Resenha: “X” – Ed Sheeran

Em 25.03.2015   Arquivado em Música

 

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Olá pessoal, meu nome é Lucas, sou colaborador do blog e farei resenhas de álbuns e (muito raramente) shows para vocês. Espero que curtam.

Meu post de estreia em Além do Meu Mundo, apesar de não ser uma novidade, é um presente à digníssima Natália Petrosky, autora do blog e fã incondicional de Ed Sheeran.

Além disso, é importante lembrar que em Abril teremos uma série de shows dele no Brasil. Ou seja, aproveitei a ocasião e matei dois coelhos numa cajadada só.

Então aperta o play e vem comigo!

Ed Sheran – “X” (2014)

“X” (2014) é o segundo álbum de estúdio da carreira de Ed Sheeran (às fãs mais exaltadas, digo que sei que ele gravou uma porção de EP’s anteriormente). Apesar de se manter fiel às suas origens e ainda beber na fonte de Damien Rice, Sheeran aposta em uma mistura entre a sua já conhecida melancolia acústica e a sonoridade mais pop que o mainstream não pede – exige.

A faixa “One” abre o disco sem muitas surpresas. Pessoalmente acredito que uma música mais pulsante seria mais adequada, mas tudo bem – essa passa. Em seguida temos a excelente “I’m a Mess”. Orgânica, pulsante e moderna, é música pra apagar a luz e curtir numa boa.

Em seguida temos aquela música que pode ser considerada o seu divisor de águas. Feita em parceria com o cantor/produtor/rei dos ‘featurings’ Pharrel Willians, “Sing” é uma canção extremamente pop, marcante e fácil de assimilar. Com ares de hino de futebol gaélico, merecia ter sido escolhida como faixa de abertura do disco (sim, eu falo ‘disco’, sou velho e até que convivo numa boa com tudo isso J)

Já entrando no miolo do álbum temos “Don’t” e “Nina”, ambas com forte influência de Hip Hop anos 90 e Rn’B moderno. Entretanto, vale salientar que Ed Sheeran soube fugir da cafonice dos sintetizadores e efeitos na voz que marcaram esses dois estilos. Manter a pegada acústica em boa parte do tempo é o que faz esse álbum soar tão bem. Ponto pra ele.

“Photograph” provavelmente deve ser a faixa preferida das fãs de Ed Sheeran. Nesta faixa, as cordas abafadas do violão dão vazão à melodia marcante que credencia Sheeran como um grande hitmaker. Menção honrosa ao simples, mas belíssimo arranjo de fundo.

Eis que chega a minha faixa favorita. “Bloodstream”, entre palhetadas e sussurros, relata as alucinações de Sheeran sob o efeito de ecstasy. É a faixa mais extasiante do álbum – não poderia ser diferente, né?

“Tenerife Sea” é magnífica. Tem corpo, alma e um coro apaixonante. Sério, essa faixa me surpreendeu. Mais à frente temos “Runaway”, onde podemos novamente notar o toque de Black Music dado por Pharrel Willians. Detalhe: é uma das poucas faixas em que se pode ouvir uma banda completa (baixo, bateria, guitarra e teclados).

Em “The Man” Ed Sheeran extravasa todas as suas aflições e literalmente expõe suas cicatrizes, fazendo dos fãs seus confidentes. O dub de fundo dá o ritmo de sua história e conversa perfeitamente com os outros instrumentos. Haja fôlego e coragem.

“Thinking Out Loud” soa como uma verdadeira homenagem a Marvin Gaye (não vou dizer que é plágio, pois seria uma heresia. Mas a base é bem parecida com “Let’s Get It On”). É aquela música pra dançar coladinho com a pessoa amada (ou quem sabe fazer uma serenata, hein?).

“Afire Love” fecha o álbum como um ponto de interrogação. A canção soa um pouco deslocada do álbum e poderia ter sido evitada, mas também não chega a comprometer.

Obs: Preferi não incluir as faixas da versão Deluxe na resenha (ninguém merece um textão desses)

 

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Nota: 8,0

Álbum para ouvir: Sozinho no último volume

Pontos altos: “I’m a Mess”, “Bloodstream” e “Tenerife Sea”

Pontos baixos: “One” e “Afire Love”

Opinião sobre dar opinião

Em 24.03.2015   Arquivado em Off topic

 

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Apesar da foto não fazer menção exatamente ao que vim falar hoje, acho que foi a imagem que mais conseguiu traduzir como venho me sentindo nos últimos tempos.

Para quem me conhece ou frequenta o blog, sabe que sou uma jornalista recém-formada, ou seja… Estudei muito sobre censura. E sim, fui muito censurada. Infelizmente isso acaba fazendo parte do meu dia-a-dia quando se trata da profissão que escolhi. Não vou dizer que estou conformada com isso, mas é algo da qual fui alertada desde o primeiro dia em que coloquei meu pé dentro da faculdade, não é algo que do qual eu já não tivesse conhecimento. Então vamos dizer que “tudo bem.”

Agora… Quem me conhece também, sabe que apesar de jornalista, tenho minhas próprias opiniões sobre as notícias e acontecimentos que vêm preenchendo o nosso dia-a-dia enquanto cidadã, pessoa de bem e tudo mais. Sabe que não sou o tipo de pessoa que sai publicando tudo o que pensa ou deixa de pensar sobre todos esses assuntos nas minhas redes sociais.

Só que todos os dias vejo essas minhas mesmas redes sociais lotadas de textos super bem elaborados, super bem escritos, super cheios de opinião… Mas também super cheios de intolerância. E sim, eu acho que o mal da sociedade é essa maldita intolerância. Por quê?

Porque a cada dia que passa eu sinto mais medo de expor o que eu penso. A sociedade está num nível que tudo o que é brincadeira, tudo o que é distração, acaba ganhando peso e medidas de algo que sequer foi pensado. Eu sei que temos que pensar e repensar em muita coisa antes de dizê-las, porque tudo tem mais de uma interpretação nessa vida. Toda história tem dois ou mais lados. Quem estudou jornalismo sabe bem disso. Mas interpretação e distorção são coisas bem distintas.

Vejam bem, que fique claro que não estou criticando ou censurando o ato das pessoas publicarem suas opiniões. Pois senão não faria o menor sentido escrever sobre censura ~dã~. O que estou querendo dizer é que muitas vezes (não generalizando, porque né…), essas mesmas pessoas que publicam suas verdades se ofendem com a verdade de um fulano ou de um ciclano. Sabe qual é a coisa mais triste? Ter que pensar mil vezes antes de escrever o que você realmente pensa sobre o que QUER QUE SEJA. Perceberam que só nesse parágrafo tentei me explicar mais de uma vez para não ser mal interpretada?

Não se pode mais dizer que prefere a cor azul, porque senão quem gosta de amarelo se ofende, mesmo que a cor amarela não tenha sido descartada por você. Aliás, quando foi que você disse que não gostava de amarelo, mesmo? Quando foi que pensar uma coisa exclui a possibilidade de se pensar outra? E aquela história de que cada um tem o seu gosto/sua opinião? Quando deixou de existir o diferente? Entendem onde quero chegar, afinal?

Eu não sei quando o mundo deixou de ser um lugar maneiro pra abrigar coisas tão sem graças e tão cheias de exagero, tão cheias de “mimimi”, mas fica aqui a minha triste opinião sobre o que é dar opinião.

Resenha: A verdade sobre o caso Harry Quebert

Em 23.03.2015   Arquivado em Livros

 

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“Cerca de meio segundo após terminar o seu livro e ler a última palavra, o leitor deve se sentir invadido por uma sensação avassaladora. Por um instante fugaz, ele não deve pensar senão em tudo o que acabou de ler, admirar a capa e sorrir, com uma ponta de tristeza pela saudade que sentirá de todos os personagens. Um bom livro, Marcus, é um livro que lamentamos ter terminado.”

Acho que esse trecho consegue resumir completamente a onda de sensações na qual eu mergulhei ao ler a última página do livro “A verdade sobre o caso Harry Quebert”. Sabe aquele tipo de história que te prende do começo ao fim e faz você ficar pensando em cada capítulo o dia todo? Aquele livro que faz você ficar desejando mentalmente chegar logo em casa para poder se apossar daquelas palavras que tanto querem ser lidas? Com certeza é a obra do suíço Joël Dicker. Mexeu tanto comigo que resolvi dar uma palhinha pra vocês correrem atrás dele.

Pois bem! A nossa trama começa quando Marcus Goldman, um escritor boa pinta de 30 anos, acaba de sair do torpor do primeiro best-seller e precisa escrever um novo livro num prazo determinado pelo contrato realizado entre ele e a editora. Só que é aí que mora o problema. Marcus acaba se afundando na doença dos escritores, o famoso “bloqueio criativo”.

Desesperado, Goldman entra em contato com seu grande amigo, renomado escritor e ex-professor da faculdade, Harry Quebert, que o recebe de braços abertos e o convida para passar uma temporada longe dos holofotes de Nova York e se abrigar em sua maravilhosa casa à beira-mar, em Aurora, New Hampshire.

Eis que, numa tardezinha, enquanto estava no escritório de Harry tentando achar uma luz no fim do túnel para sua inspiração, Marcus acaba descobrindo que seu amigo teve um caso com uma garota de 15 anos quando ele mesmo tinha 34! E não foi um casinho qualquer, não! Os dois eram completamente apaixonados um pelo outro. Harry acaba contando o desfecho final daquele amor proibido: Nola Kellergan, a garota por quem se apaixonara, havia sumido desde o verão de 1975 e ninguém sabia seu paradeiro desde então.

Harry o faz prometer que jamais comentaria a alguém sobre aquele romance, ou o respeitado escritor teria grandes problemas.

Porém, meses depois o corpo de Nola é encontrado enterrado no jardim da casa de Harry após 33 anos, junto do original do livro que o consagrou como um dos maiores escritores do país. Encurralado pela polícia, ele finalmente admite ter tido um caso com a garota e diz ter escrito o livro para ela, porém alega inocência no caso do assassinato.

Sem um álibi que comprove o seu não-envolvimento, Quebert é preso, e para ajudar a salvar a pele do amigo, Marcus começa uma investigação por conta própria, o que o impulsiona a escrever um livro sobre o caso. Mais e mais pistas vão sendo desenterradas na pequena cidade de Aurora, e os segredos de seus cidadãos “pacatos” começam a vir à tona.

Faz tempo que um livro não me surpreende como esse, gente. Para aguentar as reviravoltas que essa história dá, como diz o Galvão, HAJA CORAÇÃO, viu!

Esse senhor Joël Dicker me segurou do começo ao fim. O jeito com que ele detalha e ambienta o lugar… É incrível. Faz você querer procurar no mapa a cidade de Aurora, sério mesmo! Fora a profundidade dos personagens, e como, de alguma forma, eles se interligam conforme o mistério é revelado. Palmas para o Sr. Dicker!

 

palmas

E aí? Será que Harry Quebert é mesmo o culpado pelo assassinato de seu grande amor? Não falo, não falo e não falo! A única coisa que posso falar é: VAI LER LOGO ESSE LIVRO, MOLIER/HOMI/SER/CRIATURA!

E como sou uma pessoa maior legal, vou disponibilizar o primeiro capítulo do livro! Que tal, que tal?

Trecho – A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert – Joël Dicker

Depois dividam comigo o que acharam, valeu? VALEU!

Curtas-metragens animados

Em 20.03.2015   Arquivado em Na tela

 

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Já faz um tempo que em uma das minhas longas peregrinações pelas internets da vida, eu acabei descobrindo um gostinho pelos curtas-metragens maior do que eu imaginei. Comecei a pesquisar loucamente sobre o assunto e descobri várias animações lindas e cheias de lições de moral.

Gostei tanto que pensei que esse daria um ótimo post! Separei algumas das animações que mais me apeteceram (Nats querendo falar bonito… Tsc tsc).

Mas antes… Eu gostaria que vocês soubessem que eu tentei. JURO que eu tentei, mas não teve jeito. QUASE TODOS os curtas animados que eu escolhi são da Disney, que sempre vai ser A DISNEY, né.

Agora sim! Depois da minha confissão, já posso dormir com a mente tranquila. Bora lá!

 

Vincent – Tim Burton (1982)

  • Direção: Tim Burton
  • Roteiro: Tim Burton (escrito por)
  • Gênero: Animação/Terror
  • Origem: Estados Unidos
  • Duração: 6 minutos
  • Tipo: Curta-metragem

Pra quem não sabe (duvido), esse é o primeiro curta do Tim Burton, que desde o começo se mostrou um ser talentoso.

O curta conta a história do garoto Vincent e retrata a infância do próprio Tim e a sua apreciação pelo terror. Não é para menos que ele faz uma pequena alusão ao Vincent Price.

 

O Jogo de Geri – Jan Pinkava (Pixar – 1997)

  • Direção: Jan Pinkava
  • Roteiro: Jan Pinkava
  • Gênero: Animação
  • Origem: Estados Unidos
  • Duração: 4 minutos
  • Tipo: Curta-metragem

Aposto que vocês sabem quem é este senhorzinho! Quem não se lembra dele em Vida de Inseto ou em Toy Story 2, como o restaurador do Woody? *-*

Essa animação da Pixar retrata o velho Geri jogando uma partida de xadrez com o seu maior oponente: ele mesmo! Que tal relembrar a infância?

 

A Banda de Um Homem Só – Mark Andrews & Andrew Jimenez (Pixar – 2005)

  • Direção: Mark Andrews, Andrew Jimenez
  • Roteiro: Mark Andrews, Andrew Jimenez
  • Gênero: Animação
  • Origem: Estados Unidos
  • Duração: 4 minutos
  • Tipo: Curta-metragem

Como vocês já devem ter visto quando foram ao cinema entre 2012 e 2014 assistir algum filme da Disney, esse curta só foi ao público comum agora, mas ele data de 2005.

Dois artistas entram numa competição assídua para agradar à menininha e ganhar a moeda dela.

 

A Pequena Vendedora de Fósforos – Roger Allers (Disney – 2006)

 

  • Direção: Roger Allers
  • Roteiro: Hans Christian Andersen (história original), Roger Allers (adaptação da história), Ed Gombert (desenvolvimento), Kevin Harkey (desenvolvimento), Mark Walton (desenvolvimento), Ralph Zondag (desenvolvimento)
  • Gênero: Animação/Drama
  • Origem: Estados Unidos
  • Duração: 7 minutos
  • Tipo: Curta-metragem

A animação é uma readaptação do conto de Hans Christian Andersen Hans sobre uma pobre menininha que deseja, como todo mundo, encontrar a felicidade. Desesperada, ela tenta vender seus fósforos, os mesmo fósforos que lhes proporciona belas visões de uma vida melhor. Até escorreu uma lágrima aqui, genxti.

 

Dia & Noite – Teddy Newton (Disney – 2010)

 

  • Direção: Teddy Newton
  • Roteiro: ?
  • Gênero: Animação
  • Origem: Estados Unidos
  • Duração: 6 minutos
  • Tipo: Curta-metragem

Esse é um curta super fofinho que retrata o encontro do dia e da noite, que inicialmente é cheio de contradições, brigas e choques de personalidade, já que um é responsável pela claridade e o outro, pela escuridão. Mas aos poucos, vão se conhecendo e se descobrindo. É aí que a coisa ganha uma nova perspectiva!

 

La Luna – Enrico Casarosa (Pixar – 2011)

 

  • Direção: Enrico Casarosa
  • Roteiro: Enrico Casarosa
  • Gênero: Animação
  • Origem: Estados Unidos
  • Duração: 7 minutos
  • Tipo: Curta-metragem

Esse curta retrata uma fábula sobre um garoto que está aprendendo os ofícios dos negócios da família já muito jovem. Ele acompanha seu avô e seu pai no trabalho e se depara com a dúvida de ter realizar os afazeres exatamente como os mais velhos de sua família. Ele se vê em uma situação onde terá que confrontar opiniões e visões diferentes e trilhar o próprio caminho. Como já diria a querida Hebe, uma graciiiinha!

 

O Guarda-chuva Azul – Saschka Unseld (Pixar – 2013)

 

  • Direção: Saschka Unseld
  • Roteiro: Saschka Unseld
  • Gênero: Animação/Romance
  • Origem: Estados Unidos
  • Duração: 6 minutos
  • Tipo: Curta-metragem

Me apaixonei por esse curta! Uma porque minha cor favorita é o azul *-*

Outra porque é uma forma completamente diferente e peculiar de retratar o amor. A animação conta a história de dois guarda-chuvas em meio a uma noite chuvosa na cidade!

 

A Noite de Surpresas de Willy – Ryosuke Kojima e Kento Kume (2014)

 

  • Direção: Ryosuke Kojima e Kento Kume
  • Roteiro: Ryosuke Kojima
  • Gênero: Animação
  • Origem: Japão
  • Duração: 4 minutos
  • Tipo: Curta-metragem

Um fantasma tenta incansavelmente assustar um garotinho no escuro do quarto dele, mas por mais que ele se esforce, não consegue. Até que ele, em um ato de desespero, faz algo que acaba resultando em um final completamente maravilhoso!

 

That’s all, folks! Qual o curta-metragem que vocês mais gostaram? Fala pra tia! <3

O Fantástico Mundo das Fanfics

Em 17.03.2015   Arquivado em Inspiração

 

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Quem já não teve vontade de mudar o final daquele livro? Ou shippar um casal que o autor original fez o favor de não compartilhar do mesmo gosto que o seu (sad but true)? Quem não quis que aquela história não acabasse nunca? Porque isso SEMPRE acontece comigo.

Por isso, hoje eu resolvi desvendar o misterioso, mas incrível, mundo das Fanfics! “Fan o quê?!”.

Caaalma, que você já vai entender (e se apaixonar)!

Fanfic vem do termo em inglês fanfiction, que traduzido significa “ficção criada por fãs”. Para os íntimos, o negócio é fic.

A palavra serve para classificar romances e contos escritos por outras pessoas que são fãs de alguma série, livro, banda ou anime, mas que não são os autores originais da obra em questão.

E pra quem acha que isso é coisa de nerd, está muitíssimo enganado. Esse “estilo literário” já é mundialmente conhecido e acessado todos os dias por milhares de pessoas. “Peraí… Como assim ‘acessados’?”. As fanfics ficaram tão famosas que possuem seus próprios sites na internet!

E ah! Uma coisa que é importante saber… Porque aposto que está lendo tudo isso e pensando “Isso não é plágio, Natália?”. Não, não é! Mesmo que haja direitos autorais, de modo geral, considera-se que escrever uma fanfic não é uma violação de propriedade intelectual, DESDE QUE a obra não seja comercializada e nem vise lucro. Mas para não correr nenhum risco, a maioria dos “ficwriters” acrescenta logo no início do texto uma pequena nota declarando quem realmente é o detentor dos direitos autorais e que a história não pretende obter qualquer forma de ganho financeiro.

 

Classificações

Atualmente há uma mistura muito grande de gêneros quando se trata de livros e filmes. E com as fanfics isso é mais frequente ainda. Até porque há possibilidade de usar os cenários originais com novos personagens que interagem com os já existentes. O autor da fic é quem manda! Estende a participação de coadjuvantes que não têm tanto espaço/profundidade na história original, modifica o enredo, a estrutura e até mesmo a linguagem.

Por esse motivo, a classificação das fanfics é bem mais complexa. O que eu mais costumo analisar antes de ler uma fic é o tamanho. Adoro histórias com muitos capítulos, e de preferência, extensos! (Sim, eu não sou leitora addicted só de livros, mas de fanfics também. E sendo mais específica ainda, de Harry Potter. <3)

Então aqui vai uma explicaçãozinha de como o tamanho das fics são classificadas:

 

  1. Drabble: Fanfic escrita com apenas 100 palavras.
  2. Double Drabble: É uma fanfic com, no máximo, 200 palavras.

III. Oneshot: Fanfic que contém somente um capítulo (one-shot: um-tiro – por ser uma leitura rápida).

  1. Shortfics: Fanfics breves, escritas em poucos capítulos.
  2. Longfic/Saga: Fanfics longas, escritas em muitos capítulos.

 

Se você ficou interessado nesse mundo que eu tanto amo, seguem algumas dicas de sites!

Floreios e Borrões: Simplesmente AMO esse site. Pra quem curte Harry Potter como eu, esse é um dos melhores. Sou leitora desde 2004. 😡

Para quem tem interesse em outras histórias como Crepúsculo, Vampire Diaries, Animes, Bandas, Filmes e Séries, os mais conhecidos são Nyah, Spirit e Fanfiction.net (esse último você pode escolher o idioma). Apesar de não frequentar, muitas das minhas amigas acessam e super indicam!

Parece estranho, eu sei! Mas uma vez que você entra nesse universo, fica difícil de sair, acredite em mim! E é muito fácil disso acontecer. Sabe por quê?

Porque assim como os livros, você vai:

– Rir

hahaha

– Chorar

cry

– Se revoltar

bitch

– Chocar

choquei

– E vai querer MAIS!

more

Fonte: Algumas informações foram retiradas do site Liga dos Betas

Sonhos

Em 16.03.2015   Arquivado em Crônicas

 

sonhos

Se eu pudesse, teria comigo todos os sonhos numa cama bem pequena para poder dormir acreditando na vida, e não precisar rogar pra que um único sonho passasse pela minha janela por acaso.

Se assim eu pudesse, dormiria todas as noites olhando estrelas e sentindo aquele vento especial roçar o meu rosto, e ouviria sem parar todas àquelas músicas que me fazem viajar. Eu falaria do amor todas as vezes que eu sentisse vontade, e gritaria até cansar… Se eu pudesse, eu passaria noites em claro olhando o céu pra não perder um único tom de cor diferente até que clareasse; até que a última estrela da noite sumisse do céu. Passaria dias olhando pra tudo com aquela atenção só pra lembrar que dali um segundo as coisas passariam a ter uma forma diferente…

Se eu pudesse, teria todos os sonhos comigo agora… E com certeza eu estaria deitada naquela cama pequena, tentando olhar além da janela algo que não fosse um sonho escapando, e que provavelmente alguém lá fora corre perdido tentando reencontrá-lo.

Queria ter naquele espaço que eu deixo na minha cama todas as noites um sonho já realizado, e queria que o tempo passasse logo, para ver onde tudo poderia chegar… Não precisa passar tanto tempo assim, nem TÃO rápido, porque não quero perder nenhum minuto do que estou vivendo agora… Só queria que o tempo passasse, pra chegar logo o amanhã, onde novos sonhos começam porque conquistei AQUELE.

Queria que o tempo passasse pra ver aquele sonho e aquele sentimento tomando conta do meu sono, da minha cama, dos meus pensamentos e de todo o resto. O meu sonho.

Olá, Mundo!

Em 13.03.2015   Arquivado em Off topic

 

HEYYY

A espera foi longa, a ansiedade ENORME, o coração a mil, mas o tão esperado blog chegou, gente! Nem acredito! YAY.

Bom, para que não sabe ou não me conhece, eu sempre tive blogs e fotologs desde os meus… 14 anos (ai, tô velha :P). Porém, no entanto, todavia, eu sempre fui aquele tipo de pessoa que tinha vergonhinha de mostrar o que escrevia. Por esse motivo, todos os endereços que tive eram secretos, e eu acabava escrevendo só pra mim. Apenas amigos de confiança acabavam lendo o que eu produzia.

E toda vez era a mesma coisa: “Nats, por que você não libera esse blog? O mundo precisa ler você.” Só que aquela insegurançazinha nunca ia embora, e eu acabava deixando pra lá.

Pois os anos passaram e eu resolvi fazer jornalismo, uma faculdade que acabaria sendo difícil esconder as minhas produções. Acabei gostando daquela coisa de ser lida/ouvida, sabe? Até que não parecia de um todo ruim.

Depois, para minha surpresa, fui convidada para escrever crônicas no blog Cabelo, Cabelo Meu. Aí que a coisa decolou de vez. Meu gosto pela escrita e minha satisfação por ser lida aumentou ainda mais. Cresceu tanto que resolvi criar o meu próprio blog! Um espacinho para ser dividido com todo mundo que gosta de conhecer novos livros, filmes, séries, opiniões e textos que nos fazem pensar na vida.

EIS QUE AQUI NOS ENCONTRAMOS!

 

toviiivogeeente

Sei que não sou nenhuma pensadora contemporânea, nem uma personalidade hollywoodiana, mas acho que todos têm a chance e o direito de deixar a sua marquinha na Terra. E a minha marquinha será essa, mostrar como é o mundo visto através dos meus olhinhos!

E é claro, essa experiência só será válida com a grande ajuda de vocês! Sintam-se à vontade para colaborar, elogiar, criticar, indicar, comentar, curtir, interagir. Sejam super bem-vindos!

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