). Tudo foi bem legal e eles pediram pra conversar comigo ainda mais um dia. No final dessa segunda entrevista, o host dad disse que conversaria com a host mom sobre o que conversamos e que gostariam de me dar a resposta entre o domingo e a segunda-feira daquela semana. Eu disse que tudo bem, afinal… Quem esperou longos três meses poderia muito bem esperar mais três ou quatro dias, né, quirida.

icanwait

Mas o que eles não sabiam é que em uma das minhas conversas com a atual au pair deles (que também é brasileira e TAMBÉM chama Natália <3) eu perguntei se ela sabia se eles tinham outra menina em vista, e ela havia dito que sim, mas que parecia que eles não haviam gostado muito da menina. Aí o host dad disse antes de desligar: Nós estamos falando com uma outra garota também, mas nós queríamos que você soubesse que gostamos MUITO de você. E se POR VENTURA, qualquer outra família de contatar, nos avise o mais rápido possível para podermos nos decidir sobre o match.

Sobre a parte da concorrente, eu fiquei tipo “Não gosteiiiii.”

sónocoffe

Sobre a preocupação deles de eu ter um match com outra família:

wow

Não consegui acreditar, sabe? Eles tinham gostado de mim, afinal, e aquilo pra mim já estava bastado, porque eu realmente gostei deles também.

Eu havia ouvido e lido sobre muitas meninas que falam que tem aquele negócio de você ter o ~feeling~ e saber que eles são a família certa, mas eu achava que era bobagem. Mas eu digo aqui e agora: não é bobagem. Eu realmente me senti super à vontade com eles e me imaginei com eles! Parece gayzice, mas não é, believe me.

Enfim! Eles disseram que entre domingo e segunda me dariam a resposta, então desencanei sobre o assunto. Porém, no entanto, todavia, no DOMINGO DE MANHÃ, estava eu verificando meu e-mail. Sim, eu poderia estar dormindo gostosamente, mas eu não estava, e daí?

E vejo um e-mail enviado no SÁBADO DE NOITE:

 

Hi Natalia,

 

Mairav and I have spent some time thinking, and we were hoping you would agree to match with us as our au pair starting in late August or early September (really as soon as possible). We really enjoyed speaking with you and think that you would be perfect for our family.

 

Let us know. If you agree, we will formally request to match with you on au pair care.

 

Adivinhem. Deu tela azul na Natália! Fiquei apenas lendo, relendo e sentindo.

sentindo

As coisas sempre acontecem quando não posso gritar, já perceberam? Minha vontade era acordar todo mundo em casa e gritar I HAVE A MATCH, BIIIIIITCH! E eu simplesmente não podia. Domingo de manhã. -.-

Enfim… O que eu quero dizer para as meninas que estão na luta é: não desistam.

Como eu disse em outros posts, há meninas que ficam online e em 12 fuckin days conseguem uma host family e outras que ficam 5 meses e absolutamente NADA. Eu já tentei entender o sentido de como as coisas acontecem, mas a verdade é que nada acontece por acaso.

Eu li em muitos blogs que às vezes é a sua carta que não está boa, ou seu vídeo… Mas e se às vezes está perfeito e você não tem ninguém? Não se apegue a esse tipo de coisa… Porque às vezes simplesmente ainda não chegou a sua vez.

Eu nãos sei se você aí que está sendo acredita em algo do tipo, mas eu acredito muito que as coisas acontecem quando tudo está encaixadinho para acontecer. Deus não faz nada por fazer, acreditem. Por isso, eu estou aqui no quarto do hotel escrevendo isso pra vocês! Vocês não estão sozinhas, ok? Se precisarem conversar sobre essa frustração que vem assolando o coraçãozinho de vocês, não hesitem em comentar aqui ou mandar uma mensagem por aqui. De verdade. Já estive no lugar de vocês e sei MUITO BEM como é.

Amanhã eu vou conhecer minha host family e estou MEGA ansiosa. E espero que tudo dê certo e eles gostem mesmo de mim, assim como eu quero gostar MUITO deles!

Anyway, that’s all, folks! Logo logo trago mais e mais informações sobre o assunto e NOVIDADES DA MINHA VIDA AQUI! <3

Au Pair: melhorando o application

Em 28.08.2015   Arquivado em Por aí

AuPair

Como o combinado do último post sobre o assunto, hoje vim falar um pouquinho sobre as horas de experiência com kids que devem ser preenchidas, pois sei que isso pode ser um problema para as pessoas que querem participar e esbarram nesse obstáculo por terem pouca experiência (ou nenhuma).

Eu também nunca fui uma babá que recebia por esses serviços, por isso não se preocupem. Isso não é de fato, um problema. Toda experiência “duradoura” com crianças é válida. Se você cuidou dos seus irmãos mais novos, dos primos, dos sobrinhos, já é uma experiência. Eu tive uma experiência mínima com meus vizinhos.

E aumentei isso um pouquinho ao longo do processo com outras kids. Mesmo que você já tenha essas 200 horas, mais experiência nunca é demais, sabe. Até mesmo pra você se conhecer e saber se você realmente combina com esse programa. Sei que já disse isso, mas não custa repetir! Isso aqui não é um intercâmbio comum onde você só estuda e curte a vida. Você estará indo ESPECIALMENTE para trabalhar, e precisa ter afinidade com os seus deveres, gostar de crianças e tudo mais.

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“Ah, então quer dizer que você é praticamente a Super Nanny, Natália?”. Não, nem de longe, meu amô. Apesar das poucas experiências que tive, depois é que percebi que eu me dava bem com crianças, sabe? Nunca vi isso como uma qualidade ou um dom especial. E foi realmente bom descobrir isso em mim.

“Tá, tá… Você tá falando que dá pra melhorar o application. Como?”. Simples, caros Watsons. Já ouviram falar em trabalho voluntário?

Sim, é a saída pra tudo, ACREDITEM. Existem muitas creches e escolinhas que aceitam esse tipo de trabalho! Basta você entrar em contato com as que existem nas redondezas de onde você mora e explicar o que você pretende e tudo mais. E LEMBREM-SE de depois solicitar que eles assinem aquele documento do qual eu falei por cima nesse post aqui, porque ele será a prova de que você realmente fez o trabalho voluntário.

Não só você pode buscar escolinhas como já existem ONGs com projetos voltados a atividades com crianças nos quais vocês podem se inscrever! Eu mesma participei da Semana Mundial do Brincar, que aconteceu no Parque Ibirapuera e foi MA-RA-VI-LHO-SO, uma experiência mais do que única!

Aquilo não significou só aumentar horas e fazer bonito pras host families se interessarem por mim, foi um aprendizado interior.

Além desse projeto, existem outros vários como o Massacuca, que entrou em contato comigo recentemente, e é um projeto INCRÍVEL. Inclusive, eles têm conhecimento que muitas meninas precisam desse tipo de ajuda com horas para o processo de au pair, e estão à procura! Por isso, basta entrar em contato, viu?

Sei que muitos esperavam uma receita mágica pra melhorar o application, mas a verdade é que não existe. Essa parada de trabalho voluntário é, como eu disse, a melhor saída. É uma coisa que faz um bem danado não só para o seu application, mas pra você mesma e para as pessoas a quem você se dedica nesse período, então não ignorem essa dica!

Outra coisa que é muito importante é estar aberto(a) a opiniões externas. Pergunte à sua agente sobre seu vídeo e a sua carta, se está realmente bom, se ela sugere alguma alteração e seja RECEPTIVA. Não encare a sugestão como uma crítica destrutiva. Lembrem-se que é trabalho delas orientar e dizer o que é bom e o que não é… Afinal de contas elas entendem do ramo, né não?

Aguentem firme que ainda falarei sobre entrevistas e match!

É nóis! Flw vlw! <3

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