4 ON 4: Um dia na minha vida

Em 10.06.2016   Arquivado em Por aí

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Tô viiiiva, gente!

Sei que tô sempre prometendo uma volta triunfante que nunca acontece, mas todo grande gênio mundo tem bloqueio criativo em algum momento da vida.

EmmaWatsongrrrr

Por isso que foi uma surpresa e uma animação muito grande quando a minha querida Allie, do blog Lovecats, me convidou pra fazer parte de um projeto fotográfico! Quem sabe assim não me animo a fazer posts decentes para os meus leitores mais que decentes? Sim ou com certeza?

So! Dona Allie convidou mais duas blogueiras super queridas pra participar do 4 on 4: a Nathália do 48 Janeiros e a Isabelle do Pequeno Ser Pensamente. Se ficou interessado(a) em dar aquela checadinha básica, don’t worry! vou elencar todos os blogs bonitinhos ao final do post!

Muito que bem, muito que bom. Um sorteio bem elaborado (de papelzinhos via vídeo super fofo da Allie) decidiu que o primeiro tema seria “Um dia na minha vida”. Achei bem pertinente e até divertido, porque apesar de eu sempre trazer fotinhos da minha vida aqui nos USA, é sempre um compilado. E dessa vez eu vou mostrar (bem resumidamente) um pouquinho da minha rotina no dia-a-dia. Inclusive a missão “ser au pair”.

Senta que lá vem foto do dia 08 de junho, melbem!

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Acho que já deu pra notar pelas minhas fotos anteriores que AMO tirar foto de sombra, néam? Pois bem. As sombrinhas ali são, da direita pra esquerda, eu, Levi e Zev (os dois meninos dos quais eu cuido). Estávamos esperando pelo bus school!

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Aqui é a minha pessoa prontinha para ir ao parque correr! *-* desde que começou a esquentar, abandonei a academia para me exercitar ao ar livre com uma amiga!

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Eis aqui as pernas da branquela a caminho do parque. Não tem nada demais, mas gostei da composição das corer, COLICENÇA.

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Essas duas fotinhos foram tiradas seguidamente, ainda indo para o parque! Eu adoro a caminhada até lá. (Acho que deu pra perceber, né?)

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Essas três fotinhos representam o momento em que espero pelo school bus do Levi chegar. Eu caminho até o final do quarteirão da minha rua, e minha vista é essa casa que eu fico namorando todos os dias. E aí não demora muito até aquele famoso school bus amarelo que amamos no filme chegar! <3

Queria ter feito uma coisa mais bem elaboradinha, e juro que tive ideias bem foficas para tal, mas ainda deu pra perceber que a velha Nats ainda não voltou com os posts tudo, né? Porém, no entanto, todavia, eu ainda não desisti! Então não desistam de mim tomein, por favorzinho!

Mal posso esperar pelos próximos temas! E quer saber de uma coisinha? Até que me deu vontade de postar minhas 9384363283427 fotos atrasadas, hein?!

Muito bem, por hoje é isso, kids! Ah!

Seguem os blogs das outras meninas! Deliciem-se <3

Lovecats

48 Janeiros

Pequeno Ser Pensante

Carta aos Leitores

Em 18.02.2016   Arquivado em Por aí

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Liberdade ou Solidão – Tiago Iorc

Sim, dessa vez eu vim me explicar. Porque apesar de não serem muitos, vocês, meus leitores, têm sido fieis e vindo visitar o Além do Meu Mundo com mais frequência do que eu esperava. Aliás… Não só vieram visitar, como também vieram perguntar por onde a dona desse mundo andava.

E por esse motivo acho que lhes devo satisfações e desculpas por ter sumido sem aviso prévio.

Quem me conhece sabe que não sou de ficar expondo minha vida pessoal aqui no blog. Quer dizer… Nem precisa me conhecer o suficiente. Basta dar aquela checada básica no conteúdo dos posts. Por isso, talvez alguns de vocês considerem as minhas explicações um tanto quanto superficiais. Vou tentar fazer o máximo para me fazer compreendida.

Pois bem. O Além do Meu Mundo parou por um tempinho, mas o meu mundo não. Muitas coisas aconteceram desde o último post, e por vezes pensei em postar uma crônica pronta. Eu tenho um enorme arsenal já pronto e poderia muito bem ter alimentado o conteúdo do blog. Mas o problema é que eu não sentia vontade.

“Como assim, Nats? É só copiar e colar, quirida.” Ora essa, eu bem sei! Afinal de contas, os posts geralmente são pré-produzidos, o que significa que não os produzo no momento de postá-los.

Inúmeras foram as vezes em que loguei na conta para postar. Mas por algum motivo que até agora não sei dizer qual, achava que nenhum dos posts que eu tinha deveria ser postado naquele momento. Não era o momento deles, sei lá. Dá pra entender?

Sei que não… Mas não se preocupem, pois isso me frustra tanto quanto deve frustrar vocês. Quer dizer… Esse é o momento em que eu tenho mais ideias, mais coisas brotando do meu coração e prontas para serem passadas para o papel (ou tela). E toda vez que peguei meu livrinho de viagem… Toda vez que abri o Word… Meus dedos tamborilavam e desistiam.

Porque minha cabeça está a mil e não consegue transferir o comando certo aos meus punhos. Não consegui escrever para o blog… Não consegui escrever minha fanfiction… Não consegui escrever uma porcaria de um cartão postal! E então eu acho que entendi.

Entendi depois de muito tempo que era tempo de não escrever, mas sim de viver. Estou sempre tão preocupada em querer escrever sobre tudo o que vejo e todos que conheço e desconheço… Que esqueci de escrever a principal história: a minha.

A realidade é que sempre esqueci de mim. Sempre coloquei as pessoas na frente, cuidei muito mais delas do que de mim. Gostei muito mais delas do que de mim. Na teoria e na poesia isso é lindo. Mas na prática…

Você vai desaparecendo sem nem perceber. E essa foi a minha resolução de Ano Novo: eu desapareci.

Desapareci e não sabia como mudar aquela sensação. Pela primeira vez me senti um pontinho sendo engolido pelas luzes e prédios da minha tão amada New York. Pela primeira vez não me senti parte dela nem de nenhum lugar. Algo estava muito errado e eu precisava mudar.

Era hora de eu começar a “olhar para o meu umbiguinho”, hora de pensar no que era melhor para mim, e não para os outros. Tem uma frase que pelo menos uma vez na vida todos nós escutaremos. “É você em primeiro lugar, você em segundo, em terceiro… E DEPOIS você pode PENSAR em começar a pensar em alguém.” Pois bem.

Pensar apenas em si mesmo não é assim tão simples quanto parece, não se deixe enganar. Porque pensar em si mesmo inclui ignorar o que as pessoas pensam sobre você ou se você terá que magoá-las para colocar o seu interesse e a sua pessoa em primeiro lugar. Inclui você tentar parar de controlar tudo ao seu redor. Inclui você parar de controlar o que sente e começar a se perguntar o que de fato está sentindo.

E é nesse processo em que me encontro neste exato momento. Foi uma surpresa quando finalmente decidi abrir os meus olhos, quando finalmente decidi olhar para baixo e me enxergar em vez de olhar para os lados. Tem coisa pra mudar, muita coisa pra fazer. E eu nem sei direito por onde começar, mas a principal coisa eu tenho: vontade.

Vontade de me amar. Vontade de tentar. Vontade de errar. Vontade de crescer. Vontade de me arrepender. Vontade de arriscar. Vontade de correr. Vontade de me machucar. Vontade de sarar. Vontade de refletir. Vontade de escrever. Vontade de concluir. Vontade de recomeçar. Vontade de viver.

E a notícia é: tem tanta vontade em mim que estou voltando. A espera acabou, meus leitores, meus amigos.

Além de Tudo

Em 24.04.2015   Arquivado em Crônicas

 

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Eu saí pela porta sem nem olhar pra trás. Sabia que se me atrevesse, eu desistiria. É difícil se desprender de algo ao qual se está tão acostumada.

Eu nem sabia para onde estava indo, mas sentia que seria uma grande jornada. Conseguia sentir o sangue correr quente pelo meu corpo, em busca de algo que eu nem sabia o que era. Mas eu simplesmente corri. Corri até me perder na escuridão daquela cidade viva apenas pelas luzes que me embaçavam os olhos. Corri até sentir o ar se esvair e meus pulmões arderem. Até eu sentir meu coração bater contra o peito com força, pedindo por mais emoção, por mais aventuras.

Sempre fui o tipo de garota que escondia o rosto, que sorria de canto. Aquela que sentava na janela à espera de um sonho que talvez passasse por ali, enquanto observava as poucas estrelas que são ofuscadas pela presença das luzes artificiais em meio àquela cidade que se confunde com tanto cinza. Ficava ali assistindo as vidas passarem abaixo de mim. Tantas histórias, tantos universos… E eu ali, no meu pequeno infinito. Bem, eu cansei. Cansei e fugi do óbvio.

Chega de viver o que querem que eu viva. Eu quero calor, eu quero intensidade, eu quero incerteza, eu quero pular de cabeça e sentir aquele frio na barriga de uma queda livre, sem cordas, sem nada que me segure. Quero voar. Voar alto o bastante para ver tudo o que eu perdi vivendo naquela ilha de mesmice que achei que fosse o certo. Quero que o vento brigue com o meu cabelo, que assim como eu, quer ser livre. Sem amarras.

Quero levar um tombo, bater as costas, ralar o joelho. Quero sentir dor, quero chorar, e quero que aquele mesmo vento que brigou comigo vire meu amigo e me seque as lágrimas. Quero que a dor passe e eu volte a andar, para depois correr, pular. E voar. Quero que o sol me cegue com a sua luz, a única luz real capaz de vencer as artificiais. A única luz capaz de se vingar pelas estrelas que perdem seu brilho diante da imensidão e da imponência dos prédios durante a noite. Quero que esse sol me cegue e me faça acreditar na felicidade plena para que eu aposte todas as minhas fichas naquele amor maluco. Quero ter que quebrar a cara e achar que jamais me recuperarei. E quero me recuperar. E quero amar de novo.

Eu fugi do óbvio para transcender. Viver. Ir além. Além do meu mundo.

 

Curtas-metragens animados

Em 20.03.2015   Arquivado em Na tela

 

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Já faz um tempo que em uma das minhas longas peregrinações pelas internets da vida, eu acabei descobrindo um gostinho pelos curtas-metragens maior do que eu imaginei. Comecei a pesquisar loucamente sobre o assunto e descobri várias animações lindas e cheias de lições de moral.

Gostei tanto que pensei que esse daria um ótimo post! Separei algumas das animações que mais me apeteceram (Nats querendo falar bonito… Tsc tsc).

Mas antes… Eu gostaria que vocês soubessem que eu tentei. JURO que eu tentei, mas não teve jeito. QUASE TODOS os curtas animados que eu escolhi são da Disney, que sempre vai ser A DISNEY, né.

Agora sim! Depois da minha confissão, já posso dormir com a mente tranquila. Bora lá!

 

Vincent – Tim Burton (1982)

  • Direção: Tim Burton
  • Roteiro: Tim Burton (escrito por)
  • Gênero: Animação/Terror
  • Origem: Estados Unidos
  • Duração: 6 minutos
  • Tipo: Curta-metragem

Pra quem não sabe (duvido), esse é o primeiro curta do Tim Burton, que desde o começo se mostrou um ser talentoso.

O curta conta a história do garoto Vincent e retrata a infância do próprio Tim e a sua apreciação pelo terror. Não é para menos que ele faz uma pequena alusão ao Vincent Price.

 

O Jogo de Geri – Jan Pinkava (Pixar – 1997)

  • Direção: Jan Pinkava
  • Roteiro: Jan Pinkava
  • Gênero: Animação
  • Origem: Estados Unidos
  • Duração: 4 minutos
  • Tipo: Curta-metragem

Aposto que vocês sabem quem é este senhorzinho! Quem não se lembra dele em Vida de Inseto ou em Toy Story 2, como o restaurador do Woody? *-*

Essa animação da Pixar retrata o velho Geri jogando uma partida de xadrez com o seu maior oponente: ele mesmo! Que tal relembrar a infância?

 

A Banda de Um Homem Só – Mark Andrews & Andrew Jimenez (Pixar – 2005)

  • Direção: Mark Andrews, Andrew Jimenez
  • Roteiro: Mark Andrews, Andrew Jimenez
  • Gênero: Animação
  • Origem: Estados Unidos
  • Duração: 4 minutos
  • Tipo: Curta-metragem

Como vocês já devem ter visto quando foram ao cinema entre 2012 e 2014 assistir algum filme da Disney, esse curta só foi ao público comum agora, mas ele data de 2005.

Dois artistas entram numa competição assídua para agradar à menininha e ganhar a moeda dela.

 

A Pequena Vendedora de Fósforos – Roger Allers (Disney – 2006)

 

  • Direção: Roger Allers
  • Roteiro: Hans Christian Andersen (história original), Roger Allers (adaptação da história), Ed Gombert (desenvolvimento), Kevin Harkey (desenvolvimento), Mark Walton (desenvolvimento), Ralph Zondag (desenvolvimento)
  • Gênero: Animação/Drama
  • Origem: Estados Unidos
  • Duração: 7 minutos
  • Tipo: Curta-metragem

A animação é uma readaptação do conto de Hans Christian Andersen Hans sobre uma pobre menininha que deseja, como todo mundo, encontrar a felicidade. Desesperada, ela tenta vender seus fósforos, os mesmo fósforos que lhes proporciona belas visões de uma vida melhor. Até escorreu uma lágrima aqui, genxti.

 

Dia & Noite – Teddy Newton (Disney – 2010)

 

  • Direção: Teddy Newton
  • Roteiro: ?
  • Gênero: Animação
  • Origem: Estados Unidos
  • Duração: 6 minutos
  • Tipo: Curta-metragem

Esse é um curta super fofinho que retrata o encontro do dia e da noite, que inicialmente é cheio de contradições, brigas e choques de personalidade, já que um é responsável pela claridade e o outro, pela escuridão. Mas aos poucos, vão se conhecendo e se descobrindo. É aí que a coisa ganha uma nova perspectiva!

 

La Luna – Enrico Casarosa (Pixar – 2011)

 

  • Direção: Enrico Casarosa
  • Roteiro: Enrico Casarosa
  • Gênero: Animação
  • Origem: Estados Unidos
  • Duração: 7 minutos
  • Tipo: Curta-metragem

Esse curta retrata uma fábula sobre um garoto que está aprendendo os ofícios dos negócios da família já muito jovem. Ele acompanha seu avô e seu pai no trabalho e se depara com a dúvida de ter realizar os afazeres exatamente como os mais velhos de sua família. Ele se vê em uma situação onde terá que confrontar opiniões e visões diferentes e trilhar o próprio caminho. Como já diria a querida Hebe, uma graciiiinha!

 

O Guarda-chuva Azul – Saschka Unseld (Pixar – 2013)

 

  • Direção: Saschka Unseld
  • Roteiro: Saschka Unseld
  • Gênero: Animação/Romance
  • Origem: Estados Unidos
  • Duração: 6 minutos
  • Tipo: Curta-metragem

Me apaixonei por esse curta! Uma porque minha cor favorita é o azul *-*

Outra porque é uma forma completamente diferente e peculiar de retratar o amor. A animação conta a história de dois guarda-chuvas em meio a uma noite chuvosa na cidade!

 

A Noite de Surpresas de Willy – Ryosuke Kojima e Kento Kume (2014)

 

  • Direção: Ryosuke Kojima e Kento Kume
  • Roteiro: Ryosuke Kojima
  • Gênero: Animação
  • Origem: Japão
  • Duração: 4 minutos
  • Tipo: Curta-metragem

Um fantasma tenta incansavelmente assustar um garotinho no escuro do quarto dele, mas por mais que ele se esforce, não consegue. Até que ele, em um ato de desespero, faz algo que acaba resultando em um final completamente maravilhoso!

 

That’s all, folks! Qual o curta-metragem que vocês mais gostaram? Fala pra tia! <3

O Fantástico Mundo das Fanfics

Em 17.03.2015   Arquivado em Inspiração

 

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Quem já não teve vontade de mudar o final daquele livro? Ou shippar um casal que o autor original fez o favor de não compartilhar do mesmo gosto que o seu (sad but true)? Quem não quis que aquela história não acabasse nunca? Porque isso SEMPRE acontece comigo.

Por isso, hoje eu resolvi desvendar o misterioso, mas incrível, mundo das Fanfics! “Fan o quê?!”.

Caaalma, que você já vai entender (e se apaixonar)!

Fanfic vem do termo em inglês fanfiction, que traduzido significa “ficção criada por fãs”. Para os íntimos, o negócio é fic.

A palavra serve para classificar romances e contos escritos por outras pessoas que são fãs de alguma série, livro, banda ou anime, mas que não são os autores originais da obra em questão.

E pra quem acha que isso é coisa de nerd, está muitíssimo enganado. Esse “estilo literário” já é mundialmente conhecido e acessado todos os dias por milhares de pessoas. “Peraí… Como assim ‘acessados’?”. As fanfics ficaram tão famosas que possuem seus próprios sites na internet!

E ah! Uma coisa que é importante saber… Porque aposto que está lendo tudo isso e pensando “Isso não é plágio, Natália?”. Não, não é! Mesmo que haja direitos autorais, de modo geral, considera-se que escrever uma fanfic não é uma violação de propriedade intelectual, DESDE QUE a obra não seja comercializada e nem vise lucro. Mas para não correr nenhum risco, a maioria dos “ficwriters” acrescenta logo no início do texto uma pequena nota declarando quem realmente é o detentor dos direitos autorais e que a história não pretende obter qualquer forma de ganho financeiro.

 

Classificações

Atualmente há uma mistura muito grande de gêneros quando se trata de livros e filmes. E com as fanfics isso é mais frequente ainda. Até porque há possibilidade de usar os cenários originais com novos personagens que interagem com os já existentes. O autor da fic é quem manda! Estende a participação de coadjuvantes que não têm tanto espaço/profundidade na história original, modifica o enredo, a estrutura e até mesmo a linguagem.

Por esse motivo, a classificação das fanfics é bem mais complexa. O que eu mais costumo analisar antes de ler uma fic é o tamanho. Adoro histórias com muitos capítulos, e de preferência, extensos! (Sim, eu não sou leitora addicted só de livros, mas de fanfics também. E sendo mais específica ainda, de Harry Potter. <3)

Então aqui vai uma explicaçãozinha de como o tamanho das fics são classificadas:

 

  1. Drabble: Fanfic escrita com apenas 100 palavras.
  2. Double Drabble: É uma fanfic com, no máximo, 200 palavras.

III. Oneshot: Fanfic que contém somente um capítulo (one-shot: um-tiro – por ser uma leitura rápida).

  1. Shortfics: Fanfics breves, escritas em poucos capítulos.
  2. Longfic/Saga: Fanfics longas, escritas em muitos capítulos.

 

Se você ficou interessado nesse mundo que eu tanto amo, seguem algumas dicas de sites!

Floreios e Borrões: Simplesmente AMO esse site. Pra quem curte Harry Potter como eu, esse é um dos melhores. Sou leitora desde 2004. 😡

Para quem tem interesse em outras histórias como Crepúsculo, Vampire Diaries, Animes, Bandas, Filmes e Séries, os mais conhecidos são Nyah, Spirit e Fanfiction.net (esse último você pode escolher o idioma). Apesar de não frequentar, muitas das minhas amigas acessam e super indicam!

Parece estranho, eu sei! Mas uma vez que você entra nesse universo, fica difícil de sair, acredite em mim! E é muito fácil disso acontecer. Sabe por quê?

Porque assim como os livros, você vai:

– Rir

hahaha

– Chorar

cry

– Se revoltar

bitch

– Chocar

choquei

– E vai querer MAIS!

more

Fonte: Algumas informações foram retiradas do site Liga dos Betas

Sonhos

Em 16.03.2015   Arquivado em Crônicas

 

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Se eu pudesse, teria comigo todos os sonhos numa cama bem pequena para poder dormir acreditando na vida, e não precisar rogar pra que um único sonho passasse pela minha janela por acaso.

Se assim eu pudesse, dormiria todas as noites olhando estrelas e sentindo aquele vento especial roçar o meu rosto, e ouviria sem parar todas àquelas músicas que me fazem viajar. Eu falaria do amor todas as vezes que eu sentisse vontade, e gritaria até cansar… Se eu pudesse, eu passaria noites em claro olhando o céu pra não perder um único tom de cor diferente até que clareasse; até que a última estrela da noite sumisse do céu. Passaria dias olhando pra tudo com aquela atenção só pra lembrar que dali um segundo as coisas passariam a ter uma forma diferente…

Se eu pudesse, teria todos os sonhos comigo agora… E com certeza eu estaria deitada naquela cama pequena, tentando olhar além da janela algo que não fosse um sonho escapando, e que provavelmente alguém lá fora corre perdido tentando reencontrá-lo.

Queria ter naquele espaço que eu deixo na minha cama todas as noites um sonho já realizado, e queria que o tempo passasse logo, para ver onde tudo poderia chegar… Não precisa passar tanto tempo assim, nem TÃO rápido, porque não quero perder nenhum minuto do que estou vivendo agora… Só queria que o tempo passasse, pra chegar logo o amanhã, onde novos sonhos começam porque conquistei AQUELE.

Queria que o tempo passasse pra ver aquele sonho e aquele sentimento tomando conta do meu sono, da minha cama, dos meus pensamentos e de todo o resto. O meu sonho.

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