A Volta dos Mortos Vivos

Em 25.03.2017   Arquivado em Off topic

Um bom filho à casa torna. Pelo menos é isso o que o ditado fala, não é? Pois é, minhas queridas e meus queridos. Após um ano e meio vivendo o meu chamado New Yorker Dream, eu estou de volta ao meu Brasil brasileiro. E aqui estou mais um dia sob o olhar sanguinário do vigia tentando fazer a sonsa e fingir que não fiquei sete funkin’ meses sem postar. 🙁 Bad, Nats.

Sei que até uma carta aos leitores cheia de emoção eu escrevi tentando explicar o que tava acontecendo e ainda fiz a promessa porca de que as postagens voltariam a todo vapor. Mas não foi bem assim que funcionou, não é mesmo? Quer dizer… Deu uma engrenada, mas depois tanta coisa aconteceu no meu intercâmbio que eu acabei perdendo a mão das coisas. Eu pensava no tanto de conteúdo que eu poderia estar produzindo diante da experiência rica que eu estava vivendo e que não estava aproveitando… E realmente ficava frustrada. Mas mesmo assim o sentimento não foi capaz de me fazer ter vergonha na cara.

Eu me arrependo em partes. Mas só em partes, sabe por quê? Porque assim como citei na cartinha a vocês, eu precisava viver aquela experiência 100%. Eu queria muito compartilhar a minha vivência, mas eu estava muito sedenta pra VIVER. Acabei sendo egoísta, eu sei. Mas se serve de consolo (?), ficar esse tempo longe me fez muito bem. Fez eu me tornar uma Nats melhor pro Além do Meu Mundo. Uma Nats mais madura cheia de coisas pra contar. Porque é isso o que eu sou, no final das contas: uma contadora de histórias. Eu só precisava de uma atualizada nas histórias. Estou pronta pra contar! E vocês, prontos pra escutar? <3 (Ok, na real é “ler”, mas “escutar” rimou e ficou pique “frase de efeito”, então me deixa).

Um ano de Natália na terra do tio Sam

Em 31.08.2016   Arquivado em Por aí

É verdade que todas as nossas escolhas mudam o curso das nossas vidas. Mas são apenas algumas escolhas que nos mudam para sempre. E embarcar no avião da American Airlines com destino a New York há exatamente um ano, sem sombra de dúvidas, me mudou para sempre.

Cheguei aqui crua. Quem me conhece sabe que eu mal cozinhava arroz…! Aposto que muita gente pensou “ela não vai conseguir. Já já volta para debaixo das asas da mamãe.” Eu sei que alguém aí pensou, porque eu mesma pensei! Muitas vezes ainda acho que vou fazê-lo, sinceramente falando.

Mas toda vez que esse pensamento surgia, eu lembrava o quão grande era o meu sonho de estudar e morar fora, de tudo o que eu fiz e o que eu sacrifiquei para estar aqui. E de repente a gratidão voltava e tudo parecia fazer sentido novamente.

Quando cheguei à terra do tio Sam…! Meu Deus, não vou negar. Fiquei deslumbrada e até meio frustrada porque parece que aqui tudo funciona! As pessoas não julgam, as leis são respeitadas, os preços das coisas são justos, a água da torneira é potável e digerível…!

Só que assim como aprendi a amar o país que me recebeu de braços abertos, comecei a dar valor ao meu país de origem. Aprendi que mesmo com os problemas pelos quais o Brasil está passando atualmente, não há lugar como o nosso lar. Não há comida tão saborosa quanto a nossa. Não há pessoas tão amáveis e calorosas como o brasileiro. Não há palavra no mundo capaz de substituir ou explicar o sentimento mais bonito e mais brasileiro do universo: saudade.

Saudade de ficar até tarde com a minha mãe na sala e acabar adormecendo ali porque havia passado o dia trabalhando e queria passar mais tempo com ela; saudade dos conselhos do meu pai que vinham do nada, mas sempre na hora certa; saudade de ouvir o Max latir porque o meu pai estava chegando do trabalho; saudade dos encontros com as amigas de escola; saudade dos churrascos com os amigos; saudades do Natal bagunçado com a família. Saudade. Simplesmente saudade.

Mas além da saudade que cresceu dentro de mim, um outro sentimento também assolou o meu corpo. E eu só tive consciência disso na noite passada, quando dirigia rumo ao Brooklyn, com as luzes de Manhattan me abraçando. Quando eu avistei um avião no céu.

Meus olhos marejaram instantaneamente ao me lembrar de que sim, há um ano era eu quem voava em um daqueles. E naquele momento eu estava a observar um avião que com alguma possível certeza no mundo trazia muitas vidas para uma nova e grande aventura como a minha.

O sentimento do qual eu falei logo acima eu vos digo agora: orgulho. Orgulho de saber que eu tive a coragem que nem todos possuem, de largar o conforto rumo ao desconhecido. Orgulho por eu não ter desistido quando cheguei e pensei naquele primeiro momento “não vou conseguir” (porque eu consegui!). Orgulho de ter mudado e amadurecido, mas não ter perdido os meus valores e a minha essência. Orgulho da minha história e de como ela me trouxe até aqui. Hoje, independente de quanto dinheiro eu tenho no bolso, independente do glamour que isso tudo pareça ter, eu finalmente posso dizer com a boca cheia que eu sinto orgulho de quem eu me tornei. E de quem eu ainda vou me tornar.

Obrigada, Brasil. Obrigada, Estados Unidos.

O que é ter sucesso?

Em 27.08.2016   Arquivado em Crônicas, Off topic, Por aí

Ter uma boa posição no mercado de trabalho? Ter o carro do ano? Uma casa de dar inveja? Ser poliglota? Viajar o mundo? Conhecer muita gente? Ser um bom pai/uma boa mãe? Casar com o amor da sua vida?

Existem 7 bilhões de pessoas no mundo. Isso significa que são 7 bilhões de respostas diferentes. 7 bilhões (ou mais) de sonhos por aí.

São tantas vidas, tantos lugares que influenciam e refletem na nossa história… É tanta coisa acontecendo na roda da vida que muitas vezes acabamos nos perdendo no caminho. Saímos fora da rota (isso quando e se temos uma rota, né).

Na maioria das vezes achamos que temos tudo sobre controle. Um plano perfeito e infalível que simplesmente não tem como dar errado. Afinal de contas perdemos um tempo arquitetando-o em nossa mente. Muitas pessoas até externam e colocam tudo no papel – dizem que fazê-lo torna o plano/sonho (ou do que quer que chamemos isso) mais consistente, mais “possível”. – Na teoria tudo é lindo, né?

O problema é quando algo sai fora daquilo que era esperado. Mas vale ressaltar que não estamos falando de um acidente de percurso – estes existem apenas para tornar a aventura um pouco mais emocionante e gratificante. – Estamos falando de quando o nosso sonho, a nossa ideia, o nosso plano…! Simplesmente perde o sentido.

Sentiu o peso da frase em negrito? Se fosse um filme ou um livro diríamos que é o ápice da história. O momento de tensão que geralmente explica todos os acontecimentos e que ao final (na grande maioria das vezes), tudo se resolve. Mas acontece que não é um filme. Não é um livro. É a nossa vida. E as coisas não se resolvem simplesmente. E enquanto continuamos na batalha interna entre nós e nós mesmos, o mundo continua a girar e as pessoas correndo atrás do chamado “seu”.

Sentamos na plateia e assistimos essas pessoas conseguirem chegar onde querem enquanto ficamos para trás tentando entender a moral da história e tentando descobrir o que fazer pra chegar lá (seja lá onde esse nosso “Lá” esteja). Pensando no quanto essas pessoas são tão melhores. Porque a grama do vizinho é sempre mais verde.

Perdemos tanto tempo tentando responder a si mesmos “o que é ter sucesso” que esquecemos a pergunta que verdadeiramente importa: o que faz você feliz?

Ser adulto não é difícil. Difícil é nos encontrarmos. Difícil é sermos nós mesmos. Difícil é acharmos o nosso lugar ao sol. Difícil é sabermos qual dos mais de 7 bilhões sonhos é o nosso correndo perdido pelo mundão afora. Difícil é descobrirmos a que viemos. Difícil é ser feliz. E ter sucesso (?). Difícil é…………

Ninguém é obrigado

Em 24.08.2016   Arquivado em Crônicas, Off topic, Por aí

Dia desses um amigo fez aquela pergunta que todo mundo responde em algum momento da vida: “Você já se decepcionou com as pessoas? Com o amor?”

Sabe aquele silêncio ensurdecedor que paira no ar nos momentos mais inesperados? Pois é.

Fico me perguntando até agora por que diabos minha voz ficou entalada na garganta e eu não consegui dar a resposta que já estava na ponta da língua. Vai ver é aquele medo de se expor que no fundo todo ser humano tem. Aquele medo de se mostrar frágil. De se mostrar quebrável.

E mesmo depois da conversa fiquei com aquela pergunta ecoando nos meus ouvidos quando deitei a minha cabeça no travesseiro. Porque eu tinha mesmo a resposta na ponta da língua.

Afinal de contas, acho que todos nós um dia já sofremos e nos decepcionamos. Dentro e fora do amor. E comigo, claro, não seria diferente.

Sabe por que nos decepcionamos? Porque esperamos demais das pessoas. Achamos que só porque somos capazes das loucuras mais absurdas quando gostamos de alguém (não só no amor, mas também na amizade), só porque nos entregamos demais, achamos que as pessoas têm a mesma obrigação conosco. Que o sentimento precisa ser mútuo.

Só porque eu já cansei de largar minhas obrigações pra socorrer uma amiga que tá com dor de amor e passar a madrugada com ela vendo filmes, comendo gordices e aconselhando, não significa que essa amiga irá fazer o mesmo por mim. Só porque eu abri mão de sonhos para estar ao lado de um grande amor, não significa que esse grande amor fará o mesmo por mim. Conseguem entender?

As pessoas nem sempre fariam o mesmo por nós. E é aí que mora a polêmica! Sabe aquela famosa frase da sociedade contemporânea dos memes malucos? “Eu não sou obrigada!”? Pois é, ninguém é obrigado a ser recíproco. E isso deveria ser completamente aceitável.

Só que não é. Em se tratando do ser humano, não é. Somos egoístas mesmo sem querer. Queremos aquilo que as pessoas são incapazes de nos oferecer. E nem é culpa delas, sabe? Como elas vão oferecer algo que não têm?

Meu pai sempre me dizia isso e eu demorei muito pra entender. Confesso que até hoje ainda me custa aceitar, mas é a mais pura verdade. Precisamos parar de esperar demais das pessoas e a ser tão dependentes delas. Se aquilo é o que elas têm para oferecer e não lhes é o suficiente, então talvez seja hora de deixar pra lá, não acham? Afinal de contas… Nós também não somos obrigados a viver com pouco, viver de miséria. Isso mesmo. Não somos obrigados. Ninguém é.

4 ON 4: Luz

Em 18.08.2016   Arquivado em Por aí

Yayyy, sabe o que que aconteceu? Os caras do Charlie Brown invadiram a cidade!

Ok, a real é que o projeto fotográfico deu ~aquela~ atrasada! Mas o que importa ainda é a intensão, né, minha gente. Até porque eu acabei me animando com a coisa! Pra quem não sabe, minha ilustre pessoinha foi convidada para participar do 4 on 4 com mais três outras blogueiras. Já estamos no segundo post do projetinho! Pra quem não viu o primeiro, tomaqui.

Eis que o tema deste mês éééé…

LUZ. <3 Luz artificial, luz natural… Tudo vai de acordo com a interpretação e criatividade da blogueira. Resolvi me dedicar a esse tema durante uma semana. E tudo o que os meus olhinhos julgavam ser dignos de uma foto para o projeto, lá estava eu dando os meus cliques. Vamos ver o que saiu?

Sempre quis tirar uma sequência de fotos do mesmo ângulo assim! Claro que não ficou EXATAMENTE no mesmo ângulo, mas deu pro gasto, né não? A vista ajudou e MUITO. <3

Se tem uma coisa que adoro com relação à luz natural… É como elas acabam interferindo na foto muito “sem querer”, e mesmo assim dá uma beleza única pra uma imagem que às vezes não tem nada de especial!

Esse dia no parque aqui perto de casa foi bem produtivo, fotograficamente falando, riri. Esse arco-íris artificial roubou a cena! O dia estava suuuuper quente e o pessoal do parque ligou aquelas paradinhas que espirram água na grama, e enquanto os meninos e eu nos refrescávamos e brincávamos, eis que…! A foto já diz por si só.

Finalmente consegui capturar o sol dentre as árvores! Parece simples, mas os raios nunca haviam saído bonitinhos como nesse clique. Palmas pra mim, por favorzinho!

Precisei colocar essas fotinhos do bar que fui em Mount Kisco com uma amiga. Achei a vela super atrativa, dando um ar mais aconchegante ao lugar. E eu sou meio vidrada nessas luzes “suspensas” que também provocam um ar meio old!

Já que o tema é luzes e eu celebrei o 4th July… *————-* não consegui evitar e tive que fechar esse post com chave de ouro com o registro de uma das experiências mais inesquecíveis do meu intercâmbio e da minha vida!

 

Hm, I guess this is it, folks! Gostaram da minha tentativa de fotógrafa hipster?

Ah, é! Querem ver o que as outras meninas do projeto andam aprontando?

Crônicas de Júpiter (antes conhecido como Lovecats)

48 Janeiros

Pequeno Ser Pensante

A praga que é te esquecer

Em 31.07.2016   Arquivado em Crônicas

Ouça: Like a Fool – Keira Knightley

É engraçado como acreditamos no poder de certas atitudes para esquecer alguém. Quer dizer… Eu acreditei de verdade que apagando suas fotos das minhas redes sociais… Ou rasgando aquelas outras do mural fariam eu simplesmente esquecer que você já esteve na minha vida.

Eu também acreditei que deletando as músicas do meu iPod – aquelas que costumávamos escutar dividindo o fone de ouvido enquanto ficávamos deitados na sua cama olhando as estrelas pela janela – também deletariam você da minha memória.

Tive certeza absoluta que ia esquecer completamente as noites que você dormiu na minha cama trocando os móveis de lugar e dando embora os objetos de decoração que você me deu – e que eu adorava tanto.

Doei até mesmo as roupas que você me deu. Ou aquelas que você gostava que eu vestisse. Lembra aquele vestidinho azul, o meu preferido? Dei embora com muita dor no coração, só porque você dizia que eu ficava incrível nele.

E seu nome? Fiz minhas amigas banirem do nosso vocabulário. Fizemos um pacto e toda vez que alguém citar o seu nome, perde dez reais. E mesmo assim, adivinha quem é a que perdeu mais dinheiro? Se apostou em mim, acertou. Acertou em cheio.

Aliás, você me acertou tão em cheio que eu já nem sei mais quem sou. Fico me perguntando o que mais eu tenho de fazer pra tirar você da minha vida, dos meus pensamentos, dos meus lábios, dos meus sonhos. Já me peguei rezando à noite, pedindo a Deus que me livrasse das memórias que me levam até você. Já me peguei torcendo pra que aquele tratamento de esquecimento do filme “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças” – aquele filme que assistimos juntos, lembra? – existisse, porque eu certamente aceitaria passar pelo processo. Eu aceitaria qualquer remédio, qualquer macumba, qualquer droga que substituísse o vício que você se tornou na minha vida.

Daria tudo por uma noite bem dormida, um sonho que só fosse meu, um pensamento que só fosse sobre mim, uma música que me lembrasse a mim. Daria um dos meus rins se dissessem que isso funcionaria.

Já tentei tudo o que é possível pra te esquecer. E mesmo assim, continuas muito vivo em minha memória. Eu lembro de tudo. Lembro até mesmo do timbre da sua voz enquanto andava de costas me encarando no meio daquele parque e me ordenava que eu fizesse o que eu tenho tentado fazer durante todo esse tempo: “Me esquece.

Road Trip: Las Vegas

Em 24.07.2016   Arquivado em Por aí

Estou tão feliz que com a resposta de vocês ao último post sobre a minha road trip que resolvi postar a segunda parte desta aventura o mais rápido que pude! E acreditem ou não, a parte mais sofrência foi, de novo, escolher poucas fotos. É CLARO que a parte do “poucas fotos” não foi realizada com sucesso. Mas eu me refiro mesmo às fotos que realmente ficara, boas, porque muitas delas foram tiradas no escuro.

A informação sobre “fotos no escuro” foi só pra dar a dica de que o nosso segundo destino tem muito mais vida noturna no que diurna. Já sabem de onde estou falando, né? VEEEEEGAAAAAAS!

Foram oito horas de viagem de San Francisco a Las Vegas. Oito horas que nos renderam infinitos rodízios de motorista, infinitas músicas, infinitas risadas e infinitas fotos do deserto. Eu fiquei muito animada por estar cruzando aquelas estradas que a gente cansa de ver em filme, com cactos e postos de gasolina no meio do nada!

A viagem de carro é só um spoiler do que é a tão esperada Las Vegas. Pegamos uma temperatura de 40º na escala Celsius nas três noites que passamos lá! Achei que fosse derreter, de verdade! A má notícia é que a água encanada de Vegas tem um gosto horrível! (Pra quem não sabe, a água encanada dos States é realmente potável e “bebível”) Foi um choque muito grande aceitar isso. A boa notícia é que tudo é bem barato (pasmem), e encontramos uma lojinha perto do nosso hotel que vendia duas garrafinhas de água por $1.00 sem impostos! Tudo é realmente bem barato em Las Vegas! Desde hoteis, comida, roupas e souvenires. Isso porque a única preocupação daquela cidade estratégica e maravilhosamente projetada é que seus visitantes gastem em cassinos.

Isso é bem “contraditório”, né? Quero dizer… Quando você pensa em Las Vegas, logo pensa no luxo e no quanto tudo deve ser caro. E foi bem o contrário! De todas as nossas estadias, Vegas foi o lugar mais barato! E fora isso, preciso dizer com todas as letras o quanto essa cidade é maravilhosa dos pés a cabeça. Tudo é impressionantemente muito bem pensado para os turistas. Nem dá pra acreditar que toda aqueça grandiosidade foi construída no meio do nada!

Pois bem! Logo na primeira noite fomos em uma balada INCRÍVEL. Foi a melhor da minha vida, sem brincadeira! Aliás, vocês mesmos poderão julgar as minhas palavras pelas fotos do post. Assim como NYC, as baladas de Las Vegas também se promovem convidando pessoas de graça, o que claro, fez as au poors pairs irem ao delírio, riri. Quem acompanha meu instagram deve ter achado que eu sou a ryca, phyna do rolê, mas não se iludam!

Nessas três noites que passamos em Vegas também fizemos uma pequena viagem de quatro horas até o Arizona para conhecer o Grand Canyon e cruzar a famosa Rota 66. Preparem os corações para essas fotinhos ma-ra-vi-lho-sas.

Ok, já falei demais! Quero ibagens, comandante Hamilton!

Pra quem achou que a primeira foto em Vegas seria na famosa plaquinha de “Welcome to fabulous Las Vegas”, sinto decepcionar… Pois as primeiras ibagens serão da minha fabulosa noite. Afinal de contas, “What happens in Vegas…”

 

“Stays in Vegas”! E aí? Menti sobre a balada mais incrível dos últimos tempos? Fechemos essa sessão com uma foto de baixíssima qualidade minha com as migas na piscina marota e sem comentários, né?

Quem disse que nunca fui à Paris?

Uma curiosidade (que talvez não seja curiosidade pra vocês, mas foi pra mim), é que é possível entrar em todos os hoteis, porque é neles que a maioria dos cassinos se encontram. E por esse motivos, os hoteis são atrações, e eles aproveitam isso para criar mais e mais atividades para o turistas, como aquários, shoppings e mais um tantão de outras coisas que super valeu à pena ver!

  

Senhoras e senhores… O Grand Canyon \o/

Ê, meu Brasil. O lugar do qual aprendi a ter tanto orgulho! <3

Pronto, só pra não deixar vocês desapontados, uma fotinho na placa de Las Vegas com as girls mais maravilhosas do mundo <3

Eu saio de New York, mas New York não sai de mim <3

Ufa! Acho que dá pra encerrar esse post, nénão? Espero que não tenho se cansado! Gostaram da segunda parte da minha road trip? <3

Road Trip: San Francisco

Em 20.07.2016   Arquivado em Por aí

Ois, muitos ois bem animados de quem fez a melhor road trip da VIDA! Pra quem segue a página do blog, viu que eu dei vários spoilers da minha viagem com mais quatro amigas cruzando três estados: Califórnia, Nevada e Arizona.

Eu já estou de volta, mas a minha cabeça ainda está nas nuvens, perdidas nas fotos mais maravilhosas que tiramos! Um lugar foi mais maravilhoso do que o outro e eu só queria poder ter um controle remoto para poder reviver cada momento da viagem!

E é claro que pensei que essa experiência deveria ser mais do que compartilhada com os meus leitores, e até mesmo como um registro pessoal do que foi essa aventura que ficará pra sempre em meu coração.

Como tiramos mais de 4.000 fotos (sem exageros), resolvi fazer os posts divididos por local. E calma, não morram! Eu separei “poucas” fotos, senão vocês iam ficar descendo a barra de rolagem até o próximo milênio.

 

Certo. Nossa primeira parada foi a adorada e bela San Francisco. Me apaixonei por essa cidade logo que chegamos. As casinhas nas ladeiras parecem até de mentira! Parecem todas terem saído de filmes. E a vizinhança próxima da praia me lembrou MUITO o Brasil, não sei por que. Os moradores locais são SUPER simpáticos e calorosos, bem diferente da correria e falta de interesse dos new yorkers! São super tranquilos e de bom humor. Fomos muito bem tratadas por onde passamos. <3

Bom, chega de blablabla, nénom? Vamos ao que interessa!

Parece estúpido, mas eu estava super ansiosa para subir as famosas ladeiras de San Francisco! Sempre ouvi falar tanto disso! E o pior é que não escutei exageros, não. Haviam ruas que achávamos que o carro não ia conseguir subir! Hahahaha

PAUSA DRAMÁTICA. Alguém, por algum acaso, reconheceu essa casinha? Quem era fã de Full House (Três É Demais), deve até ter deixado uma lágrima cair, aposto. Foi MUITO emocionante ver essa casa de perto! (e bem irritante para os moradores atuais… Imagina sua casa sendo fotografada 24h por dia!?)

Gostei tanto dessa fotinho! Ficou bem cara da abertura de Full House e mereceu um espacinho especial aqui <3

Ok, essa foto poderia ter sido ignorada, mas eu gosto de passar vergonha ~sqn~

 

Esse é o melhor grupo de viagens da VIDA, licença. “BITCH, WHERE?” (piada interna :x)

Preparem-se, porque aqui começa a sessão em que acho que sou modelo com a Golden Gate Bridge de cenário. A paisagem acaba mexendo com a nossa mente, sério.

San Francisco possui muitos cenários icônicos. Quem nunca correu da polícia no GTA por essa rua? Hahahaha tivemos a sorte de vê-la toda floridinha! *-* e sim, japoneses sendo japoneses fazendo pose ali na faixa de pedestres hahahaha

Vista do topo!

Combo achando que estão fazendo pose pra capa de CD

Carossel do famoso Píer 39 <3

E pra fechar com chave de diamantes, esse pôr-do-sol maravilhoso e indescritível

E aí? O que acharam da primeira parte da minha aventurinha? Aguardem os próximos capítulos posts! <3

Um rolê por New York #6

Em 07.07.2016   Arquivado em Por aí

Tá demorando, mas calma lá, soldado. Deus não criou o mundo em um único dia… Que dirá eu organizar o blog e colocar todas as fotos do meu intercâmbio em dia, não é mesmo? ~ba dum tss~ Ok, não foi engraçado.

Muito que bem, gentis! As fotos desse post aqui são de novembro a janeiro. É claro que tem uma infinidade muito maior de fotos que eu tirei durante os três meses (porque sim, eu sou a louca das foto tudo), mas justamente por ser uma infinidade, eu acabei selecionando apenas algumas. Foi com muita dor no coração, mas acreditem! É um favor que faço a vocês.

Preparem o coração <3

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Todas essas fotinhos foram tiradas na virada barra Ano Novo! A Times Square estava cercada e só quem chegou antes das 6pm pôde ter acesso aos shows e à muvuca. Eu não consegui, então acabei passando o Ano Novo no Central Park! E ah, não tem fotos dos fogos por motivos de: Ano Novo nos States é muito “bleh”. São 15/10 minutos de fogos e cabou. Vai todo mundo pra casa. Fim. Mas valeu a experiência <3

Passei o resto do feriado em Wantagh, onde a Ana, do canal Agora Virei Gringa, morava. Aproveitamos pra ir ao Park Marina da cidade pra ter aquela vista maravilhosa do pôr do sol! No dia seguinte decidimos visitar uma cidade vizinha e mega aterrorizante: Amityville! Quem é fã de filme de terror, sabe que a cidade é cenário de um dos clássicos do cinema. Aliás, a história e a casa onde aconteceu os paranauês são reais! Alguém reconheceu o lago creepy? 

LADIES AND GENTLEMEN! Pausa dramática para as minhas PRIMEIRAS FOTOS DA NEVE. Pena que não filmei a minha reação, porque eu parecia uma retardada. Ou melhor: AINDA BEM QUE NÃO FILMEI. Já bastou a piada que eu fui para as kids aqui de casa… Mas ai <3

Ok, as fotos acima poderiam ter sido excluídas da minha seleção, mas não foram por motivos de: eu não quis. RIRI foi um dia aleatório no qual eu saí para ler meu livrinho num parque maior lindo que tem perto de casa. E essa fofurice ali acima foi o Levi, o menino mais novo da minha host family quem fez! Incluiu meu nominho na família! Aí quis mostrar pro mundo, licença.

Não queriam neve? TOME NEVE! As primeiras fotinhos são do dia que eu e a Ana inventamos de ver a neve no Central Park. Resultado: pensamos que nossos pés fossem gangrenar! Mas sobrevivemos.

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A aventura da vez com a Ana, minha eterna parceira de loucuras, foi para Montauk! Eu tinha o sonho MALUCO de visitar essa praia no inverno porque é nessa mesma estação em que a praia é cenário do filme “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”. E apesar do frio de morrer, eu não me arrependi nem um pouquinho <3

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Pra fechar esse post gigantesco e bem Frozen, minha viagenzinha com a host family para esquiar na cidade de Woodstock, no estado de Vermont. BRRR <3

Sei que demorei, mas valeu à pena, vai? Gostaram?

Au Pair: Quanto custa?

Em 30.06.2016   Arquivado em Por aí

Estou honestamente feliz de fazer um novo post sobre esse assunto que eu acabei deixando um pouquinho de lado aqui no blog (pra falar a verdade, o blog todo foi deixado de lado, mas faz a pêssega e ignora), mas a pedidos, resolvi falar sobre um assunto que muita gente sempre tem dúvida sobre o lance de ser au pair. Afinal de contas, tudo no mundo depende de uma coisinha: grana.

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Pois bem, achei esse assunto pertinente, porque muita gente fica se perguntando qual o preço do programa e se o salário é bom. Então vamos por partes, como já diria Jack, o Estripador.

Primeiro de tudo, falarei sobre o preço do programa em si, que é bem acessível, se comparado aos outros programas de intercâmbio. E é muito bom ressaltar isso, porque muitos conhecidos meus (e de muitas outras au pairs, posso apostar), acham que a gente é podre de rica e está indo passar férias nos States com tudo pago e uma passagem grátis pra Disney ou sei lá o quê. Então vou deixar tudo bem claro e explicadinho.

Não, nós não estamos cagando dinheiro quando decidimos ser au pair. É justamente o contrário. Aliás, o programa de au pair é mais barato pelo simples fato de que você vai trabalhar para famílias americanas como babá em troca de salário, comida e teto.

Entendesse?

Ótimo! Passemos agora aos preços da bagaça tudo.

 

Preço do programa de Au pair

 

Au Pair Care (APC)

Muito que bem. Eu vim por essa agência. Fechei com a agência STB no Brasil, que é conveniada com a APC nos USA. Quando eu fechei o programa, paguei o valor de US$ 500. Na época, o dólar estava cotado em uns R$ 3,00, aproximadamente. Ou seja, paguei cerca de R$ 1.500,00. Lembro que quando fui na agência para conhecer mais sobre o programa, estava morrendo de medo daquele momento em que o agente fala o preço e você só falta virar a cadeira pra trás. E eu realmente me surpreendi, porque não achei nada caro.

Para fazer o post, pesquisei pela agência da STB para saber quanto está o programa e, atualmente o valor é de US$ 700 (em reais, esse valor é de aproximadamente R$ 2.240,00). É claro que hoje, com a cotação do dólar nas alturas, ficou um pouco mais salgado. Mas ainda assim, ao comparar com outros tipos de intercâmbio, esse programa é uma mixaria. Eu sinceramente não lembro se eu tive gasto com taxa de inscrição!

 

Cultural Care (CC)

Algumas das minhas amigas vieram por essa agência e sempre ouvi muito bem, mas lembro que o motivo pelo qual eu não escolhi vir por ela é que preço não estava nada tranquilo nem favorável para o meu bolsinho. Não lembro o valor, ao exato, mas era mais caro que a APC, na época.

Dei uma pesquisada por cima no site da CC, e o preço é de aproximadamente US$ 1.018,00 (R$ 3.610,00). Segundo o site, o valor inclui taxa de entrevista pessoal, taxa de inscrição e taxa do programa.

 

Au Pair In America

Até uns três meses atrás eu achava que essa agência era só para au pairs europeias, mas uma das minhas amigas atuais veio por ela. A Au Pair In America funciona no mundo todo!

Entrei no site e procurei pela agência responsável pelo Brasil e fui encaminhada para a Experimento Intercâmbio Cultural. De acordo com a página da Internet deles, existe uma taxa de inscrição no valor de R$ 790,00, e o programa, US$ 860 (aproximadamente R$2.752,00).

 

IMPORTANTE

Além do gasto do pacote de intercâmbio, existem os gastos que ficam por conta da au pair:

 

– Passaporte: se eu não chequei errado, são R$ 257,25

– Um documento chamado SEVIS (a agência vai te explicar melhor como funciona): pelo menos US$ 180

– Visto J-1 (visto de Work and Study): U$160 ou R$ 512,00 (isso se o valor também não foi alterado)

– PID (Permissão Internacional para Dirigir): R$ 259,05

 

As passagens aéreas são bancadas pelas famílias (mas atenção, se você não é de São Paulo, terá de pagar o vôo doméstico).

 

Conclusão: mesmo sendo o programa de intercâmbio mais barato que existe, ainda assim nos deixa pobrinhas, nénom?

Eu não vou colocar o valor médio de gastos porque depende muito da agência com a qual você vai fechar. Eu não sei se existem outras agências além dessas, e sinceramente não me dei o trabalho de procurar. Coloquei as mais conhecidas!

 

Salário + benefícios

Pois bem, chegamos ao tópico mais polêmico da vida de uma au pair: o salário. Depois de ter tido gastos astronomicozinhos para tirar a papelada necessária, o momento que todos esperavam.

Pois bem. O salário de uma au pair nada mais é do que US$ 195.75 semanais (aproximadamente R$ 626,40). Isso significa que no mês, ganha-se US$ 783 (cerca de R$ 2.505,00).

Mas, porém, no entanto, todavia…! Vale lembrar que a família, além de pagar as suas passagens aéreas, também é responsável pela sua estadia (que inclui alimentação e acomodação), e uma bolsa de estudos no valor de US$ 500 (mais ou menos R$ 1.600,00). Então eu diria que é um big deal, considerando que você não terá gastos com comida ou acomodação, nénom?

Então, dá pra viver bem com o salário de au pair? A resposta é sim. É claro que você tem que aprender a se organizar financeiramente, mas é possível sim, senhora. Eu vivo no aperto porque tenho minhas prioridades e envio uma graninha para o Brasil mensalmente. Mas ainda assim meus pais nunca precisaram me enviar um único centavo! Há semanas que eu (e muitas outras au pairs) precisam apertar o cinto, mas isso não significa que passamos dificuldades.

Também já ouvi histórias de au pairs que economizavam para mandar dinheiro para o Brasil… E conseguiram até mesmo comprar uma casa quando voltaram! Cada uma vem pra cá com o seu objetivo, então cabe a cada uma saber priorizar as coisas.

Mesmo assim, não somos ricas.

Bom, deu pra tirar todas as dúvidas, galere? Eu espero que sim, porque eu acho que só pra fazer esse post eu fiz mais cálculos do que fiz em toda a minha vida ~aquelas~.

Quem ainda tiver alguma dúvida, não hesite em perguntar, ok? <3

 

P.S.: Todos os valores convertidos foram calculados segundo a cotação do dia 29/06/2016 e estão sujeitos a variações.

 

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