Memórias mundanas

Em 20.08.2015   Arquivado em Crônicas

MemóriasMundanas

Skinny Love – Birdy

Ainda sinto o cheiro de canela emanar do meu travesseiro toda vez que afundo o meu rosto nele. Ainda consigo encontrar o seu olhar toda vez que me escondo debaixo do edredom, como costumávamos fazer de madrugada, com uma lanterna. Ainda lembro do som da sua risada, toda vez que eu fazia uma piada, mesmo quando ela era sem graça. E ela sempre era.

Lembro como você ficava irritada toda vez que eu tentava contar as sardas do seu rosto e acabava perdido nas próprias contas. Ou de como as minhas covas das bochechas apareciam tímidas quando você passava a ponta dos meus dedos sobre elas e me fazia sentir cócegas. Ainda lembro de como você enrugava o nariz e torcia a boca quando algo não lhe agradava.

Ainda guardo na memória como você ficava linda com aquele jeans surrado. E o barulho que aquele seu par de All Star branco encardido fazia no assoalho da minha casa. De como eu me escondia toda vez que eu a escutava subir as escadas para lhe dar um susto. Mas no final, era sempre eu que me assustava.
Sinto saudades de como nossas risadas combinavam. De como sua mão cabia dentro da minha. Sinto saudades de quando você praguejava porque eu encostava meus pés gelados nos seus para me esquentar. E de como você sempre se dava por vencida.

Funcionávamos tão bem juntos! Era como se você tivesse sido feita sob medida pra mim. Sim, era você quem havia sido feita pra mim, e não o contrário. Você sempre dizia isso, lembra? Porque eu sou três anos mais velho. Porque quando veio ao mundo, eu já estava nele. Portanto, você nunca havia vivido num mundo em que eu não estivesse antes. E por causa disso, parece que você se achou no direito de me fazer viver num mundo sem você.
Num momento eu tinha tudo! E agora… Não existe mais canela, nem olhares, nem lanterna, nem risada, nem piada. Não existem sardas ou covinhas. Nem rugas no nariz ou boca torta. Que dirá o jeans surrado e o barulho do All Star no meu assoalho! Não existe mais sua mão dentro da minha, nem o calor pra me esquentar. Porque você deixou o meu mundo. E não me levou com você.

TAG: Os melhores personagens #3

Em 12.08.2015   Arquivado em Na tela

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Enquanto não posso contar a novidade que tá pra chegar no blog ~bitch feelings~, resolvi reviver a tag Os melhores personagens e falar de uma das minhas personagens favoritas! Ela divide o protagonismo com mais três atrizes, e isso é um desafio e tanto, mas ela acaba tirando de letra, além de trazer ritmo e leveza pra trama que conta com muitos momentos de tensão e mistério. E ela faz tudo sem sair do salto alto! Estou falando da nossa diva Hanna Marin, de Pretty Little Liars! <3

Hanna é a típica patricinha do ensino médio, mas diferente daquelas que estamos acostumadas a ver nos filmes, ela tem um coração giganteeeesco e cheio de amor pra dar. A cabecinha dela é tão ocupada com compras que ela é um pouquinho desprovida de cultura útil e ela acaba fazendo uns comentários desnecessários que nos arrancam altas gargalhadas, mas não desaponta a gente na hora de desvendar as pistas.

Além disso, não podemos ignorar como ela e o Caleb são PERFEITOS, juntos, né? Apesar de eu ser mais #Ezria, não posso ser hipócrita. O querido esteve ao lado da Hanna desde o comecinho e ajuda as meninas com os seus conhecimentos de hacker. Quase morri do coração quando ele “saiu” da série por causa do spin off de Pretty Little Liars, Ravenswood. Aí a série foi um fiasco e ele acabou voltando e tudo ganhou cor de novo <3

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Agora, quer ver por que ela merece sua atenção de agora em diante? 🙂

1. Ela sabe como definir o caráter de uma pessoa

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2. É dramática no “ponto”

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3. É super transparente

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4. Suas conclusões são sempre as melhores

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5. E os comentários são sempre tão inocentes que nem dá pra ficar brava com ela

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6. Ela acredita que todos merecem uma segunda chance

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7. Não gosta de julgamentos

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8. Tem os melhores porres

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9. Sabe enfrentar azinimiga

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10. E se torna uma pessoa extremamente corajosa quando está brava ou precisa defender quem ama

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Uma fofa, né gentxe? *-* Que cês acham?

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Uma carta ao meu super-herói

Em 09.08.2015   Arquivado em Off topic

Daddy

Daddy,

Sei que você não é muito de falar. A mommy diz que é coisa de criação, então com o tempo aprendi que seu jeito de falar não é exatamente falando. É fazendo.

Por isso gostaria que você soubesse o quanto eu reconheço e agradeço todo o seu esforço e a sua fé para me educar e sempre me dar o melhor. Por nunca deixar de me apoiar e acreditar no meu potencial.

Se hoje eu tenho 22 anos e já sou formada, é graças a você. Se estou prestes a realizar mais um sonho, também é graças a você. Aliás, graças a você e a mommy. que sempre me ensinaram a correr atrás dos meus sonhos sem pisar em ninguém. Que me deram a chance de compartilhar meus planos e minhas ideias. Que sempre ouviram o que eu tinha a dizer. Pra mim você não é só uma figura de respeito e autoridade. É também o meu melhor amigo, a minha inspiração.

Sei que também não sou muito de falar, embora acredito que você tenha notado o quanto eu venho me esforçando e encontrando oportunidades para te abraçar e dizer o quanto te amo. É porque não quero que você tenha dúvidas do que representa na minha vida.

Eu tenho 22 anos e você SEMPRE continuará sendo o meu super-herói. Admiro sua fé que nunca se abala; admiro sua força de vontade de ainda se levantar todos os dias para trabalhar; sua sutileza e sensatez para falar o que precisa ser dito.

Aprendi e ainda aprendo muito com você todos os dias, Bino. E se um dia eu puder me tornar pelo menos 1/3 do que você é já me darei satisfeita.

Tudo isso para dizer: FELIZ DIA DOS PAIS!

TE AMO ❤

Quarto Azul

Em 04.08.2015   Arquivado em Crônicas

Quarto Azul

The Blower’s Daughter – Damien Rice

Eu já estive aqui tantas vezes… Minhas pernas bambeiam só de pensar que tive a oportunidade de pisar nesse quarto azul mais uma vez, mesmo sendo escondido.

Ainda consigo sentir o cheiro de nós dois em todas as paredes tão decoradas de coisas. Havia só dois meses que eu não entrava nesse quarto, e percebi como sentia falta do seu mundo, das suas particularidades.

Eu estava li feito bobo olhando cada detalhe daquele lugar tão azul e tão você que eu não queria esquecer. Quadrinhos pequenos e cheios de frases moderninhas que você vive tirando do Tumblr ou do WeHeartIt. Um calendário velho dos Beatles, estrelinhas que brilham no escuro… Todos tão delicadamente expostos na parede. Olho para cima já esperando encontrar o rosto do Damien Rice no teto. Você deve ser a única maluca que gruda pôsters no teto. Aliás, você deve ser a única maluca que acha o Damien Rice o cara mais bonito no universo. Garotas normais gostam de One Direction, do Justin Bieber… Mas não você. Porque você não é uma garota qualquer. Você é a Melina Becker. A garota por quem eu sou apaixonado desde a terceira série.

E só seis anos depois eu tive a chance de ser alguém que eu realmente queria ser pra você. Passei de colega de sala a amigo, de amigo a melhor amigo. Ouvi durante anos você falar dos carinhas de quem estava a fim. Ouvia com afinco, fingindo para que cada detalhe não soasse como uma apunhalada no meu estômago e isso não ficasse explícito na minha cara.

Só Deus sabia como aquilo doía, mas eu preferia estar ali e fazer parte da sua vida daquele jeito do que simplesmente não estar por perto. Fazia piadas e fingia não estar me mordendo de ciúmes por eu nunca ser o cara dos seus sonhos.

Suspiro em meio a penumbra do seu quarto azul. Sei que não deveria ter vindo aqui assim, na calada da noite, mas eu meio que precisava. Se você sonhar que invadi seu quarto pela janela, provavelmente cortaria as minhas pernas. Essa era sempre a sua ameaça para qualquer ato meu.

Olho para a sua cama. A cabeceira de metal toda decorada com piscas-piscas de led. Acesas como sempre. E você. Que saudade de ver você dormindo assim. Quantas noites eu não dormi nessa mesma cama, cada um deitado com a cabeça em uma extremidade diferente. Você adorava cutucar as minhas costas com os pés para saber se eu estava acordado.

E sua mãe nem se incomodava com tudo aquilo. Éramos melhores amigos há tanto tempo! Ninguém via mal nenhum naquilo.

Na verdade, só eu via. O maior mal era estar ali ao seu lado todos os dias, amá-la… E amá-la secretamente sem ser percebido. Esse era o meu maior mal. Uns chamariam de castigo, outros de carma… Eu chamo de destino.

Os piscas-piscas refletiam o azul da sua parede no seu rosto, como em todas as noites. E você se nomeava a menina azul. O mesmo velho cenário… Só que eu não faço mais parte dele.

Porque inventei de finalmente surtar por causa de mais um cara na sua vida. Outro cara que não sabia nada sobre você, não conhece seus gostos, medos e angústias. Não sabe que você mistura Nescau Cereal com o Froot Loops e acha isso gostoso. Não sabe que você prefere os filmes velhos aos novos. E mesmo assim ele é o dono do seu coração azul, e não eu.

Mas em vez de apenas dizer o que eu sentia e que estava guardado durante todo esse tempo, eu quebrei o código. Queimei o cara e vi você o defendendo. E você o escolheu em vez de escolher a mim. É claro que isso não foi dito, mas algumas coisas são subentendidas na vida, não é?

Observo você respirando tão lentamente. Também perdi a conta de quantas vezes velei seu sono assim. Às vezes com o seu rosto marcado por lágrimas…. Ou às vezes porque eu simplesmente adorava assisti-la dormindo.

Antes que pudesse me arrepender, coloco o envelope azul sobre a mesinha ao lado da sua cama. Quando me direciono à janela, piso em alguma coisa e isso acaba perturbando seu sono. Meu coração foi para a boca e eu corri para fora da janela o mais rápido possível, e eu sei que a única coisa que seus olhos captaram foi a janela se fechando em meio ao escuro azul do seu quarto.

 

Gostou da crônica? Quer que ela tenha continuação? Comenta aqui pra tia Nats, manda mensagenzinha aqui, sinal de fumaça ou o que mais você preferir. Vamos brincar de “Você Decide”? 

Aqueles Olhos

Em 08.07.2015   Arquivado em Crônicas

AquelesOlhos

Tenerife Sea – Ed Sheeran

Aqueles olhos. Por mais que eu tente eles não saem da minha cabeça, não consigo me esquecer. Não consigo me esquecer de como eles brilhavam, refletindo a luz que emanava do céu, fosse dia ou noite. Fosse sol ou chuva.

Aqueles olhos que eram capazes de transmitir todos os sentimentos do mundo numa só encarada. Era carinho, era dor, era mistério. Eles sorriam, eles choravam.

Já faz tempo que eu não os vejo. Me sinto no escuro, esperando por mais um dia como aqueles em que eu tinha a sorte de vê-los se abrirem para ganhar a claridade do quarto. As pupilas se contraíam rapidamente, como se a luz as assustassem de prontidão. Mas era tudo muito rápido. Era preciso ficar muito atento se quisesse ver tudo isso acontecendo, pois em questão de segundos seus olhos já ganhavam a calma do Mar Cáspio. Então era como se eu mergulhasse, me afogando na beleza deles.

Era como se eles me dessem a vida e a morte. Meu coração acelerava e parecia querer rasgar o meu peito como uma seda que vai se desfiando facilmente. E eu podia ficar olhando para eles durante o dia todo, juro que não me importaria.

Eles tinham um certo poder sobre mim. Droga, como me doía quando eles choravam e eu sabia que eu era o culpado! Era como se as suas lágrimas fossem lâminas cortantes que me atingiam lentamente enquanto aquele azul me encarava e perguntava “Por quê?”.

E mesmo não os vendo mais, sinto que esse poder, essa hipnose continua. Porque quando fecho os meus olhos, eles são tudo o que eu consigo ver. Aqueles olhos.

Onde estarão agora? Em outro quarto, do outro lado do mundo? Iluminando-se e mostrando-se Cáspio para outro alguém que não eu? Mostrando-se um puro mistério pronto para ser desvendado? Fazendo-se serem mergulhados?

Eu espero que esse alguém lhes dê a mesma atenção e valor que eu lhes dava. Que esse alguém não perca um único detalhe da maravilha que é vê-los acordando para um novo dia. Aqueles olhos.

 

 

Resenha: Se Eu Ficar

Em 26.06.2015   Arquivado em Livros

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Sim, Nats lê livros da modinha, e daí? Se reclamar, leio “50 Tons de Cinza” e escrevo a resenha! Só que não.

Enfim, ouvindo das pessoas que o livro era maravilindo, que eu ia adorar e coisa e tal… E depois vendo o trailer que me deixou de olhinhos lacrimejando no cinema com a música “Say Something”, eu resolvi me entregar aos encantos de “Se Eu Ficar”.

Para quem ainda não leu ou assistiu, a trama conta a história de Mia Hall, uma garota bem diferente das garotas de sua idade e até mesmo de sua família. Para começar, ela é filha de pais punks. Todo mundo adoraria ter pais assim, liberais, divertidos e que nos incentivassem a ir em festas para voltar só no outro dia. Todo mundo, menos a Mia. E para completar a coisa, ela seguiu um gosto completamente diferente da família, do pai que tinha uma banda de punk rock. Mia se apaixonou pelo violoncelo e se tornou uma incrível musicista clássica.

Tem como ser um patinho feio mais feio que esse? Tem! Mia acaba se apaixonando pelo rockeiro popular da escola, Adam, o garoto dos sonhos de qualquer adolescente. O fato dele se interessar por Mia é algo que a intriga desde o começo, pois ambos são completamente diferentes. Mas né… Os opostos se atraem.

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E a história que parece linda, perfeita e cheia de coisas fofinhas acaba se definhando quando um acidente de carro horrível acaba matando os pais e o irmãozinho de Mia. A garota se vê no meio dos destroços do carro enquanto paramédicos e ambulâncias chegam para socorrê-los. Assiste à tudo: seu corpo sendo levado, os médicos tentando reanimá-la… Se vê na sala de cirurgia, na UTI… Então percebe que está fora do seu próprio corpo, e ninguém é capaz de vê-la. Percebe que a Mia deitada na maca está em coma.

Seu mundo vira de cabeça para baixo e ela se vê em uma encruzilhada, pois não consegue imaginar um mundo em que sua família já não esteja mais ao seu lado. Mas por outro lado, sofre ao ver Adam, seus avós e sua melhor amiga Kim implorando e até mesmo rezando pela sua melhora.

Então ela percebe que tudo está em suas mãos. A decisão de morrer ou viver é dela e somente dela. Ao longo desse tempo, Mia começa a pesar as coisas, a reviver momentos e a refletir se vale a pena ficar ou não.

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“Então do que você não gostou, afinal?” . Pois bem, a ideia da história em si é linda e diferente de tudo o que eu já li. O ponto de vista de uma garota em coma e que decide pela própria vida! Sim, é tudo bonitinho, mas a narrativa não me agradou muito, achei a história pouco aprofundada e faltando detalhes, sabe? Os personagens são muito bons, especialmente os pais de Mia, pelos quais eu me apaixonei desde o primeiro momento.

O problema não é a história em si, e sim COMO as coisas acabam se desenrolando. Depois de ler o livro, acabei assistindo o filme… E foi uma situação bem estranha, porque eu nunca tinha achado um filme melhor do que o próprio livro, e isso me frustrou.

E pra terminar de piorar, um dos motivos pelos quais eu havia comprado “Se Eu Ficar”, é porque eu queria ler um livro que não fosse uma saga, pois estava muito nessa. Então, ao terminar, descubro nas últimas páginas que haverá uma continuação. Fuén! E que não vai ter continuação do filme! Fuén duplo!

Tirando esses conflitos internos meus e da vida, é uma boa história. Apenas não entrou na minha lista de favoritos. PORÉM, Nats é brasileira e não desiste. Por isso, vou ler a continuação e dizer o que achei, belê? Belê!

E quem leu, o que achou do livro? Coloque tudo na caixinha!

Se não leu, NÃO SEJA POR ISSO! Abaixo, o pdf do livro. Lição de casa, ma cheries!

PDF – Se Eu Ficar – Gayle Forman

Os casais mais amados

Em 25.06.2015   Arquivado em Na tela

Paperman

Quem não gosta de uma história de amor? Eu não sei vocês, mas eu sou aquela romântica incurável que adora ver almas gêmeas se encontrando e se amando para sempre! Real ou ficcional, não importa, em algum momento da vida, aquilo existiu, nem que seja só pra gente ver naquele instante.

E como viciada em livros, filmes e séries, sou a garota que fica na torcida, shippando os casais que conquistaram meu coração. E como aposto que vocês, que estão lendo, devem fazer parte do meu time, pensei em fazer um post reunindo os casais mais fofos da VIDA ainda em homenagem a esse mês cheio de amor!

 

Damon & Elena (Delena) – The Vampire Diaries

Não adianta, o primeiro casal que se formou foi Stefan e Elena, mas o meu coração já era do Damon no momento em que ele aparece na porta do casarão dos Salvatore e diz “Hello, Brother.” Achei que seria mais um daqueles casais impossíveis que só eu enxergo química e… Eita, Giovana! Não é que o casal rolou e rolou muito bem rolado? Fiquei meio triste com o rumo que a série tomou, e quase morri com a saída da Nina (fiz meu desabafo sobre isso aqui). Mas eles ainda serão o MEU casal épico forevermente e é isso aí.

Essa cena é o primeiro beijo dos dois, e acredite: não importa quantas vezes eu assista ao vídeo, sempre me dá um negócio do coração! *-*

 

Ezra & Aria (Ezria) – Pretty Little Liars

Eu tenho um sério problema de amor à primeira vista com esses romances. Esse casal é o que se consagra já no primeiro episódio, num barzinho com uma cena incrível. Desde a primeira conversa entre a Aria e o Ezra, você percebe a química e simplesmente não consegue deixar de shippar esses dois. E sim, sou adepta de amores proibidos! Essa cena já é da 2ª temporada, mas porque é um momento que realmente mexe comigo. Parece que o Ezra não vai aparecer de jeito nenhum, e no final…! *-* Vejam vocês mesmos!

 

Chuck & Blair (Chair) – Gossip Girl

Confesso que dessa vez, torcia muito pelo casal Nate & Blair (Blate), porque afinal de contas, eles eram namorados no começo da série. De repente, no 7º episódio, todos os forninhos do mundo caem loucamente, e essa cena mudou completamente a minha opinião! Chair pra sempre! <3

 

Brooke & Lucas (Brucas) – One Tree Hill

Acho que esse é o casal que eu não vou superar NUNCA na minha vida. Quem é Peyton na fila do pão, gente? Por favoooor, olha esses dois juntinhos, olha como tudo funciona entre os dois! Eu sempre adorei o Lucas e a Brooke porque eles são muito intensos, você nunca sabia o que esperar daquele casal! Uma hora estavam brigando e de repente…! UI! E sim, eu tenho uma certa queda por cenas na chuva. Olha olha! <3

 

Scott & Allison (Scallison) – Teen Wolf

Falando em fim de relacionamentos que não superei… Esse deve ser o caso número UM que nunca vai sarar no meu coraçãozinho, ainda mais do jeito que acabou. Não posso falar porque senão vai ser o spoiler do ano, caso alguém ainda não tenha visto tudo. Deliciem-se com esse vídeo cheio de amor! Não consegui encontrar a minha cena favorita, mas acho que isso aqui pode resumir bem o quão perfeito eles são! #TeamScallison ‘til the very end!

 

Seth & Summer – The O.C.

Não tem como falar de casais fofos e não citar o casal mais engraçado, mais briguento e que mais combina nesse mundo todinho! Seth e Summer nasceram um para o outro e sempre vão ser um para o outro, até o mundo acabar! Eles me faziam rir, chorar e gritar de raiva, tudo ao mesmo tempo. E não importa quanto tempo passe… Sempre vão me causar isso. A típica história do nerd apaixonado pela garota mais popular do colégio contada do jeito mais bonito que podia ter sido pensado! E esse remake do beijo do Homem-Aranha + Mary Jane… MORRI! *-*

 

Peter & Gwen – The Amazing Spiderman

E falando em Homem Aranha…

Olha, esses dois, esses dois…! Eu era tão fã de Peter & Mary Jane, e de repente vem esse Andrew Garfield e essa Emma Stone e acabam comigo, com Mary Jane, com tudo! E a química deu tão certo que esses fofos estão até noivos! Assim eu morro de tanto amor, meldels. E essa cena… A cena antes de tudo acabar 🙁 ! LINDOS <3

 

Quatro & Tris – Divergente

Sou bem suspeita, porque adorei os dois no primeiro momento em que eles cruzam o olhar no começo do filme. Parece até que dá choquinhos por todo o meu corpo, gente, que isso! Espero que o Theo e a Shai continuem com essa química incrível na sequência, porque o Quatro e a Tris dos livros são completamente APAIXONANTES. Esse beijo ainda me provoca arrepios!

 

Esqueci de algum casal épico? Deixe o comentário e assim que tiver bastante sugestão eu faço uma segunda parte!

Entre Livros

Em 23.06.2015   Arquivado em Crônicas

EntreLivros

Por que ainda doi falar sobre você? Cruzes, sinto minhas pernas bambearem só de ouvir alguém pronunciar o seu nome. Mesmo quando nem se trata de você. É como se você fosse o único que se chamasse assim.

Dizem que quando as coisas são inacabadas, é assim que as pessoas acabam se sentindo. Você se sente assim?

Foi o que os meus olhos procuraram saber quando te encontrei na livraria.

E mesmo depois de tanto tempo sem se ver, parecia que era só mais um dia, depois de uma das nossas brigas idiotas.

Engraçado. Eu que tanto sei atuar, me vi como uma adolescente besta, quase se enfiando entre as estantes de livros quando percebi que era você. Só que não deu tempo.

“E aí, Jujuba?”. Só você me chamava de Jujuba. Droga.

“Hm. Oi!”. Tentei soar surpresa, como se não tivesse te notado antes, com um livro qualquer nas mãos. Nem consegui falar seu nome. Será que você percebeu?

Será que pra você foi fácil me chamar daquela forma sem que nada diferente batesse contra o seu peito? Lembro que mentia tão bem quanto eu.

Sim, essa onda de detalhismos e pensamentos invadiram a minha mente nesses poucos segundos em que tudo se seguiu.

Meus ombros caíram quando você me deu um abraço surpresa e um tanto quanto demorado. Demorei milésimos de segundos para me recuperar do mini-choque e lhe retribuir o gesto, mas para mim aquilo durou minutos infinitos.

“Tudo bem?”. Você perguntou enquanto ainda me abraçava.

“Tudo… E você?”. Minha voz saiu meio fraca, como se eu estivesse tentando preservar um pouco de fôlego depois de correr uma maratona. Até deixei o livro cair.

O barulho foi o suficiente para fazer com que você percebesse a demora do seu abraço, e então se afastou.

“Tudo bem”, finalmente respondeu enquanto se abaixava para pegar o livro caído no chão. Tudo isso sem perder o constante contato visual comigo. Era como se suas amêndoas me escaneassem e tentassem ler tudo o que você havia perdido nesses dois anos em que estivemos afastados.

De novo, ficamos nos encarando, como se não existisse mais ninguém além de nós na livraria. Analisei o seu rosto. Nada havia mudado nele. Fiquei feliz. Outro indício de que talvez nosso afastamento fosse só um pesadelo e que aqueles dois anos nem tinham existido. Por que foi que nos afastamos, mesmo?

Meu devaneio foi interrompido quando você esticou a mão direita para entregar o livro.

“Distraída como sempre.”

Você deu um sorriso fraco antes de se afastar, e toda aquela situação me frustrou. Você não havia sentido nada, afinal.

Abaixei meus olhos, ligeiramente decepcionada. Foi quando percebi um papel se sobressaindo no meio do livro. Puxei-o instintivamente, e para a minha surpresa, reconheci aquela letra corrida e levemente inclinada:

 

“Ainda sinto sua falta.

 

Meu número ainda é o mesmo, caso tenha se perguntado.”

 

Não consegui evitar um riso baixo enquanto meu coração acelerou.

Estava tão distraída que nem percebi quando ele colocou aquele papel dentro do livro enquanto nos encarávamos.

Distraída e sempre.

10 coisas que aprendi com relacionamentos

Em 22.06.2015   Arquivado em Inspiração

10coisas

Ah, o amor…

Os solteiros que me perdoem! Vi muitos posts nas redes sociais criticando o dia/mês dos namorados e fiquei meio sem entender. Qualé, galera! Vocês têm 11 meses/335 dias que são só de vocês! Compromissados também são felizes, por favor, obrigada, de nada.

Fiquei meio em dúvida se faria esse meme do Rotaroots* porque acho que aprendi TANTA COISA e venho aprendendo tantas outras, que não sabia nem o que colocar nessa joça. Mas aí achei legal compartilhar um pouquinho do que é essa coisa maluca que uns acreditam que não existe, e outros ignoram a existência até que um dia finalmente aconteça com eles: amar! [/Natsgay]

Eu já tive uns peguetes no passado [num passado meio distante, na verdade], mas pra quem não sabe, eu namoro, e não é há pouco tempo, não. São seis anos e sete meses (e por acaso, meu namorado é colaborador no blog, sim senhô! <3). Caiam pra trás, morram do coração, julguem, chorem. E pasmem, um dia ainda é mais incrível que o outro e é mais único que tudo! <3

Então acho que aprendi BASTANTE coisa e posso passar um pouquinho de tudo o que eu sei, né? Ready? Go!

 

1. Aprendi a gostar de mim

allabouthatbass

Vocês não leram errado. Uma coisa que é MUITO importante antes de iniciarmos qualquer relacionamento… Ou até mesmo, ASSIM que iniciamos um relacionamento… É aprender a se gostar primeiro. Não adianta querer demonstrar carinho por alguém se você não tem carinho por si próprio(a). Se eu não gosto de mim, quem vai gostar? Temos que estarmos felizes com nós mesmos, gostarmos de quem somos, sem medo!

 

2. Aprendi que certas atitudes valem mais do que palavras

Delena

Pois é. Como sou fã de palavras, sempre fui muito de acreditar mais nelas do que na atitude de alguém. Quando comecei a namorar, percebi que embora algumas coisas não tivessem sido ditas, não significava que não existiam ou não tinham valor. Um gesto realmente vale mais que mil palavras e provocam 300.000 outros sentimentos impossíveis de serem descritos.

 

3. Aprendi que é muito mais gostoso conquistar algo quando você tem com quem compartilhá-lo

Freffy

Conquistar coisas e realizar sonhos é sempre incrível. Não estou dizendo que não tem graça se você estiver sozinho. NÃO É ISSO. Mas se você tem uma pessoa que te ama e torce por você, não há nada mais maravilhoso no mundo. É comemoração em dobro, são sorrisos em dobro.

 

4. Aprendi a compartilhar gostos diferentes

beginagain

É o seguinte. Não é porque você está com alguém que terão gostos parecidos em TUDO, e isso é completamente NORMAL, ok? Afinal, as pessoas são diferentes. Se você quer alguém com gostos iguaizinhos aos seus, é melhor namorar com o espelho ~badumtss~. O legal de estar com alguém é ter a chance de abrir a mente e ampliar os horizontes, conhecer coisas novas. E como meu namorado é músico, fico feliz em dizer que ampliei bastante o meu gosto musical! <3

 

5. Aprendi que o amor é maior do que a distância

reencontro

Muitas pessoas passaram ou passarão pela experiência da distância. Não vou dizer que adorei e recomendo. Além de n fatores que não citarei aqui, existe a principal delas: a saudade que machuca. Pensei que fosse morrer… Mas não morri.

Às vezes o relacionamento passa por provações. Acho que a minha foi essa. É normal perseguirmos sonhos diferentes, e em algum momento isso acaba acontecendo, mas isso não significa que é o fim do mundo. Mesmo nos momentos mais difíceis. E se tem uma coisa maior e melhor do que a distância… É quando você cruza o mundo e reencontra quem você ama. Eu o fiz. <3

 

6. Aprendi que algumas experiências loucas são incríveis a dois

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É meio que aquela história sobre realizar sonhos e ter alguém para compartilhar, sabe? Por mais que tenha coisas que você gostaria de fazer sozinho(a), às vezes a experiência pode ser melhor do que você poderia esperar quando compartilhado com quem ama. Aliás, acredito muito em destino. Talvez, se você não estivesse com aquela pessoa, nada daquilo teria acontecido, já pensou nisso? Foi assim quando viajei pra Dublin. <3

 

7. Aprendi a não levar as coisas tão a sério

Freffy2

Acho que depois de “te amo” e “tô com fome”, essa foi a frase que mais ouvi no meu relacionamento! Sempre levei tudo muito a sério, até as brincadeiras. Sabe aquela coisa de “toda brincadeira tem um fundo de verdade”? Levo a ferro e fogo!

Mas estar com alguém brincalhão, que vê graça nas coisas e gosta de me fazer rir fez essa coisa se amenizar em mim. Fez a minha vida ganhar um pouco mais de diversão!

 

8. Aprendi a perdoar e a ser perdoada

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Acho que mais difícil do que perdoar é ser perdoada, porque não sei vocês, mas pra mim não basta apenas ser perdoada pelo alguém. Sofro muito para perdoar a mim mesma quando erro. Acho que essa é uma das coisas que aprendi e venho aprendendo todos os dias. Precisamos dar uma segunda chance a nós mesmos antes de querer que alguém nos dê essa segunda chance.

 

9. Aprendi a ter mais paciência

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Confesso que se meu namorado ler esse item, vai dar umas boas gargalhadas, porque eu ainda sou uma pessoa MUITO nervosa e sem paciência, mas se querem saber, eu acho que melhorei bastante com relação a esse ponto. Eu nasci brava, cresci brava, vou envelhecer brava e vou morrer brava. Talvez a minha causa de morte seja a braveza! Mas uma coisa é certa: eu aprendi a entender que tudo tem a sua hora e tenho consciência de que preciso ser uma pessoa mais calma. O primeiro passo é a aceitação, né, gente?

 

10. Aprendi (e aprendo) que amar é mais do que estar em um relacionamento

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No fim, não se trata apenas de ter um namorado. E sim de ter um melhor amigo, aquele pra todas as horas, de manhã, de tarde, de noite, de madrugada. Alguém com quem você sabe que pode contar, e que aliás, pra quem você pode contar tudo! Seus medos, receios, sentimentos, ideias, frustrações. Ele até vai rir das suas piadas sem graça. Vai tirar com a sua cara, vai te apoiar e puxar sua orelha.

Você aprende que é mais compreensível do que achou que era, que é mais forte do que jamais imaginou. Que é capaz de ajudar e fazer coisas inimagináveis por alguém. Porque você vai saber que vale a pena. <3

 

*O Rotaroots é um grupo que preza pela volta dos tempos de ouro dos blogs! Caso tenha gostado, peça solicitação no grupo do Facebook para participar de discussões e ver os temas do mês! <3

Resenha: The Duff

Em 11.06.2015   Arquivado em Livros
Foto ilustrativa. Créditos: http://poderdegarota.blogspot.com.br/2015/01/livro-do-dia-duff.html

Foto ilustrativa. Créditos: http://poderdegarota.blogspot.com.br/2015/01/livro-do-dia-duff.html

Bom, vamos a uma nova indicação de livro, o livro que eu menos esperava da VIDA. E como eu amei essas horas de leitura, gente! Sim, vocês não leram errado. Eu disse horas.

Sabe aquele livro sem pretensão que você não espera absolutamente qualquer coisa dele? Esse é The Duff. Calma! Vou ter que situar vocês um pouquinho.

Algo que muito me irrita tem acontecido frequentemente. Sabe aquele dia sem propósito que você simplesmente escolhe um filme pra assistir de bobeira? Então, todas as últimas vezes em que fiz isso, me irritei ao descobrir que o filme que eu acabava de assistir era baseado em uma obra literária, e eu fiquei com muito medo de me tornar o tipo de gente que eu mais critico na face da Terra: pessoas que assistem o filme e não leem the damn livro.

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Desesperada com a possibilidade de eu ter me tornado esse tipo de ser humano, decidi que leria o livro do último filme que eu havia acabado de assistir: The Duff. Como eu estava com uma certa urgência de não poder esperar, acabei baixando o livro em PDF (vão ter que me perdoar por não ter fotos próprias do livro). Não sabia quando ia ler o livro, mas ia lê-lo nem que fosse a última coisa que eu fizesse na vida.

Fiz a resenha do filme e pensei “Caraca, mas e o livro?”. Não achei justo e segurei a resenha todos esses dias, ansiosa pra postar porque eu realmente AMEI o filme. Decidi que iria publicar os dois juntos e pronto. Então esse post será o “post duplo” do blog. E me aguentem, porque isso acontecerá bastante daqui pra frente. Vão ter que me engolir.

Agora, antes que vocês desistam de ler a maldita resenha, vamos começar dizendo que AMEI o livro. E o primeiro motivo? É diferente do filme. Calma, não fiquem com essa cara de interrogação. Geralmente é mesmo uma porcaria quando o filme destoa muito do livro, mas nesse caso, acho que foi bem positivo, porque o longa funcionou mais como uma versão mais engraçada de “A Nova Cinderela” ou coisa do tipo, e o livro explorou o tema muito mais do que eu poderia IMAGINAR.

Antes de mais nada, vamos a explicação do nome do livro, no caso, The Duff. Sim, ele não tem uma boa tradução, e eu fiquei imensamente feliz em saber que a editora não tentou traduzir o nome dele. MAS, para quem quer saber, o termo é uma gíria americana: Designated Ugly Fat Friend (em português Designada Amiga Feia e Gorda).

Explicado TUDO, vamos ao que interessa. Bianca Piper é uma adolescente de 17 anos bem diferente das que estamos acostumados a conhecer. Tem como característica mais marcante o seu cinismo e a sua sinceridade. Aquela garota que preza mais pelo QI do que pela beleza dos outros. Aliás, não se acha nem a mais bonita ou a mais atraente dentre duas melhores amigas, Casey e Jessica. Também é a menos festeira. Considera todo tipo de diversão normal de adolescentes – como bailes de formatura ou festas – uma tremenda perda de tempo. Amar? “Amar” era uma palavra muito forte para estar no vocabulário de uma adolescente, e segundo ela mesma, “amor leva-se anos para se desenvolver”.

Pois bem! Ela não se importava muito com o que as outras pessoas pensavam dela. É, eu disse “não se importava, pois tudo isso muda numa noite em um bar, quando seu colega de escola Wesley Rush, que ela considera o cara mais nojento e mulherengo, a chama de Duff. Ao entender o significado do termo, faz o que toda garota ofendida faria em seu lugar: joga Coca-Cola nele, claro.

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Ok. Tudo superado? Não. Além desse novo rótulo ter surgido em sua vida e ela se sentir perseguida por ele mesmo que ninguém saiba da existência dele, Bianca também está com alguns problemas em casa que até então ela não julgava sério. Nossa protagonista é daquelas que odeia vitimismo, melação e drama queen, então ela guarda muita coisa pra si mesma. O casamento dos pais de Bianca está em crise já tem três anos, mas a bomba parece começar a estourar só agora.

Diferente do que vocês vão ver no filme, o pai de Bianca faz parte da história de verdade. A mãe dela é quem sempre está fora, viajando a trabalho, fazendo palestras motivacionais por causa do livro de auto-ajuda que ela mesma escreveu. Mas dessa vez aquela parecia a viagem mais longa, pois já fazia dois meses que ela não voltava.

Depois de flagrar um telefonema um tanto quanto meio tenso entre seus pais, ela já começa a vivenciar o drama com mais força. Começa a se sentir perdida, não com o fato da possível separação que ela já esperava há algum tempo, mas pela situação. E quando não parecia que a vida dela estava mais bagunçada, o que ela acaba fazendo num momento de alívio e stress? Beija Wesley Rush instintivamente. E obviamente se arrependeu as hell.

E é aí que a nossa história decola. Mais uma vez, diferente do que acontece no filme, Bianca começa um relacionamento de “friends with benefits” (amigos coloridos) com o cara que ela mais odiava na face da Terra. E é claro, tudo bem secretinho, pois ela não queria ser comparada com as dúzias de meninas quaisquer que se deitavam com Wes.

O que parece um tanto quanto óbvio e clichê conseguiu realmente me prender numa tarde, sério. Texto simples, divertido e cheio de piadas ótimas. Eu simplesmente não conseguia parar de devorar o livro gente! E em várias vezes eu soltei gargalhadas. Fazia muito tempo que um livro não me fazia rir como esse.

Eu simplesmente me apaixonei por cada personagem e por cada particularidade que cada um trazia conforme iam aparecendo. Wes é aquele mulherengo que NÃO TEM como não se apaixonar. Ele sempre se mostra aquele cara interesseiro e piadista, mas que ao longo da leitura você vai descobrindo que ele é muito mais que músculos e sexy appeal.

WES

Na verdade, ele se mostra um ótimo ouvinte e uma pessoa com tantos problemas quanto Bianca. E esse é mais um vínculo que se cria entre os dois durante a nossa jornada, e isso torna a leitura ainda mais instigante.

Bom… APESAAAR da nossa protagonista ser cheia de “não me toques” e particularidades que só ela poderia ter sobre o mundo jovem… Ela não é de ferro. Tem uma quedinha de três anos por um carinha da escola pouco convencional, Toby Tucker. Sinceramente gostei muito mais dessa versão do Toby do que o do filme. Nosso personagem literário é mais profundo e ao mesmo tempo simples. É inteligente, sincero, romântico e prático. Não tem o que complicar!

Muita coisa acontece e que eu não vou contar até que Bianca se encontra num triângulo amoroso, tendo que escolher entre o cara mais perfeito e o cara mais safado.

Nessa hora eu já estava em conflito interno porque me vi apaixonada pelos dois, juro. E pela história também, pelo rumo que ela tomou. Não esperava que nada daquilo fosse acontecer, especialmente por já ter assistido o filme. Esperei que tivesse uma coisinha ou outra diferente, mas não. Então a cada corrida dos meus olhos pelas linhas, minha boca formava um “o” maior ainda.

Pra vocês terem uma boa noção, eu li em PDF em UM DIA e vou comprar esse livro porque o quero na minha prateleira. Porque sim, porque vale. Eu gostei e indico pra vocês lerem AGORA.

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Não quer ler? Chateadíssima. Mas então passa aqui pra ler sobre o filme e assistir o trailer! Quem sabe não dá a louca e vocês repetem o meu lapso?

 

PDF – The Duff – Kody Keplinger (Português)

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