Resenha: The Heartbreakers

Em 11.12.2015   Arquivado em Livros

UM

Dentre as muitas coisas que devo a vocês, finalmente cumpri UMA. E cumpri sem a menor sombra de sacrifício. Depois de MESES sem postar resenhas de livros, Nats achou uma obra digna de um espacinho aqui no Além do Meu Mundo.

Alguém aí já ouviu falar do livro The Heartbreakers, da Ali Novak? Acho que a resposta é não para o título e para a escritora, né? Muito que bem, não tem problema, eu fico feliz em falar sobre ambos porque esse foi um achado meu no MERCADO, gente. E eu adoro quando tenho um feeling certo, porque eu estou completamente DOENTE por esse livro. Vamos à sinopse, vem comigo:

 

Stella é do tipo de pessoa que faz qualquer coisa pela irmã – até mesmo ficar em uma fila cheia de garotas histéricas apenas para conseguir um CD autografado dos Heartbreakers… Por três horas. Bom, pelo menos ela conheceu um garoto lindo na Starbucks horas antes. Um garoto dos olhos azuis que parece muito com…

Oliver Perry. É claro que o cara da Starbucks era apenas o vocalista da banda que ela menos gostava. Obrigada, universo. Mas talvez exista muito mais do que aquele mundo de fama para Oliver, porque mesmo depois de ela insultar suas músicas – na cara dele -, ele ainda dá o seu número a Stella. Oi?

Mas como Stella pode sequer pensar em estar com Oliver – namorando, se divertindo e pregando peças com os garotos da banda – quando sua irmã poderia morrer de câncer?

 

Pausa. Sim, eu nunca havia lido nenhum livro do tipo, sequer uma fanfic à respeito de garotas que acabam se apaixonando por algum vocalista e a história toda nós já conseguimos até formar na nossa cabeça, porque sim, clichê master blaster plus advanced. Quer dizer… Quem NUNCA sonhou em namorar aquele vocalista maravilhoso? Não, não negue com a sua cabecinha, porque no seu passado obscuro você bem que sonhou isso. Eu, aliás, com os meus 22 anos nas costas, ainda sonho com isso.

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Vou começar dizendo que a capa do livro me ganhou sim e com certeza. Primeiro pela simplicidade de trazer apenas o que interessa. O título também foi importante, eu admito. Mas acho que as duas coisas que mais me fizeram tirá-lo da estante foi a linha-fina e uma coisinha logo abaixo do nome da autora.

 

“Oliver é o vocalista da banda mais quente do momento. Stella não faz ideia disso.”

 

Ali Novak

Mais conhecida como a nova sensação do Wattpad FALLZSWIMMER

 

Quando eu li Wattpad não teve Cristo que não me fizesse levar esse livro. Pra quem não sabe, esse site é uma grande janela para pessoas que sonham em publicar uma obra algum dia, e sim, eu sou uma dessas pessoas. Achei que valeria à pena ler um livro que veio de um lugar no qual eu pretendo postar a minha história em breve. BAM!

BAM

O livro é MUITO bem escrito, e tem um desenvolvimento simples e de fácil compreensão. Não abusa de palavreado difícil ou de descrição cansativa. Pelo contrário: os diálogos são muito bem pensados, além de MUITO engraçados.

Apesar de ler lido e gostado muito das obras do John Green por se aproximar muito do que pra mim é a adolescência (quando falamos de Cidades de Papel, claro), esse é o livro mais que próximo da realidade que eu já li, na minha opinião – ignorando o fato principal da personagem principal pegar o cara mais hot do momento, né –. Quando digo “próximo da realidade”, me refiro aos diálogos cotidianos entre os personagens e como as piadas são bem atuais. Não tem filtro. Existe palavrão, existe piada suja. E daí? Não é assim que nos comunicamos no dia a dia, jovens? Pois bem.

Ah! Você deve ter lido a linha-fina e pensado “Tá bom. A banda é a mais quente do momento e a menina simplesmente não sabe quem é o cara? Bullshit.” Bom, eu confesso que também pensei isso no primeiro momento, mas a Ali desenvolve essa parte da história com tanta naturalidade e tão cheia de sentido que não se torna nada absurdo. É doidinho, mas não é incompreensível.

O livro é escrito em primeira pessoa e pasmem, é o primeiro livro que realmente me satisfez nesse sentido. Apesar de já ter lido 8239874 livros em primeira pessoa, eu pessoalmente não gosto muito desse estilo, porque sinto que o autor muitas vezes deixa a desejar com relação à descrição, observação ou ao sentimento de um personagem que não o do principal, já que a história é contada do ponto de vista do mesmo. MAS acho que esse livro teve uma representação muito diferente e me agradou sem exageros.

DOIS

Sobre os personagens: me identifiquei HORRORES com a Stella. Ela não tem nada daquela garota “tradicional”, não é inteiramente girly e é cheia de dúvidas sobre o próprio futuro. Aliás, quem não? Ela sempre coloca as pessoas que ama em primeiro lugar até quando não deveria, além de sempre cobrar demais de si. Ela é encantadora, tem os melhores pensamentos e é super “sóbria” quando se trata de analisar uma situação. Isso eu realmente não sou e queria muito ser.

Outra coisa. Quem é esse Oliver Perry, gente? Alguém pode, por favor mandar embrulhar pra presente de Natal e me mandar? Sério, vou colocar o meu endereço no final desse post para a alma caridosa que quiser fazer uma garota feliz esse ano. Ele é sensível, doce, engraçado… Mas ao mesmo tempo é sexy, provocante, imponente e pode ser bem convencido de vez em quando.

Os garotos da banda… Gente, como eu terminei esse livro querendo ser amiga desses caras. Alec, Xander e JJ são a ALMA dessa história, e fico muito feliz que a Ali tenha conseguido o devido espaço e a devida essência a cada um deles, porque eu acho super difícil fazer com que tantos personagens interajam tão bem em uma mesma cena. O que é o companheirismo do Alec, a fofura do Xander e os comentários do JJ? Repito, a ALMA da história.

Meu coração acelerava loucamente a cada decisão maluca e a cada situação na qual Stella acabava se enfiando. Eu tive todos os sentimentos do MUNDO enquanto lia as aventuras dessa menina de 18 anos: felicidade, tristeza, agonia, raiva…!

E aqueles que acham que a história só se trata de uma garota que vive o sonho de todas as garotas do mundo por namorar um vocalista como Oliver Perry e ou do quanto ela é sortuda por tudo que passa com os Heartbreakers, se enganam PIAMENTE. Existe uma história muito mais profunda do que só esse relacionamento que me arrancou suspiros e me fez ficar tipo freaking out o tempo todo. Trata aquele momento de decisões tensas na nossa vida de uma forma bem verídica. Mostra como os nossos medos nos impedem de realizar os nossos sonhos. Nos ensina a ver a vida com outros olhos. Aliás, nos ensina a abrir os olhos.

Eu não esperava toda essa onda de sentimentos e aprendizados desse livro, e acho que é por isso que ele acaba de entrar para a minha lista de favoritos.

QUATRO

A parte engraçada: fui pesquisar sobre o livro depois que li e descobri que a Ali fez um “book trailer” usando cenas de séries e filmes (faço muito, obg). Foi MUITO engraçado ver quem ela imaginava como Stella e Oliver, porque eu errei feio, errei RUDE.

Eu imaginei o casal ligeiramente parecido com a da capa do livro, mas a Stella eu acrescentei a tal da franja e a mecha azul no cabelo. Agora o Oliver… Eu confesso que fiz uma pequena relação ao Harry Styles pelo estilo do garoto, mas achei que personagem tinha o cabelo mais claro como o cara da capa. Também achei que ele tinha um quê de Chay Suede de olhos azuis, sei lá. PORÉM, QUANDO VOU VER O TRAILER:

Sim, ela tinha pensado no meu crush Harry Styles, minha gente! <3

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Bom, brincadeiras e observações à parte, esse livro já está no meu coração e por isso precisei compartilhar. Só desejava do fundo do meu coração que tivesse uma continuação, porque olha = <3 Até deixei um comentário-bíblia para a Ali Novak no Wattpad elogiando o trabalho dela, me julguem!

Anyway… Eu o li em inglês, dei uma caçada nas internet e infelizmente não tem a versão em português (#chateada). Mas falo sério quando digo que é uma leitura bem tranquila, então pra quem quiser se arriscar, segue o link da edição publicada. Não achei para pdf, então vai o link do Wattpad! <3

E não esquece de dar aquela comentadinha básica aqui no brógui, rere

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Filme: Me And Earl And The Dying Girl

Em 05.11.2015   Arquivado em Na tela

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OK, não era a minha intenção trazer outra resenha de filme aqui tão cedo, mas acontece que eu apenas acabei de assistir essa coisa e precisei compartilhar com o mundo, no caso, vocês.

Me And Earl And The Dying Girl (em português: Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer) já estava na minha listinha de filmes para assistir, preciso confessar. Eu nem sabia direito do que se tratava, mas o nome e a capa já haviam me chamado a atenção enquanto fazia uma pesquisa para fazer aquela sessão cinema antes de dormir. Aí me dei ao luxo de fazer um “Lazy Morning” e ficar na cama a manhã todinha. E não deu em outra: decidi assistir esse filme.

Pra quem não sabe (eu também não sabia, então, né…), o roteiro é baseado no livro de mesmo nome, do autor Jesse Andrews, e fiquei chateadíssima quando descobri isso, porque todo mundo sabe que eu odeio ver filmes antes de ler os livros, mas anyway, já que estamos aqui, falaremos do FILME, exclusivamente. Ok? Ok.

Enfim, o filme conta a história de Greg Gaines, um adolescente despretensioso e com um grande talento para cinema que tem como único objetivo passar desapercebido pelo Ensino Médio ao lado de seu amigo de infância, Earl – com quem ele já gravara 43 filmes secretamente.

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Nada poderia ser tão normal… Só que as coisas mudam quando a mãe de Greg o obriga a fazer amizade com Rachel, uma colega de escola diagnosticada com leucemia.

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Contra a vontade, Greg tenta se aproximar de Rachel. E depois de muita insistência, consegue atingir seu objetivo. E aí o que era obrigação virou diversão, pois uma verdadeira amizade acaba nascendo e os dois se tornam inseparáveis. Greg está sempre visitando-a – já que Rachel começa a fazer o tratamento e não pode mais ir à escola. Ele e Earl até passam a deixar a garota assistir aos terríveis filmes que eles produzem. Animar Rachel se torna a única e principal ocupação de Greg.

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O filme me encantou MUITO, porque assim como o personagem principal, começa despretensioso. Parece que não há muito o que esperar da história, mas a maneira como ela é desenvolvida é o que prende o telespectador. Pelo menos foi assim que eu me rendi!

A história é narrada por Greg desde o início, e desde que ele é um aspirante a cineasta, o filme acaba tendo uma pegada cinematográfica, dividida em partes que o personagem considera marcantes e importantes o suficiente para serem pontuadas, bem como os comentários. E ao contrário do que pode se pensar, apesar de ser um drama, as piadas estão super bem encaixadas e nada forçadas.

Vocês devem estar lendo e pensando: tá bom, é só mais um filme com uma garota com câncer. É só mais um romance que acaba mal. Só que não é. É muito mais que isso, gente e eu não estou de brincagem.

A sinceridade que pontua a amizade de Greg e Rachel é muito fofa e mais do que essencial para prender a atenção. Começa tão boba e se torna tão profunda que não há como você não ficar desejando ter uma amizade daquelas para si.

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Você vê a doença se desenvolvendo? Vê. Você vê a amizade deles crescendo? Vê muito. E a melhor parte é que a doença, que parecia ser a coisa mais importante da história, acaba sendo esquecida. Não é como se aquilo fosse o ponto crucial. E não é porque o filme para de falar sobre isso, é porque você simplesmente não consegue fazer daquilo a coisa mais importante diante de todo o resto!

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Quem curte A Culpa É Das Estrelas vai COM CERTEZA achar referências, mas não se engane! Os personagens são beeeem distintos. Greg nunca teve pretensão nenhuma de ser amigo de Rachel, nunca teve nenhum sentimento de pena ou altruísmo, mesmo depois de ela ter adoecido. As coisas foram forçadas e acabaram acontecendo. Ponto.

Adorei a personagem da Rachel e como ela se torna bem mais essencial ao final do filme. Ela é a chave, e não é porque tem leucemia. Aliás, sei que já falei isso ali em cima, falei agora e falarei de novo… Mas é porque achei incrível. O filme (e provavelmente o livro) interpreta e mostra a história de adolescentes e como eles são muito mais do que vemos. Mostra a história da Rachel e quem ela é, e não quem ela se tornou, ou seja, “a pobre garota com câncer”.

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Aliás, cada personagem é super bem desenvolvido, desde o professor de história tatuado e cheio de frases de emoção até Earl, que por favor, não pode ser esquecido. É super caricaturado e fala palavrões o tempo todo.

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E o final… Bom. Me surpreendeu, e com certeza vai surpreender quem quer que o assista. A proposta continua lá e não te decepciona. Você fica, ao mesmo tempo à espera do clichê, e ao mesmo tempo não. E na verdade, no final você se depara com a compreensão e o autoconhecimento, que no fundo todos procuramos de alguma forma. Aí você decide se a história realmente te ensinou algo. Ou não.

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Ai, vocês… Assistam! <3

Filme: The First Time

Em 30.09.2015   Arquivado em Na tela

THE FIRST TIME

Nats tarda mas não falha! Entre os tantos filmes que assisti no último mês, The First Time foi o primeiro que eu quis realmente resenhar para vocês. E tem alguns poucos (mas bons) motivos para isso.

1. Tem Dylan O’Brien. Como vocês bem sabem, eu tenho uma big crush on him. (Esse post deixa isso bem claro).

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2. Adoro romance adolescente, ainda mais quando se trata desses novos filmes que vêm sendo lançados. Eles sempre trazem um “Q” diferente de interpretação.

Dados os motivos, vamos ao que interessa!

Pra início de conversa, gostei da maneira diferente como o filme começa. Dave Hodgman (Dylan O’Brien) e Aubrey Miller (Britt Robertson) se conhecem inusitadamente em um beco, na frente de um portão onde está rolando a maior party house, mas nenhum dos dois estava muito interessada nela.

Enquanto Aubrey estava inconformada por ter aceitado ir até a festa com as amigas, Dave estava nervoso, prestes a se declarar para quem ele acredita ser grande amor da sua vida e melhor amiga Jane (Victoria Justice).

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Os dois começam uma conversa engraçada sobre a situação e confidenciam várias coisas da vida pessoal. A partir daí você já se encanta com os dois e vê a maior química mesmo eles não parecendo ser o provável e típico casal para shippar. Só pela conversa profunda e cheia de questionamentos que eles têm você percebe que não é apenas mais um filme clichê.

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Aubrey é uma garota praticamente à moda antiga, que gosta de ouvir discos de vinil e sonha em trabalhar com arte, mais precisamente com colagens. Ela não é nem um pouco fã de romantismo e namora um cara mais velho, Ronny (James Frecheville), que apesar de gato, não fala nada com nada, não a compreende e parece um cara completamente alheio a tudo.

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Já Dave é um cara bem tranquilo que já está no último ano da escola, está prestes a cursar a Columbia College, em NYC, e pretende trabalhar lecionando para depois se especializar em psicologia. Está sempre com seus dois melhores amigos, que sempre o aconselham Simon Daldry (Craig Roberts) e Big Corporation (LaMarcus Tinker). Aliás, todas as cenas em que os três estão juntos são HILÁRIAS.

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Eis que nessa sexta-feira maluca as vidas deles se entrelaçam, Dave vai parar na casa de Aubrey, e fica encantado ao conhecer o mundo da garota. Os dois continuam a confidenciar momentos e acabam dormindo juntinhos. ~suspira~

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A partir daí os dois começam a questionar os sentimentos que achavam que tinham antes de se conhecer: Aubrey pelo namorado Ronny, e Dave pela amiga Jane. É bem engraçado ver como cada um lida com a situação.

Depois de relutar, Aubrey decide dar uma chance ao sentimento que parece estar crescendo dentro dela em relação a Dave e os dois engatam em um relacionamento totalmente novo e sem pretensões, mas bem rápido.

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O que mais me encantou é como Dave se rende tão rapidamente aos sentimentos e vive intensamente o momento sem se importar se vai parecer um “maricas”. E Aubrey é totalmente o oposto, aquela garota que não acredita no amor à primeira vista e que apesar de ser virgem, trata o sexo como algo prático e biológico. Mas é claro que tudo isso é só na teoria.

Na prática, não demora muito para que eles comecem com o “grande talvez” da primeira vez. As coisas esquentam sempre que estão perto um do outro e parece que não tem como evitar o inevitável. As situações são constrangedoras e ao mesmo tempo fofas.

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Não é novidade eu gostar de algo no qual o Dylan está envolvido, então acho que sou um pouco suspeita quando falo, mas acho que ele é um dos mais novos atores que realmente passam emoção quando estão atuando, sabe? O olhar dele prende toda a minha atenção, além de me fazer suspirar a cada cinco minutos.

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A Britt foi uma surpresa pra mim. Pra ser sincera, nunca havia assistido nenhum filme em que ela estivesse atuando, e realmente gostei do que vi. Os dois têm uma sincronia bem legal, e isso é inegável.

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E é claro que a trilha sonora colabora MUITO com as cenas, gente. Não sei o que anda acontecendo com esses novos filmes que estão arrebentando na escolha das músicas. De novo, eu sou bem suspeita porque sou mega fã de indie misturado com pop/rock. Tô viajando lindamente no som do filme enquanto escrevo essa resenha e estou completamente apaixonada.

Esse você ficou a fim de ouvir, eu divido esse tesouro! Basta clicar aqui para continuar com a leitura embalada nessa música boa.

Gostei muito do desfecho final do filme. Acho que é algo mais próximo do real, não fica romantizando tanto o que é a primeira vez e finalmente faz o que muito filme deixa de fazer para ter um final lindo e épico. A história mostra que nem tudo é perfeito, mas isso não significa que seja o fim do mundo. Temos que estar preparados pra qualquer tipo de acontecimento e sermos maduros o suficiente para saber lidar com isso.

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O filme com certeza me surpreendeu, mas de uma maneira única e positiva. Isso tudo sem me fazer chorar mas me fazer suspirar feito uma bobona. Sou do tipo que se apega muito aos detalhes e olhares. Muito mais do que a frases de efeito. Então esse filme foi feito sob medida pra mim!

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AH, pesquisando para escrever essa resenha descobri uma coisa bem fofica, gente. Não sei se estou atrasada com relação a isso, e se estiver, pouco me importa. Sabem porque o Dylan e a Britt tem essa química maravilhosa, sabem? Porque esses dois estão juntos na vida real! ~se derrete toda~

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Então assim… ASSISTAM. Assistam e não vão se arrepender, pinky promise. Não sei como esse filme não é conhecido e fico ligeiramente frustrada por isso, porque é algo tão bom quanto “Begin Again” ou “What If”. Adorei passar o tempo com esse filme e já estou com saudades dos personagens. Se vou assistir de novo? VOU!

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Enquanto isso, dá uma checadinha no trailer pra você ver o que está perdendo! <3

TAG: Os melhores personagens #4

Em 28.08.2015   Arquivado em Na tela

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Quem ainda está perdendo tempo e não assistiu a série Faking It, não vai reconhecê-lo de prontidão, mas se ele está nessa TAG é porque realmente merece! Apresento-lhes hoje o melhor amigo gay que eu já sonhei em ter a minha vida toda e finalmente descubro que ele existe em uma série: Shane Harvey!

Shane nada mais representa do que o lado gay da força na série! Mesmo tendo aquele estilo caricato que sempre acabamos encontrando em filmes/séries/novelas, Harvey é um personagem que sabemos ser extremamente necessário para o andamento da trama. Para quem não acompanha, ele é o melhor amigo do maior pegador hetero da escola, Liam Booker. O humor ácido e o companheirismo são as marcas registradas dele!

Ao longo da história, vemos Shane se afeiçoar também a Amy, uma das nossas protagonistas. Aliás, ele, na verdade, é o culpado por toda a trama se desenrolar. A confusão dá início ao namoro fake de Amy e Karma. TODA confusão que rola na série tem o dedinho do Shane, e não há uma cena que ele esteja presente e você não se acabe de rir, juro!

E ah, sabe aquela coisa de “gay quando gosta é o melhor amigo, mas quando odeia é o pior inimigo?”, bom… Shane se enquadra totalmente nesse perfil! Ele é um pouco manipulador, e de uma maneira sutil e cômica, sempre usa seu jeitinho para conseguir o que quer. Até faz favores a sua maior inimiga em troca do que quer! Puro jogo de interesses!

Mas não se engane! Ele também é o personagem mais confiante, aquele que dá conselhos a tudo e todos e está sempre de bom humor! Aquela pessoa que faz você se sentir bem mesmo sem querer? Esse é o maravilhoso Shane. Daria uma mão tudo para ter um melhor amigo desse! E você também!

Quer apostar?

 

1. As caras e bocas dele dizem tudo sem ele precisar dizer NADA

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2. Shane é o melhor quando se trata de analogias e comparações

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3. Provocar azinimiga está no sangue dele

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4. É dono dos melhores termos

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5. É cômico até em meio a uma discussão séria

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6. Causa na parada e depois se enrola todo

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7. Gosta de um baphão

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8. Faz os melhores comentários para sair de cena com estilo

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9. Tenta negar, mas tem um bom coração até com quem não merece

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10. Mas sempre será o seu ombro amigo

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We <3 Shane!

 

E agora? Gosta do Shane? E agora, e agora? Quer me falar de um personagem também? Manda bala!

Resenha: Eu, Christiane F., 13 anos, Drogada, Prostituída…

Em 17.08.2015   Arquivado em Livros

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Como boa jornalista que sou, tenho que fazer jus à profissão e lhes trazer algumas obras literárias verídicas escritas por jornalistas, né gente?

E eu não poderia fazer isso sem começar com Eu, Christiane F., 13 anos, Drogada, Prostituída…, a obra com o teor mais pesado que já li. Porém, acho que ninguém deve temer esse livro, pois ele é reflexo de uma história real que acontece todos os dias pelas ruas do mundo todo.

O livro traz depoimentos factuais de Christiane F. recolhidos pelos jornalistas Kai Hermann e Horst Rieck durante o tribunal da infância e da juventude. Os dois jornalistas que escreviam para a revista alemã Stern ficaram chocados com o depoimento da garota sobre a realidade dos jovens de Berlim viciados em drogas, que dedicaram dois meses de entrevistas que resultaram no livro.

Os infortúnios de Christiane começam quando ela passa a ter contato com maconha e outros entorpecentes no grupo de jovens ao qual frequentava, aos 11 anos. Depois ficou fascinada pela discoteca mais badalada da Europa, a Sound, ao qual passou a ir sempre. Lá ela descobriu a heroína. Inicialmente ela se recusa a experimentar, mas uma vez que ela se arrisca… Não tem mais volta. Se torna mais uma viciada em Berlim que, para sustentar o vício, passa a se prostituir.

A obra mostra a linha tênue que existe entre uma criança e as desgraças do mundo. Por meio de depoimentos de Christiane, e até mesmo de depoimentos da mãe dela, você acompanha a trajetória de uma pré-adolescente que se muda do interior para a famosa cidade de Berlim junto com sua família, que começa a se desestruturar deste momento em diante. Você acompanha os dramas dela a fundo, começa a torcer para ela de uma forma que nem mesmo você acredita, porque infelizmente é uma história real, e não há nada que possa mudá-la.

Você conhece amigos de Christiane que viveram, morreram desapareceram e nunca mais se ouviu falar… Acompanha um show do David Bowe… Acompanha as tentativas e fracassos da garota para se curar em reabilitações… Enfim. É um retrato real e fiel. Uma história triste com uma boa lição.

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Acho que esse livro ainda deveria ser material solicitado nas escolas, pois é a melhor maneira de aproximar as pessoas da verdadeira realidade que cerca o mundo das drogas e entendê-las do pior jeito possível: com uma história real.
Ah, a edição que eu li é da foto ali de cima, como vocês bem podem ver. Eu indico que vocês tentem consegui-la, pois esta edição traz fotos da Christiane na época em que ela vivencia tudo aquilo, e eu achei bem legal, uma coisa melhor documentada.
E pra quem não sabe, a Christiane F. continua vivinha da silva (não sei como, mas está) e escreveu uma autobiografia dela sobre o “depois” desse primeiro livro. E eu realmente mal posso esperar para lê-lo e contar para vocês!

Créditos foto: http://anacaroamaral.com.br/?s=christiane+f

Créditos foto: http://anacaroamaral.com.br/?s=christiane+f

E pra quem ficou interessado nessa história super bem contada, e como eu, sempre fica pesquisando tudo o que puder sobre o assunto, livro, personagens… Tem um filme de 1981 baseado na obra dos jornalistas alemães! E sim, é um filme alemão! Eu gostei bastante e super indico!

Adorei a maneira como a Christiane e os seus amigos são retratados. Parece que a história ganha mais cor quando você finalmente pode conhecer, através do filme, os lugares citados pela biografada.

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Dá uma conferida no trailer, benhê! É um filme antiguinho, mas vale MUITO a pena.

Bom, é isso, babies! Depois que fizerem a lição de casa, venham me contar! <3

PDF – Eu, Christiane F., 13 Anos, Dro – Kai Hermann

Sampa Tour: Museu Catavento

Em 01.08.2015   Arquivado em Por aí

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Primeiro de tudo, MIL DESCULPAS, pessoas da minha vida! Tinha prometido esse post há trezentos anos, mas por motivos de: (1) também sou filha de Deus; (2) tenho probleminhas pra resolver e (3) não conseguir fazer o post. Porém, estou buscando redenção e o perdão de vocês trazendo tudindin agora! <3

Bom, como explicado no primeiro post, inaugurei uma nova série de posts chamada Sampa Tour, onde vou postar dicas de rolês legais pra quem mora em São Paulo ou vier para cá a passeio. E essas dicas serão de acordo com os rolês que eu mesma estou realizando, parte de um projeto pessoal meu.

No mesmo dia em que fui ao Edifício Martinelli, aproveitei o caminho e fui parar no Museu Catavento.

O Catavento é um museu totalmente interativo dedicado aos conhecimentos científicos que funciona desde 2009. O espaço em que é abrigado é o antigo Palácio das Indústrias, que foi construído em 1911 e inaugurado apenas em 1924. Em 1992, passou a ser a sede da Prefeitura de São Paulo.

O museu é dividido em 4 espaços: universo, vida, engenho e sociedade. Cada instalação tem várias atividades que ensinam de maneira criativa, desde teorias físicas e químicas até os biomas, o universo, e todo o funcionamento do corpo humano, além da vida marinha e tudo mais o que vier nas suas cabecinhas.

Na área do universo, vocês poderão saber sobre a vida das estrelas, além poder conhecer as mais famosas, observar galáxias, constelações… Ou até mesmo tocar em um meteorito de verdade que deixa a sua mão com cheiro de metal!

Depois, no espaço da vida, vocês vão saber tudo sobre a biodiversidade do planeta, bem como uma mega aula sobre relevos e plantações, só que de uma forma mais divertida: uma maquete gigante que exemplifica cada coisinha! AH, também não podemos esquecer a passagem dos dinossauros no planeta e a evolução humana. Hora de aprender todas as funções do corpo humano AQUI. *-*

Em engenho, vocês finalmente se sentirão num laboratório, onde poderão testar cada coisa daquelas aulas de física que vocês nunca entendiam. Quem dera eu tivesse tido a oportunidade de ter vindo na época da escola. Muita coisa teria me ajudado de uma forma mais interessante! Acredita que você consegue levantar 100 kg adicionando uma ferramenta boba junto com uma corda? Pois é! Já se imaginou dentro de uma bolha de sabão? Eu estive em uma! E sobre um choque em corrente com mais algumas pessoinhas? Passei por essa experiência também!

E finalmente, na área da sociedade, dá pra conhecer um pouquinho das maravilhas da Terra, um pouquinho de história do Brasil com uma escalada interativa e um laboratório de química e física!

Ufa, acabou! Mentira, agora é hora das fotchenhas!

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PS.1: Sabe aquele pontinho marcado? É o nossa sistema no meio dessa nossa pequena galáxia que fica nesse universão!

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PS.2: Eu e o bf dentro das bolhas de sabão! *-*

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PS.3: Qualidade ruinzinha, mas queria mostrar a escalada histórica 🙁

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PS.4: Eu tava louca pra ir nesse Borboletário, mas ele ainda não inaugurou. Cry!

Pois então, esse foi meu segundo passeio baratchenho que SUPER indico. Sério, pessoas. R$ 6,00 a inteira e R$ 3,00 a meia. Dá pra vir e se divertir demais. É ou não é?

 

Quem ficou interessado, dá uma acessadinha básica no site do museu pra se informar melhor!

Achei esse vídeo no próprio portal deles e achei bem legal pra dar uma palhinha do local! A gravação não é da melhor qualidade, mas acho que dá pra ter uma ideia do que esse lugar fantástico!

E AÍÍ, o que acharam? Gentem, ainda tô me acostumando a tirar foto de tudo, então esqueci de tirar MUITA foto, porque esqueço que não é só um passeio, e sim um registro! E prometo que com o passar do tempo, as fotos terão qualidade e enquadramento melhor, tá? A tia Nats tá enferrujada com essas coisas.

 

Aguardem o próximo episódio do Sampa Tour! <3

Resenha: Se Eu Ficar

Em 26.06.2015   Arquivado em Livros

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Sim, Nats lê livros da modinha, e daí? Se reclamar, leio “50 Tons de Cinza” e escrevo a resenha! Só que não.

Enfim, ouvindo das pessoas que o livro era maravilindo, que eu ia adorar e coisa e tal… E depois vendo o trailer que me deixou de olhinhos lacrimejando no cinema com a música “Say Something”, eu resolvi me entregar aos encantos de “Se Eu Ficar”.

Para quem ainda não leu ou assistiu, a trama conta a história de Mia Hall, uma garota bem diferente das garotas de sua idade e até mesmo de sua família. Para começar, ela é filha de pais punks. Todo mundo adoraria ter pais assim, liberais, divertidos e que nos incentivassem a ir em festas para voltar só no outro dia. Todo mundo, menos a Mia. E para completar a coisa, ela seguiu um gosto completamente diferente da família, do pai que tinha uma banda de punk rock. Mia se apaixonou pelo violoncelo e se tornou uma incrível musicista clássica.

Tem como ser um patinho feio mais feio que esse? Tem! Mia acaba se apaixonando pelo rockeiro popular da escola, Adam, o garoto dos sonhos de qualquer adolescente. O fato dele se interessar por Mia é algo que a intriga desde o começo, pois ambos são completamente diferentes. Mas né… Os opostos se atraem.

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E a história que parece linda, perfeita e cheia de coisas fofinhas acaba se definhando quando um acidente de carro horrível acaba matando os pais e o irmãozinho de Mia. A garota se vê no meio dos destroços do carro enquanto paramédicos e ambulâncias chegam para socorrê-los. Assiste à tudo: seu corpo sendo levado, os médicos tentando reanimá-la… Se vê na sala de cirurgia, na UTI… Então percebe que está fora do seu próprio corpo, e ninguém é capaz de vê-la. Percebe que a Mia deitada na maca está em coma.

Seu mundo vira de cabeça para baixo e ela se vê em uma encruzilhada, pois não consegue imaginar um mundo em que sua família já não esteja mais ao seu lado. Mas por outro lado, sofre ao ver Adam, seus avós e sua melhor amiga Kim implorando e até mesmo rezando pela sua melhora.

Então ela percebe que tudo está em suas mãos. A decisão de morrer ou viver é dela e somente dela. Ao longo desse tempo, Mia começa a pesar as coisas, a reviver momentos e a refletir se vale a pena ficar ou não.

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“Então do que você não gostou, afinal?” . Pois bem, a ideia da história em si é linda e diferente de tudo o que eu já li. O ponto de vista de uma garota em coma e que decide pela própria vida! Sim, é tudo bonitinho, mas a narrativa não me agradou muito, achei a história pouco aprofundada e faltando detalhes, sabe? Os personagens são muito bons, especialmente os pais de Mia, pelos quais eu me apaixonei desde o primeiro momento.

O problema não é a história em si, e sim COMO as coisas acabam se desenrolando. Depois de ler o livro, acabei assistindo o filme… E foi uma situação bem estranha, porque eu nunca tinha achado um filme melhor do que o próprio livro, e isso me frustrou.

E pra terminar de piorar, um dos motivos pelos quais eu havia comprado “Se Eu Ficar”, é porque eu queria ler um livro que não fosse uma saga, pois estava muito nessa. Então, ao terminar, descubro nas últimas páginas que haverá uma continuação. Fuén! E que não vai ter continuação do filme! Fuén duplo!

Tirando esses conflitos internos meus e da vida, é uma boa história. Apenas não entrou na minha lista de favoritos. PORÉM, Nats é brasileira e não desiste. Por isso, vou ler a continuação e dizer o que achei, belê? Belê!

E quem leu, o que achou do livro? Coloque tudo na caixinha!

Se não leu, NÃO SEJA POR ISSO! Abaixo, o pdf do livro. Lição de casa, ma cheries!

PDF – Se Eu Ficar – Gayle Forman

Um rolê nos anos 50

Em 20.06.2015   Arquivado em Por aí
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Foto: Amaro Fotografia

Atenção: este post NÃO é um publieditorial. É uma experiência minha que fiz questão de compartilhar com vocês!

1950. 2015. Sessenta e cinco anos dividem essas duas datas. Datas essas que diferem em vestimentas, estilos, músicas, programas, lugares. Mas nada que um bar em meio a caótica cidade de São Paulo não possa juntar esses tempos tão distintos.

Confesso que quando o convite foi feito, fiquei hesitante. Sempre gostei de bares temáticos, mas daí um bar em que as pessoas vão a caráter pra dançar rockabilly? Meu alerta “Cilada, Bino!” já ficou a postos.

De frente com a fachada não consegui fazer nenhum comentário. Eu nem diria que era um bar, a não ser pelo nome acima “The Clock Rock Bar”. Parecia que eram aquelas festas clandestinas dos anos 50, e… dã, Natália!

Foto: Amaro Fotografia

Foto: Amaro Fotografia

BAM! Todo aquele pensamento de paulista iniciante acabou no momento em que passei pela porta. A parede do balcão de entrada já jogava na sua cara todos aqueles rostos tão conhecidos. Elvis Presley, Marilyn Monroe, Beatles, Bill Haley and The Comets… Meu humor mudou NA HORA.

Mas meus olhinhos brilharam MESMO quando a segunda porta foi aberta e finalmente adentrei o local que era de fato o bar. Uma mistura doida de baile, lanchonete americana e barzinho intimista com música ao vivo tomaram conta de todos os meus sentidos.

Saias plissadas e rodadas. Cabelos moldados no spray. Suspensórios. Meus olhos estavam quase brincando fora das próprias órbitas, observando os casais vestidos a caráter como se estivessem nas pistas borbulhantes dos anos 50/60. Fiquei “Gente, para o mundo que eu quero descer!”.

Sabe aquela história de cuspir pra cima e cair na testa? Pois é. Acho que caiu direto na cabeça, porque eu estava ocupada demais assistindo àquele show incrível pra que eu olhasse pro alto e deixasse que algo caísse na minha testa.

Foto: Veja São Paulo

Foto: Veja São Paulo

De Elvis Presley a Thurston Harris. Era impossível não balançar pelo menos o pezinho ao ritmo daquelas músicas dançantes e não se sentir como se estivesse mesmo nos anos 50/60. E a invejinha de não saber dançar o estilo crescendo no peito.

E em meio a tanta gente jovem e animada, eis que me deparo com um casal que realmente estava em casa, dando o maior show de todos:

DaniloMartins-TeresaCristina

Esses dois que eu tentei fotografar são o Danilo Martins, 75, e a esposa, Teresa Cristina, 63. Esse casal simpático de energia já estão juntos há 45 anos e sempre gostaram muito de dançar vários estilos: samba, chachacha, bolero, forró, foxtrote… Ufa! Cansei só de falar todas essas danças!

Eles frequentam o The Clock Rock Bar há 4 anos e Danilo disse que apesar de já dançarem rock desde quando eram mais jovens, precisaram tomar algumas aulas de rockabilly, porque a marcação dos passos é diferente. Acho que pelas fotinhos acima já dá pra perceber como eles chamam bastante a atenção, né? É só entrar na pista e são notados! E não é à toa que já fizeram tantas amizades! Quando perguntei sobre o que a dança representava em sua vida, Danilo só teve uma resposta: “Só alegria, faz bem para a cabeça, para as pernas e para a integração social, que é o que eu fiz com você.” Sim, eu dancei rockabilly e aprendi passos com ele! E foi incrível! Entendi que basta se deixar ser conduzida, e a mágica acontece! Até parecia que eu sabia mesmo como dançar, juro! Pena que não tenho nenhum registro do momento.

Para Danilo, mesmo sendo algo que resgata a sua juventude, o estilo de dança não é uma maneira de suprir o sentimento de nostalgia “No rockabilly somos todos iguais e todo mundo dança com todo mundo. Vamos dançar?”

O Danilo é um exemplo de que diversão não tem hora nem idade! Ir àquele lugar e conhecer aquelas me fez realmente bem! E agora que paro pra pensar, de certa forma, a frase que o Danilo me disse enquanto dançávamos faz todo o sentido. “Não podemos viver para sempre… Mas podemos dançar para sempre.” Podemos mesmo, seu Danilo. Basta dançar conforme a música!

 

Achou o The Clock Rock Bar legal? Quer saber mais? Que tal esse vídeo MARA dos professores dançando no programa Encontro com Fátima?! *-*

Ficou interessado em conhecer o lugar? O bar fica na Rua Turiassú, 806 – Perdizes, São Paulo – SP. Tá a fim de fazer umas aulinhas de rockabilly? O LUGAR TAMBÉM É LÁ. Basta entrar na fanpage e no site do bar para se informar!

Ufiii! Bom, essa foi a minha experiência nos anos 50! Qual é a sua? *-*

TAG: Você precisa ouvir! #3

Em 15.06.2015   Arquivado em Música

DivNina

Faz tempo que não indico um som legal pra vocês, né, minhas gentes? Mas vou ser sincera: TÁ DIFÍCIL. Tenho um gostinho meio deprê (como vocês já puderam perceber), e achar algo de qualidade nessa categoria anda meio difícil.

E quando você está no limbo musical, é pra isso que existem os amigos! A fofica da Allie, do blog Lovecats me indicou um pessoa maravilhosa.

Alguém aí já ouviu falar da Nina Nesbitt? Eu já tinha ouvido falar dessa coisinha estilosa, mas confesso que fui uma menina má e não me interessei. AÍ, eu me redimi, porque depois de conhecer, simplesmente me APAIXONEI!

Sabe essa música linda do Ed Sheeran, chamada “Nina”? 10 pontos pra Grifinória quem disse que ela é a musa inspiradora! Sabe aquela outra música, “Photograph”? Mais 10 pontos se você disse que era ela também!

GRYFFINDOOOOR

Sabe aquela menina que aparecia no clipe “Drunk”? 50 PONTOS SE TU RECONHECEU ELA!

Agora, parando de falar do Ed, e voltando a quem realmente interessa nesse post…

Nina Nesbitt é uma cantora e compositora escocesa-sueca de apenas 20 aninhos. Pra gente aqui no Brasil não chega muita informação, mas lá nas Europa ela tá muito bem! O single de Nina, “Stay Out” já esteve nas paradas britânicas!

Como muitos artistas da atualidade, ela surgiu no Youtube, gravando suas composições e mostrando pro mundo. Essa coisinha toca violão, piano e flauta! <3

Foi descoberta por Ed em 2012 e foi convidada por ele para apoiá-lo em sua turnê pela Europa. Linda história de amor, né? Pena que acabou :’(

Nessa pequena-longa jornada, a baixinha já lançou 5 EP’s e 1 álbum, intitulado “Peroxide”. Vamo conhecer um pouquinho desse som incrível?

Hold You

Essa foi a primeira música que a Allie me mostrou e eu quase morri do coração. É apaixonante e cheia de tristeza (sou emo, e daí?). Será que ela escreveu pro Ed? PAREI ;x

 

Statues

Não sei o que é mais fofinho: o clipe, a harmonia, a letra… É aquela música que você tem que ficar no escuro, deitada sob a janela, sendo iluminada apenas pela luz da lua e só viajar… Eu fiz isso e realmente viajei.

 

Don’t Stop

Nina não é só deprê como a Nats aqui, ok? Prova disso é essa música super amor! Além do ritmo ser mais alegrinho, a letra é daquelas que é super inspiradora, com o intuito de não deixar nos abatermos. LINDICA <3

 

Stay Out

Essa já é uma mais dançante ainda! Quer se sentir um pouquinho na Europa? Senta aqui comigo!

 

The Apple Tree

Apaixonante é a palavra. Não sei se esse é o primeiro clipe dela. Tem um estilo mais caseiro, e faz parte de um dos EP’s dela. Só que achei incrível, porque você meio que pode se sentir dentro do dia dela. Ed aparece no clipe rapidinho, just saying.

 

Spiders

Fiquei chateada que não tem nenhum vídeo bonitinho feito pela própria Nina, mas essa é a minha segunda música favorita da vida, e eu queria que vocês escutassem. T-T O jeito que ela canta é tão doído que eu sofro junto, gente!

 

O que acharam dessa little angel? Cuidado! Risco de se apaixonar à primeira vista! <3

Quem tiver uma dica bem legal, é só falar com a tia Nats, e a gente compartilha o que precisa ser compartilhado com o mundo, flw? FLW!

Resenha: The Duff

Em 11.06.2015   Arquivado em Livros
Foto ilustrativa. Créditos: http://poderdegarota.blogspot.com.br/2015/01/livro-do-dia-duff.html

Foto ilustrativa. Créditos: http://poderdegarota.blogspot.com.br/2015/01/livro-do-dia-duff.html

Bom, vamos a uma nova indicação de livro, o livro que eu menos esperava da VIDA. E como eu amei essas horas de leitura, gente! Sim, vocês não leram errado. Eu disse horas.

Sabe aquele livro sem pretensão que você não espera absolutamente qualquer coisa dele? Esse é The Duff. Calma! Vou ter que situar vocês um pouquinho.

Algo que muito me irrita tem acontecido frequentemente. Sabe aquele dia sem propósito que você simplesmente escolhe um filme pra assistir de bobeira? Então, todas as últimas vezes em que fiz isso, me irritei ao descobrir que o filme que eu acabava de assistir era baseado em uma obra literária, e eu fiquei com muito medo de me tornar o tipo de gente que eu mais critico na face da Terra: pessoas que assistem o filme e não leem the damn livro.

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Desesperada com a possibilidade de eu ter me tornado esse tipo de ser humano, decidi que leria o livro do último filme que eu havia acabado de assistir: The Duff. Como eu estava com uma certa urgência de não poder esperar, acabei baixando o livro em PDF (vão ter que me perdoar por não ter fotos próprias do livro). Não sabia quando ia ler o livro, mas ia lê-lo nem que fosse a última coisa que eu fizesse na vida.

Fiz a resenha do filme e pensei “Caraca, mas e o livro?”. Não achei justo e segurei a resenha todos esses dias, ansiosa pra postar porque eu realmente AMEI o filme. Decidi que iria publicar os dois juntos e pronto. Então esse post será o “post duplo” do blog. E me aguentem, porque isso acontecerá bastante daqui pra frente. Vão ter que me engolir.

Agora, antes que vocês desistam de ler a maldita resenha, vamos começar dizendo que AMEI o livro. E o primeiro motivo? É diferente do filme. Calma, não fiquem com essa cara de interrogação. Geralmente é mesmo uma porcaria quando o filme destoa muito do livro, mas nesse caso, acho que foi bem positivo, porque o longa funcionou mais como uma versão mais engraçada de “A Nova Cinderela” ou coisa do tipo, e o livro explorou o tema muito mais do que eu poderia IMAGINAR.

Antes de mais nada, vamos a explicação do nome do livro, no caso, The Duff. Sim, ele não tem uma boa tradução, e eu fiquei imensamente feliz em saber que a editora não tentou traduzir o nome dele. MAS, para quem quer saber, o termo é uma gíria americana: Designated Ugly Fat Friend (em português Designada Amiga Feia e Gorda).

Explicado TUDO, vamos ao que interessa. Bianca Piper é uma adolescente de 17 anos bem diferente das que estamos acostumados a conhecer. Tem como característica mais marcante o seu cinismo e a sua sinceridade. Aquela garota que preza mais pelo QI do que pela beleza dos outros. Aliás, não se acha nem a mais bonita ou a mais atraente dentre duas melhores amigas, Casey e Jessica. Também é a menos festeira. Considera todo tipo de diversão normal de adolescentes – como bailes de formatura ou festas – uma tremenda perda de tempo. Amar? “Amar” era uma palavra muito forte para estar no vocabulário de uma adolescente, e segundo ela mesma, “amor leva-se anos para se desenvolver”.

Pois bem! Ela não se importava muito com o que as outras pessoas pensavam dela. É, eu disse “não se importava, pois tudo isso muda numa noite em um bar, quando seu colega de escola Wesley Rush, que ela considera o cara mais nojento e mulherengo, a chama de Duff. Ao entender o significado do termo, faz o que toda garota ofendida faria em seu lugar: joga Coca-Cola nele, claro.

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Ok. Tudo superado? Não. Além desse novo rótulo ter surgido em sua vida e ela se sentir perseguida por ele mesmo que ninguém saiba da existência dele, Bianca também está com alguns problemas em casa que até então ela não julgava sério. Nossa protagonista é daquelas que odeia vitimismo, melação e drama queen, então ela guarda muita coisa pra si mesma. O casamento dos pais de Bianca está em crise já tem três anos, mas a bomba parece começar a estourar só agora.

Diferente do que vocês vão ver no filme, o pai de Bianca faz parte da história de verdade. A mãe dela é quem sempre está fora, viajando a trabalho, fazendo palestras motivacionais por causa do livro de auto-ajuda que ela mesma escreveu. Mas dessa vez aquela parecia a viagem mais longa, pois já fazia dois meses que ela não voltava.

Depois de flagrar um telefonema um tanto quanto meio tenso entre seus pais, ela já começa a vivenciar o drama com mais força. Começa a se sentir perdida, não com o fato da possível separação que ela já esperava há algum tempo, mas pela situação. E quando não parecia que a vida dela estava mais bagunçada, o que ela acaba fazendo num momento de alívio e stress? Beija Wesley Rush instintivamente. E obviamente se arrependeu as hell.

E é aí que a nossa história decola. Mais uma vez, diferente do que acontece no filme, Bianca começa um relacionamento de “friends with benefits” (amigos coloridos) com o cara que ela mais odiava na face da Terra. E é claro, tudo bem secretinho, pois ela não queria ser comparada com as dúzias de meninas quaisquer que se deitavam com Wes.

O que parece um tanto quanto óbvio e clichê conseguiu realmente me prender numa tarde, sério. Texto simples, divertido e cheio de piadas ótimas. Eu simplesmente não conseguia parar de devorar o livro gente! E em várias vezes eu soltei gargalhadas. Fazia muito tempo que um livro não me fazia rir como esse.

Eu simplesmente me apaixonei por cada personagem e por cada particularidade que cada um trazia conforme iam aparecendo. Wes é aquele mulherengo que NÃO TEM como não se apaixonar. Ele sempre se mostra aquele cara interesseiro e piadista, mas que ao longo da leitura você vai descobrindo que ele é muito mais que músculos e sexy appeal.

WES

Na verdade, ele se mostra um ótimo ouvinte e uma pessoa com tantos problemas quanto Bianca. E esse é mais um vínculo que se cria entre os dois durante a nossa jornada, e isso torna a leitura ainda mais instigante.

Bom… APESAAAR da nossa protagonista ser cheia de “não me toques” e particularidades que só ela poderia ter sobre o mundo jovem… Ela não é de ferro. Tem uma quedinha de três anos por um carinha da escola pouco convencional, Toby Tucker. Sinceramente gostei muito mais dessa versão do Toby do que o do filme. Nosso personagem literário é mais profundo e ao mesmo tempo simples. É inteligente, sincero, romântico e prático. Não tem o que complicar!

Muita coisa acontece e que eu não vou contar até que Bianca se encontra num triângulo amoroso, tendo que escolher entre o cara mais perfeito e o cara mais safado.

Nessa hora eu já estava em conflito interno porque me vi apaixonada pelos dois, juro. E pela história também, pelo rumo que ela tomou. Não esperava que nada daquilo fosse acontecer, especialmente por já ter assistido o filme. Esperei que tivesse uma coisinha ou outra diferente, mas não. Então a cada corrida dos meus olhos pelas linhas, minha boca formava um “o” maior ainda.

Pra vocês terem uma boa noção, eu li em PDF em UM DIA e vou comprar esse livro porque o quero na minha prateleira. Porque sim, porque vale. Eu gostei e indico pra vocês lerem AGORA.

fireworks

Não quer ler? Chateadíssima. Mas então passa aqui pra ler sobre o filme e assistir o trailer! Quem sabe não dá a louca e vocês repetem o meu lapso?

 

PDF – The Duff – Kody Keplinger (Português)

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