Categoria "Na tela"

Quartos da ficção

Em 16.11.2015   Arquivado em Inspiração, Na tela

DivQuartos

Se tem uma coisa que eu realmente amo e nunca dei espaço aqui no blog é decoração. Na verdade, não tem muito tempo que eu descobri essa paixão. Tudo acabou acontecendo porque eu comecei a querer dar maiores descrições para as histórias, crônicas e fanfics que escrevo. Adoro colocar imagens para ambientar melhor os meus leitores.

Paralelamente também comecei a “heartear” quartos na minha conta do WeHeartIt para me inspirar na decoração do meu quarto no Brasil. Aí já viu, né? A coisa ficou realmente séria e eu passo HORAS do meu dia fazendo isso. Acho que preciso de tratamento…

cat

Enfim! E como tenho uma séria paixão por filmes, séries, novelas e tudo mais que se tem direito, é ÓBVIO que eu tenho crushes por muitos quartos dos personagens da ficção, genxti. Acho que é muito porque eu realmente consigo ver muito deles refletidos na decoração e isso torna a atração mais “convincente”, entende. Espero que tenha entendido, porque não vou tentar explicar de novo não. :B

caham

Bom, chega de papo! Selecionei os quartos mais apaixonantes pra mostrar pra vocês! Quem sabe não é uma ajudinha para aquela inspiração que você tava precisando?

 

Anna

Quem aí não lembra desse filme sensacional com a rainha LiLo? Pra quem não lembra, ou não assistiu (duvido muito, mais VAI QUE), a Anna era uma rockeira maluquinha que adorava viver na privacidade do seu quarto.

Sempre fui fã desses quartos americanos que tem o teto mais rebaixado! É sempre uma oportunidade pra criar algo novo! A Anna, por exemplo, preencheu quase que toda a parede com fotos!

Além disso, mesmo ela tendo o estilo bem rocker, o quarto dela ainda trazia uma cor clara e um toque de feminilidade.

 

Aria1

Eu não sei vocês… Mas desde a primeira vez em que eu vi o quarto da Aria, eu simplesmente me APAIXONEI. Primeiro porque das Liars, a Aria é a com quem eu mais me identifico. Ela ama ler, escrever, fotografias… Além de ter um estilo bem eclético.

No quarto dela há livros espalhados por todo canto! A segunda coisa que mais tem são almofadas! De todos os tamanhos e cores, mas muito bem escolhidas. Acho que isso dá um mega ar de conforto. Fora as sobreposições das colchas da cama. Queria muitoooo.

 

Arnold1

PAUSA DRAMÁTICA! Sei que seus olhinhos brilharam agora, porque esse é o quarto dos sonhos de toda criança nascida na década de 90, gente! Eu era viciada no desenho do Cabeça de Bigorna e no quarto mais que sensacional dele! E esse teto de vidro que tem uma escada que leva ao telhado?

O quarto sempre foi objeto de desejo da galera. Não é à toa que um designer gráfico até desenvolveu uma versão mais realística dele! Dá uma checadinha na última imagem!

 

Aubrey1

Lembra daquele filme maroto que eu indiquei há umas semanas atrás, The First Time? Então! A Aubrey, personagem fofica, tem um dos quartos mais apaixonantes que eu já vi! Primeiro porque é azul, e todo mundo sabe que sou maluca por essa cor, né. Fora que a personagem é uma artista! Tá vendo aquelas ondas atrás da cabeceira? Ela mesma quem fez utilizando o recurso da foto-colagem (não sei se esse é o temo. Se não for, vai ser agora). Não é divino? Outra coisa que me chamou a atenção é a iluminação do quarto, que é bem fraquinha. Gosto muito <3

 

Carter1

Sei que já havia comentado sobre o quarto dela em um outro post…Mas e daí? O que é bonito a gente repete, né? Aliás, o que é essa parede feita de lousa de giz, por favor? Se eu não tivesse alergia, com certeza teria uma dessas! ~cry~ Outra coisa que eu também adorei foi a ideia de utilizar os piscas-piscas como varal de fotos! Dois em um!

 

Dinho1

Não sei quem acompanhei Malhação e se apaixonou pelo quarto do Dinho loucamente. O tema intergaláctico + aventureiro é muito a minha cara, aquela coisa de wanderlust, sabe? Teria muito esse quarto pra mim, sem mais.

 

DrakeAndJosh

E falando em quarto de menino, acho que ninguém consegue se esquecer do quarto monumental da série Drake & Josh, né? Sempre achei ele muito fora do normal pra quarto de adolescente, mesmo sendo o sótão da casa… Mas ok, isso não muda o fato de que eu queria a camona com a escada e esse super espaço livre (que mais tarde foi ocupado pela cama do Josh).

 

Ju1

Na mesma geração do Dinho, ainda tinha a Ju, uma It-Girl super estilosa. Acho que esse é um quarto que com certeza eu teria, gente. Sempre quis colocar a minha mesa nos pés da cama, acho que fica tão fofico, dá um ar diferente pro quarto. O detalhe que eu mais gosto no quarto dela é a árvore de madeira na cabeceira da cama, acho tão único, tão original. As cores do quarto também me agradam bastante. São chamativas, mas ao mesmo tempo tudo combina.

 

Sam1

Por último (mas não menos maravilhoso) o quarto mais amado dos últimos tempos. Eu não sei dizer ao certo o que me encantou no quarto da Sam: a junção do tecido lindo com os piscas-piscas, a mesa aproveitada com cavaletes (e que está super na moda), a máquina de escrever no lugar do que seria um computador (uma vez que a história se passa nos anos 80), os espelhinhos e molduras ao lado da cama ou essa bagunça organizada sobre a escrivaninha. Acho que tudo se encaixou lindamente, o que muito me agradou, porque eu não lembro se havia uma descrição exata do quarto da Sam no livro… Mas acho que não poderiam ter produzido algo mais original.

 

UFA! Nem eu sabia que eu gostava de tantos quartos da ficção, socorro. E aí, gente, qual o preferido de vocês? Conta pa nóis!

Filme: Me And Earl And The Dying Girl

Em 05.11.2015   Arquivado em Na tela

Me-and-Earl-and-the-Dying-Girl

OK, não era a minha intenção trazer outra resenha de filme aqui tão cedo, mas acontece que eu apenas acabei de assistir essa coisa e precisei compartilhar com o mundo, no caso, vocês.

Me And Earl And The Dying Girl (em português: Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer) já estava na minha listinha de filmes para assistir, preciso confessar. Eu nem sabia direito do que se tratava, mas o nome e a capa já haviam me chamado a atenção enquanto fazia uma pesquisa para fazer aquela sessão cinema antes de dormir. Aí me dei ao luxo de fazer um “Lazy Morning” e ficar na cama a manhã todinha. E não deu em outra: decidi assistir esse filme.

Pra quem não sabe (eu também não sabia, então, né…), o roteiro é baseado no livro de mesmo nome, do autor Jesse Andrews, e fiquei chateadíssima quando descobri isso, porque todo mundo sabe que eu odeio ver filmes antes de ler os livros, mas anyway, já que estamos aqui, falaremos do FILME, exclusivamente. Ok? Ok.

Enfim, o filme conta a história de Greg Gaines, um adolescente despretensioso e com um grande talento para cinema que tem como único objetivo passar desapercebido pelo Ensino Médio ao lado de seu amigo de infância, Earl – com quem ele já gravara 43 filmes secretamente.

me and earl and the dying girl1

Nada poderia ser tão normal… Só que as coisas mudam quando a mãe de Greg o obriga a fazer amizade com Rachel, uma colega de escola diagnosticada com leucemia.

12MEEARLJP1-articleLarge-v2

Contra a vontade, Greg tenta se aproximar de Rachel. E depois de muita insistência, consegue atingir seu objetivo. E aí o que era obrigação virou diversão, pois uma verdadeira amizade acaba nascendo e os dois se tornam inseparáveis. Greg está sempre visitando-a – já que Rachel começa a fazer o tratamento e não pode mais ir à escola. Ele e Earl até passam a deixar a garota assistir aos terríveis filmes que eles produzem. Animar Rachel se torna a única e principal ocupação de Greg.

MeAndEarlAndTheDyingGirl

O filme me encantou MUITO, porque assim como o personagem principal, começa despretensioso. Parece que não há muito o que esperar da história, mas a maneira como ela é desenvolvida é o que prende o telespectador. Pelo menos foi assim que eu me rendi!

A história é narrada por Greg desde o início, e desde que ele é um aspirante a cineasta, o filme acaba tendo uma pegada cinematográfica, dividida em partes que o personagem considera marcantes e importantes o suficiente para serem pontuadas, bem como os comentários. E ao contrário do que pode se pensar, apesar de ser um drama, as piadas estão super bem encaixadas e nada forçadas.

Vocês devem estar lendo e pensando: tá bom, é só mais um filme com uma garota com câncer. É só mais um romance que acaba mal. Só que não é. É muito mais que isso, gente e eu não estou de brincagem.

A sinceridade que pontua a amizade de Greg e Rachel é muito fofa e mais do que essencial para prender a atenção. Começa tão boba e se torna tão profunda que não há como você não ficar desejando ter uma amizade daquelas para si.

postfull-watch-an-exclusive-me-and-earl-and-the-dying-girl-clip-from-justjared-olivia_thomas2

Você vê a doença se desenvolvendo? Vê. Você vê a amizade deles crescendo? Vê muito. E a melhor parte é que a doença, que parecia ser a coisa mais importante da história, acaba sendo esquecida. Não é como se aquilo fosse o ponto crucial. E não é porque o filme para de falar sobre isso, é porque você simplesmente não consegue fazer daquilo a coisa mais importante diante de todo o resto!

RachelandGreg file_608187_me-and-earl-and-the-dying-girl-640x271

Quem curte A Culpa É Das Estrelas vai COM CERTEZA achar referências, mas não se engane! Os personagens são beeeem distintos. Greg nunca teve pretensão nenhuma de ser amigo de Rachel, nunca teve nenhum sentimento de pena ou altruísmo, mesmo depois de ela ter adoecido. As coisas foram forçadas e acabaram acontecendo. Ponto.

Adorei a personagem da Rachel e como ela se torna bem mais essencial ao final do filme. Ela é a chave, e não é porque tem leucemia. Aliás, sei que já falei isso ali em cima, falei agora e falarei de novo… Mas é porque achei incrível. O filme (e provavelmente o livro) interpreta e mostra a história de adolescentes e como eles são muito mais do que vemos. Mostra a história da Rachel e quem ela é, e não quem ela se tornou, ou seja, “a pobre garota com câncer”.

33887-En-Earl-es-a-csaj-aki-meg-fog-halni-2015-Olivia-Cooke

Aliás, cada personagem é super bem desenvolvido, desde o professor de história tatuado e cheio de frases de emoção até Earl, que por favor, não pode ser esquecido. É super caricaturado e fala palavrões o tempo todo.

earl_nasty_b

E o final… Bom. Me surpreendeu, e com certeza vai surpreender quem quer que o assista. A proposta continua lá e não te decepciona. Você fica, ao mesmo tempo à espera do clichê, e ao mesmo tempo não. E na verdade, no final você se depara com a compreensão e o autoconhecimento, que no fundo todos procuramos de alguma forma. Aí você decide se a história realmente te ensinou algo. Ou não.

giphy6

Ai, vocês… Assistam! <3

TAG: Os melhores personagens #5

Em 01.10.2015   Arquivado em Na tela

5

Antes de começar a falar do escolhido da vez, tenho que explicar, porque quem acompanha a tag Os Melhores Personagens deve ter reparado que eu só falei de personagens de séries. Porém, no entanto, todavia, isso não é uma regra. No dia que me der na telha, eu COM CERTEZA escreverei sobre alguém que é de filme, novela ou whatever.

Hoje, por exemplo, não será apenas um personagem de um filme, mas de uma franquia de filmes! Podem me julgar à vonts, mas hoje vim falar do meu amado Moose, de Step Up (2, 3, 4 e 5). Mais do que isso, será um post bem especial não só cheio de gifs, mas de vídeos também. E vocês entenderão o porquê logo logo.

Enfim! Eu sempre fui muito fã de filmes que envolvem artes (cantar, dançar, interpretar) e sempre fui louca pelo primeiro filme da franquia. Porém nunca havia assistido os outros por pura ignorância. Achei que nenhum outro fosse superar o primeiro e o que eu encontraria seria mais do mesmo. E eu estava enganada.

Inventei de assistir os outros filmes quando descobri que ao mesmo tempo que as histórias se conectam, elas não independentes. Vi que a irmã mais nova de Tyler (Channing Tatum), Camille (Alyson Stoner) participava nos filmes seguintes e PIREI. Quis ver.

Certo. Escrevi essa bíblia pra explicar como cheguei ao meu mais novo amor Moose. Eu me apaixonei por ele desde que ele disse a primeira fala (que aliás, se repete constantemente em todos os filmes).

15

Além de ele ser o personagem mais cômico e ser super bem interpretado, sem dúvida NENHUMA, é o melhor dançarino freestyle que eu já vi. E a opinião não é só minha não. Não é à toa que ele está em praticamente TODOS os filmes da franquia, com exceção do primeiro.

No primeiro filme em que ele aparece, Step Up 2: The Streets, você conhece a história dele. Tanto o avô quanto o pai de Moose são engenheiros, e tecnicamente ele deveria seguir a mesma profissão. Ele estuda na escola de artes, mas na verdade é responsável pela parte elétrica dos shows. Você não dá nada pro cara de esquisito e magricela, só que ao longo do filme descobrimos que ele é muito mais do que isso. O personagem cresce tanto que vai parar nas outras franquias de uma maneira maravilhosa que é só assistindo pra entender

Eu tenho um gosto bem peculiar, mas sempre achei ele bonitinho, gente. Pode me zuar, vai. Eu não sei, mas o jeitinho dele me super me encanta. E sim, ele fica MUITO gatinho no último filme, mas é meu, podem tirar o olho. ~louca~

E é claro que antes dos vídeos mais sensacionais do universo, eu vou fazer a minha listinha básica cheia de gifs sensacionais para vocês entenderem o porquê de eu gostar tanto do Moose. <3

 

1. Tem estilo até para descer as escadas

5

2. Tem as melhores expressões faciais

9

 

3. Sabe tirar com a cara dozinimigo com um ~simples~ passo de dança

21 

4. Sabe entreter uma garota

27

 

5. Não tem medo da zuera

14

 

6. Traz um “Q” de Michael Jackson em muitas das suas coreografias

12

11

 

7. Faz cara de cachorro abandonado quando quer pedir desculpas

31 

 

8. E se não dá certo, até faz uma dança mais fofinha

17

 10

9. Faz o par mais fofo de todas as franquias mesmo não sendo o protagonista

23 

10. É responsável pelas coreografias e ideias mais criativas

1 

 

11. É o melhor dançarino para liderar a equipe e “solar”

6 

 

12. Faz o casal principal perder a graça no primeiro momento em que se junta a Camille na cena

19 20 

 

13. Tem o melhor apelido

24 

 

14. Não só tem o melhor apelido, como o melhor nome e o melhor bordão

29 

 

15. Sei que sou suspeita. Mas já viu esse sorriso?

 30

 

16. Esse gif realmente precisa de legenda?

4

 

Certo. Quem sabe, dança. Então dança, Moose!

Essa é a minha dança favorita! (Se for apressadinho de plantão é só pular para 2:34)

Ok. Essa segunda também. ;xxx

 

Se for apressadinho novamente, é só pular para 5:31

 

E aí? Exagerei ou o Moose realmente não merecia um espaço aqui?

Filme: The First Time

Em 30.09.2015   Arquivado em Na tela

THE FIRST TIME

Nats tarda mas não falha! Entre os tantos filmes que assisti no último mês, The First Time foi o primeiro que eu quis realmente resenhar para vocês. E tem alguns poucos (mas bons) motivos para isso.

1. Tem Dylan O’Brien. Como vocês bem sabem, eu tenho uma big crush on him. (Esse post deixa isso bem claro).

10

2. Adoro romance adolescente, ainda mais quando se trata desses novos filmes que vêm sendo lançados. Eles sempre trazem um “Q” diferente de interpretação.

Dados os motivos, vamos ao que interessa!

Pra início de conversa, gostei da maneira diferente como o filme começa. Dave Hodgman (Dylan O’Brien) e Aubrey Miller (Britt Robertson) se conhecem inusitadamente em um beco, na frente de um portão onde está rolando a maior party house, mas nenhum dos dois estava muito interessada nela.

Enquanto Aubrey estava inconformada por ter aceitado ir até a festa com as amigas, Dave estava nervoso, prestes a se declarar para quem ele acredita ser grande amor da sua vida e melhor amiga Jane (Victoria Justice).

first1

Os dois começam uma conversa engraçada sobre a situação e confidenciam várias coisas da vida pessoal. A partir daí você já se encanta com os dois e vê a maior química mesmo eles não parecendo ser o provável e típico casal para shippar. Só pela conversa profunda e cheia de questionamentos que eles têm você percebe que não é apenas mais um filme clichê.

2

Aubrey é uma garota praticamente à moda antiga, que gosta de ouvir discos de vinil e sonha em trabalhar com arte, mais precisamente com colagens. Ela não é nem um pouco fã de romantismo e namora um cara mais velho, Ronny (James Frecheville), que apesar de gato, não fala nada com nada, não a compreende e parece um cara completamente alheio a tudo.

first14

Já Dave é um cara bem tranquilo que já está no último ano da escola, está prestes a cursar a Columbia College, em NYC, e pretende trabalhar lecionando para depois se especializar em psicologia. Está sempre com seus dois melhores amigos, que sempre o aconselham Simon Daldry (Craig Roberts) e Big Corporation (LaMarcus Tinker). Aliás, todas as cenas em que os três estão juntos são HILÁRIAS.

20

Eis que nessa sexta-feira maluca as vidas deles se entrelaçam, Dave vai parar na casa de Aubrey, e fica encantado ao conhecer o mundo da garota. Os dois continuam a confidenciar momentos e acabam dormindo juntinhos. ~suspira~

first5

A partir daí os dois começam a questionar os sentimentos que achavam que tinham antes de se conhecer: Aubrey pelo namorado Ronny, e Dave pela amiga Jane. É bem engraçado ver como cada um lida com a situação.

Depois de relutar, Aubrey decide dar uma chance ao sentimento que parece estar crescendo dentro dela em relação a Dave e os dois engatam em um relacionamento totalmente novo e sem pretensões, mas bem rápido.

4

O que mais me encantou é como Dave se rende tão rapidamente aos sentimentos e vive intensamente o momento sem se importar se vai parecer um “maricas”. E Aubrey é totalmente o oposto, aquela garota que não acredita no amor à primeira vista e que apesar de ser virgem, trata o sexo como algo prático e biológico. Mas é claro que tudo isso é só na teoria.

Na prática, não demora muito para que eles comecem com o “grande talvez” da primeira vez. As coisas esquentam sempre que estão perto um do outro e parece que não tem como evitar o inevitável. As situações são constrangedoras e ao mesmo tempo fofas.

16

Não é novidade eu gostar de algo no qual o Dylan está envolvido, então acho que sou um pouco suspeita quando falo, mas acho que ele é um dos mais novos atores que realmente passam emoção quando estão atuando, sabe? O olhar dele prende toda a minha atenção, além de me fazer suspirar a cada cinco minutos.

6

A Britt foi uma surpresa pra mim. Pra ser sincera, nunca havia assistido nenhum filme em que ela estivesse atuando, e realmente gostei do que vi. Os dois têm uma sincronia bem legal, e isso é inegável.

5

E é claro que a trilha sonora colabora MUITO com as cenas, gente. Não sei o que anda acontecendo com esses novos filmes que estão arrebentando na escolha das músicas. De novo, eu sou bem suspeita porque sou mega fã de indie misturado com pop/rock. Tô viajando lindamente no som do filme enquanto escrevo essa resenha e estou completamente apaixonada.

Esse você ficou a fim de ouvir, eu divido esse tesouro! Basta clicar aqui para continuar com a leitura embalada nessa música boa.

Gostei muito do desfecho final do filme. Acho que é algo mais próximo do real, não fica romantizando tanto o que é a primeira vez e finalmente faz o que muito filme deixa de fazer para ter um final lindo e épico. A história mostra que nem tudo é perfeito, mas isso não significa que seja o fim do mundo. Temos que estar preparados pra qualquer tipo de acontecimento e sermos maduros o suficiente para saber lidar com isso.

15

O filme com certeza me surpreendeu, mas de uma maneira única e positiva. Isso tudo sem me fazer chorar mas me fazer suspirar feito uma bobona. Sou do tipo que se apega muito aos detalhes e olhares. Muito mais do que a frases de efeito. Então esse filme foi feito sob medida pra mim!

8

21

AH, pesquisando para escrever essa resenha descobri uma coisa bem fofica, gente. Não sei se estou atrasada com relação a isso, e se estiver, pouco me importa. Sabem porque o Dylan e a Britt tem essa química maravilhosa, sabem? Porque esses dois estão juntos na vida real! ~se derrete toda~

Dylann

Então assim… ASSISTAM. Assistam e não vão se arrepender, pinky promise. Não sei como esse filme não é conhecido e fico ligeiramente frustrada por isso, porque é algo tão bom quanto “Begin Again” ou “What If”. Adorei passar o tempo com esse filme e já estou com saudades dos personagens. Se vou assistir de novo? VOU!

3

Enquanto isso, dá uma checadinha no trailer pra você ver o que está perdendo! <3

Se eu fosse um personagem…

Em 29.09.2015   Arquivado em Na tela

Carter4

Você já parou pra pensar em algum personagem com o qual você super se identifica? Bom, eu sempre passo por isso em toda série/filme que assisto. A gente sempre se apega mais a um personagem e se vê bastante nele, mesmo quando ele é o vilão!

Pensando nisso, resolvi fazer uma brincadeira com a maravilhosa e parceira de blogagem Allie, do Lovecats. A ideia era desafiar nós mesmas a pensar em um personagem com quem achamos que nos parecemos, seja fisicamente, emocionalmente, intelectualmente ou qualquer “mente” que você consiga pensar aí.

Pois bem! Depois de MUITO pesquisar, pensar, analisar… Se eu fosse um personagem… Seria… Carter Wilson, de Finding Carter.

Quem não conhece a série, leia esse post, porque você não sabe o que está perdendo!

Agora, voltando… Pela foto já puderam ver que não pareço com ela fisicamente, né? Rere. A Carter é a protagonista da série, como o nome já sugere. ~dã~

Carter14

Ela é uma pessoa despreocupada e é super independente. Me identifiquei muito com a personagem por causa da liberdade que ela dá a si mesma de ir e vir. Minha mãe e eu sempre fomos muito próximas, e por esse motivo, não há segredos entre a gente. Ela sempre me deu liberdade para tomar as minhas decisões (nas devidas proporções), e vi muito disso na Carter.

Como eu, ela tem uma personalidade mega forte, e não leva desaforo pra casa. Luta pelos seus ideiais e vai até o fim para provar sua teoria caso tenha plena certeza de que sabe do que está falando. Também satiriza quem a incomoda. Sou bem dessas.

fuckit

Ela não é das melhores alunas, coisa que eu também não fui na época da escola (isso mudou bastante na faculdade, mãããs… Esse é outro assunto que dá muito pano pra manga). Porém, isso não significa que ela seja burra. Muito pelo contrário. Sabe como analisar bem uma situação e montar tudo como um tabuleiro de xadrez.

Ela também é engraçada e costuma dar uma certa leveza às cenas. É bem transparente, e nunca esconde o que pensa ou o que sente.

carter1 carter2

Apesar de parecer que não liga pra nada, sempre está pronta para ajudar quem ela gosta. Se apega fácil e se importa de mais com tudo e com todos, mesmo quando não é da conta dela. Dá o sangue pelos amigos, e os protege com unhas e dentes. Aquela mania de querer abraçar o mundo, sabe? Culpada! o/

Mas ela também é uma pessoa que odeia injustiça e que não tem lá muita paciência para o mundo, então pisou no calo… Sai de perto.

Carter13

E quando ama? Bom, ama pra valer. Não desiste daquilo que se chama amor e acredita que uma pessoa é capaz de mudar. Não se dá apenas uma chance para ser feliz, mas várias.

Carter15

Carter é aquela pessoa que já passou por muitas provações na vida, e mesmo assim, nunca se dá por vencida. Nunca abaixa a cabeça. Cai, se machuca, sofre, mas faz o máximo possível para se levantar.

AH! Pra não dizer que não temos nenhuma semelhança física, temos sim uma coisa em comum: somos sempre as mais baixinhas. ¬¬

Carter7

Agora pra fechar… Já falei de tudo o que me identifico com ela. Óbvio que tem algo com a qual não me identifico também. Ela é muito “UHUUUL, DRUGS”, e eu não. Então, né… Não. Hahahahaha

Mais uma pra fechar: “Nats, tem alguma coisa que você gostaria de ter que a Carter tem?”  TEM. Tem, tem e tem! E é uma coisa que eu daria um braço (mentira) pra ter pra mim, cara. O quarto dela. Pode falar se não é mega sensacional?! Não sei quanto tempo eu sobreviveria perto do giz, mas se eu morresse, morreria feliz!

Carter5 Carter6

Bom, é isso galere!

O que acharam da minha personagem da vida? Vocês tem algum personagem com o qual se identificam? Conta pra tia Carter! OPS, conta pra tia Nats!

 

E AH! Clique aqui para ver o personagem da Allie, do blog Lovecats. <3

 

TAG: Os melhores personagens #4

Em 28.08.2015   Arquivado em Na tela

Shane

Quem ainda está perdendo tempo e não assistiu a série Faking It, não vai reconhecê-lo de prontidão, mas se ele está nessa TAG é porque realmente merece! Apresento-lhes hoje o melhor amigo gay que eu já sonhei em ter a minha vida toda e finalmente descubro que ele existe em uma série: Shane Harvey!

Shane nada mais representa do que o lado gay da força na série! Mesmo tendo aquele estilo caricato que sempre acabamos encontrando em filmes/séries/novelas, Harvey é um personagem que sabemos ser extremamente necessário para o andamento da trama. Para quem não acompanha, ele é o melhor amigo do maior pegador hetero da escola, Liam Booker. O humor ácido e o companheirismo são as marcas registradas dele!

Ao longo da história, vemos Shane se afeiçoar também a Amy, uma das nossas protagonistas. Aliás, ele, na verdade, é o culpado por toda a trama se desenrolar. A confusão dá início ao namoro fake de Amy e Karma. TODA confusão que rola na série tem o dedinho do Shane, e não há uma cena que ele esteja presente e você não se acabe de rir, juro!

E ah, sabe aquela coisa de “gay quando gosta é o melhor amigo, mas quando odeia é o pior inimigo?”, bom… Shane se enquadra totalmente nesse perfil! Ele é um pouco manipulador, e de uma maneira sutil e cômica, sempre usa seu jeitinho para conseguir o que quer. Até faz favores a sua maior inimiga em troca do que quer! Puro jogo de interesses!

Mas não se engane! Ele também é o personagem mais confiante, aquele que dá conselhos a tudo e todos e está sempre de bom humor! Aquela pessoa que faz você se sentir bem mesmo sem querer? Esse é o maravilhoso Shane. Daria uma mão tudo para ter um melhor amigo desse! E você também!

Quer apostar?

 

1. As caras e bocas dele dizem tudo sem ele precisar dizer NADA

shane1

2. Shane é o melhor quando se trata de analogias e comparações

tumblr_n4u7xxTR6B1qg2judo1_500

3. Provocar azinimiga está no sangue dele

shane5

4. É dono dos melhores termos

shane6

5. É cômico até em meio a uma discussão séria

shane7

6. Causa na parada e depois se enrola todo

shane9

7. Gosta de um baphão

shane8

8. Faz os melhores comentários para sair de cena com estilo

shane4

9. Tenta negar, mas tem um bom coração até com quem não merece

shanepart1 shanepart2

10. Mas sempre será o seu ombro amigo

shane12 shane14

We <3 Shane!

 

E agora? Gosta do Shane? E agora, e agora? Quer me falar de um personagem também? Manda bala!

TAG: Os melhores personagens #3

Em 12.08.2015   Arquivado em Na tela

hanna4

Enquanto não posso contar a novidade que tá pra chegar no blog ~bitch feelings~, resolvi reviver a tag Os melhores personagens e falar de uma das minhas personagens favoritas! Ela divide o protagonismo com mais três atrizes, e isso é um desafio e tanto, mas ela acaba tirando de letra, além de trazer ritmo e leveza pra trama que conta com muitos momentos de tensão e mistério. E ela faz tudo sem sair do salto alto! Estou falando da nossa diva Hanna Marin, de Pretty Little Liars! <3

Hanna é a típica patricinha do ensino médio, mas diferente daquelas que estamos acostumadas a ver nos filmes, ela tem um coração giganteeeesco e cheio de amor pra dar. A cabecinha dela é tão ocupada com compras que ela é um pouquinho desprovida de cultura útil e ela acaba fazendo uns comentários desnecessários que nos arrancam altas gargalhadas, mas não desaponta a gente na hora de desvendar as pistas.

Além disso, não podemos ignorar como ela e o Caleb são PERFEITOS, juntos, né? Apesar de eu ser mais #Ezria, não posso ser hipócrita. O querido esteve ao lado da Hanna desde o comecinho e ajuda as meninas com os seus conhecimentos de hacker. Quase morri do coração quando ele “saiu” da série por causa do spin off de Pretty Little Liars, Ravenswood. Aí a série foi um fiasco e ele acabou voltando e tudo ganhou cor de novo <3

haleb

Agora, quer ver por que ela merece sua atenção de agora em diante? 🙂

1. Ela sabe como definir o caráter de uma pessoa

hanna1

2. É dramática no “ponto”

hanna4

3. É super transparente

hanna6

4. Suas conclusões são sempre as melhores

hanna7

5. E os comentários são sempre tão inocentes que nem dá pra ficar brava com ela

hanna2

6. Ela acredita que todos merecem uma segunda chance

hanna11

7. Não gosta de julgamentos

hanna12

8. Tem os melhores porres

hanna8

9. Sabe enfrentar azinimiga

hanna14

10. E se torna uma pessoa extremamente corajosa quando está brava ou precisa defender quem ama

weheardyoubitch

Uma fofa, né gentxe? *-* Que cês acham?

hanna13

Filme: White Bird in a Blizzard

Em 29.07.2015   Arquivado em Na tela

DivBlizard

Primeiro de tudo: me perdoem. Sei que diminuí DRASTICAMENTE o número de postagens na última semana, mas o freela que peguei está tomando todo o meu tempo e está realmente difícil conciliar. Mas prometo que vou fazer o máximo pra que isso não se repita! E prometo mais: tem coisa nova chegando no bróguiiiii… RERERERERE!

 

Bom! Acho que como a grande maioria das pessoas na face da Terra, quando eu gosto de um ator ou atriz em especial, tenho aquela mania “stalker” de assistir todos os trabalhos do ser. Sacomé, né? A pessoa é boa no que faz, então você quer ver mais e mais e mais!

Foi exatamente por saber que a Shailene Woodley é maravilhosa e intensa em qualquer papel que ela faz, que eu me arrisquei e assisti Pássaro Branco na Nevasca (nome original: White Bird in a Blizzard). E já adianto que a Shai não me desapontou em NADA.

shai10-1428696047

A trama é baseada na obra literária de mesmo nome, escrito por Laura Kasischke, e conta a história de Kat Connor (Shai) e a sua luta para descobrir a verdade sobre o misterioso desaparecimento de sua mãe. Nós estamos em 1988 e acompanhamos a vida de Kat, que tem 17 anos e vive uma vida normal. Estuda, sai com os amigos e namora seu vizinho de porta, Phill (Shiloh Fernandez). Para a adolescente, a vida em casa também parecia simples e tranquila, com seus pais Eve (Eva Green) e Brock (Christopher Meloni). Porém, essa imagem de família feliz muda totalmente quando Eve some sem deixar rastros.

Eu acho que nunca havia assistido nenhum filme dirigido por Gregg Araki, então preciso ressaltar que gostei bastante de como ele desconstrói todo o contexto da história de forma minuciosa e detalhista. E é claro que isso funciona com grande sincronia levando em consideração a gama de atores incríveis que temos no filme. Você consegue pegar muita coisa no ar devido ao jogo de olhares que rola entre os personagens.

O filme é totalmente contado do ponto de vista de Kat, então nós temos a visão que ela tem das pessoas ao seu redor. Para ela, seu pai era um homem pacato, atencioso e trabalhador que amava sua esposa mas nunca teve o seu amor retribuído. Eve, que inicialmente parecia a esposa e mãe perfeita, se revela uma mulher bonita e frustrada com o rumo que a sua vida se tornou. Ela começa a descontar essa revolta na filha, que era jovem e ainda tinha uma vida toda pela frente que ela mesma não pôde aproveitar.

WhiteBirdInABlizzard12

Ao mesmo tempo, acompanhamos o desenvolvimento e amadurecimento de Kat, como suas descobertas sexuais. Ao contrário do que esperava quando li a sinopse, achei que Eve e Kat tinham aquela relação fofa de mãe e filha, mas na verdade, essa relação de cumplicidade só existiu quando Kat ainda era uma menina, e isso foi se perdendo conforme ela crescia. Elas se distanciam bastante, então quando Eve some, não é como se isso realmente afetasse a filha, o que me surpreendeu bastante!

Depois damos um salto no tempo e dois anos se passam sem qualquer notícia do paradeiro de Eve. Kat já está com 19 anos e é uma universitária. Nas semanas de férias, retorna para casa e encontramos um mesmo cenário mas com uma perspectiva completamente diferente. Brock finalmente tenta seguir em frente com uma nova namorada, o que deixa Kat muito feliz de ver o pai se desapegar do que aconteceu. Também reencontramos Phill, que acabou ficando na cidade, cuidando da mãe que é deficiente visual e pulando de emprego em emprego.

Então… BAM! O que foi especulado por vários personagens da trama passa a ser o enfoque principal e mais maluco de todos. A história vira do avesso e você fica “WUUUUT, como assiiiiiim?”. A coisa toda era tão óbvia que eu desacreditei e fiquei passada. Achei a motivação de tudo muito inesperada, mas uma boa jogada de desenrolar.

Não tive a oportunidade de ler esse livro, porque nem sabia que o filme era baseado em uma obra até procurar pela sinopse dele antes de assistí-lo. Então, não tenho propriedades para compará-lo com a obra literária, mas analisando apenas o filme, eu adorei a composição que a Shai dá pra personagem dela. É uma personagem simples, mas ao mesmo tempo, profunda, misteriosa, cativante. A cada dia que passa me apaixono mais ainda pelo trabalho dela.

E aí? O que acharam da minha tentativa de indicação? Já assistiram ao filme? Contem aí, quiridus!

 

Curtas animados de terror

Em 21.07.2015   Arquivado em Na tela

CurtasTerror

Calma, que eu não morri!

Acreditem ou não, as coisinhas andam corridas! Viajei nos últimos dois finais de semana, e agora descolei um freela (DIM DIMMM $$), aí acabei sumindo, mas não esqueci o blog, muito menos vocês! <3

boo (1)

E pra provar todo esse amô, vou compartilhar mais uma das coisinhas mais legais que eu tenho acompanhado!

Já deu pra notar que eu me apaixonei por essa coisa de curtas-metragens, né? Já teve sessão de curtas animados e curtas de amor. Dessa vez eu trouxe um gênero que me fascina tanto quanto curtas têm me fascinado: terror.

Apesar de não ser a criatura mais corajosa do universo (na verdade eu sou mega cagona), eu adoro assistir filmes de terror (tampando os olhos e assistindo pelas frestinhas dos dedos…) e ler sobre coisas sobrenaturais (e depois passar a noite em claro com medo…).

Como acompanho muitos sites e blogs do gênero, já assisti todo tipo de coisa. Coisas que eu nem teria coragem de compartilhar aqui porque eu mesma não quero assistir nunca mais. Porém, no entanto, todavia, quis trazer algo “fofo” do terror, que são os curtas animados.

Vem comigo?

 

Dream Catchers (2014)

Vamos começar por esse curta. Por quê? Por dois motivos. 1. Foi produzido por um brasileiro, o Gabriel Freire! Adoro ver quando nossos profissionais são tão bem reconhecidos! Dream Catchers ganhou MUITOS prêmios. Ganhou, inclusive, como Melhor Amaldiçoado Brasileiro de 2014! 2. Amei o contexto e a mensagem por trás da história de terror. No final, é tudo sobre enfrentar os nossos maiores medos!

 

Alma (2009)

Apesar de parecer fofinho à primeira vista, este curta é mais que assustador. Acho que é porque você não espera o que está por vir. Alma é a garotinha que ao passar por uma vitrine, fica surpresa de ver uma boneca parecida com ela. Encantada com tamanha semelhança, a garotinha decide entrar na loja e conhecer o fantástico mundo que existe lá dentro, mas mal sabe o que a espera. Foi produzido pelo espanhol Rodrigo Blaas, que anteriormente trabalhava na Pixar.

 

Jaulito (2008)

Produzida pelo espanhol Javier de La Torre, a animação conta a história de Jaulito, que desde que nasceu, vive trancafiado em uma gaiola, sempre prezando pela liberdade. Um belo dia (ou não), Jaulito consegue a ajuda de um corvo para conseguir escapar daquelas grades que o prendiam. Mas quando ele finalmente se liberta, algo surreal acontece. Achei a mensagem super forte e assustadora. É bem aquela parada que “liberdade demais não é bom”, sabe? Os traços bizarros me lembraram bastante o Tim Burton.

 

The Sandman (1991)

Essa animação britânica é super antiga! Foi dirigida por Paul Berry e retrata uma das versões do conto europeu do Homem de Areia, escrito pelo alemão Ernst Theodor Amadeus Hoffmann em 1815. Pra quem não conhece, uma das versões do conto do Sandman fala sobre um homem que ia atrás de crianças que não dormia, jogava areia nos olhos delas para arrancá-los e levá-los para servir de comida para seus filhos. O estilo “massinha” faz o curta ficar mais tenebroso ainda!

 

Madame Tutli Putli (2007)

Esse curta é da National Film Board of Canada, dos diretores os Chris Lavis e Maciek Szczerbowski. Essa é uma animação mais compridinha, mas não pude deixar de citar Madame Tutli Putli, gente. Primeiro pela filmografia, pela qualidade dos detalhes que englobam o produto final. É de um capricho que não consigo nem descrever.

Madame Tutli Putli embarca em um trem noturno carregando a bagagem que parece ser a sua vida toda. No trem, a mulher conhece pessoas de bem e de mal, como bem acontece na nossa vida. Conforme o tempo vai passando, Madame Tutli Putli percebe que ela embarcou em uma aventura surreal e metafísica para enfrentar seus demônios e transcender.

Perceba o detalhe dos olhos de Madame Tutli Putli! Não parecem reais? POIS É, eles SÃO reais, gente! E quem colocou esse olhos maravilhosos nela foi Jason Walker.

 

The Maker (2011)

Para fechar com chave de ouro, escolhi The Maker, um dos primeiros curtas de terror que assisti e pelo qual me apaixonei. Ele foi escrito e dirigido por Christopher Kezelos! A animação conta a história de uma criatura estranha e solitária que corre contra o tempo para dar vida a sua maior e mais bela criação. O desenho é lindo e trágico, gente. É meio que uma lição sobre o tempo e como ele realmente é. Sobre a vida e como nos dedicamos a fazer algo que às vezes toma a nossa vida para que seja concluído. Não é à toa a frase que a capa do curta traz: “Life is what you make it.” (“A vida é o que você faz dela”).

 

O que acharam desses curtas macabros barra fofos? Já conheciam algum?

 

 

Filme: Cidades de Papel

Em 13.07.2015   Arquivado em Na tela

Cidades1

EU SEI, demorei, mas o post chegou lindamente! Assim que o filme Cidades de Papel lançou nos cinemas, corri o mais rápido que pude para assistir. A minha ansiedade era realmente grande porque o livro é um dos meus favoritos na VIDA. Não é à toa que até já o resenhei aqui no blog.

Galera que não assistiu ainda, NÃO SE PREOCUPE, não haverá spoilers.

Pra quem não conhece a história, aqui vai a sinopsezinha!

Quentin Jacobsen (Nat Wolff), mais conhecido apenas como Q, é um garoto comum que acredita que todo mundo tem o seu próprio milagre na vida, e o dele foi ser vizinho e colega de escola de Margo Roth Spiegelman (Cara Delevingne).

Quando crianças, Q e Margo era bem próximos e estavam sempre juntos, brincando e andando de bicicleta pelo bairro, mas depois de uma tarde em que os dois, aos 10 anos de idade, encontram o corpo de um homem morto, tudo muda. Eles acabam se afastando e vivendo seus próprios mundos, mas Q continuou a amá-la secretamente durante seis anos.

Q está no último ano do ensino médio e faltam apenas duas semanas para o fim de toda aquela etapa de sua vida. Não poderia estar mais feliz, tudo estava correndo como deveria correr. Sim, ESTAVA. Até a noite em que Margo aparece na janela convocando-o para se juntar a ela em um plano de vingança contra seus amigos e namorado. Sim, ele vai. E não se arrepende.

gif1

Se diverte e conhece Margo além da beleza exorbitante que ela emana e se vê ainda mais apaixonado por ela. Se diverte e se sente mais vivo ao lado da garota, que o instiga e o desafia, fazendo-o conhecer seus próprios limites. Se sente… Único.

Nada poderia ser mais incrível, e Q mal podia esperar pelo dia seguinte na escola. Estava louco para saber como seria a relação deles depois de uma noite maluca como aquela. Só que esse encontro nunca acontece, porque Margo acaba sumindo misteriosamente.

Inconformado, Q e seus amigos começam a procurar pelas pistas que Margo sempre deixa para as pessoas quando some, e a coisa os leva para um mar de mistérios sem fim que só assistindo pra saber.

Bom, tenho que dizer que o filme foi mais fiel ao livro do que eu esperava. Foram uma ou duas cenas que eu realmente senti falta, mas mais por ser fã do livro do que por necessidade da cena em si. A história foi super bem amarradinha, e não ficou nenhuma coisa sem entendimento.

A coisa que mais me cativou foi a química entre Q (Nat Wolff), Ben (Austin Abrams) e Radar (Justice Smith). É aquela coisa que me conquistou logo de cara, sabe? Eles conseguiram mesmo transmitir aquela cumplicidade entre adolescentes. Impossível não se identificar com aquela zoeira sem limites, e ao mesmo tempo, aquela amizade pra qualquer hora. Me arrancaram loucas risadas. Quase enfartei com os três cantando a música-tema de Pokémon!

Paper2

Outra coisa que me surpreendeu bastante foi a atuação da Cara Delevingne como Margo Roth Spiegelman. Por mais que eu já gostasse bastante dela, não esperava muito, sabe? Era aquela dúvida de “será que ela só está no filme porque está em evidência na mídia?”. Mas ela realmente mandou bem e soube dar vida à misteriosa e divertida Margo. Sem exagerar e sem faltar. A Margo é aquilo mesmo e pronto, perfeito. As cenas entre Nat e Cara me arrepiavam, me deixavam curiosa. Os olhares, os gestos… Não existiriam atores melhores.

Cidades3 Cidades4

Isso tudo sem falar da trilha sonora MA-RA-VI-LHO-SA. Tudo se encaixava no lugar certo e dava aquele ar de filme dos anos 90 sem ser dos anos 90. Já pesquisei a trilha todinha pra colocar no meu iPod, porque sim. A que eu mais gostei foi a música em que toca no momento em que Q e Margo estão dentro do carro e ela coloca a cabeça pra fora. Fiquei realmente extasiada.

Pra quem ficou com a curiosidade em saber qual é:

Lost It To Trying (Paper Towns Mix) – Son Lux

gif2

A verdade é que eu saí da sala de cinema querendo dizer “missão cumprida” pro elenco, produção e toda a equipe que fez parte desse filme, juro. As mínimas mudanças não alteraram em nada com relação a trama e a lição final. Continuei com o mesmo frio na barriga e a reflexão que se apossou do meu cérebro no momento em fechei o livro há um ano atrás. E acho que se isso tudo saiu tão fiel a obra literária, foi graças ao próprio John Green, que participou das gravações do começo ao fim. Ter o autor ali do ladinho deve ter colaborado muito para que a fidelidade e a essência não fossem perdidos.

Cidades5

O filme só me fez ter mais certeza do gênio que o John Green é. Já disse uma vez e repito: Green não é só mais um autor que escreve pra arrancar lágrimas de adolescentes. Ele escreve com propósito, com alma, com bagagens culturais inimagináveis… E com lições a se passar. Me fez pensar de novo e de novo sobre toda a minha vida. Me fez pensar no seguinte:

Qual é o meu milagre?

gif3

Eu já quero o DVD! T-T

Quem aí já assistiu Cidades de Papel? O que achou? Compartilha aí! <3

Página 1 de 3123
Translate »