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Sobre 13 Reasons Why e tudo o que tá rolando

Em 11.04.2017   Arquivado em Off topic

 

[ALERTA DE TEXTÃO SEM GIFS MANEIROS E POSSIVELMENTE COM SPOILERS]

 

Imagino que se você chegou a esse post é porque já assistiu ao mais novo lançamento original da Netflix: 13 Reasons Why. Ou se não assistiu está sendo atingindo por uma enorme repercussão positiva (e negativa) nas mais diversas redes sociais com gente problematizando e trazendo mais uns motivos aí pra você assistir (ou não) à série.

E é quase por esse mesmo motivo que eu decidi escrever sobre. Quando terminei de assistir à série a ideia era trazer esse post pro Além do Meu Mundo pra ser mais apenas um da série “A Nats indica”, mas devido à chuva de posts no facebook que eu tive a oportunidade de ler, decidi falar o que penso.

Bom, pra quem não assistiu ou não sabe do que eu estou falando (WUT?), aqui vai um breve resuminho: Hannah Baker, de apenas 17 anos, acredita que não há mais nada no mundo pelo qual valha à pena viver. Então ela decide tirar a própria vida. Mas antes de cometer o ato ela resolve gravar fitas para contar as 13 razões que a fizeram acreditar que já não havia mais outra saída. E nessas fitas o espectador encontrará tudo o que a sociedade tanto se esforça para omitir: bullying, assédio, estupro, agressões, drogas, preconceito, intolerância, machismo… A lista é tão grande que sinceramente ultrapassam as 13 razões. Mas mesmo assim, são 13 episódios… E em cada um deles você descobre junto de Clay (amigo de Hannah) o que realmente a fez chegar na cruel decisão do suicídio.

Pesado, eu sei. Mas mais pesado que isso é saber que essa série, inspirada no livro de mesmo título, retrata a realidade das escolas do mundo inteiro… Não acha?

E se por um segundo achar que estou exagerando, clique em “abrir nova aba” e pesquise sobre casos de suicídio e ataques a escolas envolvendo adolescentes. E note que a grande maioria deles tem como pivô da causa o assédio moral e físico sofrido nos corredores e salas de aulas das milhares de instituições de ensino ao redor do globo, assédio mais conhecido como uma palavra que resume tudo: bullying. E enquanto muitos de vocês estão aqui rolando os olhinhos para esse tema que já se tornou sinônimo de clichê, alguém que você gosta muito pode estar sofrendo ou já sofreu e lida com as consequências disso todos os dias.

Eu, que já até escrevi um post sobre o tema aqui no passado e sempre demonstrei grande inquietação a respeito da falta de materiais que popularizassem o assunto para atingir e alertar a sociedade, vibrei com a adaptação da obra literária de Jay Asher para as telas (apenas de eu ter algumas ressalvas pessoais).

Mas é claro que nem todo mundo ficou contente assim com a maneira com que os assuntos citados lá em cima foram abordados. E tudo bem. Tudo bem, mesmo. Todo mundo tem o direito de gostar ou “desgostar” de algo. Aliás, nossa vida hoje é baseada em likes e dislikes, não é mesmo? Mas o que me incomodou foram algumas opiniões sobre a romantização da série ou o certo e errado sobre quem sofre com bullying, depressão e/ou outras doenças mentais. Eu sei que não sou especialista no assunto, mas acho que como jornalista que escreveu um livro em parceria com relatos de histórias de pessoas que sofreram e sofrem até hoje com o bullying… E como pessoa que também já sofreu depressão no passado, talvez o que eu tenha a dizer possa ser considerado.

Enfim… Não vou me ater às questões do enredo e dos personagens em si. A série não é perfeita e possui alguns buracos (na minha humilde opinião), mas esse não é o ponto de discussão que quero propor. O que vou trazer são algumas aspas que provocaram certo desconforto no meu coraçãozinho diante de algumas alegações que pra mim não possuem sentido nem força argumentativa. A minha análise será considerando a série como uma representação da vida real e baseado nos relatos de fontes que documentei ao escrever o meu livro.

 

“O ‘glamour’ do suicídio”

Fico me perguntando se essas pessoinhas que bateram na tecla da romantização realmente assistiram à série quando leio algo assim. INCLUSIVE, essas mesmas pessoinhas demonstraram muita insatisfação e se sentiram horrorizadas por uma série, até então voltada para adolescentes, representar cenas de estupro e suicídio. Não sei se faz muito sentido uma cena ser considerada pesada e romantizada simultaneamente… Mas vá lá.

Quem assistiu tem plena noção de que não, não tem NADA de beleza nas cenas. Muito pelo contrário. Eu acho que não consegui encontrar uma única pessoa a qual tenha assistido esses momentos da série e não se sentiu mal. A cena em que a Hannah Baker tira a própria vida? Não há nem palavras para descrever, sinceramente. É crua, fria, dura. Não tem nem trilha sonora. Porque no momento em que você decide tirar a sua vida… No momento em que a vida está se esvaindo de você não existe trilha nenhuma… Não é?

É claro que o bullying não causa suicídio e nem torna uma vítima automaticamente em um suicida… Mas não finjamos ignorância, por favor… Afinal de contas, o suicídio não é apenas um ato cometido pela Hannah. Se acha que é, sugiro que assista o documentário “Bullying”. Esse é só 01 exemplo documentado dentre tantas reportagens sobre barbaridades relacionadas a esse mal social.

 

“A falsa ideia de que o amor tudo cura”

Acho que muita gente tá tendo uma certa dificuldade pra interpretar algumas questões da trama. De que a série passa a impressão de que o amor de Clay teria impedido Hannah de se matar. Seriously? Não, gente. Vamos lá… Acho que para a Hannah ter chego no ponto em que chegou é porque ela já estava totalmente… Quebrada. E acho que todo mundo percebeu que a personagem tinha um quê de sensibilidade maior (assim como na vida real, que sempre tem uma pessoa A mais sensível do que uma outra pessoa B. porque cada pessoa É UMA PESSOA, right?). E ela desejava que indiretamente alguém no ciclo de pessoas com quem ela convivia mostrasse que sim, ela importava, e que sim, ainda valia à pena viver. Porque no fundo ela não queria ter de fazer o que fez! Mas as pessoas a decepcionaram, uma a uma. Umas intencionalmente, outras inocentemente. E é CLARO que elas não podem ser responsabilizadas de fato pelo ato que ela cometeu. Mas ela precisava de desculpas para fazê-lo. E tentar não fazê-lo. Resumindo: a ideia não era de que o amor de Clay poderia tê-la salvado, e sim sobre o que Hannah esperava das pessoas.

 

“Ela não demonstrou sinais em casa”

De novo… cada pessoa é uma pessoa. Tem gente que demonstra, tem gente que não. E quando se trata de agressões como as que Hannah sofreu, DIFICILMENTE um adolescente vai demonstrar. Nem todo mundo reage a assédios morais e físicos da mesma forma. Nem todo mundo sabe se defender. Ok? Nem sempre é simples assim falar o que acontece. Ok? A atitude da Hannah é repetida tristemente na vida real. Não é uma falsa ideia. É ASSIM QUE ACONTECE.

 

“Todo mundo tem problemas. Nem tudo precisa ser um drama”

Concordo. Em partes. Mas quem concorda que ninguém tem o direito de julgar a dor do outro? Só quem sofre sabe como doi… Acho que nem preciso escrever muito sobre isso, né? Então por favor… Just don’t.

 

“É muito fácil arranjar 13 desculpas em vez de agir e mudar”

Tá… Então bullying é uma desculpa? Estupro é uma desculpa? Agressão moral diária é uma desculpa? Uau. Inversão de valores detected.

VEJA BEM: não estou afirmando a ideia de que todas as 13 razões ou culpados listados por Hannah é válida. Ninguém é culpado e/ou merece sofrer chantagem emocional para assumir qualquer parcela de culpa em um suicídio. Isso, por exemplo, é algo com o qual eu não concordo quando se trata do enredo de 13 Reasons Why. A Hannah foi a única responsável pela decisão de tirar a própria vida. Mas eu ousaria dizer que a sociedade como um todo falha quando esse tipo de fatalidade acontece. Porque somos falíveis, somos imperfeitos, e muitas vezes incompreendidos.

Sabe… Acho que muita gente realmente não entendeu que a proposta da série era retratar o que acontece na vida real e provocar a sociedade e as instituições PARA UMA MUDANÇA, e não encorajar o suicídio ou as pessoas a se calarem porque “nada muda”. NÃO. É justamente o oposto. É despertar o desespero dos espectadores em ver uma porção de absurdos acontecer e os personagens fecharem os olhos para a realidade. Eu sei que muitas vezes isso pode acabar atingindo justamente as pessoas que precisam de ajuda. Muita gente tem falado que a série poderia ser mais um “gatilho” para encorajar o suicídio. Será? Será que essa mesma série também não poderia estar salvando vidas? (PS edit: essa matéria foi publicada hoje: Busca por centro de prevenção ao suicídio cresce 445% após série)

A ideia é justamente abrir espaço para uma discussão sobre o tema. Assim como o livro da “Christiane F., 13 Anos, Drogada, Prostituída…” foi leitura obrigatória em muitas escolas nos anos 70. Não havia um final feliz, mas abriu um buraco na sociedade para algo que era um problema e era real. Sei que 13 Reasons Why não é verídico como o livro da Christiane. Mas pode ter certeza que já existiram e existem muitas Hannah’s por aí.

Como eu disse antes, não sou uma educadora ou uma especialista. Eu sei que é necessário pensar no que é difundido e termos cuidado com o que difundimos, mas eu ainda acho que prefiro a difusão do que a omissão.

 

“Acho que esse é o ponto de tudo. Ninguém sabe ao certo o tamanho do impacto que tem na vida de outras pessoas.”

A Volta dos Mortos Vivos

Em 25.03.2017   Arquivado em Off topic

Um bom filho à casa torna. Pelo menos é isso o que o ditado fala, não é? Pois é, minhas queridas e meus queridos. Após um ano e meio vivendo o meu chamado New Yorker Dream, eu estou de volta ao meu Brasil brasileiro. E aqui estou mais um dia sob o olhar sanguinário do vigia tentando fazer a sonsa e fingir que não fiquei sete funkin’ meses sem postar. 🙁 Bad, Nats.

Sei que até uma carta aos leitores cheia de emoção eu escrevi tentando explicar o que tava acontecendo e ainda fiz a promessa porca de que as postagens voltariam a todo vapor. Mas não foi bem assim que funcionou, não é mesmo? Quer dizer… Deu uma engrenada, mas depois tanta coisa aconteceu no meu intercâmbio que eu acabei perdendo a mão das coisas. Eu pensava no tanto de conteúdo que eu poderia estar produzindo diante da experiência rica que eu estava vivendo e que não estava aproveitando… E realmente ficava frustrada. Mas mesmo assim o sentimento não foi capaz de me fazer ter vergonha na cara.

Eu me arrependo em partes. Mas só em partes, sabe por quê? Porque assim como citei na cartinha a vocês, eu precisava viver aquela experiência 100%. Eu queria muito compartilhar a minha vivência, mas eu estava muito sedenta pra VIVER. Acabei sendo egoísta, eu sei. Mas se serve de consolo (?), ficar esse tempo longe me fez muito bem. Fez eu me tornar uma Nats melhor pro Além do Meu Mundo. Uma Nats mais madura cheia de coisas pra contar. Porque é isso o que eu sou, no final das contas: uma contadora de histórias. Eu só precisava de uma atualizada nas histórias. Estou pronta pra contar! E vocês, prontos pra escutar? <3 (Ok, na real é “ler”, mas “escutar” rimou e ficou pique “frase de efeito”, então me deixa).

O que é ter sucesso?

Em 27.08.2016   Arquivado em Crônicas, Off topic, Por aí

Ter uma boa posição no mercado de trabalho? Ter o carro do ano? Uma casa de dar inveja? Ser poliglota? Viajar o mundo? Conhecer muita gente? Ser um bom pai/uma boa mãe? Casar com o amor da sua vida?

Existem 7 bilhões de pessoas no mundo. Isso significa que são 7 bilhões de respostas diferentes. 7 bilhões (ou mais) de sonhos por aí.

São tantas vidas, tantos lugares que influenciam e refletem na nossa história… É tanta coisa acontecendo na roda da vida que muitas vezes acabamos nos perdendo no caminho. Saímos fora da rota (isso quando e se temos uma rota, né).

Na maioria das vezes achamos que temos tudo sobre controle. Um plano perfeito e infalível que simplesmente não tem como dar errado. Afinal de contas perdemos um tempo arquitetando-o em nossa mente. Muitas pessoas até externam e colocam tudo no papel – dizem que fazê-lo torna o plano/sonho (ou do que quer que chamemos isso) mais consistente, mais “possível”. – Na teoria tudo é lindo, né?

O problema é quando algo sai fora daquilo que era esperado. Mas vale ressaltar que não estamos falando de um acidente de percurso – estes existem apenas para tornar a aventura um pouco mais emocionante e gratificante. – Estamos falando de quando o nosso sonho, a nossa ideia, o nosso plano…! Simplesmente perde o sentido.

Sentiu o peso da frase em negrito? Se fosse um filme ou um livro diríamos que é o ápice da história. O momento de tensão que geralmente explica todos os acontecimentos e que ao final (na grande maioria das vezes), tudo se resolve. Mas acontece que não é um filme. Não é um livro. É a nossa vida. E as coisas não se resolvem simplesmente. E enquanto continuamos na batalha interna entre nós e nós mesmos, o mundo continua a girar e as pessoas correndo atrás do chamado “seu”.

Sentamos na plateia e assistimos essas pessoas conseguirem chegar onde querem enquanto ficamos para trás tentando entender a moral da história e tentando descobrir o que fazer pra chegar lá (seja lá onde esse nosso “Lá” esteja). Pensando no quanto essas pessoas são tão melhores. Porque a grama do vizinho é sempre mais verde.

Perdemos tanto tempo tentando responder a si mesmos “o que é ter sucesso” que esquecemos a pergunta que verdadeiramente importa: o que faz você feliz?

Ser adulto não é difícil. Difícil é nos encontrarmos. Difícil é sermos nós mesmos. Difícil é acharmos o nosso lugar ao sol. Difícil é sabermos qual dos mais de 7 bilhões sonhos é o nosso correndo perdido pelo mundão afora. Difícil é descobrirmos a que viemos. Difícil é ser feliz. E ter sucesso (?). Difícil é…………

Ninguém é obrigado

Em 24.08.2016   Arquivado em Crônicas, Off topic, Por aí

Dia desses um amigo fez aquela pergunta que todo mundo responde em algum momento da vida: “Você já se decepcionou com as pessoas? Com o amor?”

Sabe aquele silêncio ensurdecedor que paira no ar nos momentos mais inesperados? Pois é.

Fico me perguntando até agora por que diabos minha voz ficou entalada na garganta e eu não consegui dar a resposta que já estava na ponta da língua. Vai ver é aquele medo de se expor que no fundo todo ser humano tem. Aquele medo de se mostrar frágil. De se mostrar quebrável.

E mesmo depois da conversa fiquei com aquela pergunta ecoando nos meus ouvidos quando deitei a minha cabeça no travesseiro. Porque eu tinha mesmo a resposta na ponta da língua.

Afinal de contas, acho que todos nós um dia já sofremos e nos decepcionamos. Dentro e fora do amor. E comigo, claro, não seria diferente.

Sabe por que nos decepcionamos? Porque esperamos demais das pessoas. Achamos que só porque somos capazes das loucuras mais absurdas quando gostamos de alguém (não só no amor, mas também na amizade), só porque nos entregamos demais, achamos que as pessoas têm a mesma obrigação conosco. Que o sentimento precisa ser mútuo.

Só porque eu já cansei de largar minhas obrigações pra socorrer uma amiga que tá com dor de amor e passar a madrugada com ela vendo filmes, comendo gordices e aconselhando, não significa que essa amiga irá fazer o mesmo por mim. Só porque eu abri mão de sonhos para estar ao lado de um grande amor, não significa que esse grande amor fará o mesmo por mim. Conseguem entender?

As pessoas nem sempre fariam o mesmo por nós. E é aí que mora a polêmica! Sabe aquela famosa frase da sociedade contemporânea dos memes malucos? “Eu não sou obrigada!”? Pois é, ninguém é obrigado a ser recíproco. E isso deveria ser completamente aceitável.

Só que não é. Em se tratando do ser humano, não é. Somos egoístas mesmo sem querer. Queremos aquilo que as pessoas são incapazes de nos oferecer. E nem é culpa delas, sabe? Como elas vão oferecer algo que não têm?

Meu pai sempre me dizia isso e eu demorei muito pra entender. Confesso que até hoje ainda me custa aceitar, mas é a mais pura verdade. Precisamos parar de esperar demais das pessoas e a ser tão dependentes delas. Se aquilo é o que elas têm para oferecer e não lhes é o suficiente, então talvez seja hora de deixar pra lá, não acham? Afinal de contas… Nós também não somos obrigados a viver com pouco, viver de miséria. Isso mesmo. Não somos obrigados. Ninguém é.

Uma carta ao meu super-herói

Em 09.08.2015   Arquivado em Off topic

Daddy

Daddy,

Sei que você não é muito de falar. A mommy diz que é coisa de criação, então com o tempo aprendi que seu jeito de falar não é exatamente falando. É fazendo.

Por isso gostaria que você soubesse o quanto eu reconheço e agradeço todo o seu esforço e a sua fé para me educar e sempre me dar o melhor. Por nunca deixar de me apoiar e acreditar no meu potencial.

Se hoje eu tenho 22 anos e já sou formada, é graças a você. Se estou prestes a realizar mais um sonho, também é graças a você. Aliás, graças a você e a mommy. que sempre me ensinaram a correr atrás dos meus sonhos sem pisar em ninguém. Que me deram a chance de compartilhar meus planos e minhas ideias. Que sempre ouviram o que eu tinha a dizer. Pra mim você não é só uma figura de respeito e autoridade. É também o meu melhor amigo, a minha inspiração.

Sei que também não sou muito de falar, embora acredito que você tenha notado o quanto eu venho me esforçando e encontrando oportunidades para te abraçar e dizer o quanto te amo. É porque não quero que você tenha dúvidas do que representa na minha vida.

Eu tenho 22 anos e você SEMPRE continuará sendo o meu super-herói. Admiro sua fé que nunca se abala; admiro sua força de vontade de ainda se levantar todos os dias para trabalhar; sua sutileza e sensatez para falar o que precisa ser dito.

Aprendi e ainda aprendo muito com você todos os dias, Bino. E se um dia eu puder me tornar pelo menos 1/3 do que você é já me darei satisfeita.

Tudo isso para dizer: FELIZ DIA DOS PAIS!

TE AMO ❤

Onde está o meu frio na barriga?

Em 14.07.2015   Arquivado em Off topic

desabafo3

Hoje o post vai ser meio diferente. Talvez você aí, que esteja lendo se identifique com o esse drama, ou talvez seja apenas mais um post que venha a se tornar “polêmico”. Depende de qual grupo você se encaixa.

Quais são teus planos? É, é isso mesmo, você não leu errado. Hm, deixe-me ver…

Se está no ensino médio, está estudando feito maluco(a), para passar no vestibular sem ter que enfrentar o cursinho. Se já está na faculdade, deve estar pirando com a montanha de trabalhos, projetos e provas. Além disso, deve estar correndo atrás de um estágio legal que lhe proporcione um salário aceitável e uma boa experiência.

E aí? Qual o plano depois? Já sei! Conseguir um trabalho que pague bem. Você vai ralar muito, talvez até de final de semana. Mas e daí? É o emprego dos seus sonhos, a profissão que você ansiou desde cedo…! AH, É! Depois a ideia é conhecer um cara/uma moça legal pra namorar, casar e ter filhos. Então vai ser hora de guardar ainda mais grana pra dar tudo aquilo que os seus pais ralaram pra te dar. Mas agora é a vez dos seus filhos, né? Então eles vão estudar, estudar, estudar, pra depois passar no vestibular, pra entrar na faculdade, conseguir um bom estágio e…! Notou alguma coincidência nessa história?

“Esse é seu plano para ser feliz?”, perguntaria Margo Roth Spiegelman, de “Cidades de Papel”. E você diria “Oras, é sim!”

Só que aí você se forma na faculdade… E vê que nada saiu e nem vai sair como o planejado. Depois de fazer estágios em empresas grandes e renomadas, você está sem emprego, disparando seu currículo para todos os lados, desesperando-se e torcendo pra aparecer uma oportunidade. Qual era a oportunidade mesmo? Poxa, você achou que poderia escolher no que trabalharia… Mas ai, a crise, a economia… Não tá dando pra escolher, né? Então o que vier é lucro, certo?

Aí você percebe que em todos esses anos você nem se deu o trabalho de ter um plano B. Qual é teu plano? Passa os dias pensando onde errou, tentando dar um jeito com uma cola que parece que não gruda nada. Tem tanto tempo pra pensar, que começa a questionar as próprias escolhas. Será mesmo que escolheu a área que queria? Será que é isso mesmo o que você quer pra vida? Percebe que a pergunta que respondia com tanta certeza já não é respondida com a mesma facilidade.

A frustração faz isso com a gente, mesmo. Faz a gente questionar até mesmo a nossa essência. É como se você estivesse no fim de um corredor e não houvesse pra onde correr enquanto algo está no nosso encalço. É você fugindo da pressão. Da pressão de ser alguém que você não sabe quem, mas que deve sê-lo. Quando foi que viver se tornou algo tão complicado, mesmo?

O pior de tudo é que você fica tão bitolado(a) com o plano da sua vida, e tão frustrado(a) quando tudo parece estar dando errado, que parece que não há outro jeito ou solução… Acaba se esquecendo daquela coisa incrível, aquele sentimento que fazia você estar sempre em movimento.

Se você que chegou até aqui se identificou, que tal mudar? Se você não está contente, é porque alguma coisa PRECISA mudar nessa história. Lembro que eu tinha uma amiga que me dizia o seguinte. “Um problema só é problema se tiver solução.”

É hora de tentar sair da neura desse mundo estranho e parar de pensar no que os outros vão pensar. É VOCÊ quem precisa pensar. Esqueça tudo e todos. Olhe pra si e se pergunte:

Onde está o meu frio na barriga?

Procure por essa resposta. Talvez ela esteja mais próxima do que você imagina.

 

“Não são os grandes planos que dão certo; são os pequenos detalhes.”

            ~Stephen Kanitz~

Todo mundo sabe, menos eu

Em 06.07.2015   Arquivado em Off topic

TodoMundoSabeMenosEuDiv

Galere do meu Brasél, encontrei essa tag por aí, livre, leve e solta, dando sopa nas redes da vida, e eu gostei muito! Gostei tanto que decidi, por mim mesma, sozinha na vida, fazê-la. Riririri

Tem muita coisa no mundo que eu não sei fazer, mas tem algumas em específico que eu sinto que TODO MUNDO NO UNIVERSO, sabe fazer, menos a minha pessoa.

Ó, só!

 

Pregar botão

botão

Eu não sei se isso é uma coisa simples e se é uma vergonha não saber fazê-lo, mas taí. Não sou muito fã de corte e costura. A última vez que tentei costurar uma roupinha pra boneca que eu mesma tinha desenhado… Ficou ó… Uma bosta Sem comentários. Aí nunca mais me arrisquei. Tenho algumas roupas aqui em casa que algum botão caiu. Pergunta se eu tento arrumar? NAH. Tá lá encostada, até o dia em que eu levar pra minha tia ou pra minha vizinha pregar de volta.

 

Arrumar a hora e a data de relógios digitais

relógio

Me dá até vontade de chorar só de pensar nisso. Me irrito demais toda vez que tento, não adianta. Parece que tem um código secreto pra dificultar uma coisa que parece SUPER SIMPLES. Alguém sempre acaba arrumando esse tipo de coisa pra mim. Se não, fica do jeito que veio. ~cry~

 

Fazer bolo

bolo

É a verdade mais verdadeirosa da minha vida até o momento. Confesso que tenho me aventurado mais na cozinha nos últimos tempos, mas nunca fiz um bolo certo, gente. Não sem a ajuda ou supervisão de alguém. Nem do tipo simples, muito menos do tipo recheado, com trezentas mil coberturas e desenhos a lá master chef. Mas pinky promise que logo eu vou resolver esse problema na minha vida!

 

Mexer no Photoshop

photoshop

A cada dia que passa eu tenho mais certeza de que eu sou a ÚNICA que não sabe mexer no Photoshop nesse mundo, cara. E isso me frustra DEMAIS. Tenho tantas ideias legais pra colocar nos posts, mas a falta dessa habilidade acaba causando um certo desfalque aqui. Fazer um curso massa está na minha lista de prioridades.

 

Chutar a resposta certa

teste

Isso foi a minha vida toda. Cara, sempre tive o DOM de chutar a resposta errada. E acho que o pior sentimento de todos é quando a pergunta é besta e a resposta é tão óbvia, que você ainda acaba errando. Sim, essa era/sou eu. Eu com certeza teria perdido tudo no Show do Milhão. L

 

Fazer trança

trança

É, não sei mesmo. Nem simples, nem trabalhada. Nem em mim, nem nos outros. Primeiro que eu descobri que eu fazia a trança ao contrário. Em vez de trançar as mechas para dentro, eu trançava para fora. E TODA vez que eu faço, ela fica toda mole e desengonçada, torta. Espero que quando eu for mãe, isso mude. Tenho a impressão que mulheres adquirem novas habilidades ao se tornarem mães!

 

Dobrar a língua

dobrar a língua

Pode parecer tosco, mas não ter a habilidade de dobrar a língua já me fez sofrer muito bullying e ser piada na família, ok? Por isso é uma frustração MUITO grande. Já ouvi muito que é questão de genética, então fico pensando que a culpa é do meu pai, porque minha mãe sabe dobrar a língua e ele não.

Já perdi as contas que quanto tempo já perdi na frente do espelho fazendo cara de idiota, tentando dobrar a porcaria da língua. CHATEADÍSSIMA.

 

Tirar a própria cutícula

cutícula

Admiro muito as pessoas que sabem tirar a própria cutícula, cara. Porque pra mim isso é algo de outro mundo. A minha sorte é que tenho pouquíssima cutícula, então ela nem aparece, porque senão… HUNF. Aliás, não sei tirar nem a minha própria cutícula, nem a de ninguém.

 

Bom, esse foi o meu momento frustração. Alguém aí também passa por esse tipo de coisa? Quer desabafar a sua falta de habilidade/conhecimento para fazer alguma coisa? Sintam-se à vontade! <3

TAG: Meu animal de estimação

Em 30.06.2015   Arquivado em Off topic

MEUANIMALESTIMAÇÃO

BOM, quem me segue nas redes sociais, sabe que tenho um filho, né. Sim, o Max, esta coisa FOFA da fotinho acima. Ele está comigo all day, all night. Somos eu e ele, ele e eu, assim pra sempre.

E a fofa da Allie, do Lovecats, que é amante dos bichinhos e também tem um gato mais que divino, me indicou pra responder uma TAG especialmente dedicada ao meu Max!

Vem ver! <3

 

Qual o nome do seu animal de estimação?

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O nome do meu neném é Maxwell. Mas é CLARO, que ninguém chama ele assim, né. Só eu, às vezes, porque acho super imponente e chique. Mas ele responde apenas por Max, tá tudo certo!

 

Qual é a espécie e a raça dele(a)?

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O Max é o bom e velho vira-lata, sim senhor. Muitas pessoas acham que ele é Poodle, mas o corpo dele é bem diferente da raça pura. O Max nada mais é que uma mistura entre Poodle e uma outra raça SUPER parecida, que é o Bichon Frisé. A pelagem dele na parte da cabeça é bem lisinha, e o resto, aquela coisa! Além disso, as pontinhas da orelhas dele são cinzas, um CHARME <3

 

Qual é a idade?

9 anos e 11 meses. <3 Ele faz 10 aninhos dia 28 de agosto! Mandem presentes, porfa!

Como você o/a adquiriu?

Costumo dizer que o Max é meu anjinho da guarda. Ele apareceu na minha vida quando eu mais precisei. Quer dizer… Eu sempre tive o sonho de ter um cachorrinho, mas meus pais nunca gostaram da ideia.

Quando eu tinha 14 anos, comecei a ter alguns probleminhas com depressão, e o psicólogo falou pra minha mãe que ter um animalzinho de estimação me ajudaria muito. Aí, iniciou-se a caçada por um bichinho! E desde o início, a ideia era adotar, não comprar.

Depois de muito pesquisar nas internets, conhecemos uma criadora que acolhia animais de rua e cuidava até que alguém se interessasse por eles. Quando vi o Max, foi amor à primeira vista. A moça tinha encontrado ele há algumas semanas, e apesar dos cuidados, ele ainda estava bem abatido. Meus pais até ficaram “Tem certeza que é esse, Natália?”. O coitado tava todo magrelinho. E eu sabia que era ele!

 

O que ele(a) mais gosta de comer?

Essa é difícil, porque TUDO o que você estiver comendo, o Max quer. O espertinho só não gosta de salada. ATÉ MIOJO ELE ENCARA. A gente costumava dar uma “beliscadinha” das coisas pra ele, mas depois de uma gastrite, cortamos e ele só come ração com aqueles patêzinhos. ÀS VEZES eu ainda dou uma coisinha escondida porque fico com dózinha, mas só às vezes, juro juradinho! 🙁

 

Há quanto tempo você o/a tem?

Quando o adotei, ele tinha 8 meses, então faz 9 anos e 2 meses.

 

O que ele(a) faz que é muito engraçado/fofo?

São várias coisas, mas têm duas que me arrancam MUITAS risadas.

1. Ele sabe pedir “por favor”. Sim, vocês não leram errado. Logo que ele chegou, ele se adaptou fácil a nossa família. E percebeu que bastava ser fofo para conseguir o que queria. Toda vez que ele quer brincar, ou está de olho na sua comida… Ou simplesmente quer atenção, ele fica apenas sobre as duas patas traseiras. Então ele junta as dianteiras, como se implorasse pra você. Impossível não rir!

Se vocês se perguntaram como é… Aqui está!

MAX6

2. O Max tem ciúmes de demonstrações de afeto entre outras pessoas. Se eu abraço minha mãe, meu pai, ou meus pais se abraçam, qualquer coisa do tipo, ele chora. Ele tenta entrar no meio, chamar a atenção, joga a bolinha…! O que puder fazer para que as pessoas prestem atenção nele. E é CLARO que tiro vantagem e fico fazendo isso só pra ver ele tentando se desdobrar pra parar a situação. Hahahaha

Como é a sua relação com o seu animal de estimação?

MAX11

Como eu disse logo no começo, é uma relação de mãe e filho, de melhor amigo confidente, de família mesmo. Sinto que posso contar com ele sempre que eu precisar, e não é brincadeira. Quantas não foram as vezes em que passei por maus bocados… E enquanto eu chorava, o Max estava ali, do meu lado, deitando no meu colo, me chamando a atenção. Ou até velava meu sono depois de eu chorar até dormir. É um anjo da guarda de verdade.

 

Situação engraçada que aconteceu entre vocês dois!

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São tantas! Mas a mais marcante foi uma que aconteceu uns meses depois que eu o adotei. O Max é um cachorro de MUITA personalidade. Ele parece gente, entende muito bem o que você fala, e muitas vezes se faz de desentendido. Além disso, ele é MUITO obediente. Não é daqueles que mastigam e estragam as coisas. Se eu deixar um prato de comida ao alcance dele, ele não pega (por mais que queira), coisas desse nível.

Mas né, uns meses depois que ele chegou… Fiz um lanche e deixei em cima da mesinha da sala. Aí fui buscar meu copo de suco na cozinha, e quando voltei… Onde estava o meu lanche? Apesar de ter um cachorro em casa, juro que fiquei por alguns instantes sem entender o que tinha acontecido. Quando olho para o dito cujo… A boca toda cheia de farelo e aquela cara “ops!”. Foi inevitável não rir!

 

Alguns apelidos/nomes que você chama o seu animal de estimação!

Vish, vamos à lista: Bebê, filho, Maxwell, gordinho, neném, branquelo, fedido, barrigudinho da mamãe (alusão à zóiudinho da mamãe de “Monstros S.A.”), bola de neve, floquinho…! UFA.

 

Bom, acho que é isso, peoples! Espero que tenham gostado de conhecer um pouquinho desse serzinho que ilumina os meus dias e me faz uma pessoa incrivelmente melhor pela simples existência!

 

MAX12

Que cês acharam do meu amô? Ah, cês tem algum bichinho de estimação? CONTA AÊ, MANOLO!

10 objetos mágicos que eu queria

Em 22.06.2015   Arquivado em Off topic

Lembrol

Um absurdo. Um absurdo eu falar que sou fã maluca do Harry Potter e ainda não ter feito UM POST no blog sobre meu querido. Então, pronto. Assunto resolvido!

Sabe aquele momento em que você está assistindo um filme/série ou lendo um livro e se depara com um objeto que você daria um de seus rins para tê-lo, mesmo que este objeto sequer exista? Pois bem! Depois de assistir Harry Potter pela trilionésima vez, pensei em fazer um post falando sobre os objetos mágicos do universo de J.K. Rowling que eu mais gostaria de ter no mundo todo!

Sigam-me os bons!

 

Bolsa Extensiva

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Resolvi começar com o objeto que eu aposto a minha fortuna que é o sonho de todas as garotas do universo. Quer dizer… Quem não sonha com uma bolsa minúscula, estilosa, que caiba tudo e ainda por cima não pese?

Para quem não lembra, Hermione lançou um feitiço indetectável de extensão na sua bolsinha para poder levar livros, poções, barracas de acampamento e tudo o que desse na telha para a caça aos Horcruxes com Harry e Ron.

 

Vira-Tempo

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Ah, não posso fazer nada se a Hermione tem os melhores acessórios, gente (mentiraaaaa), mas a J.K. Rowling se encarregou de deixar a nossa Sabe-Tudo super bem equipada. Além do mais, acho que a Hermione seria a única com ótimo discernimento para usar um objeto capaz de fazê-la voltar no tempo e mudar algum acontecimento. Qualquer detalhe malfeito poderia causar um estrago daqueles no presente.

 

Carro Voador

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Em uma época caótica como a em que vivemos, ter um carro voador seria TOP DA BALADA pra fugir do trânsito, gente, fala séééério! Imagina que demais! Seria de uma classe sem tamanho. Toda vez que estou presa no trânsito, me imagino apertando um botão que fizesse meu carro sair voando, juro! Ainda espero por uma invenção dessas!

 

Desiluminador

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O Dumbledore foi muito manjão ao ter criado um gadget desse! E o Ron foi sortudo de tê-lo herdado do falecido diretor. Já pensou ter um Desiluminador para quando aquela preguicinha de ir até o interruptor para apagar ou acender a luz do quarto bater? Super fechativo, gente.

 

Espelho de Dois Sentidos

Espelho

Vocês podem até dizer: “Pra que diabos vou querer um espelho para me comunicar se já tenho Skype?”. Garanto que esse gadget não tem delay ou má conexão, ok? Humpf. O Espelho de Dois Sentidos só aparece em A Ordem da Fênix. James Potter e Sirius Black possuíam um par desses! Para que você consiga contatar o outro espelho, basta dizer o nome do dono. Legal, né?

 

Pena de Repetição Rápida

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Embora a dona da pena seja uma bitch a Rita Skeeter, não podemos negar que é um acessório incrível. Eu não sei vocês, mas a minha vida teria sido muito melhor na faculdade se eu tivesse uma pena dessas, que escreve sozinha tudo o que é dito no ambiente!

 

Penseira

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Pra quem é nostálgico como eu, iria pirar em ter uma Penseira. Imagina relembrar os momentos mais perfeitos da sua vida? Tudo o que precisa fazer é guardar a sua memória de alguma forma para depois despejá-la dentro da bacia. Pode ser até mesmo uma lágrima (pudemos ver isso com o Snape, snif snif), e mergulhar o rosto dentro do objeto. Voi là! Ah, ela também seria ótima para aqueles momentos em que você está numa discussão de “Eu disse”/“Não disse”. Basta dizer “Vamos ver na Penseira, então.” Hahahaha.

 

Berrador

Berrador

“RRRRONALD WEASLEY! COMO. SE ATREVEU. A ROUBAR. AQUELE CARRO!” Um dos melhores momentos de A Câmara Secreta, sem sombras de dúvida. Aliás, para quê fazer homenagens de telemensagens quando você pode ter um Berrador? Brincadeira… Acho que esse é aquele tipo de gadget que funciona mais para as mães que querem nos expor ao ridículo, sabe? Pensando bem, que bom que ele não existe! Medinho.

 

Orelhas Extensíveis

OrelhasExtensíveis

Não poderia fazer esse post sem nenhum gadget da loja mais incrível do universo, Geminialidades Weasley, certo?

Fred e George Weasley foram mesmo os reis dos acessórios mais legais e úteis da VIDA. Acho que a melhor invenção deles – depois do Kit Mata-Aula – foram as Orelhas Extensíveis. Ótimas para quem está cansado de ser expulso da sala quando os mais velhos querem ter “conversas de adultos”. Basta colocar um dos pares na própria orelha e a outra por debaixo da porta!

 

Capa da Invisibilidade

capaharry

Entregue a Harry como um objeto “de pai para filho”, a Capa da Invisibilidade faz parte, na verdade, do Conto dos Três Irmãos e pertenceu ao Ignoto Peverell. Na história, a Morte concede um pedido a cada um dos irmãos, e o terceiro pede por um objeto que pudesse lhe esconder para sempre de todo o mal. A Morte, de muita má vontade, corta um pedaço de seu próprio manto e cria a Capa da Invisibilidade. Então o manto foi passado de geração em geração até chegar ao pai do Harry.

Um acessório perfeito para saber o que azinimiga falam de você, não?

 

E aí, gente? Qual o gadget gostariam de ter? Se esqueci algum item maneiro que vocês curtem, não deixem de comentar!

7 celebridades que eu casaria

Em 19.06.2015   Arquivado em Off topic

7celebridades

Quem nunca sonhou em casar com aquele cara famoso, rico, lindo e maravilhoso não sabe o que é sonhar alto, não é mesmo?

Ilusão, maluquice ou fetiche, euzinha aqui resolvi brincar com esse meme do Rotaroots* e expor as 7 celebridades com quem eu me casaria e que fazem o meu ~turu turu~ bater quando passam.

MAS PODEM TIRAR O OLHO QUE SÃO TODOS MEUS. [/fazendoalouca]

 

Ed Sheeran

EdSheeran

Não poderia começar essa lista sem que o meu ruivo fosse o primeiro, né, galere? Invejosos dirão que ele é feio ou gordo, mas eu não ligo. Eu simplesmente me apaixonei por esse cara desde a primeira vez que eu ouvi a voz dele, e não tem jeito, ele roubou meu coração. O jeitinho tímido e a sensibilidade dele simplesmente me fazem delirar. Eu daria um rim tudo para ser a musa inspiradora das letras que ele escreve tão maravilhosamente bem, sem mais.

 

Tom Felton

TomFelton

Deu pra perceber que tenho um certo gostinho por britânicos, né? Esse sotaque é simplesmente apaixonante, e…. Parei, juro. Além de queda por britânicos, também desenvolvi precipícios por vilões ao longo desses anos, e o Draco Malfoy é o vilão da minha VIDA. Apesar de ele não ter tanto desenvolvimento nos livros por não ser o personagem central, fui me apaixonando por ele aos poucos, principalmente depois de começar a ler fanfics (se não sabe o que é fanfic, faz a egípcia e lê esse post aqui). E é claro que se não fosse pelo Tom Felton, esse amor não teria crescido mais ainda. Foi ele quem deu vida e cara (uma bem linda, por sinal) ao meu Draco.

Além de ótimo ator, Tom é super divertido e fofo. Sigo ele no Instagram e me apaixono mais e mais. Morro de inveja da namorada dele, genxteee! T-T

 

Maurício Destri

MaurícioDestri

PODE JULGAR PORQUE EU NEM LIGO! A coisa FOFA do Maurício me conquistou na pele do Benjamin, da novela I ♥ Paraisópolis. É a única celebridade brasileira da minha lista, então merece muito respeito.

Olhei pra ele e simplesmente não consegui mais. Ele tem um olhar profundo que parece que ele lê até a sua alma, senhorrrr. Aí eu comecei a seguí-lo no Instagram e amei mais ainda. Ele é cheio de espiritualidade, de bons sentimentos… É muito mais que esses olhos verdes sedutoramente sedutores, acredite!

 

Ian Somerhalder

IanSomerhalder

Falando em olhos sedutoramente sedutores… O que é esse Ian, pessoas? Não dá, cara. Já tentei, mas não consigo não derramar meio litro de baba toda vez que vejo uma foto deste ser. Fica difícil dizer se eu sou apaixonada pela maldade do Damon ou pela bondade do Ian. Além de gato (porque pra ele não basta só a beleza, né), ele é super envolvido com vários trabalhos voltados a caridade e ao cuidado com os animais. Não dá vontade de adotar, desse jeito? Ai, Nina… Olha o que você perdeu, menine.

 

Logan Lerman

LoganLerman

Esse é o mais novinho da minha top 7, mas isso não significa absolutamente nada, porque o Logan tem um espaço super bem ocupado no meu coração. Acho que posso falar de todos aqui quando digo que escolhi uns caras não só gatos, mas pessoas super profissionais no que fazem. O Logan não conquistou só o meu ~turu turu~, mas meu intelecto também pelo nível de atuação. Ele dá um show como Charlie em “As Vantagens de Ser Invisível”. Pra quem não sabe, esse é um personagem bem complexo, e ele soube retratar muito bem isso. Não bastasse esse papel maravilhoso… Derruba forninhos ao lado de Brad Pitt em “Fury”. Fica difícil não amar, não querer casar… Aliás, nosso casamento já está marcado, viu, gente?

 

Andrew Garfield

AndrewGarfield

Agora abram alas para o Homem-Aranha mais mara do mundo! (Sim, sou #TeamAndrew, sorry Tobey McGuire!). Apesar dessa carinha de bebê, Andrew já tem seus 31 anos bem vividos (e bota bem vividos nisso, né, galera?). Acho ele mega engraçado e cheio de doçura. E pra quem acha que o meu gato é só conhecido por ser o perfeito “Amazing Spider Man”, está muitíssimo enganado! Garfield já esteve na pele do empreendedor brasileiro e cofundador do Facebook, Eduardo Saverin, no filme “A Rede Social”. E só pra variar, arrebentou aquele tantão.

Além disso, tenho uma inveja DANADA da Emma Stone, de estar com um cara como esse. Af, parabéns, amigaaa!

 

Dylan O’Brien

DylanObrien

Por último, mas não menos casável, o cara que entrou para o time dos gatchenhos de Hollywood tem pouco tempo, meu querido e eterno Stiles Stilinski. O lado engraçado dele me conquistou no primeiro momento, e acho que isso é um dos pontos mais importantes. Pra quem não sabe, Dylan foi descoberto por causa do Youtube, onde produzia vários vídeos humorísticos. Mais pontos comigo, O’Brien! Aposto que eu viveria com um sorrisão ao lado dele. <3

 

E aí, people? O que acharam da minha top 7? Conta aqui, conta!

 

*O Rotaroots é um grupo que preza pela volta dos tempos de ouro dos blogs! Caso tenha gostado, peça solicitação no grupo do Facebook para participar de discussões e ver os temas do mês! <3

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